O Cultura Pará criou a Agenda da Semana com o objetivo de publicar neste espaço as manifestações artísticas de nossa região seguindo a mesma linha de trabalho proposta pelo site. Festas, eventos em bares e outras locações em que a arte não seja objeto prioritário, não serão contemplados. Os interessados deverão enviar a programação, acompanhada de release e uma imagem representativa, até segunda-feira (às 19h) de cada semana. Esta agenda tem o apoio da Sol Informática.

DESTAQUE •
DESTAQUE DESTAQUE

— MG CALIBRE | SHOW 30 ANOS —

Projeto Parque Musical Apresenta Mg Calibre Brazzonia 30 anos. Mg Calibre é mMúsico e produtor, nascido em Bujarú no interior do Pará. Sua avó e sua mãe eram cantoras, seu tío tocava rabeca, seus irmãos tocam diversos instrumentos. Atuante em várias formações musicais no Brasil e no Exterior tocou baixo ao lado de: Porta de Casa, Grupo Oficina, Arraial do Pavulagem, Cabloco Muderno, Coletivo Rádio Cipó+Dona Onete+Mestre Laurentino+Otto, Almir Guinetto, Lia Sophia e Cláudio Zoli, Flávio Venturinni, Beto Barbosa, Loalwa Braz (grupo kaoma), Lan Lan e Nara Gil.

Mg Calibre se apresentará acompanhado de Jósebias (piano e trombone); DjMorcegão (pick ups et samplers); Igor Capela ( guitarra); Daniel Delatuche (trumpete) e Emmanuel Penna (bateria).

Convidados: Dona Onete e Metaleiras da Amazônia, Alonso Nugoli Mc, Marina Amâncio, Cézar Escócio, Rafael Lima, Zé Macedo da Percussão, Iva Roth, Ricardo Dias, Pedrinho Cavalléro, Cassio Lobato & Afoxé do Guarda Chuva Axado.

Teatro Estação Gasômetro
Parque da Residência
Av. Magalhães Barata, 830
Dia 08 de outubro (quarta), às 20h
tel: 91 4009 8721 | 4009 8720

— ARTESESC CONFLUÊNCIAS —

O Confluências

Em um país de extensão continental, a diversidade artístico-cultural tem proporções equivalentes. Pensando nisso, o ArteSesc Confluências pretende analisar, mapear e difundir a produção artística desconhecida dos grandes circuitos brasileiros.

O Confluências convoca artistas, curadores, críticos e estudantes de artes dos estados do Pará, Paraíba, Piauí, Santa Catarina e Tocantins para trocar experiências por meio de encontros colaborativos com mediadores locais e visitantes – especialistas atuantes no circuito artístico nacional – com duração média de cinco meses (Fevereiro a Julho de 2015).

Serão oferecidas palestras, cursos e oficinas complementares aos estudos. Com este intercâmbio de saberes, será possível produzir uma análise ampla e detalhada do contexto regional, identificar e dialogar sobre agentes culturais, circuitos, tendências, temáticas, espaços, políticas, ideologias, tensões e pontos de confluência.

O Confluências pretende também divulgar novos talentos através de sua circulação nos espaços do Sesc e organizar material sobre a produção de arte brasileira contemporânea, disponibilizando-o para consulta pública através de uma plataforma digital.

Convocatória

Serão oferecidas 20 vagas por estado para pessoas que atuem no campo das artes visuais, tais como artistas, críticos, mediadores, pesquisadores, gestores, entre outros agentes culturais, residentes no Pará, Paraíba, Piauí, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Os candidatos selecionados que residam em localidade distante da cidade onde as ações serão realizadas poderão receber ajuda de custo, o que será analisado caso a caso.

O programa terá 3 (três) semanas de duração com carga horária de 20 horas cada, oferecidas pelos mediadores visitantes e locais, com intervalo médio de um mês entre cada uma delas. No intervalo serão promovidos debates, palestras e encontros para dar continuidade às discussões, com a participação de outros profissionais convidados. Serão conferidos certificados de participação àqueles que tiverem no mínimo setenta e cinco por cento de frequência às atividades propostas.

As inscrições podem ser feitas de 1º de outubro a 30 de novembro de 2014. Os candidatos serão avaliados por uma equipe formada por profissionais das Artes Visuais do Sesc e convidados. A lista de selecionados será divulgada no dia 20 de janeiro de 2015.

Para se inscrever, o candidato deverá enviar currículo e/ou portfólio e carta de motivação com, no máximo, 500 palavras, para confluências@sesc.com.br. A carta deverá conter as expectativas do candidato com relação ao projeto e o portfólio com o tamanho máximo de 4MB, deverá ser enviado por aqueles que produzam obras visuais, exposições etc.

Mediadores visitantes

Alexandre Sequeira
Artista plástico e fotógrafo, é Mestre em Arte e Tecnologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e professor do Instituto de Ciências da Arte da UFPA. Desenvolve trabalhos que estabelecem relações entre fotografia e alteridade social, participou de diversas exposições e festivais no Brasil e exterior. Tem obras no acervo do Museu da UFPA, Espaço Cultural Casa das 11 Janelas/PA; Coleção Pirelli/MASP e Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul.

Fernando Lindote
Artista visual, transita em várias linguagens: pintura, escultura, vídeo, instalação e desenho, realizando mostras individuais e coletivas nas mais diversas instituições do país. Participou da 29ª Bienal Internacional de São Paulo/2010; das exposições: Clube da Gravura do MAM São Paulo/2009; Dez + um. Arte Recente Brasileira, Instituto Tomie Ohtake/2006 e da 5ª Bienal do Mercosul /2005. Recebeu o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça FUNARTE, em 2009 e 2010.

Renata Voss
É fotógrafa. Atualmente cursa doutorado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Desenvolve trabalhos autorais desde 2004 e tem interesse por processos alternativos em fotografia, bem como na investigação dos diversos suportes que a fotografia pode assumir.

Mediadores locais

Daniele Zacarão – SC
Criciúma/SC, 1987. É artista e gestora cultural, bacharel em Artes Visuais (2009) e pós-graduanda em Educação Estética: Arte e as Perspectivas Contemporâneas (2010 - 2012) pela Universidade do Extremo Sul Catarinense Unesc. Coordena a Galeria de Arte Contemporânea da Fundação Cultural de Criciúma / Centro Cultural Jorge Zanatta, é membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Criciúma, da Associação Sul Catarinense de Artes Visuais ASCAV e do Coletivo MURRO.

Emanuel Franco – PA
Arquiteto, artista visual e curador. Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo e coordenador da galeria de arte Graça Landeira da Universidade da Amazônia (Unama). Atualmente seu conteúdo artístico está voltado à visualidade popular do nordeste paraense e suas ações curatoriais no universo de produção dos artistas do interior do Estado do Pará.

Gustavo Carvalho (Guga) – PI
É mestre pelo programa interunidadades em Estética e História da Arte pelo Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC USP), com pesquisa sobre possibilidades da arte contemporânea no Piauí em diálogo com a filosofia de Walter Benjamin (2008-2010). É especialista, também pela USP, em Gestão dos Processos Comunicacionais, com pesquisa sobre crítica de arte e novos meios (2005-2006). Há três anos dedica-se a acompanhar de perto o trabalho dos jovens artistas em Teresina (PI), tendo organizado vários seminários, debates , laboratórios de criação , mostras de vídeo, cursos e exposições

Antônio da Cruz – SE
Pintor, atua como ilustrador, chargista, desenhista publicitário e técnico. Atualmente enfatiza a produção de esculturas em aço; foi presidente da Associação Sergipana dos Artistas Plásticos (Asap) e diretor da galeria de arte Álvaro Santos, do município de Aracaju. É cenógrafo e produtor; colaborador de jornais e revistas locais e ativista do Fórum Permanente de Artes Visuais de Sergipe.

Norma Brügger – TO
Bacharel em Artes Visuais, pós-graduada em Arteterapia em Educação Especial pela Universidade Federal de Goiás. Trabalha como arte educadora ministrando aulas de pintura, desenho e história da arte desde 1988 para os mais variados públicos. Desenvolve trabalhos artísticos com uma linguagem figurativa voltada para a fauna do cerrado e colagens abstratas geométricas.

Robson Xavier – PB
Artista Visual, Curador, Arte/Educador e Arteterapeuta. Coordenador Geral do Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba/Universidade Federal de Pernambuco. Professor Adjunto I e Ex-Chefe do Departamento de Artes Visuais - DAV (2004-2007) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
(em frente à Estação das Docas)
Inscrições: 01/10 a 30/11
e-mail/inscrições: confluências@sesc.com.br
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br



— ARTE PARÁ • 2014 —

ARTE PARÁ ANUNCIA SELECIONADOS

Depois de três dias consecutivos analisando cerca de 660 dossiês encaminhados ao concurso – um aumento de 27% em relação ao ano anterior –, a banca de jurados presidida por Paulo Herkenhoff e composta ainda por Éder Chiodetto, Armando Queiroz e Ernani Chaves, escolheu 20 artistas de todo o Brasil. A seleção ocorreu na sede do Jornal O Liberal, de 13 a 15 de setembro.

O júri avaliou a documentação fotográfica, memoriais de projetos e maquetes em CDs e DVDs. O objetivo era promover um melhor julgamento do conteúdo artístico. Este ano, todas as regiões do Brasil foram mapeadas, à medida que foram colocadas, à disposição do candidato, 17 categorias. As mais disputadas foram Fotografia, Pintura e Desenho. Já os estados de São Paulo, Pará e Rio de Janeiro foram os locais, onde o número de inscritos foi maior.

Paulo Herkenhoff, Diretor-Cultural do Museu de Arte do Rio (MAR) e também curador da mostra, destaca que o número expressivo de inscrições e a presença dos 26 estados da Federação no concurso, consolidam a presença nacional e demonstram o reconhecimento do artista para com o evento. “O Arte Pará deixa de ter uma agenda regionalista para possuir uma outra, intelectualmente, mais completa e refinada e diálogo com o resto do país”, define.

Perguntado se a produção artística da Amazônia tem tido um desenvolvimento grande, o curador fez questão de frisar que a região é um lugar de intensa história da arte. Um espaço onde os artistas são muito diversificados e; onde cada um tem a sua linguagem, modo de produzir e projeto individual. “Acabei de inaugurar a exposição Pororoca, que conta com 500 peças. Isso é a metade do que o MAR possui”, garante.

Depois de selecionado, o artista compromete-se a participar de todo o processo educativo, que inclui seminários e conversas aproximadas com os mediadores e o público. A divulgação dos três primeiros colocados, assim como a premiação, ocorrerá no dia 09 de outubro, data de abertura das exposições.

PREMIAÇÃO

Além da premiação devida aos três primeiros colocados, todos os artistas selecionados terão direito a uma ajuda de custo no valor de R$1.000,00. O auxílio será destinado para custear a produção do trabalho eleito e/ou despesas referentes à participação no evento.

DEVOLUÇÃO

O material de inscrição dos artistas não selecionados será devolvido por Correio, desde que contenha, em anexo, envelope e selo para devolução. Já os dossiês de artistas locais não selecionados deverão ser retirados, de 16 a 30 de setembro de 2014, na sede da Fundação Romulo Maiorana, em Belém.

LISTA COMPLETA COM OS 20 SELECIONADOS

Andrea Barreiro
Costa & Brito
Davilyn Dourado
Dirnei Freire Prates
Eduardo Ekman Simões
Elaine Arruda
Flora Romanelli Assumpção
Henrique Oliveira
José de Almeida Viana Júnior
Juliana Notari
Luciana Magno (Pará)
Luisa Nóbrega Silva
Mariana Pedrosa Marcassa
Melissa Barbery Lima (Pará)
Paul Cezanne Souza Cardoso de Moraes
Pedro David de Oliveira Castello Branco
Raquel Uendi Matusita
Ricardo “Villa” Gomes da Silva
Rodrigo Arruda Proto Gonzalez
Vitor Mizael Rubinatti Dias

Texto: Fabricia Sember

— • –

O Pará, ao longo dos séculos deteve papel significativo no cenário da cultura na região Norte. Artistas de diversas linguagens vem constituindo um cenário particular na Amazônia, o que contribuiu para que florescesse aqui expressões artísticas especiais, que graças a articuladores político-culturais, passaram a adquirir visibilidade, constituindo conhecimento e ampliando o acesso a experiências estéticas ao público, atravessando o cotidiano e ganhando os mais diversos espaços, dos mais populares aos lugares específicos, como os museus.

O Projeto Arte Pará teve sua origem no início dos anos 1980, motivado por um desejo visionário do jornalista Romulo Maiorana de estimular a produção artística local, desejo esse que irá consolidar um dos projetos mais longevos no cenário nacional, constituindo-se em um dos mais significativos projetos de fomento, acesso e difusão artística no país. O Projeto Arte Pará que começou estimulando a produção artística local, incentivando e viabilizando oportunidades a artistas que hoje detém significativa carreira nacional e internacional, por meio de premiações e do fluxo de críticos e curadores, assa a ser um dos mais importantes projetos educativos pela arte do norte do país, integrando saberes, instituições de ensino, fomentando a participação de estudantes na construção do conhecimento e viabilizando acesso a arte a diversas camadas sociais, realizando ações inclusivas.

Rompendo as barreiras regionais, o Arte Pará se consolidou e como um evento que concentra um expressivo conjunto da produção artística nacional no Norte do Brasil ao longo dos meses em que suas ações ocorrem e passa, nos últimos anos, a apresentar conexões históricas internacionais, ampliando a compreensão da arte em sua dimensão social e política, por meio de convidados especiais. Nesse desenho, o local e o global se colocam em diálogo, revelando no Pará as transformações culturais que se viabilizam por meio da arte, entendendo esta como uma expressão que, por meio do Arte Pará, toma lugar no meio da vida dos indivíduos, na cidade, em seus lugares de valor simbólico, na própria vida.

ARTE PARÁ 2014
Abertura: 09 de outubro
Período: 10/10 a 09 de dezembro

Museu do Estado do Pará - MEP
Praça Dom Pedro II, s/n. Cidade Velha
Visitas: terça a sexta, das 10h as 18h
Finais de semana, das 10h as 14h

Casa das Onze Janelas
Praça Frei Caetano Brandão s/n - Cidade Velha
Visitas: Terça a sexta, 10h às 18h
Finais de semana e feriados: 10h às 22h
Informações: 91 4009 8825 | 4009 8823

Museu Paraense Emílio Goeldi
Av. Magalhães Barata, 376 - São Braz
Telefone: 55 91 3182 3200 | 3231

Fundação Rômulo Maiorana
Av. Romulo Maiorana, 2473 – Marco
www.frmaiorana.org.br | www.artepara.net
Informações: Tel. 55 91 3216 1142


— VI FESTIVAL DE MÚSICA POPULAR PARAENSE —

Os paraenses são conhecidos nacionalmente pelos ritmos e pelo talento musical que têm. Carimbó, guitarrada, samba, brega, tecnobrega, mellody, rock e muitos outros ritmos populares fazem parte do cotidiano da população do Estado.

Essa variedade musical com o jeito paraense é valorizada por seu povo. E, para reforçar esta característica, a RBA realiza o VI Festival de Música Popular Paraense para premiar e incentivar ainda mais esses artistas a preservarem a cultura do Estado.

São dois meses de festival, desde a fase de inscrição até a final, que escolherá os vencedores em várias categorias.

Músicas Classificadas para as Eliminatórias, etapas Belém e Marabá:

BELÉM

  • Rima Rasurada Marcelo Sirotheau
  • Branca no Black Ana Clarice Braga S. Matos
  • Batuque Patrícia Rabelo
  • Do Monte Emerson José L. Coelho
  • Lança no Olhar Milton Rocha
  • Para um Tal Amor Juliana Sinimbú
  • Folia das OndasMárcio Faria
  • Passeio ao MarajóFlávio Cristiano P. Santos
  • Que nem Beija-flôrHérlon Cláudi G. Tavares
  • Águas Turvas Led Gil Oliveira Couto
  • É mais um dia de luz Camila Alves
  • Navegante Aquarela Naianne de Cássia S. dos Reis
  • O samba Diego Xavier
  • Carimbó Jazz Renata Del Pinho
  • Terra Desunida Jorge Antonio G. Alves
  • Chorinho Navegado Ronaldo Silva
  • Vai Allan Carvalho
  • Samba Cadente Marlon D'Oliveira Castro
  • Origem Álvaro Leal Júnior
  • Viramundos Clodoaldo Ferreira
  • Voraz Gileno Foinquinos
  • Tutano Brasileiro José Maria Siqueira
  • Pouca Luz Natália Matos Rodrigues
  • Rios de Anseios Paulo Moura

MARABÁ

  • Será James Costa Vieira
  • Os Dias estão Difíceis Nilva Burjack
  • Tempo de Plantar e de Colher Marcelo Mourão Figueiredo
  • O Sonho de um Louco Andrei Ramos dos Santos
  • Quando o Amor se Vai Helberth Braz
  • Amor em Viagem José Ribamar da Costa
  • O que não Parece Mais Antonio Gonçalves C. Filho
  • A Cura Acalma Carla Daiane R. Pinto
  • Amazônia Arrebol Clube Clauber dos Santos Martins
  • Você é a Felicidade Jucelino Ferreira de Alexandria

Divulgação no Jornal dos 30 Selecionados: 14/09
Reunião na RBA: 15 de setembro

Eliminatórias em Belém: Dias 01 e 02/10, as 20h
(na sede social do Paysandú Esporte Clube)

Eliminatória em Marabá: Dia 26/09, as 20h
(na Praça São Félix de Valois, as 19h)

Publicação dos 12 Finalistas: 5 de outubro
Grande Final: 16 de outubro

Mais sobre o festival:
diarioonline.com.br/hotsite/festivaldemusica


— EDITAL CULTURA DE AUDIOVISUAL—

Já estão disponíveis o Edital Cultura de Audiovisual e os formulários de inscrição do projeto. O Edital destinará R$ 3 milhões para a produção independente de obras audiovisuais e prevê a seleção de dois projetos de ficção, que receberão R$ 1 milhão cada; um de documentário e um de animação, que receberão R$ 500 mil cada para exibição inicial na TV Cultura do Pará.

Podem participar como proponentes produtoras paraenses independentes, com registro regular e classificadas na Ancine. Cada empresa poderá concorrer com até três projetos e as obras audiovisuais deverão ser realizadas 80% em solo paraense, com a contratação de artistas e técnicos locais. Os projetos deverão ter por objeto a produção de obras seriadas com no mínimo quatro e no máximo oito episódios. Nos gêneros ficção e documentário, cada episódio deverá ter 26 minutos, enquanto no gênero animação, a duração será de 11 minutos, incluindo créditos iniciais e finais.

Realize o download dos documentos necessários para a sua inscrição:

Edital Cultura de Audiovisual: http://migre.me/l69Px
Formulário - orçamento - Producao TV: http://migre.me/l69TP
Formulário - Proj. Obra Seriada de Ficção: http://migre.me/l69YG
Formulário - Proj.Obra Seriada de Doc.: http://migre.me/l6a4m
Formulário - Proj. Obra Seriada de Animação: http://migre.me/l6aaa


Inscrições: De 18 de agosto a 01 de outubro

Mais informações aqui: 91 4005 7746
editalcultura@funtelpa.com.br



ARTES PLÁSTICAS
• ARTES PLÁSTICAS

— JAPANAMAZÔNIA – CONFLUÊNCIAS CULTURAIS —

Maniçoba, udon, frango no tucupi: o cardápio de um pequeno restaurante localizado em Tomé-Açú, no nordeste do estado do Pará, reúne a essência do livro “Japanamazônia – Confluências Culturais”, que apresenta fotografias e textos sobre o cruzamento entre os hábitos e práticas orientais e ocidentais na região amazônica. A publicação, já lançada em 2010, será agora relançada em coedição com a Pro Reitoria de Relações Internacionais da Universidade Federal do Pará (UFPA), em quatro municípios do estado onde estão as principais colônias de japoneses. A itinerância do Projeto “Confluências Culturais: Imigração Japonesa na Amazônia” foi contemplada com o Edital do Fundo Nacional de Cultura 2013.

Uma exposição com fotografias de Paula Sampaio, Miguel Chikaoka e Alberto Bitar – que retrataram os moradores paraenses com descendência japonesa – também integra o novo lançamento. As atividades iniciam no próximo final de semana, com lançamento no sábado (20), partir das 18h, no Hall da sede da ACTA-Associação Cultural e Fomento Agrícola de Tomé-Açú. Depois, o projeto segue para Santarém (30,31/10 e 1º/11), Monte Alegre (06, 07,08/11) e Santa Izabel do Pará (28/11). A data é emblemática: comemora-se no estado todo dia 20 de setembro o “Dia da Imigração Japonesa no Pará”, estabelecido pela Lei 7.319, de 15 de outubro de 2009.

A publicação foi idealizada por Makiko Akao e tem o selo da Kamara Kó Fotografias. A ideia de produzir o livro surgiu quando das comemorações pelos 80 anos da imigração japonesa para o Brasil, celebrada em 2009. “Provocar um novo olhar, capaz de identificar, no cotidiano, nas situações simples do dia-a-dia, a interligação entre as culturas japonesa e amazônida foi o desafio principal deste projeto.Coube aos fotógrafos registrar através de imagens a sutileza e a poesia dessa coexistência em diversos municípios do Pará, onde foi detectado que é possível ser brasileiro e ser japonês, reunindo, em um todo, as duas partes”, explica Makiko.

Ela diz ainda que as imagens revelam cenas comuns, hábitos que já possuem certa invisibilidade diante do forte entrelaçamento das culturas, tão distintas. Além disso, ela destaca que mesmo diante de um novo território com realidade diferenciada, foi possível deixar que as raízes do Japão não fossem perdidas.  A idealizadora acredita que o projeto dá continuidade à vocação da Kamara Kó, para preservar a memória cultural e contribuir para que haja uma compreensão cada vez mais aprofundada dessas confluências culturais.

O Japão na Amazônia

Para refletir sobre a produção de imagens de Paula Sampaio, Miguel Chikaoka e Alberto Bitar, o professor e também fotógrafo Mariano Klautau Filho descreveu que “encontrar o Japão em terras amazônicas no início do século XXI” é um trabalho delicado, exatamente por exigir nova compreensão do papel documental da fotografia e, além disso, por requerer sensibilidade para perceber histórias outras das pessoas e locais que foram retratados.

Tudo isso revela uma cultura que foi se estabelecendo, mudando, adaptando-se a um novo lugar e ao mesmo tempo perdendo e ganhando novas e antigas raízes, tanto amazônicas e paraenses como japonesas e orientais. As imagens falam mais de encontros, momentos, histórias particulares, casas, quintais, e especialmente de pessoas. Em cada série de imagens reencontramos um certo Pará oriental ou um certo Japão paraense”, explica Mariano Klautau.

Ele descreve também outras cenas apresentadas nas imagens: a Sra. Emi Oyama retratada na sala de sua casa, que inclui a figura de um Samurai e a imagem de Nossa Sra. de Nazaré, na cidade de Castanhal; a plantação de hortaliças em Santa Isabel, forte atividade econômica mantida pelos descendentes orientais até hoje na região; e ainda uma simpática vendedora de bentô, uma tradicional marmita japonesa, em sua bicicleta pelas ruas de Quatro Bocas, localidade de Tomé-Açú.


— CONDURÚ —

O Centro Cultural do Carmo apresenta “Condurú” - Exposição de fotografias de JM Condrú e desenhos de P.P. Condurú, em homenagem a um dos mais importantes intelectuais paraenses: José Maria Hasketh Condurú.

O novo espaço cultural de Belém, localizado no centro histórico da cidade, abre suas portas na próxima quinta-feira, dia 18 de setembro, para uma demonstração pública de afeto e reconhecimento ao trabalho e obra de José Maria Hesketh Condurú (1900-1974), agrônomo de formação, mestre de gerações de acadêmicos, conhecido internacionalmente pela sua atuação como professor de física, botânica, meteorologia e relevância de suas publicações científicas. A exposição “Condurú” traz obras de dois netos do “velho Condurú”, como era conhecido carinhosamente entre seus alunos, mesmo antes de tornar-se idoso. São 12 desenhos do artista plastico, P.P. Condurú, e 25 fotografias de José Maria Hesketh Condurú Neto.

Condurú” será a primeira exposição de JMCondurú e traz um pouco de tudo o que ele gosta de retratar, especialmente arquitetura e Belém, da qual possui um acervo com mais de 80 fotos antigas – detalhe: há algum tempo ele vem clicando os mesmos locais das fotos de seu acervo histórico da cidade e deve publicar um livro para a celebração dos 400 anos; mas por enquanto, curte o encontro no CCC e aposta na expectativa de que outros gostem de suas imagens e passem a visitar seus blogs (jmconduru.blogspot.com e www.flicker.com/photos/jmconduru), contribuindo com críticas e sugestões. Além da surpresa da primeira exposição acontecer e ser em homenagem ao avô, JMCondurú diz estar muito feliz em “expor ao lado de P.P. Condurú que, embora primo, é um artista consagrado, ou seja, outra ideia genial do Reginaldo Cunha”, conclui.

Com um trabalho mais elaborado e lapidado em transições vivências de 40 anos no universo das artes, P.P. Condurú também ficou surpreso e feliz pelos reencontros e homenagem e decidiu apresentar um pouco de seu novo trabalho. “Na realidade, desde que vi o Centro Cultural do Carmo sendo construído pensei em expor lá, mas achei muito legal o convite e passei a encarar como uma coisa leve, sem a pressão de individuais - é como se fosse um show intimista que vai abrir a festa – nossa família tem esses talentos e vamos abrir o CCC dessa forma, bem família, despretensiosamente, gostei disso, ainda mais por ser em homenagem ao meu avô e também em gratidão ao Reginaldo, que sempre apoiou o meu trabalho, desde o início".

O que P.P. Condurú traz para o Centro Cultural do Carmo, são “desenhos” integrantes de um projeto maior, chamado Pixelpart (multiplicação), que envolve a pesquisa de e outras linguagens, entre as quais painéis gigantes; game e video mapping. Segundo o artista, ele está desenvolvendo uma técnica como se fosse uma fábrica de azulejos em miniatura, onde fabrica cada peça. “Pinto com tinta acrílica e certos vernizes pra dar aparência de azulejos antigos, assino e depois monto como se fossem pixels de uma tela de computador e passo a sugerir montagens de diversas dimensões, em diversos suportes e o design final é a ´'brincadeira' Pixelpart, com a mistura dos meus trabalhos de computação e os azulejos da minha infância na velocidade da internet".

Desde que começou a pesquisa Pixelpart, P.P. Condurú já criou e produziu mais de 3.500 peças de 30 séries, materializadas em suportes distintos para montagens própria e coletiva, em dimensões diferentes, a partir das matrizes iniciais, por enquanto nos formatos de 23,5 x 23,5cm e 3,5 x 3,5 cm. "Cada Pixelpasr é original, por isso a minha pretensão inicial em expor no Centro Cultural do Carmo, religando tudo”, lembra P.P. Ele também possui e alimenta um blog de arte e um sítio, em construção - ppconduru1.wix.com/ppconduru | ppconduru.blogspot.com.br.


Centro Cultural do Carmo
Praça do Carmo, 40 – Cidade Velha
Dia 18 de setembro, 19h30
Visitas até 18 de outubro
Segunda a sexta, das 9h as 12 e das 15 as 18h
Aos sábados vistas de 9h as 13h.
centroculturaldocarmo@gmail.com


— TRIANGULAÇÕES —

A Mostra Triangulações chega este ano a Belém com o objetivo de promover o intercâmbio entre a arte de diversas regiões do Brasil. Para esta edição, foram escolhidas - além da capital paraense - as cidades de Maceió e Salvador. A curadoria da mostra em Belém é de Vânia Leal, que recebeu no mês de julho a curadora geral do projeto, Marília Panicz, e juntas selecionaram os quinze artistas paraenses que irão estar presentes na etapa local da Triangulações. A exposição será aberta no dia 18 de setembro, na Galeria do CCBEU.

A pré-produção da Mostra Triangulações foi iniciada em maio, com o termino do Circuito das Artes 2014, em Salvador. Quinze artistas que tinham trabalhos ali foram escolhidos para compor o projeto itinerante que visitará as cidades de Maceió e Belém até voltar à Bahia. Para a etapa paraense, a escolhida para a curadoria foi Vânia Leal, que explicou um pouco sobre a dinâmica da mostra: “Essa exposição vem de uma na Bahia. E a partir da questão do Circuito das Artes, como estava a arte na cidade. É um diálogo sobre a arte na região e a produção nesse eixo Norte- Nordeste. Essa segunda edição será em Belém, Maceió e Salvador. Em Salvador, os quinze artistas já foram selecionados e a partir de lá o circuito em Belém será definido. Sou a responsável pela curadoria local”, afirma.

Em Belém, Vânia Leal ficou encarregada de selecionar quinze artistas locais para que a curadora geral, Marília Panicz, definisse os escolhidos. De acordo com ela, a seleção foi feita por vários critérios. “São artistas que comungam com a arte contemporânea e a regional. Um trabalho que vai além do lugar. E o elenco tem o trabalho reconhecido no Brasil e fora”, conta.

Após a visita, o grupo seleto ficou composto por: Alberto Bitar, Alexandre Sequeira, Orlando Maneschy, Armando Queiroz, Armando Sobral, Elaine Arruda, Pablo Mufarrej, Melissa Barbery, Danielle Fonseca, Cláudia Leão, Keyla Sobral, Nina Matos, Nailana Thiely, Emanuel Franco e Carla Evanovitch. Eles irão expor suas obras na etapa paraense da Mostra Triangulações.

Esta é a primeira vez da Mostra Triangulações em Belém, anteriormente ela foi realizada em Pernambuco, Distrito Federal e Bahia. A edição paraense começa no dia 18 de setembro e segue até 18 de outubro, na galeria do CCBEU.

No ano passado, a mostra reuniu obras representantes do território artístico contemporâneo brasileiro, nas cidades de Brasília, Recife e Salvador. Com curadoria geral de Alejandra Muñoz e regional de Marília Panitz Silveira, a exposição exibiu peças de 49 artistas de variadas gerações, sendo 20 da Bahia, 20 do Distrito federal e nove de Pernambuco. A mostra ofereceu um circuito de artes visuais que convidou o público a admirar a diversidade e o ecletismo, com acesso a novas obras produzidas fora do eixo Rio-SP.

Galeria do CCBEU
Travessa Padre Eutíquio, 1309
Vernissage: 18 de setembro (quinta), às 19h
Visitação: até 18 de outubro. De terça à sexta
de 9h às 12h e das 13h as 19h30
Aos sábados de 9h às 13h
Informações: 55 91 3221.6100
www.ccbeu.com.br


— SOBREVIDAS | FOTOJORNALISMO PARAENSE —

Com a intenção de divulgar e valorizar a produção dos fotojornalistas do Estado, o Centro Cultural Sesc Boulevard, em Belém, abre nesta terça-feira (16), a partir das 19h, a mostra “Sobrevidas”, que reúne imagens de 27 fotojornalistas paraenses. As fotografias retratam a experiência cotidiana dos profissionais e buscam dividir com o público os diversos olhares que envolvem a compreensão de nosso tempo. A programação de abertura da exposição tem entrada franca.

Sobrevidas” reúne distintos pensamentos visuais: incômodos, belezas, violências, diversões e preocupações, materializados em imagens diárias, recolhidas por fotojornalistas paraenses que contam histórias do mundo e revelam para a sociedade as múltiplas formas de viver e morrer.

Fotojornalistas que fazem parte da exposição: Camila Lima, Antônio Cícero, Akira Onuma, Ary Souza, Bruno Carachesti, Cézar Magalhães, Cláudio Pinheiro, Elielson Modesto, Elivaldo Pamplona, Everaldo Nascimento, Jader Paes, Jaime Souzza, Leila Jinkings, Marcelo Lélis, Marcelo Seabra, Marco Santos, Mauro Ângelo, Ney Marcondes, Oswaldo Forte, Paulo Amorim, Ricardo Lima, Rogério Uchoa, Shirley Penaforte, Tamara Saré, Tarso Sarraf, Wagner Almeida e Wagner Santana. (Portal Cultura)

Promovida pelo Serviço Social do Comércio – Sesc Pará, a exposição faz parte do plano de metas da instituição, que entre outros objetivos, tem a missão de criar oportunidades e atender ao público comerciário, categoria da qual fazem parte os fotojornalistas.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 16 de setembro (terça), às 19h
Visitas até 26/10 | terça a sábado, das 9h as 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— POUCAS TRANCAZ —

O Poukas Trancaz surgiu em abril de 2014, com o intuito de aproximar artistas, que por alguma razão, mesmo morando na mesma pequena cidade, não se conheciam. Foram 5 eventos Poukas Trancaz ao longo de 6 meses, onde abrimos as portas e as paredes da Galeria Gotazkaen para a apresentação e troca de artes entre artistas.

Foram mais de 50 artistas expondo e trocando suas artes durante as 5 edições do Poukas Trancaz, entre músicos, fotógrafos, ilustradores, artistas visuias e todos que vinham passar uma trade agradável de domingo na Galeria Gotazkaen.

A cada nova edição éramos surpreendidos com trabalhos belíssimos que nunca havíamos visto antes, foi então que surgiu a ideia de começarmos a fazer uma pequena curadoria e escolher 12 artistas para uma exposição que ocuparia as paredes da galeria por 40 dias.

A edição (mais do que) especial do Poukas Trancaz, será uma exposição coletiva com 12 artistas que passaram rapidamente por nossas paredes em eventos anteriores e chamaram muito a nossa atenção. Eles São:

Nil Cerqueira, Fábio Vermelho, Clarisse Pintat, Roberta Couto, Tobias da Luz, Diana Figueroa, Jéssica Araújo, Mateus Sil, Daniel Zuil, Théo Lima, Sucks e Layse Almada.

Galeria Gotazkaen
Rua Ó de Almeida, 755
Entre: Piedade e Assis de Vasconcelos
Dia 20 de setembro (sábado), a partir das 16h
Visitas até 31/10, de segunda a sexta, das 10h às 19h
Informações: +55 91 3347 6632
contato@gotazkaen.com


— PATRIMÔNIO DA DOR | MICHEL PINHO —

Mostra fotográfica retrata dor dos campos de concentração

Um olhar sobre a dor do passado que ainda pode ser percebida nos prédios e caminhos dos campos de concentração do nazismo é a proposta do artista Michel Pinho, na exposição “Patrimônio da dor”, que será aberta na próxima terça-feira 09 DE SETEMBRO, na Galeria Theodoro Braga (subsolo do Centur).

Por meio de 14 fotografias (de um total de mais 1.200 imagens), feitas durante os anos de 2010 a 2013, Michel Pinho mostra registros da herança nazista presente nos prédios e construções de cidades da Alemanha e da Polônia. “Saí de Belém com a ideia de fazer esse caminho da Segunda Guerra Mundial, passando por cidades onde existiram campos de concentração”, conta.

Ao questionar como a construção visual desse regime pode nos ajudar a compreender a dor que emana de prédios, caminhos, banheiros e arames – presentes no mesmo lugar que um dia foi campo de concentração durante a segunda grande guerra – o artista sugere o rompimento de fronteiras.

A exposição foi uma das selecionadas no edital da Galeria Theodoro Braga e, segundo Michel Pinho, serve de gabarito, já que a galeria do Centur é um importante espaço de socialização da produção visual paraense. “O espaço [Galeria Theodoro Braga] faz parte do circuito de artes de Belém e tem um portfólio garantido de frequentadores”, afirma Michel Pinho.

Penso que o meu trabalho não tem um público definido, desde o transeunte que passa ocasionalmente pela frente do espaço, até o fotógrafo que gosta de acompanhar o trabalho dos colegas. Tenho a esperança que alunos de graduação de História possam ter acesso ao material. É uma tentativa de abordar temas históricos de outra forma, sobre um olhar mais poético e menos acadêmico”, explica o artista.

Para o fotógrafo, a expectativa é que as pessoas dialoguem silenciosamente diante de tanta irracionalidade. “Espero que o público possa sair da Galeria pensando na sua condição humana e como a intolerância ainda é vida na contemporaneidade”, conclui.

Michel Pinho começou a fotografar nas oficinas da Fotoativa e, desde então, participou do salão Arte Pará, como convidado, e de coletivas na França e Bélgica. Suas obras estão no acervo da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, em Belém, e na Foto-arte, em Brasília. Atualmente o artista é mestrando em Arte e Cultura. (Agência Pará)

Galeria Theodoro Braga
Av Gentil Bittencourt, 650
Centur (esquina da Rui Barbosa)
Vernissage: 09/09 (terça), as 19h
Em exposição até o dia 30 de setembro
Horários: segunda à sexta de 9h as 18h
Informações: 55 91 3202 4313 
galeriatheodorobraga@gmail.com


— JORGE EIRÓ | LINHA DO HORIZONTE —

Jorge Eiró expõe série de novas pinturas na Elf Galeria.

Neste Setembro teremos novas pinturas de Jorge Eiró na Elf galeria. São trabalho usando papel e tela como superfície, feitos exclusivamente para a mostra que se inicia no dia 13 e segue até 4 de outubro de 2014.

Jorge Eiró nasceu em Belém, em 1960, é artista plástico e arquiteto formado pela Universidade Federal do Pará; professor da Universidade Federal do Pará e da Universidade da Amazônia. É membro do Conselho de Curadores do Museu de Arte do CCBEU, tendo executado diversas ações curatoriais em exposições realizadas nesta cidade.

Jorge Eiró defendeu recentemente a tese intitulada Arquitetura dos Afectos - escrileituras sobre desenhos de artistas-professores, que lhe concedeu a nota máxima no Programa de Pós-graduação em Educação da UFPA e segue avançando em sua vida acadêmica e artística, com a humildade de um sempre dedicado aprendiz.

A exposição Linha do Horizonte resulta um pouco dessa experiência de vida e da pesquisa de linhas e cores que o artista vem desenvolvendo. As obras têm inseridas em seu conceito a visão de um artista disposto a ampliar seu olhar, que usa a estética para compor uma poesia na imagem. Ampliar o olhar até a linha do horizonte quer dizer enxergar aquilo que sempre esteve a sua frente, e que vem sendo percebido com o desejo de quem espera ver algo novo, diferente do que vê; ou mesmo de quem deseja valorizar o belo quase despercebido, nessa inversão completa de valores que nos faz ver as pessoas imergindo, com se afundassem na massa orgânica presente nas águas.

As pinturas do Jorge Eiró, portanto, trazem um convite metafórico ao observador que busca novos horizontes e quer ver além do óbvio, romper os sentimentos prisionais, sair da rotina que embota o olhar para enxergar mais além, percebendo no infinito a grande razão para externar toda potencialidade que aos humanos foi concedida nesse percurso da vida, onde tanto precisamos aprender e praticar renovações e mudanças, para sermos melhores.

Jorge Eiró é um dos principais nomes das artes plásticas do Pará, na atualidade.

ELF GALERIA
Av. Govenador José Malcher
Passagem Bolonha, 60. Nazaré
Abertura: 13 de setembro (sábado), 11h
Visitação, de 15/09 a 04 de outubro
De segunda a sexta, das 10h as 19h
aos sábados, de 10h as 14h
Informações: 91 3224 0854
www.elfgaleria.com.br
www.facebook.com/elfgaleria



TEATRO •
CINEMA
• DANÇA

— À SOMBRA DE QUIXOTE —

O espetáculo "À Sombra de Quixote", dirigido por David Matos e Maurício Franco, é uma livre adaptação em teatro de sombras a partir da obra de Cervantes, "Dom Quixote de La Mancha", e traz uma fabulação contemporânea e análoga à realidade fantástica de certos Quixotes, cavaleiros de tristes figuras que encontramos em nossos caminhos.

— • –

O Coletivo Miasombra é um coletivo de artistas teatrais de diversos grupos de Belém, reunidos com interesse em investigar o teatro de sombras como matéria prima de expressão cênica. O blog do Miasombra exibe os registros do seu processo de criação.

Roteiro Poético por David Matos

A CIDADE

O reflexo das vitrines
expressa a cidade
e estressa gente

que se bate e debate
sem saber
pra onde vai...

DOM QUIXOTE E ROCINANTE

A crina reluzente
abafa
o ranger da armadura

num pique-esconde
de travessura
sem captura:
pira paz!

O GIGANTE

A cabeça pensa
inclina e desce

a ponte levadiça
língua afiada
a espera da iguaria.

VANDILÉIA

Floresta densa
árvores imensas
como adultos
e suas crianças

arbustos e sonhos
ruindo
sob o fertilizante
abandono...

SEREIA E MENINO PEIXE

Corais neon
campo de pouso
de sereias

baús sem chave
conchas abertas
para o amor.

FINAL

O herói-caranguejo
eclode do mangue

não há a tormenta
que esgote
a única
figura
amada...


Teatro Cuíra

Primeiro de Março, 524
(esquina com a Trav. Riachuelo)
De 02 a 05 de outubro (quinta a domingo), 20h
(no domingo o espetáculo começa as 21h)
cuiradopara@hotmail.com | Contato: 91 8888 5274




MÚSICA •
MÚSICA
• MÚSICA

— Z U L U S A | PATRÍCIA BASTOS —

Dona de uma das vozes mais marcantes do Amapá, Patrícia Bastos faz show no Teatro Margarida Schivasappa, no Centur, apresentando seu disco "Zulusa", Que nos trás uma variedade de ritmos do norte do país, misturando o batuque, marabaixo, cacicó e zoulk com guitarrada, embolada, cúmbia e fado. Com a proposta de focar no aprofundamento desses ritmos, norteado pelas influências musicais de Patrícia Bastos, como um passeio pelo seu ambiente musical, “Zulusa” também extrapola os limites geográficos e apresenta inovação e profundidade sonora.

Neste álbum a cantora retrata a arte regional como algo contemporâneo e universal e consolida a proposta da busca por uma sonoridade mais latente. “Zulusa” é o quinto disco de Patrícia Bastos e significa a junção de zulus + lusitanos, que somado ao índio, é a origem ancestral da cantora e também a essência do povo amapaense.

Produzido por Dante Ozzetti e Du Moreira na ponte São Paulo – Macapá, priorizaram um tratamento sonoro que coloca a origem regional e amplia seu conteúdo para uma sonoridade de linguagem universal. Seja por meio de inserções eletrônicas, que dialogam com os instrumentos acústicos, ou pelo processo de modulação que permite autonomia dos instrumentos percussivos na sustentação das músicas.

O álbum reúne compositores regionais e também nomes conhecidos nacionalmente, como Luiz Tatit, com o cacicó ‘Causou’, em parceria com Dante Ozzetti; e os cariocas Guinga e Paulo César Pinheiro, autores de ‘Ribeirinho’, composta nos anos 1980, mas nunca gravada e agora, interpretada na voz de Patrícia Bastos e pelo piano sutil e cristalino de Heloísa Fernandes; e o gaúcho Vitor Ramil que contribui com a composição do fado ‘Miss Tempestade’, junto com Ricardo Corona.

E ainda, participações especiais, como a do cantor e compositor paraense Felipe Cordeiro, que assina a faixa ‘Mais Uma’ junto com Júnia Vale; do músico Marcelo Pretto, em ‘Canoa Voadeira’ e ‘Rodopiad’; do Trio Manari, que atua na percussão de todas as faixas do disco, com exceção de “Miss Tempestade” e “Ribeirinho”; além do grupo de percussão Raizes do Bolão, originário do quilombola Curiaú, que participa de duas faixas.

— • –

Nascida em Macapá, região norte do Brasil, Patrícia Bastos herdou da mãe a paixão pela música. A vocação musical foi descoberta quando ela ainda era criança, ao ganhar diversos festivais infantis. Sua primeira formação vocal foi no coral Vozes do Amapá e no musical erudito do conservatório Walkiria Lima.

Patrícia Bastos destaca-se pelo timbre suave e afinação contundente e já apresentou-se ao lado de nomes consagrados no cenário da música nacional como: Leci Brandão, Vitor Ramil, Nilson Chaves, Lô Borges, Nico Rezende, Boca Livre, Lula Barbosa, e sempre acompanhada por grandes violonistas como Aluísio Laurindo Jr., Sebastião Tapajós, Dante Ozzetti, Natan Marques e Manoel Cordeiro.

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Neste show no Margarida Schivasappa, Patricia Bastos contará
com as aparticipações especiais de Jade Gulhom e Natália Matos.

 

Teatro Margarida Schivasappa - CENTUR
Av. Gentil Bittencourt, 650
Dia 30 de setembro (terça), às 20h,
Informações: 91 3202 4316


— MG CALIBRE —

MG Calibre é contrabaixista, compositor e produtor musical, natural de Bujarú, no Estado do Pará. Estará se apresentando no Sesc Boulevard um show de música instrumental. O músico é atuante no circuito musical em Belém, resto do Brasil e no exterior, onde participou do concerto em homenagem ao trompetista Miles Davis em Montreux Jazz Festival (Suiça) e na “La Follie Bresilienne no New Morning”, em Paris. Ultimamente, participou do projeto “Terruá-Pará”, ao lado de grandes expoentes da música paraense no Teatro do Ibirapuera, em São Paulo. Participou de diversos espetáculos tocando ao lado de músicos consagrados como: Lenni Andrade, Dominguinhos do Estácio, Jorge Aragão, Fafá de Belém, entre outros.

Em 2005 lançou seu primeiro álbum de título Brazzonia. MG Calibre participou também no CDs: Dona Onete (Feitiço Caboclo), Felipe Cordeiro (KithPopCult), Sevilha (Filhos da Terra, Floresta Sonora), Rafael Lima (500 anos, Tapuia), Coletivo Rádio Cipó (Formigando na calçada do Brasil). Ultimamente, participou do projeto “Terruá-Pará”, ao lado de grandes expoentes da música paraense no Teatro do Ibirapuera, em São Paulo.


SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 01 de outubro (quarta), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— NAZARÉ PEREIRA —

Renomada intérprete e atriz paraense, Nazaré Pereira atualmente residindo em Paris, apresenta seu novo show, reunindo composições autorais e em parceria, além de composições do cancioneiro paraense. O show tem a direção musical de Mário Mouzinho.

— • –

Nazaré Pereira é acreana de Xapuri, filha de seringueiro e de índia, e criada em Icoaraci - distrito litorâneo de Belém do Pará bastante citado em suas músicas.

Sua carreira começou antes de 1975, guiada por outras luzes da ribalta, já que, no final dos anos 60, formada em arte dramática pela Uni-Rio, foi colega de elenco de Leila Diniz no teatro e na tevê, até se destacar, em 1971, no programa "A Grande Chance", de Flávio Cavalcanti, e ganhar, como prêmio, uma viagem a Portugal, de onde partiu para Nancy, cidade francesa em que se aprimorou no teatro, e depois Paris.

Em Paris, a também dançarina Nazaré Pereira – que atuou em grupos como o Les Étoiles e Os Maracatus –- levou adiante uma carreira musical de certa despretensão inicial, que, no entanto, com a crescente aceitação da plateia francesa, tornou-a conhecida como a mais brasileira dos nossos "canários" lá radicados.

Dona de ampla discografia, Nazaré quase não canta em francês, fazendo sucesso no exterior, cantando em português, com um repertório alinhavado por ritmos do Norte e do Nordeste, como o carimbó, o boi-bumbá, o xote, o baião e a ciranda, e interpretando canções próprias.

Fonte: Homenagem do Gerdal
liberatnews.blogspot.com

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 02 de outubro (quinta), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


— PALAVRAS NO TEMPO | RENATO GUSMÃO —

O lançamento do CD Palavras no Tempo, de Renato Gusmão, ocorrerá no dia 02 de outubro de 2014, no Hall Ernesto Cruz, 1º andar da FCPTN-CENTUR, às 19h. O CD Palavras no Tempo consiste em composições musicais de Renato Gusmão em parcerias com grandes nomes da música paraense e de poemas autorais, todos extraídos do livro homônimo editado em 2002. Uma ideia que vem sendo perseguida e trabalhada desde 2008, e que enfim, concretiza-se com o apoio cultural do Instituto Cultural Extremo Norte-ICEN, através do convênio de emenda parlamentar e a Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves.
      
O CD Palavras no Tempo, conta com vários convidados, dentre eles: Hélio Silva, Marcio Jardim, Ginja, Marinho, Aldo Luiz, Wellington Alemão, Ziza Padilha, Davi Amorim, Adriano Cruz, Firmo Cardoso, Ivan Cardoso, Simone Almeida, Lucinha Bastos, Nanna Reis, Pedrinho Cavalléro, Cacau Novais, Jacely Duarte, Dayse Addario, Vital Lima e Olivar Barreto. Participam também, declamando poemas juntamente com Renato Gusmão artistas de Teatro, Rádio e Televisão: João Cunha, Heloisa Huhn, Ursula Vidal, Marton Maués, Paulo Fonseca e a cantora Cacau Novais. Esse trabalho é um dos frutos que pontuam uma trajetória ininterrupta, desde 1993, quando Renato Gusmão criou o Programa Cor da Pátria, projeto esse que traduz todo um empenho para viabilizar e vislumbrar a produção do poeta.

Hall Ernesto Cruz
(1º andar FCPTN-CENTUR)
Av. Gentil Bittencourt, 650
Dia 02 de outubro (quinta), 19h
Tel 55 91 3202 4309
www.fcptn.pa.gov.br


— ADILSON ALCÂNTARA | COM A CORDA TODA —

Contribuindo com o calendário de comemorações da festa de Nossa Senhora de Nazaré o cantor, compositor e comediante Adilson Alcântara apresenta espetáculo “Com a corda toda”.
O show será um mix de stand up comedy e apresentação musical, reunindo um repertório de composições próprias e clássicos da música regional paraense mesclado com piadas, anedotas, estórias e causos bem humorados que acompanham o dia a dia dos promesseiros, trabalhadores e entusiastas da maior festa religiosa do Brasil.

— • –

Adilson Alcântara é cantor, compositor e produtor cultural paraense. Sua trajetória fonográfica começou em 1990 na primeira gravação demonstrativa da música “As Crianças Latinas” de Edir Gaya. Em 1998 Lançou o seu primeiro CD solo: “Tributo à cidade em Romaria”. Em 2004 lançou CD “Cantar”, produzido por Nilson Chaves. Suas composições já foram gravadas por intérpretes como Olivar Barreto, Lucinha Bastos, Fabrício dos Anjos, Maria Lídia, Mahrco Monteiro, Nilson Chaves, Pinduca, entre outros..

Teatro Margarida Schivasappa - CENTUR
Av. Gentil Bittencourt, 650
Dia 07 de outubro (terça), 20h
Informações: 91 3202 4315


— MANIÇOBA MUSICAL | UM ENCONTRO AMAZÔNICO —

No show "Maniçoba Musical – Um encontro Amazônico" que será apresentado no dia 08 de outubro no Teatro Margarida Schivasappa, em Belém do Pará, Enrico Di Miceli, Joãozinho Gomes, Mário Moraes, Zeca Preto, Patrícia Bastos, Sérgio Souto, Jr. Soares e Ronaldo Silva, Amadeu Cavalcante e Feneas Nelluty, estarão apresentando um repertório com músicas produzidas em nossa região, ao norte do País, mostrando a grande diversidade sonora da região amazônica. O show conta também com a participação de Oneide Bastos e tem a direção musical de Figueiredo Júnior.

Teatro Margarida Schivasappa - CENTUR
Av. Gentil Bittencourt, 650
Dia 08 de outubro (quarta), 20h
Ingressos: R$ 10, 00 (estudantes com carteira, pagam meia)
Informações: 91 8119 4760



OUTROS •
EVENTOS
• OUTROS

— ATELIÊ DE ARTE CCBEU | CURSOS E OFICINAS —

O Centro Cultural Brasil-Estados Unidos (CCBEU) começa, a partir do dia 19 de setembro, uma série de cursos em seu novo Ateliê de Arte. O espaço tem como objetivo promover ações artísticas e educativas e oferece ao público diversas opções de cursos, como desenho, pintura, arte, fotografia e linguagem cinematográfica.


CURSOS

FOTOGRAFIA DIGITAL BÁSICO I
Instrutor: Valério Silveira
Período: 19/09 a 07/11 às sextas-feiras
Horário: 18h30 às 20h | Carga horária: 30h
Valor: R$ 350,00 ou em 2x de R$ 175,00
Material: Uma Câmera Digital
Objetivo: Conhecer as operações básicas de uma câmera digital; Aprender a composição fotográfica com iluminação natural ou flash interno; Saber ajustar o modo de programação
Público: A partir de 14 anos

LINGUAGEM DA COR NA FOTOGRAFIA
Instrutor: Valério Silveira
Período: 31/10 a 05/12 aos sábados
Horário: 9h às 13h | Carga horária: 30h
Valor: R$ 500,00 ou em 2x de R$ 250,00
Material: Câmera avançadacom modo manual
Público: A partir de 14 anos

DESENHO DE MODA I
Instrutor: Terezinha Cambraia
Período: 13/09 a 13/12 aos sábados
Horário: 9h às 13h | Carga horária: 40h
Valor: R$ 360,00 ou em 2x de R$ 180,00
Objetivo: O curso e voltado para estudantes de moda, artes, figurino e interessados em ampliar seus conhecimentos e aprender a desenhar, vestir croquis e registrar suas idéias
Público: A partir de 16 anos

OFICINA DE TEATRO
Instrutor: Paulo Marat
Período: 10/10 a 12/12 Quartas e sextas
Horário: 14h as 16h | Carga horária: 40h
Valor: R$ 300,00 ou em 2x de R$ 150,00
Objetivo: Desenvolver a expressividade oral e cênica dos participantes bem como atividades que  envolvam a criatividade e o senso de trabalho em grupo.
Público: A partir de 12 anos

DESENHO EM QUADRINHO: MANGA
Instrutor: Michael Rocha
Período: 17/09 a 17/12 às quartas-feiras
Horário: 14h às 16h | Carga horária; 26h
Valor: R$ 345,00 ou em 3x de R$ 115,00
Material: Uma Câmera Digital
Objetivo: Abordar todas as áreas que envolvem a criação de histórias e ilustrações no estilo dos quadrinhos japoneses. No programa, aulas de desenho da figura humana para mangás, desenhos de rostos, mãos e cabelos. Técnicas de luz sombra, perspectiva e composição. Armaduras, roupas e acessórios e MECHAS (Robôs, equipamentos Hi-Tech, como caças, andróides, carros e armas futuristas).
Público: A partir de 12 anos

ILUSTRAÇÃO DE MODA
Instrutor: Aline Folha
Periodo: 16/09 a 18/11 às terças-feiras
Horário: 14h às 17h | Carga horária: 30h
Valor: R$ 500,00 ou em 2x de R$ 250,00
Material: Lápis de cor aquarelável, aquarela pentel, canelas hidrocor, marcadores ou cerdas de nylon, lapiseira 05,03. Borracha branca pentel Borracha Tombow monozero, Bloco de papel para aquarela. Papel Bristol. Pinceis para aquarela.
Objetivo: O curso visa estimular o desenvolvimento de uma linguagem pessoal na ilustração de moda e enriquecer o repertório criativo do aluno com técnicas de coloração, materiais.
Público: A partir de 16 anos

ATELIÊ DE ARTE do CCBEU
Travessa Padre Eutíquio, 1309
Informações: 91 3221 6100.
Informações: Fone: 91 3221 6116
artes@ccbeu.com.br


— OFICINA DE INICIAÇÃO TEATRAL —

A Oficina de Iniciação Teatral, é destinada a qualquer pessoa que queira ter um contato inicial com o teatro.  A oficina proporcionará aos alunos uma experiência teatral através de pequenos experimentos cênicos. Será trabalhada a desinibição, o jogo dramático, a improvisação, a interpretação e a criatividade.

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Krishna Rohini é atriz, dançarina e gestora empresarial. Membro fundador do Dirigível Coletivo de Teatro. Participou dos espetáculos teatrais: O Auto da Compadecida (ETDUFPA-2000), O Inspetor na Geral (ETDUFPA-2010), O Pequeno Grande Aviador e o Planeta do Invisível (Dirigível Coletivo de Teatro - 2011), Notrono (Grupo Varisteiros - 2012), 731 São Doze (Dirigível Coletivo de Teatro-2014), entre outros. Participou ainda como atriz do curta Flores No Outono (2009), O Dia Seguinte (2013) e atriz e produtora no curta Avê. Dançarina no grupo Natyashastra desde 1995.

Ministrou a Oficina de Iniciação Teatral (2014) e foi Assistente de direção no espetáculo Mogli: O Homeninlobo (ETDUFPA-2009). Participou de oficinas Introdução a Odissi (Malocombia-2013), Máscara (Casa do Palhaço-2014), A Linguagem do Palhaço (Las Cabaças-2014). Participou também do Seminário de Dramaturgia, nos anos de 2011 e 2012 e Seminário de Artes Circenses, em 2013.

Casa Dirigível – Espaço Cultural
Trav. Padre Prudêncio, 731 – Campina
(entre Rua Carlos Gomes e Gama Abreu)
Período: 07 de outubro a 06 de novembro
Horário: terças e quintas, das 19h às 21h
Investimento: R$ 60,00 (sessentan reais)
Vagas: 15 vagas | Idade mínima: 14 anos
Contatos: 91 8212 7668 (tim) | 91 3355 3861(fixo)
www.coletivodirigivel.com


— POR DE TRÁS DA MÁSCARA | OFICINA —

A máscara marca o nascimento do teatro, usada inicialmente para representar deuses e forças da natureza, transcende para os palcos e ainda hoje se faz fortemente presente. A oficina A Arte da Máscara, busca ensinar a arte de usar a máscara teatral, preparando o atuante com vivências e experimentações que possibilitam usar a máscara para além de um simples objeto cênico, mas como um elemento que amplia e sintetiza a expressividade do atuante, além de trabalhar o jogo que o trabalho de máscara propõe. A preparação do atuante ocorrerá através de técnicas da mímica corporal dramática, bufão e commedia dell’arte, passando pelas máscaras neutras, larvárias, expressivas e meias-máscaras. O trabalho é direcionado para todos os públicos, atores profissionais e iniciantes, dançarinos, artistas circenses, educadores e curiosos.

A oficina será ministrada por Rafael Couto, arte-educador, diretor, ator e dramaturgo da Trupe Perifeéricos, contemplado pelo prêmio Myriam Muniz 2012 e pela Bolsa de Criação, Experimentação, Pesquisa e Divulgação Artística IAP 2014, ambos trabalhos voltados para a máscara teatral.

Dúvidas sobre a oficina:
Fones: 91 8156 9636 | 8958 5690
E-mail: rafaeljlc@hotmail.com

Casa da Atriz
Rua Oliveira Belo, 95
(entre Generalíssimo Deodoro e Dom Romualdo de Seixas)
Período de 09 a 10 de outubro (terças e quintas, das 19h as 21h
Investimento: R$ 100,00 | Faixa etária: A partir dos 16 anos
Telefones: 91 3349 1003 | 8240 5993 | 8127 6366
E-mail: casadaatriz@gmail.com

— OFICINAS | COLETIVO DIRIGÍVEL —

Jogos Dionisíacos | com Enoque Paulino

A oficina de teatro jogos dionisíacos será regada com bastante vinho como forma de celebrar a Dionísio. Rolará muita conversa, passando por questões como o corpo, o nu (não é previsto nudez, mas nunca se sabe!) gênero, a pornografia, a dramaturgia e claro, muito contato físico nos trabalhos corporais, faremos também jogos teatrais (sacanasERRO!) divertidos e jogos de improviso para a cena, além de muita, mais muita poesia.

Venha se embriagar de teatro. Necessário trazer sua própria taça de vinho! Evoé!

O traje necessario para a participaçao na oficina e vestir algo confortavel, ate pijama serve ;)

Período: 02 de setembro a 02 de Outubro de 2014
Horário: terça e quinta, 19h30 às 22h
Investimento: R$ 70,00 | Vagas: 18 | Idade mínima: 18 anos

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Workshop de teatro para desenvolvimento pessoal | com Rodolpho Sanchez

Para alguns profissionais falar em público é situação cotidiana, para outros é um grande desafio. No atual mercado de trabalho não há como escapar! Ainda que muitas pessoas não se sintam à vontade, em algum momento de suas vidas profissionais, elas terão de falar em público. Pode ser em uma reunião, uma convenção, um seminário ou na venda de um produto para o cliente. Dominar a oratória é competência sempre valorizada, seja diante de uma grande platéia ou de um pequeno grupo.

Este workshop, voltado para diversos profissionais, que estejam a fim de ampliar suas habilidades comunicativas por meio das técnicas teatrais.

1ª TURMA: Dias 8, 10 e 12 de setembro, de 8h30 às 11h30

2ª TURMA: Dias 22, 24 e 26 de setembro, de 8h30 às 11h30

Investimento: R$ 40,00 | Vagas: 20 | Idade mínima: 18 anos

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Iniciação Teatral | com Krishna Rohini

A Oficina de Iniciação Teatral, é destinada a qualquer pessoa que queira ter um contato inicial com o teatro. A oficina proporcionará aos alunos uma experiência teatral através de pequenos experimentos cênicos.

Será trabalhada a desinibição, o jogo dramático, a improvisação, a interpretação e a criatividade.

Período: 07 de outubro a 06 de novembro
Horário: terça e quinta, de 19h às 21h
Investimento: R$ 60,00 | Vagas: 15 | Idade mínima: 14 anos

Todas as oficinas acontecem na Casa Dirigível. | Você pode solicitar um certificado de participação após o término da atividades. | As inscrições serão validadas somente após o pagamento referente à oficina escolhida.


Inscreva-se aqui:
coletivodirigivel.com/#!oficinas-set/cbdv

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O Dirigível Coletivo de Teatro é um grupo que produz espetáculos cênicos a partir da pesquisa e experimentação artística entre diferentes linguagens (teatro, literatura, dança, música, vídeo e artes plásticas) em busca de um ponto convergente e harmônico que motive a criação teatral. O grupo dialoga com o teatro de rua e o palco, alia o universal e o regional paraense e brasileiro, a fim de produzir espetáculos para todas as idades.

Este coletivo é dividido em núcleos de trabalho porque acredita que esta seja uma metodologia democrática que possibilita o desenvolvimento de um processo de criação colaborativo, princípio de trabalho do grupo. O Coletivo ainda investiga a estética do teatro de rua como ato de responsabilidade social, de comprometimento político e pedagógico, pois compreende a importância de promover o acesso à cultura, lazer, arte e conhecimento à população.

Casa Dirigível - Espaço Cultural
Tv. Padre Prudêncio, 731 - Campina
Telefones: 91 8212 7668 /tim | 8269 8916 /tim
coletivodirigivel@gmail.com



— EDITAL DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO DIGITAL —

A partir desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014, o Instituto de Artes do Pará abre o novo edital do Núcleo de Produção Digital – NPD. As diferenças em relação ao ano passado estão, principalmente, no tempo de utilização dos equipamentos, incluindo as ilhas de som e imagem.

Produtores de audiovisual já podem contar novamente com a disponibilidade de equipamentos e ilhas de edição do Núcleo de Produção Digital – NPD.

Inaugurado em 2006 no Instituto de Artes do Pará, o NPD é um programa da Rede Olhar Brasil, vinculado ao Ministério da Cultura por meio da Secretaria do Audiovisual, num projeto implantado em diversos estados brasileiros. No Pará, a gestão cabe ao IAP e a co-gestão fica por conta da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Instituto de Ciência da Arte (ICA/UFPA), Associação Fotoativa e Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABDeC/PA).

Em seus 8 anos de criação, o NPD tem sido um dos maiores fomentadores do aperfeiçoamento técnico e artístico dos produtores audiovisuais do estado. Cineastas importantes como Lucas Escócio, Roger Elarrat e Marcelo Rodrigues, entre tantos, participaram de algumas das oficinas oferecidas pelo Núcleo. Outros como Januário Guedes, Luiz Arnaldo Campos e Priscilla Brasil já foram contemplados com o equipamento disponível no edital.

O edital segue aberto até o dia 10 de dezembro e contempla as produções de pessoas físicas, os chamados produtores independentes. Podem se candidatar projetos de ficção, documentário, vídeo-clip, vídeo-arte, experimental e animação. O interessado deve preencher a ficha de inscrição (anexa ao edital), especificar os equipamentos necessários e assinar ao termo de responsabilidade; o prazo de empréstimo de material é de 10 dias.

De acordo com Afonso Gallindo, gerente do NPD, a análise do material enviado é apenas técnica, para garantir a integridade do material. “Não existe uma análise estética. O que precisamos para liberar o equipamento é de um profissional da área, por isso a análise é técnica”, explica.

Afonso ressalta ainda a importância da parceria com o Centro de Audiovisual Norte e Nordeste, o CANNE, pela qual são realizadas as qualificações dentro do Núcleo, com alguns dos maiores profissionais brasileiros. “A parceria feita com o CANNE já existe há 4 anos e é fundamental. Eles nos proporcionam oficinas com pessoas de peso de todo o lugar do Brasil. Já foram ministradas oficinas com o diretor Marcelo Gomes; Alziro Barbosa (diretor de fotografia); diretor Dib Lufti; Virginia Flores; montadora de som e imagem e vários outros”, pontua o gerente.

Ainda neste primeiro semestre novos cursos e oficinas serão oferecidos no Núcleo.


Edital do Núcleo de Produção Digital Belém
Período de utilização: 28 de fevereiro à 10 de dezembro de 2014
Após o preenchimento das fichas contidas no edital, o produtor
pode procurar o NPD, das 9h às 16h, de segunda à sexta-feira.
Para acessar o edital clique aqui.


— BELÉM AOS 80 —
http://youtu.be/7tQAyCFn-Mo

 

No início da década de 1980 havia certa efervescência cultural, fruto de um processo político liberalizante depois dos anos de chumbo que vivemos, e uma grande ansiedade por mudanças. Surgiram iniciativas na área artística que contribuíram para um novo olhar sobre nossas idéias, costumes, valores sociais e morais. Nascia uma grande cumplicidade entre as pessoas e uma participação viva em qualquer evento que trouxesse o adjetivo “arte” em seu script. A inquietação era tanta que movimentou desde grupos alternativos, que romperam paradigmas na forma de apresentar seus trabalhos, até a explosão do talento da criação artística que delineou e legitimou toda a arte contemporânea produzida em nossa cidade posteriormente. Resumidamente, os anos 1980 vão ser lembrados como um marco na vida de todos aqueles que o vivenciaram como criadores ou participantes ativos dessa geração e como herdeiros de uma década que mudou toda uma história de viver e fazer arte em nossa região. "Belém Aos 80" é uma visita a alguns personagens e movimentos que marcaram esses anos na cidade, registrando momentos de exaltação sócio-cultural da época.

• • • FICHA TÉCNICA • • •

  • Direção e Roteiro:
    Alan Kardek Guimaraes

  • Argumento:
    Januario Guedes

    Celso Eluan Lima

  • Fotografia e Câmera:
    Diógenes Carvalho Leal

DOE UM INSTRUMENTO

Cavaquinho, violão, banjo, atabaque, trumpete, todos os instrumentos que produzem sons e estão esquecidos na sua casa podem transformar os sonhos de jovens atendidos pelas oficinas da Fundação Curro Velho. Esse é o objetivo da campanha de doação de instrumentos musicais que a instituição está realizando durante este ano.

Todos os instrumentos musicais serão recuperados em um espaço para reparo e construção de novos instrumentos. Se você tem violão, violino, violoncelo, viola, piano, saxofone, flauta, gaita ou qualquer instrumento, que esteja danificado ou sem utilização, faça sua doação para o Curro Velho.

Todos os instrumentos de corda que forem doados para a instituição serão trabalhados na Lutheria. A intenção da campanha de doação de instrumentos é que todos abracem a causa de doar um instrumento e realizar o sonho dos jovens atendidos pelo Curro Velho.

As doações dos instrumentos podem ser feitas na sede do Curro Velho, localizada na rua Professor Nelson Ribeiro, nº 287, bairro, Telegráfo ou na sede da Casa da Linguagem, na

Fundação Curro Velho
Rua Prof. Nelson Ribeiro, 287 - Telégrafo
Contato: 91 3184-9100
E-mail: fcv@currovelho.pa.gov.br

Casa da Linguagem
Avenida Nazaré, nº 31.
Informações: 91 3241-9786


9 PAULO ANDRADE | PINTURAS