O Cultura Pará criou a Agenda da Semana com o objetivo de publicar neste espaço as manifestações artísticas de nossa região seguindo a mesma linha de trabalho proposta pelo site. Festas, eventos em bares e outras locações em que a arte não seja objetDENTRO DA LUAo prioritário, não serão contemplados. Os interessados deverão enviar a programação, acompanhada de release e uma imagem representativa, até segunda-feira (às 19h) de cada semana. Esta agenda tem o apoio da Sol Informática.

DESTAQUE •
DESTAQUE DESTAQUE

— FOTOATIVA • 30 ANOS —
• Chamada para Projeções •

Do aniversário

A Associação Fotoativa completa seu 30º aniversário no dia 14 de agosto de 2014. Para celebrá-lo, irá ocupar o Largo das Mercês (centro histórico de Belém) no sábado, dia 16 de agosto, à tarde, estendendo-se pela noite, por entre encontros e ações em diversas linguagens, incluindo fotovarais, apresentações musicais, performances e projeções.

A presente chamada convida artistas de toda parte para ampliar, compor e enriquecer a noite, com uma mostra de projeções fotográficas e vídeos.

Como participar

A participação é gratuita e sem limitação de idade. A proposta de trabalho e a ficha de inscrição deverão ser enviadas até o dia 03 de agosto de 2014 para o e-mail nucleocomunicativa@gmail.com contendo no título da mensagem PROJEÇÕES – FOTOATIVA 30 ANOS.

O ato da inscrição implica na automática e plena concordância em participar na Mostra de Projeções – Largo Cultural das Mercês Fotoativa 30 anos, que ocorre dia 16 de agosto. Estando o(s) artista(s) ciente(s) de que seu nome e trabalho serão divulgados junto das festividades.

Esta chamada é destinada a artistas de toda parte que queiram compartilhar com o público seus trabalhos em Fotografia ou Vídeo, durante as festividades do aniversário de 30 anos da Fotoativa.

Os trabalhos fotográficos deverão ser encaminhados em formato de vídeo (.mpeg) e devem ser sequenciados com projeção própria, preferencialmente até 2 minutos. Vídeos devem ser encaminhados em formato .mpeg, preferencialmente com até 5 minutos de duração. Se maior de 25 MB, favor encaminhar via http://wetransfer.com e comunicar o envio na ficha de inscrição.

OBS.: Haverá na programação um momento específico para a Mostra de Projeções, com áudio e vídeo. Em seguida, a mostra segue simultânea às outras ações. Portanto, os trabalhos enviados devem funcionar também sem áudio.

Da confirmação da participação

Todo o material enviado para projeção até a data limite e que estiver dentro do formato e tempo sugeridos será automaticamente selecionado desde que em sintonia com o espírito da Fotoativa. Os trabalhos que excederem o tempo indicado serão avaliados pela equipe organizadora.

Ficha de Inscrição

Deverá ser enviada, junto com o arquivo para projeção,
até o dia 03/08, para o e-mail nucleocomunicativa@gmail.com

Mostra de Projeções
Largo Cultural das Mercês
FOTOATIVA 30 ANOS

Nome do trabalho:
Ano/Local de realização:
Autor ou Coletivo:
Duração:
Nome completo do responsável:
Nacionalidade:
Cidade/Estado/País:
CPF:
Email:
Website (se houver):

FOTOATIVA
Largo das Mercês, 19
Bairro da Campinas

Associação Fotoativa
Trav. Frutuoso Guimarães, 615
a.fotoativa@gmail.com | 91 3225 2754


— FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ —

O I Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA acontecerá no município de Bragança, Pará, entre os dias 12 e 15 de Dezembro de 2014.

O FICCA destaca o papel do cinema, do vídeo e da produção audiovisual em geral na construção de uma sociedade mais justa e solidária, sendo, portanto, uma jornada cultural sem fins lucrativos que tende a inverter a lógica do mercado audiovisual para potencializar a liberdade criativa.

A iniciativa nasce da necessidade de se criar mais uma porta para o intercâmbio entre realizadores e produtores das mais diversas origens e com as suas infinitas propostas de linguagens estéticas e de formas de captação, fora dos mercados tradicionais e mais próximos das comunidades locais.

O espaço é aberto para filmes e/ou vídeos curtas, médias e longas metragens de qualquer gênero ou temática. Cada realizador poderá submeter apenas uma obra ao FICCA.

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Mais Informações e Ficha de Inscrição, aqui:
ficcafestival.blogspot.com.br

Os interessados deverão preencher e assinar a ficha de inscrição
até as 23h59min do dia 17 de setembro de 2014e enviá-la para:

I FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ - FICCA
Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1650 / Centro
Bragança – Pará – CEP: 68600-000
FICCA: ficcacinema@gmail.com
Francisco Weyl (carpinteirodepoesia@gmail.com)
Telefones: 91 9642 2018 / 8821 2419


CARIMBÓ, PATRIMÔNIO CULTURAL BRASILEIRO
Todos votando, pela conclusão do processo de registro

Próximo de alcançar 100 mil pessoas somente no facebook!!! Já são quase 2 mil compartilhamentos das fotos de mestras e mestres exigindo que o IPHAN conclua o processo de reconhecimento do Carimbó como Patrimônio Cultural Nacional... "Vamos em frente, continuar compartilhando e espalhando essa campanha. Só vamos parar quando o IPHAN atender a reivindicação! VIVA O CARIMBÓ VIVO!"

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O Carimbó é considerado um gênero musical de origem indígena, porém, como diversas outras manifestações culturais brasileiras, miscigenou recebendo outras influências, principalmente negra. Seu nome, em língua tupi, refere-se ao tambor com o qual se marca o ritmo, feito de tronco de madeira e pele de animais.

Sendo a música preferida pelos pescadores marajoaras, embora não conhecida como carimbó até então, o ritmo atravessou a baía de Guajará com esses pescadores e veio dar em praias do Salgado paraense. Em algumas regiões próximas às cidades de Marapanim e Curuçá, o gênero se solidificou, ganhando o nome que tem hoje. Em Marapanim, na região do Salgado, nordeste paraense, o gênero é bastante cultivado, acontecendo anualmente o "Festival de Carimbó de Marapanim — O Canto Mágico da Amazônia", no mês de novembro.

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PELA IMEDIATA CONCLUSÃO DO PROCESSO DE REGISTRO DO CARIMBÓ COMO PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DO BRASIL!

PELA INCLUSÃO DO CARIMBÓ NA PAUTA DA REUNIÃO DE AGOSTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO PATRIMÔNIO PELO IPHAN! PELA REALIZAÇÃO DESSA REUNIÃO AQUI NO PARÁ, NÃO EM BRASÍLIA!

Campanha Carimbó Patrimônio Cultural Brasileiro - 8 anos de luta e organização em prol do Carimbó"

Fotos por Isaac Loureiro. Todos os direitos reservados.

www.facebook.com/campanhadocarimbo
campanhacarimbo.blogspot.com.br


— FESTIVAL DA CANÇÃO BRAGANTINA —

AS INSCRIÇÕES FORAM PRORROGADAS PARA ATÉ O DIA 15 DE AGOSTO

Pensando numa programação gratuita e de qualidade, o Festival da Canção Bragantina reunirá durante 3 noites um grupo seleto de músicos e intérpretes que apresentarão composições inéditas de tema livre ou sobre Bragança. O evento contará com shows de grandes nomes da música, dentre os quais Salomão Habib, Lia Sofia, Nilson Chaves, Lucinha Bastos e Marco Monteiro, no encerramento. Confira a programação do evento.

Site do Festival:
festivaldacancaobragantina.com

— INSCRITOS ATÉ O MOMENTO —

CHORONA
Compositor: Alfred Morais
Intérprete: Renata Cristina
Belém-PA

CORTICÓIDE
Compositor: Allan Carvalho
Intérprete: Allan Carvalho
Belém-PA

SINA DOS ESQUECIDOS
Compositor: Robson Luiz
Intérprete: Danniel Lima
Ananindeua-PA

ENLACE
Compositor: Angélica Costa
Intérprete: Angélica Costa
Belém-PA

A LUZ DO ALEF
Compositor: Ademir Pedrosa
Intérprete: Augusto Hijo
Macapá-AP

O TERÇO
Compositor: Sérgio Sales
Intérprete: Sérgio Sales
Macapá-AP

BOSSA DO AMOR
Compositor: Rogério Brito
Intérprete: Rogério Brito
Belém-PA

CANÇÃO DE MUITO AMOR
Compositor: Lucas Albuquerque
Intérprete: Lucas Albuquerque
BELÉM-PA

EXCELENTÍSSIMO SENHOR ESPELHO
Compositor: Delcley Machado
Intérprete: Delcley Machado
BELÉM-PA

PÉROLA DO CAETÉ
Compositor: Joel Cantão
Intérprete: Angélica Costa
Belém-PA

BRAGANÇA
Compositor: Joel Cantão
Intérprete: Angélica Costa
BELÉM-PA


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Os antigos festivais da Pérola do Caeté

Por Fabrício Blanco Castanho

Bragança sediou uma série de eventos competitivos de músicas entre as décadas de 70 até fim dos anos 2000. Esses festivais promoveram as composições de autores bragantinos na música popular brasileira, além de revelar e consolidar grandes autores e interpretes da nossa música, tais como Emílio (Píúca), Edú Filho, Jorge Damous (Macaréu), Evandro Mesquita, entre outros.

Nessa época (década 1970), Bragança vivia seu primeiro festival, realizado na quadra dos acólitos, atrás da igreja matriz, e vivenciávamos o regime político militar. Em dezembro de 1987, no ginásio de esportes do Instituto Santa Terezinha (hoje Corolão), ocorriam as aberturas das exposições de artes plásticas, de fotografia e varal de poesias. Nesta época ouvimos canções de autores e intérpretes como Cabinho (Abaetetuba), Macaréu (Bragança), Saint Clair (Belém), Alfredo Reis (Belém), Fernando Gogó de Ouro (Belém), Aritanã (Belém), Zé Arcângelo (Belém), Antônio Juraci Siqueira (Belém). A canção “Eneida” do poeta abaetetubense João de Jesus Paes Loureiro e o então governador Simão Jatene, chamavam grande atenção pela qualidade musical e enriquecimento literário.

Uma plateia de grande público torcia de forma apaixonada e eufórica por suas canções e intérpretes favoritos. Esses festivais, assim como os compositores e intérpretes que deles participavam, passaram a ter grande conotação e fizeram Bragança despontar no cenário estadual como grande produtora de talentos e belíssimas canções.

No início dos anos noventa, por iniciativa do gerente da agência local do Banco do Brasil, Sr. Oswaldo Pinto, e direção musical do musicista Alfredo Reis, os espetáculos e suspiros do público foram vivenciados novamente no Ginásio de Esportes do IST. Neste festival o 1º lugar foi da canção “Vela de Canoa”, de Piúca, lembrando a poesia de Dorival Caymmi sobre o mar.

No ano seguinte, na praça das bandeiras, “Tempo de Pescar” do poeta e letrista bragantino Antônio Castro, em parceria com Antônio Maria, levou o primeiro lugar, a música embalava os presentes ao som do Retumbão. Vários artistas destacaram-se ainda nestes festivais, dentre eles: Índio; Edú Filho, com “Chororoca, Choca Shana”; “Minha Terra” de Antônio Azevedo e Estevam Nascimento; “Lua Jardineira” de Ronaldo Silva, do Arraial do Pavulagem. “Bom dia Ajuruteua” é um dos hinos mais puros de amor à Bragança; o “Doce Ajirú” de Antônio Castro, Edú Filho, Índio e Alfredo Reis;

No ano de 2005, com a busca de resgate da cultura bragantina, intérpretes e músicos de Bragança, como Olivar Quemel, Tatú, Evandro Mesquita, além de autores da capital e músicos de várias partes do Brasil, participaram de outro festival. Deu-se uma representatividade maior ao evento com: Príncipe e a vencedora Andréa Pinheiro, e, a participação no auto da festa do violonista Salomão Habib.

O resgate de novos compositores, letristas e músicos bragantinos vivenciaram o últimos grande espetáculo de amostra de música popular em Bragança. Tendo como ápice novos intérpretes, Felipe Rosa, Vinícius Oliveira, Bibio, recebendo como jurado, o músico Pedrinho Cavalero. O ponto auto do espetáculo como grande vencedor, canção de autoria, música e interpretação do bragantino Evandro Mesquita com: “Santo hospede promesseiro”.

 

Maiores informações disponíveis através dos telefones:
91 8098 6171 - tim / 9632 5406 - oi.
ama.instituto@gmail.com.

— XXX FESTIVAL DA CANÇÃO OUREMENSE —

PREFEITURA MUNICIPAL DE OURÉM
XXX FESTIVAL DA CANÇÃO OUREMENSE

A Prefeitura Municipal de Ourém realizará o XXX FESTIVAL DA CANÇÃO OUREMENSE, respeitando a legislação municipal e criando alternativas para incentivar a produção artística na área literária e musical de artistas ouremenses e de outras unidades da federação. O festival realizado em quatro etapas no período de 16 de junho a 26 de julho de 2014. As apresentações oficiais ocorrem no Palco Permanente Tomaz Ruffeil, instalada no Complexo Cultural e Turístico do município de Ourém, localizado na orla do Rio Guamá, em Ourém, Estado do Pará.

Criado em 1983, integrando a programação de veraneio: “OURÉM, UM VERÃO QUENTE DE AMOR”, composta de uma série de atividades esportivas e culturais que culminaram com a realização do Festival, realizado sempre no mês de julho. O prefeito municipal da época, professor José Raul de Souza Santos, preocupado com a falta de opção de entretenimento no município, junto com grande volume de pessoas que se deslocavam do município, para municípios visinhos, solicitou a um grupo de jovens que assumiam a liderança cultural e esportiva na época, e se comprometeu em custear as despesas necessárias para a realização de todos os eventos programados.

Poderão este ano inscrever-se no evento músicos, compositores e/ou intérpretes de qualquer nacionalidade, residentes ou não no território nacional, desde que a letra da composição, com tema livre, esteja em língua portuguesa, aceitando-se citações em outros idiomas. Serão anuladas as inscrições de músicas cujas letras façam alusão ao tráfico e/ou consumo de drogas, violência, ou que afetem à livre expressão do cidadão, e os direitos fundamentais previstos na Constituição Federal.

O mesmo concorrente poderá inscrever quantidade ilimitada de trabalhos, sendo que no máximo 2(dois) serão classificados para as eliminatórias. Para efeito de cumprimento do presente parágrafo serão consideradas inclusive as parcerias.

As inscrições serão realizadas de 16 de junho a 11 de julho de 2014. Na Gerência de Música da Fundação Curro Velho em Belém com ”Paulinho Moura” ou através do email: casadeculturaourem@hotmail.com criado exclusivamente para a efetivação de inscrições. No email o inscrito deve manifestar o interesse em participar do evento, incluindo como anexos a música gravada, letra digitada e a ficha de inscrição. Aceitam-se ainda inscrições encaminhadas pelos Correios para o endereço abaixo discriminado, desde que a data da postagem não ultrapasse ao dia de encerramento das inscrições.

As músicas inscritas deverão ser inéditas e originais. Entende-se por inédita aquela que não tenha sido comercializada em  CD, Internet ou qualquer outro formato de mídia e original, e também o trabalho com letra e melodia não plagiadas.

Serão aceitas as inscrições encaminhadas pelos Correios, com envio do comprovante original de depósito,

Fica vedada a utilização de play back ou bases pré-gravadas.

Serão premiadas as músicas classificadas em 1º, 2º e 3º lugares, o(a) melhor intérprete, melhor arranjo e melhor letra com troféus personalizados e quantias em dinheiro:

1º LUGAR: R$ 7.000,00 (SETE MIL REAIS)
2º LUGAR: R$ 3.500,00 (TRÊS MIL E QUINHENTOS REAIS)
3º LUGAR: R$ 2.000,00 (DOIS MIL REAIS)
MELHOR LETRA: R$ 1.000,00 (UM MIL REAIS)
MELHOR ARRANJO: R$ 1.000,00 (UM MIL REAIS)
MELHOR INTERPRETE: R$ 1.000,00 (UM MIL REAIS)

O Festival NÃO contará com uma banda base, disponibilizando aos concorrentes uma bateria e material básico para percussão.

Regulamento: www.culturapara.art.br/download/Regulamento_XXX_FestOUREM.doc

Fundação Curro Velho
Rua Prof. Nelson Ribeiro, 287 - Telégrafo
Inscrições até 11 de julho de 2014
Contato: 91 3184-9100 | 9102 | 9103
e-mail: fcv@currovelho.pa.gov.br


— MOSTRA PARÁ —

A partir deste mês de julho a Mostra Pará, organizada pelo Núcleo de Produção Digital – NPD, do Instituto de Artes do Pará – IAP, chega aos municípios de Primavera, Oriximiná e Moju. A programação especial é realizada gratuitamente em espaços ao ar livre. Tudo a partir do dia 9 deste mês, até 10 de agosto.

A Mostra Pará reúne diversos títulos entre animações, curtas e documentários, que são exibidos de forma gratuita e ao ar livre em diversas cidades paraenses, por meio da parceria realizada com as prefeituras dos municípios.

Localizado na região bragantina - nordeste do Pará - o município de Primavera recebe a mostra a partir do dia 9 de julho, dentro da programação do festival de verão da cidade. Em Oriximiná, a mostra será exibida entre os dias 31 de julho e 1 de agosto. Na programação estão, o documentário “Terra de Negro 3”, de Luiz Arnaldo Campos, e a ficção “Açaí com Jabá” de Allan Rodrigues, Marcos Daibes e Walério Duarte.

Já no município de Moju, a mostra será exibida entre os dias 7 a 10 de agosto. Na programação estão títulos importantes do cinema produzido no Pará, como os premiados “Mãos de Outubro” de Vitor Sousa Lima e “Matinta” de Fernando Segtowick.

Além destes municípios, a Mostra Pará também integra o Festival Cultura de Verão, realizado pela Rede Cultura de Comunicação em Belém e no interior do estado e que segue até o dia 23 de julho na Estação das Docas, com exibição de filmes no Cine Estação (Teatro Maria Sylvia Nunes), sempre a partir de 19h.

Veja aqui a programação completa
iap.pa.gov.br/noticias/83-destaques/1182-municipios-paraenses-recebem-mostra-para

Mostra Pará nos municípios paraenses

Em Primavera: 9, 10, 14 a 18 e 21 a 24 de julho, na Praça de Eventos.
Em Oriximiná: 31 de julho e 1 de agosto, na Praça Santo Antônio.
Em Moju: 7 a 10 de agosto, no Ginásio Iverson Pereira.

Horário: 19hEntrada Franca


— II CONGRESSO BRASILEIRO DE TEATRO 2014 —

As inscrições para participação no II Congresso Brasileiro de Teatro 2014 estão lançadas! Em anexo segue o Boletim Informativo 01. Nele constam todas as informações necessárias, como datas e prazos, taxas e categorias de inscrição.

Mais informações:
cbt2014.files.wordpress.com/2014/07/boletim_011.pdf

Programação:
cbt2014.files.wordpress.com/2014/07/programacaoiicbt_fecate.pdf


Hotel SESC Cacupé

Florianópolis/SC
Inscrições até dia 05/08, 23h50min
Realização: dias 29, 30 e 31 de agosto


— PRÊMIO FUNARTE ARTES NA RUA —
• ( Circo | Dança | Teatro )

INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ O DIA 27 DE AGOSTO DE 2014

A Fundação Nacional de Artes – Funarte publicou, no dia 11 de julho de 2014, no Diário Oficial da União, a portaria que institui o edital do Prêmio Funarte Artes na Rua (Circo, Dança e Teatro)/ 2014. Acesse aqui o edital

O prêmio será concedido a 70 projetos, direcionados às áreas de circo, dança e teatro. Podem ser inscritas iniciativas de todo o território nacional, elaboradas por pessoas físicas ou jurídicas. Serão contemplados projetos de montagem ou circulação de espetáculos de rua, performances cênicas ou intervenções na rua, assim como relacionados a registro e memória de grupos e suas atividades.

Através do Prêmio Funarte Artes na Rua, a Funarte pretende fomentar atividades que busquem, nas apresentações de rua, um novo significado para o espaço público. Serão destinados para o edital R$ 3 milhões, provenientes do Ministério da Cultura/Secretaria Executiva/Fundo Nacional de Cultura. Deste total, R$ 2.944.500,00 corresponderão às premiações aos contemplados e R$ 55,5 mil serão utilizados para custos administrativos.

A distribuição dos prêmios será realizada conforme previsto nos seguintes módulos:

A – 35 prêmios no valor de R$ 32,7 mil cada um
B – 20 prêmios no valor de R$ 45 mil cada um
C – 15 prêmios de R$ 60 mil cada um

A quantidade de projetos a serem contemplados, poderá ser ampliada, “caso haja disponibilidade de recursos orçamentários”.

O processo seletivo será realizado em três etapas: Habilitação, Seleção e Análise da Documentação Complementar. A primeira fase é uma triagem, de caráter eliminatório, com o objetivo de verificar se o proponente cumpre as exigências previstas para inscrição. Os projetos habilitados serão avaliados, na segunda etapa, por uma Comissão de Seleção, composta por seis membros, sendo um da Funarte e cinco especialistas em uma ou mais linguagens relacionadas ao edital (circo, dança e teatro). A Comissão será presidida por um representante da Funarte, sem direito a voto.

A Comissão dará notas de um a dez aos projetos habilitados, de acordo com os seguintes critérios de pontuação: “excelência artística do projeto”; “criatividade e inovação do projeto”; ‘qualificação dos profissionais envolvidos”; “viabilidade prática do projeto”; além de “coerência do cronograma e do orçamento propostos”.

Acesse aqui, neste link, as informações completas sobre o Edital



ARTES PLÁSTICAS
• ARTES PLÁSTICAS

— UM MUNDO ONDE FOUCAULT POSSA RECLINAR A CABEÇA —

MERCADO DAS IMAGENS FLAGRADAS EM DELITO

As imagens que chegam até nós na exposição Um mundo onde Foucault possa reclinar a cabeça desvelam um mundo cujo reflexo incide numa superfície falseada, devidamente planejada por uma poética do falso. O que não se reduz a uma contraposição ao verdadeiro. O falso nas teias de Foucault se desdobra como máquina produtora de um experiência que se duplica na direção de uma outra maneira de pensar – na outra margem do jogo binário: verdadeiro-falso – que visa constituir-se como potência plástica em sintonia com a vida, numa composição cujo signo é uma vontade de ilusão, ou seja, potência do falso: vontade artística.        

É nessa dimensão que, pelos experimentos que propõe Ney Ferraz Paiva, acontece o encontro entre Francesca Woodman e Michel Foucault. Atravessamento exterior às articulações identitárias – para além do binômio: imagem-representação – no qual o falso enuncia, como um jogo de simulacros, um plano ilimitado de possibilidades. Agenciamento que vem pela força dos simulacros, constituindo linhas diversas, verdadeira heterogeneidade, a partir do qual o pensamento alcança sua duplicidade, ecoando numa atmosfera cuja imagem (a imagem do pensamento) só é possível numa conformação plural. Constelação imagética em ininterrupta variação, sinuosa afirmação da diferença, ou melhor, experiência desempregada tanto da contradição lógica, quanto da síntese dialética. Trata-se de um agenciamento que não fixa ou representa, mas que opera por deslizamentos, transformações e metamorfoses. (...)

Texto: Nilson Oliveira

"Uma imagem, mesmo a mais simples, pode carregar em si um fundo de inquietação a partir do qual nos tornamos vítimas de uma despossessão do olhar. A transversalidade que caracteriza a proposta de Ney Ferraz Paiva põe em jogo imagens que revisitam as fotografias de Francesca Woodman numa interseção com o pensamento de Foucault, criando uma superfície de inscrição em que a vida poderia enfim se tornar estilo, obra de arte. Trata-se da produção de cenas que evocam um mundo fragmentado, repleto de dejetos, rastros e destroços, assombrado pela perda, marcado pela morte, onde as forças da permanência e da transitoriedade disputam objetos que não cabem em seu próprio tempo; mundo também da escrita, da arte, do pensamento, do ir e vir incessante que é a imagem em sua oscilação, com irrupções e mergulhos, linhas retas, desvios."

Texto: Izabela Leal

Galeria Theodoro Braga
End: Av Gentil Bittencourt, 650
Centur (esquina da Rui Barbosa)
Dia 03 de julho (quinta), às 19h
Em exposição até 31 de julho
Visitas: segunda à sexta de 8h as 18h
Informações: 55 91 3202.4313 
galeriatheodorobraga@gmail.com



— SUSSURRO DOS RIOS —

Sussurros dos Rios” é o resultado de uma intervenção coletiva de artistas paraibanos e paraenses. A exposição teve como tema dois rios: Rio Guamá (PA) e Rio Jaguaribe (PB) e foi concebida, por meio de uma residência artística com oficina do projeto “Hiper Espaço Xumucuís”, contemplado no edital do programa Redes Funarte de Artes Visuais.

Foram diversas linguagens artísticas em processos colaborativos. “Uma semana de expedições, vivências e compartilhamento de técnicas e processos”, comentou o curador da exposição coletiva Ramiro Quaresma. Participaram da intervenção os artistas paraenses: Fabio Graf Cosp Tinta, Jeyson Martins, Joao Cirilo e VJ Rodrigo Sabbá e os paraibanos: Antônio Filho, Francisco Dantas, Potira Maia, Edilson Parra, Vanessa Guimarães, Thercles Silva, Shirley Tanure.

Nas experimentações os artistas utilizaram materiais como grafite mais pixo, fotografia mais estêncil, pintura mais intervenção e live cinema mais mapping com jovens artistas/instrutores paraenses.

A exposição tem curadoria coletiva de Ramiro Quaresma, Dyógenes Chaves e Lúcia França. “Foram diversas linguagens artísticas em processos colaborativos de artistas locais e com paraenses. Estas intervenções são sempre muito produtivas, uma vez que coloca os artistas em contato com realidades distintas e semelhantes ao mesmo tempo”, comentou a curadora geral da Estação Cabo Branco, Lúcia França.

Rio/ de muitos nomes/ Ser/ de muitas formas e fomes” esse trecho do livro “Porantim”, do poeta e professor de estética João de Jesus Paes Loureiro, foi a nascente desse projeto que tem na relação das cidades com seus rios e as periferias em suas margens sua proposta artística.

O curador e idealizador do projeto, Ramiro Quaresma, disse que a arte como uma expedição sempre foi um projeto-sonho dele, que começou com o blog Xumucuís (do Tupi, sussurro das águas). Depois de três edições do Salão de Arte Digital, o projeto foi concretizado e criado “hiper_espaço”, conectando o Pará e a Paraíba, não apenas no ciberespaço, mas em uma experiência vivencial de múltiplas linguagens artísticas.

Fórum Landi
Rua Siqueira Mendes, 60
Praça do Carmo - Cidade Velha
Atelier Aberto de 16 a 21/06, 09h as 17h
Exposição: De 23/06 até 27/07/2014
Bate-papo (Pós-TV) com os participantes
do projeto dia 23 de junho, às 18h
Informações: 91 4006 2904


— MICHELLE CUNHA | COMO UM SOL NO MEU QUINTAL —

A partir do próximo dia 26, às 19h, a Galeria Gotazkaen recebe a exposição “Como um sol no meu quintal”, da artista visual paraense Michelle Cunha. A mostra reúne uma série de trabalhos dedicados ao desenho e a ilustração, incluindo particularidades como cadernos de esboço, objetos, gravuras e registros de trabalhos feitos na rua – habitat onde a artista se sente em casa.

Michelle Cunha, que voltou recentemente a Belém, passou os últimos oito anos circulando pelo eixo Centro-Oeste/Sudeste do país, pintando e propondo ações em cidades de Goiás e estados próximos a Brasília, sua base, como São Paulo e Minas Gerais. De volta às terras paraenses, montou um ateliê na Ilha de Mosqueiro, onde mantém as portas abertas para um ininterrupto intercâmbio de ideias e vivências com outros artistas e o público.

Durante a carreira, Michelle já experimentou técnicas e linguagens das mais diversas. Foi da xilogravura ao grafite, do lambe-lambe ao desenho digital, da colagem à estamparia, tornando evidente, como faz questão de reforçar, “sua ânsia e voracidade por assuntos, territórios, espaços e tempos diversos”.

Por baixo da aparente simplicidade de seus temas, evidenciados na exposição realizada na Galeria Gotazkaen, a artista mostra caminhos para a concepção de um universo fabulístico, repleto de delicadezas e afetos. Para cada desenho, uma possível narrativa, ou melhor, o estímulo a inventá-las a partir das possibilidades, como na série de personagens chamados “Arvoredos”, que para além de sua pegada de humor e lirismo, fazem menção ao tema da sustentabilidade, a preocupação e o cuidado com as questões ambientais. Pássaros, corujas, “arvoredos” e outros personagens que fazem parte do repertório de Michelle aludem ao sonho, mas também a questões de seu tempo, e sugerem a necessidade da convivência harmônica do ser humano e natureza.

Na série de pássaros, sua mais recente produção, assim como nas corujas, a cor e o tema não buscam qualquer intenção retórica, mas indicam uma postura aberta ao puro prazer do gesto, a volúpia da imagem, que pode acontecer tanto sobre o papel quanto nas ruas, nos muros. Seu deslumbramento pela rua como suporte surge junto com a opção por uma vivência quase nômade.

Galeria Gotazkaen
Rua Ó de Almeida, nº 755
Entre: Piedade e Assis de Vasconcelos
Dia 26 de junho (quinta), às 19h
Visitas até o dia 26 de julho
De segunda a sexta, das 10h às 19h
Informações: +55 91 3347.6632
contato@gotazkaen.com
facebook.com/gotazkaen?fref=ts


— SONORO DIAMANTE NEGRO —

A instalação “Sonoro Diamante Negro” de Suely Nascimento, será lançada dia 18 de junho, no Centro Cultural Sesc Boulevard. Composta por fotografias em preto e branco, audiovisual e performance de dança, a instalação vai ser embalada por músicas de época, executadas em Bailes da Saudade. Dançarinos do Grupo Coreográfico ExperimentalThiganá Studio Dança”, dirigidos pelo professor Marcelo Thiganá, vão se apresentar e, também, interagir com o público. A entrada é gratuita.

Sonoro Diamante Negro” é um projeto de documentação fotográfica, iniciado em 1997, que preserva a história de uma das mais antigas aparelhagens de som do Pará, fundada em 1950, por Sebastião Nascimento, no bairro Marambaia, em Belém. Este trabalho reúne fotografias produzidas por sete anos, audiovisual e livro.

Para essa noite, o prédio histórico que abriga o Sesc Boulevard será sonorizado, desde a galeria Mercúrio, no térreo, passando pelo primeiro andar, onde funciona o Bar Café, e seguindo para o segundo andar. No repertório, músicas de Baile da Saudade. E integrantes do Thiganá Studio Dança vão se movimentar por todos esses ambientes e convidar visitantes a dançar.

Fotografias em diversos tamanhos serão exibidas ao público no segundo andar da instituição. O audiovisual “Sonoro Diamante Negro” poderá ser apreciado em uma sala ambientada especialmente para sua exibição em looping.

O audiovisual “Sonoro Diamante Negro”, foi criado durante a concessão da Bolsa para Pesquisa em Arte, do Instituto de Artes do Pará, de agosto a novembro de 2003. E o livro de fotografias “Sonoro Diamante Negro”, pelo programa Conexão Artes Visuais 2010, realizado pela Fundação Nacional de Artes (Funarte) e pelo Ministério da Cultura, com o patrocínio da Petrobras. “Para mim, esta primeira ação Percurso, do Centro Cultural Sesc Boulevard, vai divulgar uma parte da memória de Belém, da história do Sonoro Diamante Negro e das pessoas que frequentavam essas noites meio de sonho”, finaliza Suely Nascimento.

Sesc Boulevard
Av. Boulevard Castilhos França, 522/523 - Campina
Lançamento: 18 de junho (quarta-feira), 20h
Visitas até 10 de agosto de 2014,
De terça a sábado, das 10h as 21h
Aos domingos: 9h as 13h e 15h as 19h
Informação: 91 3224 5305 | 3224 5654

• Entrada Franca •



DANÇA •
TEATRO
• CINEMA

— SÓ DÓI QUANDO EU RIO —

O Grupo Cuíra do Pará, em parceria com o Coletivo TartaRuga, apresenta neste mês de julho o espetáculo “Só Dói Quando Eu Rio”, um texto que tem o escracho como ponto fundamental. A peça fica em cartaz todas as terças e quartas-feiras do mês de julho.

Livremente inspirada em “O Bem Amado”, de Dias Gomes, a fábula compara Belém com a fictícia cidade de Sucupira, onde coisas surreais podem acontecer – e acontecem. “Belém chegou a um ponto de fatos tão fantásticos, que só mesmo o deboche para tentar jogar alguma luz no que estamos vivendo”, diz o diretor Cláudio Melo, um dos atores em cena.

Só Dói Quando Eu Rio” resgata o besteirol dos anos 1980, com um humor debochado, pontuado pela crítica social e política. E aí não escapam personagens da política, das artes e da cidade para fazer rir e pensar. “Somos vítimas o tempo todo do deboche que os políticos paraenses fazem com a gente. O que estamos fazendo agora nada mais é do que devolver a piada”, afirma o ator Jeferson Cecim.

O grupo promete que a cada semana o público presenciará um espetáculo totalmente diferente. Para esta temporada, até mesmo o prédio do Teatro Cuíra sofrerá modificações. “Já na chegada queremos deixar o público no clima do espetáculo, então até a bilheteria mudará a forma de vender ingressos. Venderemos até cervejinhas e o hall, de repente, pode virar espaço cênico. Tudo pode acontecer com esse elenco”, antecipa a produtora Zê Charone.

tem um motivo para dizer isso: não há um texto escrito, tudo é improvisado. Até mesmo a maneira de fazer a cena e o local onde ela acontecerá será decidido pelos atores na hora em que o público estiver presente. “Temos um elenco de atores tarimbados. Todos têm mais de 20 anos de profissão, então resolvemos tirar proveito disso, deixar que a bagagem deles se sobressaia”, explica Cláudio Melo. (Diário do Pará)

Teatro Cuíra
Primeiro de Março, 524
(
esquina com a Trav. Riachuelo)
Todas as terças e quartas-feiras de julho, 20h
Ingressos: R$ 20,00 (meia: R$ 10,00)
cuiradopara@hotmail.com
Contato: 91 9987 7819


— IN BUST | TEATRO COM BONECOS —

Curupira – In Bust Teatro com Bonecos

Um menino protetor da floresta, de cabelos vermelhos e pés virados para trás que persegue quem causa danos às matas. Este caso de caçador é contado por três cantadores que utilizam paródias das toadas de boi e carimbó, apresentando personagens em bonecos naturalistas com manipulação de vara, bonecos máscara, mamulengo e outros mais.

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Criado para o programa Catalendas da TV Cultura do Pará, o espetáculo já está há mais de dez anos em cartaz. Em “Curupira – Um Milhão de Nós” o linguajar caboclo se faz evidente em palavras como “mundeado” e “sumano”, trazendo para bem perto do público da cidade a cultura de nossa região.

Conhecido como o protetor de todas as florestas e animais, o Curupira, personagem lendário da região amazônica, aparece em forma de moleque com os pés voltados para trás. Ele é temido por todos aqueles que caçam ou desmatam por mera ganância.

Assim, nesta montagem do In Bust um caçador acaba mundeado por não respeitar a premissa de se caçar apenas para sobrevivência. Desta forma, ele é ajudado por um Pajé e sai do transe aplicado pelo moleque Curupira e aprende mais sobre como cuidar do meio ambiente.

Aos 16 anos de formação, o In Bust Teatro com Bonecos tem circulado por estradas, ramais, rios, baías e igarapés levando seus espetáculos a praças, escolas, galpões, ruas, centros comunitários e teatros, atingindo um público extremamente diversificado, tanto na capital como no interior do estado do Pará. (via: Luciana Medeiros | Holofote Virtual )

Ficha Técnica

Atores e Manipuladores: Adriana Cruz, Anibal Pacha e Paulo Ricardo Nascimento
Produção e Apoio Técnico: Cristina Costa
Figurino: Anibal Pacha
Cenário, Adereços e Bonecos: Anibal Pacha
Criação de Sonoplastia: In Bust
Texto: David Matos e Paulo Ricardo Nascimento
Assistência de Direção: Adriana Cruz e Paulo Ricardo Nascimento
Direção: Anibal Pacha
Realização: In Bust – Teatro com Bonecos

Classificação: Livre

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 27 de julho (domingo), às 11h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca



MÚSICA •
MÚSICA
• MÚSICA

— ELÓI IGLESIAS | CAZUZA —

Elói Iglesias, apresenta todas as quartas-feiras do mês de julho no Teatro Estação Gasômentro, sempre as 20h, o show "Só Cazuza". Em homenagem à um dos maiores ídolos da música pop-rock brasileira dos anos 80.

Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza, teria hoje 53 anos. Morto em 1990, o cantor e compositor carioca representa muito para os fãs da música brasileira por ter sido uma das grandes vozes da sua geração, fazendo sucesso tanto com o Barão Vermelho quanto na carreira solo. Grande admirador da obra de Cazuza, o paraense Eloi Iglesias interpreta as grandes canções do astro rebelde.

Ele passou do desbunde da juventude para uma coisa mais séria quando começou a cantar Cartola e Lupicínio Rodrigues. A própria banda não queria, mas ele seguiu um outro caminho e deixou uma obra atemporal, irreverente e poética”, afirma Eloi.

O show, no entanto, não é apenas uma apresentação cover. “Ele é uma grande fonte de inspiração e temos um timbre vocal parecido. Então no show sou eu interpretando as canções dele”, afirma.

Os dois artistas têm em comum o gestual e a interpretação teatral, além da sexualidade latente que imprimem em suas apresentações ao vivo.

No show Eloi Iglesias vai interpretar mais de 20 músicas do poeta, mantendo o clima despojado e rock’n’roll.

Vamos interpretar os momentos mais alto astral, sem deixar de mostrar a coragem que ele teve ao continuar compondo e cantando mesmo quando estava muito doente”, afirma.

Não podem ficar de fora clássicos como “Codinome Beija Flor”, “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, “Pro Dia Nascer Feliz” e “Faz Parte do Meu Show”. (Diario do Pará)

Teatro Estação Gasômetro
Parque da Residência
Av. Magalhães Barata, 830
Todas as quartas de julho, às 20h
Ingressos a R$ 10,00 (dez reais)
tel: 55 91 4009-8721 / 4009 8720


— C I Z I N H O —

Violonista, professor no Conservatório Carlos Gomes, e compositor. Cizinho neste show ao lado de seu grupo, pretende mostrar composições novas e a recriação de clássicos da MPB instrumental.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 27 de julho (domingo), às 17h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca



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EVENTOS
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— CACAU NAVAIS | AULA E OFICINA DE CANTO —

A cantora Cacau Novais ministrará em agosto, aulas de Canto para Crianças de 05 a 10 anos, e também inicia uma nova turma para uma Oficina de Canto, para jovens e adultos. As aulas serão sempre aos sábados e as turmas já estão sendo iniciadas.

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Sempre preocupada com a técnica, Cacau Novais em seu canto chama atenção em suas apresentações. Ela trabalha bem a respiração, obtendo maior prolongamento da nota, afinação e leitura musical. A artista já tocou com vários grupos de jazz da bossa nova em festivais diferentes como Baiacool Jazz Festival, o Festival Internacional de Música do Pará e também participou de óperas de Verdi, como “La Traviata”. Entre suas performances, destacam-se o musical Ópera Profano (2010), Sophisticated Lady (2005), além de apresentações na Dinamarca em 2012, enquanto esteve em temporada no país.

Moldura Branca
Rua Veiga Cabral, 1178
(entre Trav. Pe. Eutíquio e Trav. São Pedro)
e-mail:moldurabranca@gmail.com



— RICARDO MACÊDO | CONVÍVIOS —

As inscrições para o workshop “Convívios: Processos colaborativos como espaços de aceitação do outro”, que será ministrado por Ricardo Macêdo no período de 4 a 8 de agosto, no atelier do Instituto de Artes do Pará, continuam abertas e seguem até o dia 25 de julho. Aos interessados em participar da atividade vale lembrar que é necessário levar uma câmera fotográfica digital e um álbum de família.
O workshop tem carga horária total de 20 horas. Foram disponibilizadas 20 vagas destinadas a estudantes e profissionais de todas as áreas da arte. A ideia é levantar questões importantes no processo de agenciamento de propostas artísticas e gestão de espaços realizados de forma colaborativa.

Como viver junto? A temática explora um contexto ligado à colaboração, ao convívio, à coautoria e à parceria. As formas de lidar com as diferenças culturais, sociais e econômicas provindas do "outro" dentro dessas situações ainda se mostram como um problema a ser levado em conta. A partir desses questionamentos, o workshop pretende auxiliar no diálogo da apropriação de espaços como ateliês, galerias de arte e demais locais de exposição e experimentação artística.

Para Ricardo Macêdo, perguntas como: “Quais os meios de intermediar processos colaborativos e conviviais?” e “Qual a importância do lúdico, da proximidade e da temporalidade nesses agenciamentos?” estão no centro das construções que pretendem ser desenvolvidas. Segundo Ricado, “a finalidade de buscar alternativas estratégicas e táticas para uma melhor mediação se faz necessário, quando paramos para pensar em quais referências estão sendo utilizadas e como as adequamos à realidade da comunidade, do bairro e do proponente”.

Ricardo Macêdo é Mestre em Artes Visuais e Tecnologia da Imagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e tem formação em Artes Visuais pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e em Design de Interiores pelo antigo Cefet, atual Instituto Federal do Pará (IFPA). Já ministrou diversas oficinas sobre percepção visual, teoria da informação e fotografia e tem trabalhos realizados em salões e exposições como Arte Pará e Arte Performance Brasil, no Museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro.


IAP - Instituto de Artes do Pará  (Atelier do IAP)         
Praça Justo Chermont, nº 236 - Nazaré (ao lado da Basílica)
Inscrições gratuitas até 25 de julho (sexta-feira)
Realização: De 04 a 08 de agosto, das 8h as 12h
às sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Pré-requisitos: É necessário ter uma câmera
fotográfica digital e um álbum de família.
Informações: 91 4006 2918
iapcomunicacao@gmail.com
Site: www.iap.pa.gov.br


— CURSO FOTOGRAFIA DE RUA —


Roberto Menezes nasceu em Belém do Pará. Aos 15 anos teve o primeiro grande contato com fotografia, em um laboratório montado em casa de seu pai por um tio e amigos. Com a primeira câmera herdada do pai começa a fotografar em 1974 e por razões pessoais, dois anos mais tarde deixa de fotografar rotineiramente o fazendo apenas em ocasiões programadas (aniversários, viagens, etc...). Em 1999 volta a fazer fotografia como opção de qualidade de vida, nesse mesmo ano participa de seu primeiro salão (Primeiros Passos, CCBEU), em 2001 ganha seu primeiro prêmio (Arte Pará), em 2002 faz sua primeira exposição individual (A ilha e a luz), participa então de várias exposições coletivas em Belém, em Macaé (RJ), Bologna (Itália), e outros salões e mostras.

Mais sobre Bob Menezes:
bobmenezes.blogspot.com.br

culturapara.art.br/fotografia/robertomenezes

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
(em frente à Estação das Docas).
De 29/07 a 01 de agosto, das 15h às 19h
e dia 02 de agosto (sábado), das 10h às 13h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Inscrições Gratuitas


— TREINANDO O MOVIMENTO —

No período de 21 a 25 deste mês, o bairro da Terra Firme recebe a oficina “Treinando o Movimento”, ministrada por João Batista Cardoso de Queiroz. A oficina será realizada no Espaço Ribalta e possui 30 vagas disponíveis, com carga horária total de 15 horas. As inscrições estão abertas e seguem até o dia 18.

Direcionada para atores e diretores de teatro, a principal abordagem da oficina são as técnicas teatrais que visem o aprimoramento dos profissionais da área, fazendo a associação entre o ator, o corpo e o movimento cênico.

De acordo com Eli Chaves, presidente do
Grupo de Teatro Ribalta, o objetivo é fomentar o teatro no bairro, alcançando principalmente os jovens. “Nosso objetivo é garantir a base para uma boa interpretação. Nesse sentido, a parceria com o IAP vem sendo uma grande força, pois valoriza os artistas da periferia.”, ressalta ele.

Morando atualmente em Berlim,
João Batista é formado em Artes Cênicas e iniciou suas atividades artísticas em 1978, coordenando e encenando diferentes espetáculos teatrais. Em quase 30 anos de carreira, recebeu prêmios como ator. Ele é ainda professor de graduação e Personal Coaching para artistas, empreendedores e gestores. Atualmente trabalha no Labyrinth Kinde Museum (Berlim).

Espaço Ribalta
Passagem São Pedro, 4 – Terra Firme
(entre Vinte e Quatro de Dezembro e Santa Helena)
Data: 21 a 25 de julho | Hora: 15h às 18h
Inscrições: Até 18 de julho no Espaço Ribalta

— MARCELO CAETANO | CURSO ASSISTENTE DE DIREÇÃO —

O Instituto de Artes do Pará (IAP), em Belém, em parceria com o Canne, estão com as inscrições abertas para um curso de assistente e direção com Marcelo Caetano. Voltada para profissionais que já atuam na área de direção, assistência de direção e produção em cinema e audiovisual, o curso terá 40 horas-aula e vai trazer para discussão e estudo a atuação do profissional. As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de julho pelo Edital do Centro Audiovisual Norte Nordeste – Canne, disponível no site do IAP.

O assistente de produção explica que a oficina em Belém é um aprimoramento da oficina ministrada por ele no festival Olhar de Cinema, em Curitiba, em maio de 2013. Desde então, Marcelo Caetano vem aprimorando e pesquisando novos conteúdos que resultaram em um método didático bastante diversificado e completo.

Mesmo sendo uma das atuações primordiais num set de filmagem, a função do assistente de direção não é ensinada facilmente nos cursos de cinema e não costuma ser tema recorrente de oficinas. De acordo com Marcelo, o fato de difícil encontrar profissionais da área, especialmente fora dos polos de produção do eixo Rio – São Paulo, torna maior ainda a importância do curso.

Aliado ao método, Marcelo leva ainda a experiência de ter trabalhando em importantes filmes do recente cinema brasileiro, como Tatuagem (de Hilton Lacerda), Fllmefobia (de Kiko Goifman) e Depois da Chuva (Claudio Marques e Marilia Hughes), além dos novos filmes dos diretores Gabriel Mascaro e Daniel Aragão.

"Creio que Belém pode receber grandes projetos e é preciso que existam técnicos capacitados para apoiar os diretores e produtores. Espero encontrar na oficina, futuros assistentes de direção e diretores interessados em trocar experiências”, afirma Marcelo Caetano.

Curso de Assistente de Direção com Marcelo Caetano, de 28 de julho a 1º de agosto, das 14h às 22h. Inscrições até o dia 13 de julho através do Edital do Centro Audiovisual Norte Nordeste – Canne.


— DEVOLUÇÃO PROJETOS BOLSAS IAP —

IAP - INSTITUTO DE ARTE DO PARÁ
Varanda do Instituto de Artes do Pará
Praça Justo Chermont, 236 - Nazaré
(ao lado da Basílica de Nazaré)
Até 30 de agosto das 08h as 16h
Informações: 91 4006 2918


— EDITAL DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO DIGITAL —

A partir desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014, o Instituto de Artes do Pará abre o novo edital do Núcleo de Produção Digital – NPD. As diferenças em relação ao ano passado estão, principalmente, no tempo de utilização dos equipamentos, incluindo as ilhas de som e imagem.

Produtores de audiovisual já podem contar novamente com a disponibilidade de equipamentos e ilhas de edição do Núcleo de Produção Digital – NPD.

Inaugurado em 2006 no Instituto de Artes do Pará, o NPD é um programa da Rede Olhar Brasil, vinculado ao Ministério da Cultura por meio da Secretaria do Audiovisual, num projeto implantado em diversos estados brasileiros. No Pará, a gestão cabe ao IAP e a co-gestão fica por conta da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Instituto de Ciência da Arte (ICA/UFPA), Associação Fotoativa e Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABDeC/PA).

Em seus 8 anos de criação, o NPD tem sido um dos maiores fomentadores do aperfeiçoamento técnico e artístico dos produtores audiovisuais do estado. Cineastas importantes como Lucas Escócio, Roger Elarrat e Marcelo Rodrigues, entre tantos, participaram de algumas das oficinas oferecidas pelo Núcleo. Outros como Januário Guedes, Luiz Arnaldo Campos e Priscilla Brasil já foram contemplados com o equipamento disponível no edital.

O edital segue aberto até o dia 10 de dezembro e contempla as produções de pessoas físicas, os chamados produtores independentes. Podem se candidatar projetos de ficção, documentário, vídeo-clip, vídeo-arte, experimental e animação. O interessado deve preencher a ficha de inscrição (anexa ao edital), especificar os equipamentos necessários e assinar ao termo de responsabilidade; o prazo de empréstimo de material é de 10 dias.

De acordo com Afonso Gallindo, gerente do NPD, a análise do material enviado é apenas técnica, para garantir a integridade do material. “Não existe uma análise estética. O que precisamos para liberar o equipamento é de um profissional da área, por isso a análise é técnica”, explica.

Afonso ressalta ainda a importância da parceria com o Centro de Audiovisual Norte e Nordeste, o CANNE, pela qual são realizadas as qualificações dentro do Núcleo, com alguns dos maiores profissionais brasileiros. “A parceria feita com o CANNE já existe há 4 anos e é fundamental. Eles nos proporcionam oficinas com pessoas de peso de todo o lugar do Brasil. Já foram ministradas oficinas com o diretor Marcelo Gomes; Alziro Barbosa (diretor de fotografia); diretor Dib Lufti; Virginia Flores; montadora de som e imagem e vários outros”, pontua o gerente.

Ainda neste primeiro semestre novos cursos e oficinas serão oferecidos no Núcleo.


Edital do Núcleo de Produção Digital Belém
Período de utilização: 28 de fevereiro à 10 de dezembro de 2014
Após o preenchimento das fichas contidas no edital, o produtor
pode procurar o NPD, das 9h às 16h, de segunda à sexta-feira.
Para acessar o edital clique aqui.


— BELÉM AOS 80 —
http://youtu.be/7tQAyCFn-Mo

 

No início da década de 1980 havia certa efervescência cultural, fruto de um processo político liberalizante depois dos anos de chumbo que vivemos, e uma grande ansiedade por mudanças. Surgiram iniciativas na área artística que contribuíram para um novo olhar sobre nossas idéias, costumes, valores sociais e morais. Nascia uma grande cumplicidade entre as pessoas e uma participação viva em qualquer evento que trouxesse o adjetivo “arte” em seu script. A inquietação era tanta que movimentou desde grupos alternativos, que romperam paradigmas na forma de apresentar seus trabalhos, até a explosão do talento da criação artística que delineou e legitimou toda a arte contemporânea produzida em nossa cidade posteriormente. Resumidamente, os anos 1980 vão ser lembrados como um marco na vida de todos aqueles que o vivenciaram como criadores ou participantes ativos dessa geração e como herdeiros de uma década que mudou toda uma história de viver e fazer arte em nossa região. "Belém Aos 80" é uma visita a alguns personagens e movimentos que marcaram esses anos na cidade, registrando momentos de exaltação sócio-cultural da época.

• • • FICHA TÉCNICA • • •

  • Direção e Roteiro:
    Alan Kardek Guimaraes

  • Argumento:
    Januario Guedes

    Celso Eluan Lima

  • Fotografia e Câmera:
    Diógenes Carvalho Leal

DOE UM INSTRUMENTO

Cavaquinho, violão, banjo, atabaque, trumpete, todos os instrumentos que produzem sons e estão esquecidos na sua casa podem transformar os sonhos de jovens atendidos pelas oficinas da Fundação Curro Velho. Esse é o objetivo da campanha de doação de instrumentos musicais que a instituição está realizando durante este ano.

Todos os instrumentos musicais serão recuperados em um espaço para reparo e construção de novos instrumentos. Se você tem violão, violino, violoncelo, viola, piano, saxofone, flauta, gaita ou qualquer instrumento, que esteja danificado ou sem utilização, faça sua doação para o Curro Velho.

Todos os instrumentos de corda que forem doados para a instituição serão trabalhados na Lutheria. A intenção da campanha de doação de instrumentos é que todos abracem a causa de doar um instrumento e realizar o sonho dos jovens atendidos pelo Curro Velho.

As doações dos instrumentos podem ser feitas na sede do Curro Velho, localizada na rua Professor Nelson Ribeiro, nº 287, bairro, Telegráfo ou na sede da Casa da Linguagem, na

Fundação Curro Velho
Rua Prof. Nelson Ribeiro, 287 - Telégrafo
Contato: 91 3184-9100
E-mail: fcv@currovelho.pa.gov.br

Casa da Linguagem
Avenida Nazaré, nº 31.
Informações: 91 3241-9786



9 PAULO ANDRADE | PINTURAS