O Cultura Pará criou a Agenda da Semana com o objetivo de publicar neste espaço as manifestações artísticas de nossa região seguindo a mesma linha de trabalho proposta pelo site. Festas, eventos em bares e outras locações em que a arte não seja objetDENTRO DA LUAo prioritário, não serão contemplados. Os interessados deverão enviar a programação, acompanhada de release e uma imagem representativa, até segunda-feira (às 19h) de cada semana. Esta agenda tem o apoio da Sol Informática.

DESTAQUE •
DESTAQUE DESTAQUE

— PROJEÇÕES DE FEMININO | ROBERTA CARVALHO —

'Projeções de Feminino' reúne obras de 7 artistas da região.
Intercâmbio revela produção contemporânea e percorre 3 cidades.

Desvendar a arte contemporânea produzida por mulheres da Amazônia foi um desafio para a artista visual Roberta Carvalho. “Nem na internet, a atual base de dados mais acessível que temos, há registros dessas produções. E as informações são ainda mais escassas quando se trata de artistas mulheres”, destaca a paraense. O trabalho de pesquisa de Roberta traz à tona artistas de diferentes cidades e estados da Amazônia. Num diálogo com a moderna técnica da projeção mapeada, as obras, entre gravuras, fotografias e pinturas, serão transportadas para as ruas e monumentos históricos de Belém, primeiro destino do projeto “Projeções do Feminino”.

Contemplado pelo Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais 2013, o projeto, que também será exibido em outros dois estados da região, propõe uma forma inovadora de mostra coletiva. Dispostas em sequência, as obras das sete artistas evidenciam contrastes de linguagens e perspectivas. "São propostas distintas, não há grande similaridade entre a produção das artistas. Isso traz uma multiplicidade valiosa", avalia Roberta, artista visual propositora da projeção experimental.

O leque criativo ganha ainda mais um desdobramento que garante ineditismo à experiência do projeto: as obras selecionadas serão transportadas para o videomapping. "Gravuras, por exemplo, foram animadas, e isso recria, de certa forma, a obra. Ela já não é a mesma coisa”, conta. “As obras mapeadas geram um efeito único, lúdico e iluminado nos espaços ocupados pelo projeto, ressignificando o trabalho das artistas e a cidade", explica Roberta.

O videomapping, ou mapeamento de vídeo, é uma técnica de projeção das mais inovadoras da atualidade. Comumente aplicada a estruturas, como edifícios e monumentos, o mapping permite que as imagens “se dobrem” sobre a arquitetura na qual são exibidas. Trata-se de uma moderna intervenção urbana, capaz de ampliar o alcance dos trabalhos artísticos, deslocando a obra dos espaços institucionalizados dos museus e galerias, levando-a para às ruas e para o convívio social, transformando o espaço onde se instalam. Precursora da técnica na região, Roberta Carvalho promoveu, em 2013, o primeiro Festival Amazônia Mapping, em Belém.

Sete “Amazônias”

Além de Roberta Carvalho, compõem o projeto artistas de longa trajetória, como a fotógrafa Flavya Mutran. Com mais de vinte anos de atuação, a paraense integra o projeto com obras da série “There’s no place like 127.0.0.1”, que versa sobre os limites da apropriação da imagem privada de anônimos que se tornam públicas uma vez expostas na internet. “A frase que nomeia as imagens desta série representa muito da postura do internauta e sua relação com o lugar. É através do localhost (127.0.0.1), ou IP local dos computadores, que o internauta estabelece uma espécie de lugar utópico, como um intervalo no tempo e no espaço, em que realidade e ficção são projeções invertidas de uma mesma imagem”, explica.

Radicada na Suíça desde 2007, Lúcia Gomes, também com mais de duas décadas de carreira nas artes visuais, é outra reconhecida artista que participa do projeto. Irrequieta, corrobora a ideia de que por meio da arte se modifica a maneira de pensar e sentir o mundo.

Entre os destaques da cena atual, Keyla Sobral, que traz a inédita instalação "São Todos Seus", de 2014. São mais de 30 desenhos feitos em nanquim, ponto de partida para a projeção mapeada. "A Amazônia é uma região enorme e essa troca é importante para conhecermos o que estamos produzindo. Muitas vezes sabemos muito mais sobre os artistas de outras regiões do que entre nós mesmos. Esse projeto vem contribuir com esse estreitamento de fronteiras", destaca.

Nascida no Paraná, Lucie Schreiner há anos atravessou o país até o Acre. Lá, aprendeu a entalhar com um mestre artesão. A formação em Geografia a manteve interessada pelos relevos e pelas relações que as pessoas estabelecem com a natureza. Por meio da xilogravura, seu desenho tátil, conta histórias que remontam à literatura de cordel.

Voltada para dentro das complexidades da Amazônia, a fotógrafa Paula Sampaio, mineira radicada em Belém desde criança, faz da linguagem fotográfica um discurso de denúncia. Fotojornalista desde 1988, foi contemplada com premiações internacionais e exibe, no projeto,  a série “Refúgio”. O trabalho é composto por imagens capturadas quando Paula percorreu comunidades de remanescentes de quilombos espalhadas por um labirinto de matas e rios que, no passado, foram um refúgio para aqueles que desejavam escapar da escravidão.

JJ Nunes, a mais jovem artista da mostra, é de Macapá, e traz uma obra que explora os limites do grafite e da pintura em mural. “Essa costura entre as artista cria um panorama da produção feminina amazônica contemporânea. Gerar esse movimento, ocupação, e estabelecer conexões entre as partes é um triunfo”, celebra. Para JJ Nunes, o intercâmbio com as artistas da região diz respeito ao desvendar da própria identidade. “Me sinto universal, mas de fato o ritmo de vida, a fauna, a flora, as mitologias afetam minha percepção de mundo, imaginário e criatividade”, completa.

Depois de Belém, o projeto aporta em Macapá (AM), dia 25, e no Rio Branco (AC), dia 15 de maio. Todas as intervenções serão filmadas. Os registros irão compor um documentário que será́ lançado nas redes sociais e no site oficial do projeto.

 

Igreja de Santo Alexandre
Praça Frei Caetano Brandão, s/n - Cidade Velha
Projeção na fachada da Igreja de Santo Alexandre
será no dia 22 (terça-feira) de abril, a partir das 20h


— PRÊMIO IAP DE ARTES LITERÁRIAS 2014 —

Prêmio IAP de Artes Literárias 2014 recebe inscrições

O Instituto de Artes do Pará está com as inscrições abertas ao Prêmio IAP de Literatura, que este ano chega a sua 13ª edição. Serão prestigiadas 8 categorias, com até 2 livros premiados por categoria.

Os gêneros e composições literárias recebem nomes de importantes escritores paraenses, homenageados em forma de prêmio; são eles:

  • Prêmio Nazareno Tourinho para “dramaturgia”;
  • Prêmio Maria Lúcia Medeiros para “conto”;
  • Prêmio Haroldo Maranhão para “romance”;
  • Prêmio Vicente Salles para “ensaio”;
  • Prêmio Max Martins para “poesia”;
  • Prêmio Heliana Barriga para “literatura infantil”;
  • Prêmio Euclides “Chembra” Bandeira para “livro – reportagem”;
  • Prêmio José de Campos Ribeiro para “memorialística”.

No período das inscrições as obras devem ser apresentadas em 2 vias originais, encadernadas, com texto em língua portuguesa e legível, não contendo emendas, rasuras, ressalvas e com todas as páginas numeradas. Além das cópias, devem ser apresentadas também uma cópia da obra gravada em CD ou DVD e a ficha de inscrição disponibilizada no edital. As inscrições serão feitas na sede do IAP.

Os escritores selecionados terão seus livros publicados com a tiragem de 500 exemplares, cada. O lançamento do livro será realizado na sede do IAP em data a ser divulgada posteriormente.

Edital e mais informações:
http://www.iap.pa.gov.br/editais/1106-edital-premio-iap-de-artes-literarias-2014
http://iap.pa.gov.br/noticias/83-destaques/1115-premio-iap-de-artes-literarias-2014-esta-aberto

IAP - Instituto de Artes do Pará          
Praça Justo Chermont, nº 236 - Nazaré (ao lado da Basílica)
Incrições podem ser feitas de segunda a sexta, de 9h as 17h
até 16 de maio . Informações: 91 4006 2900.
www.iap.pa.gov.br | facebook.com/institutodeartesdopara?ref=ts&fref=ts


— LUCIANA MAGNO | TELEFONE SEM FIO • OIAPOQUE AO CHUÍ —

O projeto

Cruzando as cinco regiões brasileiras em um estúdio móvel, “Telefone sem Fio”, Luciana Magno faz um percurso por rodovias e hidrovias que somam aproximadamente 6.037 km. Seu trajeto inicia na cidade Oiapoque, ao extremo norte do país, percorrendo 33 cidades entre os estados do Amapá, Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, findando sua rota na cidade Chuí, ao extremo sul brasileiro.

De caráter multiterritorial e multicultural, o projeto propõe o encontro via chamadas telefônicas entre moradores das cidades transitadas, através de ações propostas durante o percurso, além da formação de um arquivo documental em vídeo e áudio acerca da diversidade cultural, histórica e geográfica do Brasil. A viagem tem como foco o trajeto e as suas particularidades como fonte de pesquisa, contraste. Integrando o projeto, o website ganha alimentação contínua durante o percurso e um documentário a ser lançado em junho de 2014.


Acompanhe o trajeto, passo a passo:
www.lucianamagno.com/telefonesemfio


— PINHOLE DAY 2014 —

Pinholeday 2014 – Pinhole ao cubo: processos potências e possibilidades

Em 2001, com o propósito de celebrar mundialmente a arte da fotografia pinhole é criado um evento internacional denominado Worldwide Pinhole Photography Day (WWPD). Inspirado nessa proposta, a Fotoativa a inaugura em 2002, o projeto Pinholeday Belém, com o objetivo de propiciar ao público paraense a ampliação do conhecimento e da prática dessa modalidade da fotografia.

Agora, em 2014, o projeto Pinholeday Belém adotou o tema “Pinhole ao cubo: processos, potências e possibilidades” e preparou um “menu” especial, oferecendo a partir do mês de abril, um conjunto de sete oficinas pinhole e a realização da 13a Jornada Pinholeday Belém.

  • Treinamento para voluntários
    com Núcleo de Formação e Experimentação | 12 de abril

    Na perspectiva de formar/capacitar agentes, o projeto Pinholeday Belém abre inscrições para a participação voluntária na organização, execução que possam e tenham interesse em atuar na jornada de fotografia como membros da equipe de apoio.

  • Oficina de mini pinhole
    com Moisés Araújo | 15 e 16 de abril – 09h às 12h

    Iniciação à pinhole com mini câmeras construídas em processo artesanal. Para este módulo não há necessidade de comprovação de experiências anteriores com fotografia artesanal.

    IAP - Instituto de Arte do Pará. Invetimento: R$ 30,00



  • Oficina de pinhole gigante
    com Miguel Chikaoka | 15 de abril – 19h às 22h
    22, 23, 24 e 26 de abril – tempo integral

    Caberá aos participantes desta oficina a produção de um local e a logística para a montagem de uma câmera pinhole de grandes dimensões, proceder os testes e finalizar com a captura de uma imagem. O processamento quimico da imagem capturada será feita no interior da câmera, ou seja, a câmera deverá funcionar também como um laboratório.

    IAP - Instituto de Arte do Pará. Invetimento: R$ 40,00


  • Oficina de Pinlux
    com Joyce Nabiça | 16, 17 e 25 de abril – 09h às 12h

    Os participantes dessa oficina serão orientados na execução de um projeto de construção de câmeras pinhole para uso de filmes 35mm tomando como base uma caixa de fósforos “Fiat Lux”.

    Fórum Landi. Investimento: R$ 50,00


  • Oficina de pinhole formato livre
    com Miguel Chikaoka | 22, 23 e 24 de abril – 19h às 22h

    O participante desta oficina será orientado na construção de câmeras pinhole a partir do aproveitamento critico – criativo de embalagens e materiais de sua escolha.

    IAP - Instituto de Arte do Pará. Investimento: R$ 40,00
    22 e 23 de abril - 19h às 22h | 24 de abril - 10h às 13h


  • Oficina de câmera obscura formato livre
    com Allan Maués e Débora Flor | 24 e 25 de abril – 09h às 12h

    Os participantes desta oficina aprendem a construir a Câmera Obscura para a posterior criação da sua própria câmera em qualquer formato – dos mínimos aos máximos, e assim interagir com o fenômeno físico que é a origem do mundo das imagens.

    IAP - Instituto de Arte do Pará. Invetimento: R$ 20,00


  • Oficina de pinhole digital
    com Miguel Chikaoka | 25 de abril – 19h às 22h

    Os participantes desta oficina serão orientados a trabalhar e explorar as possibilidades da fotografia pinhole utilizando câmeras digitais normais. Para tal, os interessados devem dispor de uma câmera fotográfica digital com objetiva intercambiável e que possua modos de operação manual. Público alvo: Adolescentes e adultos com prática da fotografia pinhole.

    IAP - Instituto de Arte do Pará. Invetimento: R$ 30,00

  • Treinamento para voluntários
    com Núcleo de Formação e Experimentação | 26 de abril

  • 13ª jornada pinholeday | 27 de abril 2014 | 9h as 17h

    Seguindo a tradição, o ultimo domingo do mês de abril, neste ano dia 27, a Fotoativa promoverá a décima terceira edição da Jornada Pinholeday Belém 2014. Nesse dia, a Fotoativa colocará à disposição toda a logistica e uma grande equipe para acolher e assegurar ao público a participação no evento de forma que, qualquer pessoa, praticante ou não possa produzir imagens com a técnica da fotografia pinhole.

    IAP - Instituto de Arte do Pará e Fórum Landi. Investimento: R$ 10,00


    Pinhole Day Belém 2014 from Associação Fotoativa on Vimeo.

 

FOTOATIVA
Associação Fotoativa 
Trav.Frutuoso Guimarães, 615
a.fotoativa@gmail.com | 91 32252754


FESTIVAL DE CINEMA CURTA AMAZÔNIA



Nessa edição o Festival traz o conceito “
Olhar de Cinema na Amazônia”, com a proposta de consolidar, difundir e promover o Cinema Brasileiro em Porto Velho de 1 a 7 de junho.

Podem participar produções brasileiras e estrangeiras, com temática livre, filmes nos formatos de longa, média e curta nas categorias de animação, documentário, ficção, experimental e clipes, com produção a partir de 1 de janeiro de 2010. Os títulos serão exibidos na mostra competitiva e paralela. O Melhor Filme receberá o troféu “
Arara Azul”.

De acordo com os organizadores do
5° Curta Amazônia, a iniciativa além de formar novos públicos e plateias através do Cinema, pretende discutir questões ligadas à cultura regional e produção audiovisual na Amazônia, por meio da exibição dos filmes com palestras e atividades que incluem a participação do público em geral. Com objetivos claros e específicos que possam estar contribuindo para a formação de políticas públicas e fortalecimento da cultura regional.

Os filmes inscritos e selecionados serão exibidos gratuitamente aos estudantes da rede pública e particular de ensino e ao público em geral durante 7 dias de realização do
5° Curta Amazônia, em mostras itinerantes em comunidades e escolas. Lembrando que o tempo dos filmes que o Festival adota será o padrão Ancine (Agência Nacional do Cinema): para curta metragem o tempo de 1 até 15 minutos; média metragem até 69 minutos e longa metragem a partir de 70 minutos. 

O
5° Festival de Cinema Curta Amazônia é uma realização da Associação Curta Amazônia que a cada edição busca parcerias, apoios e patrocinadores para promover e fortalecer o Cinema Brasileiro na Amazônia.

O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.curtamazonia.com. Os filmes selecionados serão divulgados até o dia 20 de maio. Mais informações pelo e-mail: festival@curtamazonia.com.

CURTA AMAZÔNIA 5ª EDIÇÃO
• Olhar de Cinema na Amazônia •
Inscrições abertas até 15/04 de 2014



LITERATURA
LITERATURA

— A NOITE É UMA PALAVRA —

Os poetas e escritores convidados serão:
Rosângela Machado
, Anne Veloso, Rita Melém e Ruth Cruz.

A Noite é uma Palavra é um momento de valorização do poeta paraense, rememorando a tradição do sarau, que vem da tradição medieval, quando a palavra se misturava com a arte teatral e musical, ganhando a importância merecida.

O projeto leva ao público muita poesia com vários poetas recitando suas próprias obras, um sarau misturando a palavra falada com a música, levando a quem assite o conhecimento sobre autores paraenses ainda vivos e na ativa, estabelecendo uma ligação importante entre escritor e leitor.

Fundação Tancredo Neves- FCPTN
Local: Hall Ismael Nery do CENTUR
Av. Gentil Bittencourt, 650 – Nazaré
Dia 22 de abril (terça), a partir das 19h30
Fones: 91 3202 4375

Entrada Franca



ARTES PLÁSTICAS
• ARTES PLÁSTICAS

— V PRÊMIO DIÁRIO CONTEMPORÂNEO DE FOTOGRAFIA | EXPOSIÇÕES —

Criado em 2010, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é um projeto nacional que incentiva a cultura, a arte e a linguagem fotográfica em toda a sua diversidade.

Mostra dos Artistas
Selecionados e Premiados

Casa das Onze Janelas
Dia 22 ade abril (terça), as 19h

— •

Cidade Invisível
Mostra de Janduari Simões
(Artista Convidado)
23 de abril (quarta), as 19h

Pequenas Cartografias
Mostra Especial de Artistas Paraenses
Museu da UFPA
23 de abril (quarta), as 19h

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Confira abaixo os premiados e selecionados desta 5ª edição:

Alberto Bitar (PA) – Prêmio Diário do Pará
Diego Sousa Bresani (DF) – Prêmio Diário de Fotografia
Yukie Hori (SP) – Prêmio Diário Contemporâneo


Alex Sandro Oliveira Santos (BA)
Amanda Copstein Telles da Silva (RS)
Antonio Angelo Pires – Toni Pires (SP)
Carolina de Góes Amadeu (RS)
Daniel Moreira Sores (MG)
Fábio Del Re (RS)
Felipe Bertarelli (SP)
Francilins Castilho Leal (MG)
Huilton Luiz Silva Lisboa (Tom Lisboa) – (PR)
Ionaldo Rodrigues da Silva Filho (PA)
Isabel Maria Sobreiro de Santana Terron (SP)
Ivan Luís Ferrante Padovani (SP)
Juliana Kase (SP)
Juliano Menegaes Ventura (RS)
Keyla Cristina Tikka Sobral (PA)
Letícia Lampert (RS)
Marcelo Martins de Figueiredo (MG)
Marco Antonio Santos da Rocha Filho (RS)
Marilsa Urban (PR)
Marlos de Almeida Bakker (SP)
Nelton José Kaspary Pellenz (RS)
Paula Huven (MG)
Pedro Milton Pereira (SP)
Péricles Mendes da Silva (BA)
Rafael Cunha D’alo’ de Oliveira (RJ)
Randolpho Lamonier (MG)
Victor de Oliveira Galvão (MG)

www.diariocontemporaneo.com.br/?p=1722

As exposições do 5º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia ocorrerão em Belém, no período de 22 e 23 de abril a 22 de junho de 2014, no Espaço Cultural Casa das 11 Janelas e Museu da UFPA, respectivamente. Os interessados em agendar uma visita monitorada e mediada devem fazer via ficha de inscrição que está disponível no site www.diariocontemporaneo.com.br. Informações com Ademar Queiroz, no número 8247-5414 e no email ademarjunior22@gmail.com.

Casa das Onze Janelas
Laboratório das Artes

Praça Frei Caetano Brandão s/n
Cidade Velha -Belém/PA
Exposição: 22 de abril a 22 de junho
Visitas: Terça a sexta, 10h às 18h
Finais de semana e feriados: 10h às 22h
Informações: 91 4009 8825 | 4009 8823

Museu da Universidade Federal do Pará
Av. Governador José Malcher, 1192, Nazaré
Exposições: 23 de abril a 22 de junho
Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h
Sábados, domingos e feriados: de 10h às 14h
e-mails: museufpa@gmail.com e museu-ufpa@ufpa.br

Mais Informações:
91 3255 0002 | 8367 2468
premiodiario@gmail.com


— GEÓRGIA MARQUES | LITANIA —


não só vejam, escutem

Geórgia Marques expõe na Galeria da Casa da Linguagem, LITANIA, dentro do Projeto “Pequenas Curadorias”. Quinze colagens sinteticamente feitas sobre papel, na verdade, papel sobre papel, juntando-se pelo corte, em busca mais dos sons das coisas e do mundo, do que das imagens.

Geórgia Marques é poeta, artista visual e artesã. Faz arte com as próprias mãos. A curadoria é do poeta Ney Ferraz Paiva.

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Eu conheço mal os trabalhos dela. Sei que por aqui se pode perceber, sim, um tanto da energia, e, sobretudo da delicadeza do detalhe do corte. Curiosamente ela quer falar de Litania e fico observando o entoar dos sons que a artista corta-recorta-cola (cesura, encobre, desvenda) no papel. Como esses sons se juntam responsivamente diante dos meus olhos e dos olhos de vocês. É preciso escutar, mais do que ver. A composição da artista. Escutar como entrever. Sons atravessam mais do que imagens. Sons impregnados de palavras e de silêncios. Sons que ela tira das mãos. Essa Litania. Do eco e do clamor. Da sépia e da escrita. Atravessando a aparência das imagens, tentando aguçar o que nelas há de engano. – Quem passa ali? Quem se mostra? Quem escreve? – Ela reengendra e exibe a outra cena de tudo isso. Escutemos.

Ney Ferraz Paiva 
(Geórgia Marques expõe na Galeria da Casa da Linguagem, LITANIA,
dentro do Projeto "
Pequenas Curadorias")

Casa da Linguagem
Avenida Nazaré, nº 31
(próximo a Assis de Vasconcelos)
Abertura dia 23 (quarta) de abril, as 16h
A exposição fica aberta até 16 de maio
Visitas de segunda a sexta, das 8h as 18h


• Entrada Franca •


— A M B I Ê N C I A • PINTURAS E OBJETOS —
Geraldo Teixeira | Jorge Eiró | Emanuel Franco | Ruma

Quatro renomados artistas do circuito paraense terão suas obras expostas no Centro Cultural Sesc Boulevard a partir desta terça (15) até o fim do mês de maio. Emanuel Franco, Geraldo Teixeira, Jorge Eiró e Ruma de Albuquerque, grandes representantes da arte contemporânea do estado, apresentam a exposição coletiva “Ambiência – Pinturas e Objetos”.

Em “Ambiência”, o que se pode esperar das obras dos quatro artistas não são respostas, mas questionamentos e caminhos sobre um espaço que é mais do que físico. É um espaço que se constitui também como meio estético e psicológico para a realização de experiências humanas.

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Emanuel Franco é artista visual e arquiteto graduado pela Universidade Federal do Pará. Curador das Salas Especiais do Arte Pará de 2004 a 2008 e membro da curadoria do Arte Pará em 2008, Emanuel Franco já teve obras expostas na galeria Helmut Schuster, na Alemanha.

Geraldo Teixeira iniciou sua carreira em 1975 e já teve obras expostas nos Estados Unidos e Europa. Fundador da Associação de Artistas Plásticos do Pará, Geraldo Teixeira coleciona prêmios em diversos salões de arte, como o do XI Salão Arte Pará, que aconteceu em 1992.

Jorge Eiró é formado em arquitetura pela Universidade Federal do Pará. Participou de diversas exposições individuais no Brasil e no exterior, entre elas o “VIII Salão Nacional” (Rio de Janeiro, 1985) e “Art in Paradise” (Miami e Washington – EUA – 1992).

Ruma de Albuquerque é formado em arquitetura pela Universidade Federal do Pará e já teve obras expostas em diversos salões no país e no exterior.

A abertura de “Ambiência – Pinturas e Objetos” é nesta terça (15), às 20h, no Sesc Boulevard, e a exposição poderá ser visitada até o dia 25 de maio. As visitações acontecem de terça a sábado, das 10h às 21h; e aos domingos, das 9h às 13h e das 15h às 21h.
Bio dos artistas que exporão obras em “Ambiência”:


SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 15 de abril (terça), às 20h
Visitas de 15 de abril a 25 de maio
Terça a sábado, das 10h as 21h
Domingo, das 9h as 13h e das 15h as 21h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


• Entrada Franca •


— S I M Õ E S | FOGO SAGRADO —

Um dos artistas mais premiados do Pará. Fez a primeira exposição em 1976. Descartando o fácil, Simões contribui e legitima a arte.

Simões, que não expõe desde 2008, quando mostrou "Redesenho", vai mostrar, a partir de dia 10 de abril, "Fogo Sagrado", na Galeria Manoel Pastana - MEP. São 28 obras, em formatos variados, distribuídas nas assim intituladas “Sala do Espírito do Tempo”, “Sala do Desassossego e das Paixões” e “Sala dos Sonhos e das Revoluções”.

O nome da exposição “Fogo Sagrado” faz uma referência ao que a arte tem de especial para o artista. “A arte é uma chama, uma energia, tem uma exigência de compromisso com ela”, afirma Simões.

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Simões nasceu em Belém, é artista autodidata, que demonstrou interesse pela arte ainda na infância, realizando sua primeira exposição com P.P. Conduru em 1976. Descartando a arte fácil, Simões evita a reprodutibilidade das obras e, consequentemente, contribui com a legitimação da arte. Assim, o artista se tornou referência como artista plástico paraense, conquistando os primeiros lugares em vários salões.

Participou de diversos salões em mostras individuais e coletivas e foi premiado em várias ocasiões. Entre as premiações mais significativas estão: O Salão Arte - Pará; Exposição no Museu Nacional do Rio de Janeiro; Salão da Prefeitura de Belém- PA; e Salão de Pequenos Formatos da Unama - PA.

As últimas mostras realizada pelo artista foram em 2008, quando ele mostrou sua produção para “Redesenho”, na extinta Casa Fundaçãpo Antar Rohit, e em 2009, “Natureza Imaginária”, no espaço cultural Ministro Orlando Teixeira da Costa, no edifício-sede do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8).

Durante 10 anos – 1998 a 2008 -, Simões também se dedicou a um dos principais espaços culturais de Belém, o Café Imaginário que, além da boa música instrumental e da pizza de jambú, também alimentava seu público com arte, promovendo diversas exposições.

O artista diz que a partir de agora, volta integralmente a sua produção de arte. Há alguns anos morando em Mosqueiro, é na Bucólica Ilha, situada a 1 hora de estrada, partindo de Belém, foi em seu atelier, na praia de Carananduba, que neste último ano ele se inspirou para a nova exposição, que marca seus 38 anos de trajetória.

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INDIVIDUAIS

• 1982:Galeria Angelus Belém Pará
• 1985: Galeria Theodoro Braga Belém Pará.
• 1987: Galeria Theodoro Braga Belém Pará.
• 1995: Galeria Graça Landeira,UNAMA,Belém Pará.
• 2008: Casa Artar Rohit Belém Pará.
• 2009: Galeria do Tribunal do Trabalho da 8º região Belém Pará.

PREMIAÇÕES

• 1980: Premio aquisição, III Salão Nacional de Artes Plasticas  FUNERTE, Rio de Janeiro
• 1983: Menção Honrosa do Arte Pará Belém Pará.
• 1984: 3º Lugar do Arte Pará Belém Pará.
• 1985: 1º Lugar do Arte Pará Belém Pará.
• 1987: 1º Lugar no concurso “Em busca de talentos regionais”,  Telepará.
• 1989: 1º Lugar no primeiro “Salão de agosto da Prefeitura Municipal”,Belém Pará.
• 1989: Premio Aquisição VIII Salão Arte-Pará,Belém Pará.
• 1990: 1º premio no Salão de Pequenos Formatos da UNAMA, Belém / Pará.


MEP - Museu do Estado do Pará
Praça Dom Pedro II, s/n. Cidade Velha
De 10 de abril a 10 de maio
Visitas: terça a sexta, das 10h as 18h
Finais de semana, das 10h as 14h


— MIGUEL CHIKAOKA | NAVEGANTE DA LUZ —

Exposição Fotográfica de Miguel Chikaoka e Lançamento do Livro    Navegante da Luz: Miguel Chikaoka e o navegar de uma produção experimental de Marisa Mokarzel.

Na Kamara Kó Galeria, sábado, 05 de abril, houve o lançamento do livro de Marisa Mokarzel, Navegante da luz: Miguel Chikaoka e o navegar de uma de uma produção experimental, projeto contemplado pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Nacional de Artes –  FUNARTE no Edital Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais, 2013. Junto com o lançamento houve a abertura da exposição com fotografias e instalação de Miguel Chikaoka que fizeram parte da pesquisa.

O livro traz como foco a produção fotográfica de Miguel Chikaoka, e segue três eixos de abordagem. O primeiro tece os fundamentos de uma herança cultural que Chikaoka apresenta a partir dos laços com o Oriente, o lugar onde nasceu e o seu país que pretende conhecer após o distanciamento e convívio com terras estrangeiras. O segundo que apresenta o contexto formado por tramas institucionais de galerias, salões e Funarte que foram formatando um circuito e contribuindo com a visibilidade da fotografia no Pará. E o terceiro eixo que mostra as matrizes de arte e política tecidas a partir do final dos anos 1970 que vão constituir a força do trabalho de Miguel, que tendo uma forma muito particular de atuar, cria em meio a uma tessitura que privilegia o coletivo e perpassa pelo processo educacional.

A exposição parte da síntese de uma curadoria constituída de imagens presentes no livro, que fortalece o pensamento de Miguel Chikaoka que não se preocupa exatamente com a técnica, mas com a luz, com aquilo que constitui a fotografia, que contribui com a interpretação do mundo, com uma maneira de perceber, sentir, pensar o universo em que se vive. Muitas das ações artísticas de Miguel estão imbricadas com o processo educativo, formam o grande eixo que se estabelece nas relações provenientes de redes de afeto, pensamento fotográfico e força coletiva. Há algo que se destaca e está sempre presente em sua produção: a opção pelo processo muito mais do que pelo trabalho pronto acabado. O livro e a exposição seguem o navegar de suas experimentações que envolvem uma postura filosófica, uma forma de pensar e se situar no mundo.


Kamara Ko Galeria 
Trav. Frutuoso  Guimarães 611 – Campina.
Abertura Exposição e Lançamento Livro: Dia 05 de abril (sábado), as 18h.
Visitas: de 8/04  a 28/06 , de terça a sexta, das 15 às 19h; sábado das 10h às 17h.

Contatos:

Kamara Kó Galeria: 91) 3261 4809 | 3261 4240 | 8117 9730
kamarakogaleria@gmail.com

Marisa Mokarzel: 91 8802 3748 | marisamokarzel@globo.com
Miguel Chikaoka: 91 9983 3185 |  mchikaoka@gmail.com


— GRAFIA E MATÉRIA | JOSÉ FERNANDES —

Cerca de 30 obras do artista José Fernandes compõem a exposição “Grafia e Matéria” que estará aberta ao público no próximo dia 25, na Galeria do Museu de Arte do CCBEUCentro Cultural Brasil Estados Unidos, Belém Pará.

A mostra, que tem a curadoria de Marisa Mokarzel, revela um olhar pessoal, expresso em gestos gráficos e pictóricos formadores de tramas e tessituras que representam ou remetem a figuras humanas, memórias, cidades e escrituras - teias e emaranhados que fornecem a força e a densidade de suas pinturas e desenhos.

O público que visitar a exposição Grafia e Matéria irá encontrar imagens figurativas e abstratas. A curadora Marisa Morkazel pontua que a exposição é composta por três áreas. A primeira, dos retratos, exibe desenhos de figuras humanas solitárias, despidas de máscaras, que deixam transparecer a crueza do corpo e a solitude da alma. A segunda, formada por pinturas, em que a abstração se revela em gestualidade visceral e caótica, potencialmente gráfica. E a terceira, também integrada por densas pinturas abstratas, sugere a desconstrução do corpo humano revisto em matéria pictórica.

Segundo José Fernandes, os desenhos e pinturas de “Grafia e Matéria” foram produzidos no período de 2007 a 2013. O título da mostra remete, “por um lado, ao traço, ao desenho, aos símbolos gráficos. Uma referência à parte de meu trabalho, ao longo de 20 anos, como artista gráfico e também à cidade, ao grafite e inscrições urbanas. Por outro lado se refere à matéria própria da pintura, encontrada na densidade da tintas, nas cores e texturas.”

Desenhos e pinturas, em conjunto, encontram-se interligados pela força emocional do artista, pela inquieta revelação da realidade cotidiana a qual pertencemos e que, mesmo em nossa intimidade, colaboramos com seu desenho instável, impregnado de memórias.

A ideia que permeia as obras foi concebida a partir de um olhar advindo do artista, também arquiteto e designer, que rompe com a linha invisível na qual a arte se potencializa para transformar esse olhar em “grafia e matéria” que conduzem às tessituras, linhas de força formadoras dos emaranhados sempre presentes na urbe. O artista abstrai o que vê e estabelece uma estreita relação com a cidade, percorre ruas e muros, mimetizando-se com grafites e pichações; com o ritmo urbano de linhas e cores que muitas vezes reflete um estado íntimo inquieto, quase em turbulência, mas profundamente enredado com o Outro.  

— • –

José Fernandes é artista gráfico e visual, formado em arquitetura, vive e trabalha em Belém-PA. Mestre em Comunicação, Linguagens e Cultura pela Universidade da Amazônia, onde, por dez anos, foi professor de desenho e artes gráficas. Mantém atelier de pesquisa e produção de imagens, objetos e papéis produzidos a partir de fibras naturais da regiã­o.

Informações pelo telefone: 3221 6100 ou 8890 0357.


Galeria do CCBEU
Travessa Padre Eutíquio, 1309
Vernissage: 25 de março (terça), às 19h
Visitação: 25 de março a 30 de abril
Segunda à sexta de 14h às 19h30
sábado de 9h às 12h
Informações: 55 91 3221 6100
www.ccbeu.com.br



DANÇA •
TEATRO
• CINEMA


— SOLO DE MARAJÓ —

Um único ator no palco e um livro com mais de cem personagens. Esse foi o desafio de Cláudio Barros, quando decidiu transformar o romance “Marajó”, de Dalcídio Jurandir, num espetáculo teatral.

O primeiro desafio foi enfrentar o romance e ter certeza de que seria possível transferi-lo para o teatro. O segundo foi interpretar todos os personagens e o terceiro será apresentá-lo para o público”, brinca Cláudio Barros.

O monólogo “Solo de Marajó” existe há mais de dez anos, mas só agora foi possível realizá-lo. Dalcídio Jurandir, é um dos escritores mais importantes do Brasil, mas ainda pouco conhecido entre os paraenses. Carlos Correia Santos, assina a dramaturgia deste espetáculo, que tem direção de Alberto Silva Neto.

Solo de Marajó” aposta no minimalismo para retratar os dramas e sonhos dos personagens. “Dalcídio Jurandir trata de uma maneira muito profunda o drama existencial do homem da Amazônia”, comenta Alberto Silva, acrescentando que foram escolhidos trechos da obra que possuíam uma estrutura narrativa completa, com personagens fortes e conflitos interessantes.

Foram selecionadas cinco histórias para serem contadas no espetáculo. A cenografia é simples e o figurino, neutro, buscando ressaltar a presença do ator. Assim como a iluminação, precisa e sem efeitos. “Dessa maneira, a plateia constrói intimamente as paisagens nas quais a trama vai se passando. E também queremos valorizar o ator. O Cláudio Barros é um profissional de alta qualidade que a cidade precisa conhecer”, comenta Alberto Silva. (Diário do Pará)

Teatro Estação Gasômetro
Parque da Residência
Av. Magalhães Barata, 830
e 25 a 27 de abril, às 20h
tel: 55 91 4009-8721 / 4009-8720

Entrada Franca


— ECOS DO FUTURO | ECOARTE —

O Grupo Ecológico Artístico EcoArte, tem sua trajetória artística voltada para a excelência de seus trabalhos, usando sempre a mesma temática que é a da Educação Ambiental, fazendo do teatro a linguagem de diversão, instrução, esclarecimento, conscientização e respeito ao meio ambiente. Com o espetáculo “Ecos no Futuro”, nos trás a recondução à cena de um dos mais antigos grupos teatrais da capital paraense e um dos poucos que até hoje permanecem com a mesma linguagem, ou seja, a Educação Ambiental, dono de uma história específica dentro da memória teatral local.

Com direção geral de Edson Chagas, a montagem traz a história de um menino ribeirinho que brinca às margens do rio empinando pipa em seu casquinho. Neste enredo, o grupo teatral procura trabalhar de forma lúdica a educação ambiental, mostrando os comportamentos ruins que degradam a natureza, os quatros elementos da natureza e outros seres míticos.

Para compor o espetáculo, três atrizes personificam os elementos Ar, Fogo e Água, tendo como quarto elemento Terra. O EcoArte destaca como característica principal o Teatro de Formas Animadas, a partir da construção de personagens que não precisam necessariamente ter a aparência de seres humanos.

Tanto o encaminhamento da direção do espetáculo quanto a criação e concepção dos bonecos têm como foco principal a reciclagem e o reaproveitamento de materiais, reforçando o discurso da educação ambiental e o debate sobre o desenvolvimento sustentável.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 27 de abril (domingo), às 11h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— UMA HISTORIA DE MIL MACACOS | O MENOR ESPETÁCULO DA TERRA —

TEM GENTE NA CASA! A ideia é movimentar e ocupar a Casa dos Palhaços, com apresentações aos sábados (17h) e aos domingos (11h), oferecendo à cidade mais uma possibilidade de programação artístico-cultural.  Além dos espetáculos dos Palhaços Trovadores, o projeto também contará com apresentações de artistas/grupos convidados.

A convidada dessa semana é atriz e contadora de histórias Ester Sá, que apresentará "Uma história com mil macacos", baseada na história da escritora Ruth Rocha. Ester Sá vai contar ao público sobre o dia em que, por um mal entendido numa pequena cidade do interior, mil macacos começam a chegar sem parar!!! E se um macaco incomoda muita gente, imagine mil, chegando de repente!!!

Já no domingo, dia 27 de abril, será a vez de "O Menor Espetáculo da Terra" dos Palhaços Trovadores em que fazem uma união do trabalho do grupo com a arte dos bonecos.

Uma História de Mil Macacos
Dia 26 de abril (sábado), 17h - Casa dos Palhaços

O MENOR ESPETÁCULO DA TERRA
Dia 27 de abril (domingo), 11h - Casa dos Palhaços


Casa dos Palhaços
Trav. Piedade, 533 - Reduto
( esquina com a Tiradentes).
Informações: 91 8147.2327
( Falar com Alessandra)


• Ingressos: R$ 5,00 •



MÚSICA •
MÚSICA
• MÚSICA

— O PULO DO RATO | MÚSICAS AUTORAIS —


Foto: Bruno Pellerin

O compositor paraense Moacir “Rato” apresenta o show "O Pulo do Rato" no Teatro Experimental Waldemar Henrique, na Praça da República, em Belém do Pará.

Nascido Moacir José Santos Leônidas, na Ilha das Onças em 1950, Moacir “Rato” iniciou carreira musical em 1966 no Palácio dos Bares. Em 1989 esteve em turnê pela Europa com o Madrigal da UFPA, sob a regência do renomado Maestro João Bosco Casto.

Em sua trajetória musical, acompanhou também diversos cantores, como Pery Ribeiro, Lecy Brandão, Nelson Gonçalves, Noite Ilustrada, entre outros. Atualmente Moacir Rato dedica-se também ao trabalho instrumental autoral.

Banda:

Elias Coutinho (sax)
Cristovão (teclado),
Quiure Soares (guitarra),
Priamo Brandão (baixo)

Convidados Especiais:

Bob Freitas (guitarra)
Camila Alves (violão 7 cordas)
Karla Nogueira (vocais)
Ed Márcio (vocais)

Teatro Waldemar Henrique
(Pça da República, Belém-PA)
Dia 23 de abril (quarta), às 20 h


— YURI GUEDELHA E SARAU BRASIL —

Yuri Guedelha e Sarau Brasil apresenta show alusivo às comemorações do “Dia Nacional do Choro”, com repertório dos tradicionais compositores do choro brasileiro. Entre eles: Pixinguinha, Nelson Cavaquinho, etc.

— • –

Yuri Guedelha é paraense, natural de Belém, músico, acadêmico, professor de música, flautista, saxofonista, regente, arranjador, diretor musical e compositor. Iniciou e concluiu seus estudos na escola de música de UFPa, se formando e pós-graduado em Belo-Horizonte, na UFMG em Educação Musical. É Mestre em musicologia pela USP e Doutor pela UFBa. É professor renomado da Escola de Música da Universidade Federal do Pará, onde ministra há mais de 20 anos os cursos de Instrumento e várias Disciplinas de Teoria Musical e também, foi professor do Conservatório Carlos Gomes durante alguns anos.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 23 de abril (quarta), às 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— ALEXANDRE SOUSA —

Alexandre Sousa é músico, cantor e compositor, celebra os seus mais de trinta anos de vida artística no circuito de bares, teatros e clubes de Belém e de outros estados, lançando seu primeiro CD autoral “Minha Voz”, homenageando Chico Buarque na regravação de “A Rita”. O CD foi produzido pelo renomado baixista paraense Baboo Meireles.


SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 24 (quinta) de abril, às 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— NA CHUVA DA TARDE | ADILSON ALCÂNTARA —

Show de pré-lançamento do novo CD "Na Chuva da Tarde", de Adilson Alcântara. O artista estará acompanhado dos músicos: Abel (contrabaixo), Cássio Lobato (bateria) e João Paulo (percussão). 

Participação Especial: Gigi Furtado

— • –

Adilson Alcântara é músico, cantor, compositor, humorista e produtor cultural. Natural de Vigia de Nazaré-Pa, reside em na cidade de Belém, com sua arte qà mais de 20 Anos.

Sua trajetória fonográfica começa em 1990 quando grava uma demo-tape (faixa demostrativa da música " As Criancas Latinas" de Edir Gaya. Em 1998 Lançou o Seu 1 º Cd solo: "Tributo à Cidade Em Romaria". Em 2004 lançou o CD "Cantar", Produzido por Nilson Chaves.

Participou de vários CDs, entre eles: Made in Pará I, Made in Pará II, Cantando Pelo social, a Festa de Boi no Céu, Festival de Música Popular Paraense, a Quinta Cultural do Banco da Amazônia e etc ... Tem composições gravadas por outros Intérpretes como: Olivar Barreto, Lucinha Bastos, Fabrício dos Anjos, Maria Lídia, Mahrco Monteiro, Nilson Chaves, Pinduca e muitos outros.

Teatro Waldemar Henrique
(Pça da República, Belém-PA)
Dia 25 de abril (sexta), às 20 h
Contato: 91 8247 3322


— ANA CLARA MATOS | MEIO AMARGO—

Ana Clara e Meio Amargo fazem shows no Sesc Boulevard, lançando seus EPs de estreia.

Ana Clara Matos vem com sua “banda de ursos”: Marcel Barretto (guitarra), João Lemos (guitarra), Marcelo Damaso (violão e guitarra), Manuel Malvar (baixo) e Ulysses Moreira (bateria). O EP Canções de Depois, gravado por Ulysses Moreira e mixado por Iuri Freiberger, mistura delicadeza e distorções em Que nem passarinho (Emanuel Matos/José Maria Bezerra), O adeus veio depois (Marcelo Damaso/Marcel Barretto), Eu mandei meu amor pro espaço (Totonho) e Polaroid sem cor (Toni Soares/Mariano Klautau Filho). Além destas, as apresentações terão composições de outros amigos e parceiros que estarão no primeiro álbum da cantora, a ser gravado ainda em abril. Os shows no Sesc serão diferentes e em cada dia com uma participação especial: no primeiro, Jacob Franco, e no segundo, Sammliz.

O EP conta com os benefícios da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao Esporte Amador Tó Teixeira e Guilherme Paraense.

Meio Amargo é a alcunha do projeto solo do cantor, compositor e produtor Lucas Padilha. O EP "Canções simples para pessoas complicadas", com quatro músicas, gravado no Estúdio Quarto Amarelo e produção de Lucas e Ivan Jangoux, já apresentado em formato digital, terá lançamento físico. O disco traz as músicas A outra história de Carl e Ellie, Bom rapaz, Conversas com o velho Jack e finaliza com Balada do marginal. A sonoridade do Meio Amargo caminha entre o folk-rock e “parece ter sido muito bem escolhida e trabalhada para ambientar essas reflexões em melodias intimistas, mesmo quando soam mais alegres”, revela Angelo Cavalcante no release do artista.
O show do Meio Amargo tem Lucas Padilha (voz e violão), João Lemos (guitarra), Manuel Malvar (baixo) e Netto (bateria).

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 25 de abril (sexta), às 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— DANIEL LIMA | O REI E EU —

Cantor e compositor paraense da nova geração, Daniel Lima apresenta seu novo show “O Rei e Eu”, apresentando  releituras  de  músicas  conhecidas  do  grande  público  e  que  marcaram  a trajetória  do Rei  Roberto Carlos. O show contará com as participações especiais das cantoras Alba Maria e Gigi Furtado.


SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 26 (sábado) de abril, às 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca

— CANTO DO NORTE —

Canto do Norte. Premiado em 2012 com o 2° lugar na categoria Afro-Latino-Brasil do Festival Universitário de Música Candanga, o Canto do Norte é um projeto de divulgação dos ritmos ricos e diversos produzidos na Amazônia. Misturando elementos das culturas tradicional e contemporânea da região amazônica e tendo como inspiração os cenários míticos e urbanos encontrados aqui, o Canto do Norte se estabelece como um grupo de suporte da cultura do povo amazônida.

— • –

O Projeto tem atuado como divulgador dos ritmos de expressão regionais paraenses, interpretando composições de vários artistas populares locais, tendo se apresentado em vários eventos acadêmicos, em Brasília – DF (2006, 2011), Rio de Janeiro – RJ (2004, 2009), João Pessoa – PB (2010) e Curitiba – PR (2007).

Em 2012, já com a atual formação e a participação do baterista André Costa (da banda Roda na Banguela de Brasília-DF) representou a Universidade Federal do Pará no Festival Universitário de Música Candanga (FINCA) da Universidade de Brasília (UNB) e foi premiado com o 2º lugar na categoria Afro-Latino-Brasil, com a composição “Kararaô”, que retrata o impacto dos grandes projetos sobre a vida de comunidades pobres e das etnias da volta grande do Xingu e margens da rodovia Transamazônica.

No final de 2013, o grupo, em processo de estudo e montagem de seu repertório, selecionou quatro músicas e participou da gravação do Programa Protótipo da Rede Cultura. Essas faixas de áudio, disponibilizadas nesta página, são, portanto, o registro de uma etapa do processo de consolidação do repertório e da identidade musical do grupo. 

Formação:

Kleyton Silva - Violão e Voz
Armando Mendonça - Viola e Voz
JP Cavalcante - Percussão e Voz
Edge Veniale - Contrabaixo e Voz


SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 27 de abril (domingo), às 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— MÚSICA DAS AMÉRICAS —

O “Música das Américas” corresponde à primeira fase do XXVII Festival Internacional de Música do Pará e será realizado de 27 de abril a 4 de maio. A primeira edição do evento aconteceu no ano passado e trouxe para Belém a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo (BSESP) e três bandas de música do interior do Estado.

Em 2014, o festival terá o mesmo formato, mas contará com um número maior de bandas de música de municípios do interior, como Uruará, Tailândia, Vigia de Nazaré, Ponta de Pedras e São Caetano de Odivelas, e ainda abrirá espaço para mostrar o trabalho de bandas de música de Belém como a Banda da Polícia Militar do Pará.

A programação inclui concertos, oficinas musicais, palestras e ensaios abertos. As apresentações artísticas serão no Theatro da Paz, Teatro Margarida Schivasappa (Centur), Auditório Ismael Nery (Centur) e Espaço São José Liberto.

Paralelo ao festival haverá também oficinas musicais e palestras com músicos que fazem parte da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, que pelo segundo ano será a banda residente do festival, e com o saxofonista Leo Gandelman, que participará do concerto da Banda Sinfônica do Estado do Pará, uma formação recente que conta com músicos de vários municípios do estado.

De 27 de abril a 04 de maio

Theatro da Paz
Rua da Paz, s/n
Dia 27 de maio - terça feira às 20h
Convites na bilheteria a partir das 9h
Entrada Franca

Espaço São José Liberto
Praça Amazonas, s/n - Jurunas
Belém-Pará - CEP 66025-070
Fone: (91) 3344-3514 Fax: (91) 3344-3510
E-mail: igama_secretaria@yahoo.com.br

Hall Ismael Nery - CENTUR
Praça do Povo
- CENTUR

Av. Gentil Bittencourt, 650
dia 26 de maio de 2008 às 19h



OUTROS •
EVENTOS
• OUTROS

— CURSO VIDA E FOTOGRAFIA —

Curso Vida e Fotografia – Perspectivas profissionais
e pessoais do uso da imagem na Era Digital

O Curso Buscará discutir os impasses e as possibilidades encontradas na conjuntura atual para quem deseja viver da fotografia e, sobretudo, viver a fotografia

Pré Requisito: Carta de Intenção e Currículo

Pedro Vasquez é escritor, tradutor e fotógrafo com 40 anos de experiência. É formado é Cinema pela Universidade de Sorbonne e mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense.


SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Inscrição: De 22 a 29 de abril
Aulas: Dias 02 e 03 de maio, das 15h as 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


A FOTOGRAFIA NO LIMITE DO TEMPO | FERNANDO SCHMITT

O Instituto de Artes do Pará recebe a oficina “A Fotografia no Limite do Tempo”, ministrada por Fernando Schmitt. A atividade integra a programação da 5ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia e abre as inscrições nesta terça, dia 8.

A metodologia da oficina terá atividades de aula, grupo de estudos e ateliê de projeto. A cada encontro uma provocação deve orientar a intervenção inicial do ministrante, que utilizará o formato de bricolagem de fragmentos: textos, filmes e fotografias.

Cada participante será convidados a pesquisar e coletar outras experiências e assim compartilhar seus próprios trabalhos compondo um grande painel de subsídios. A partir disto, o grupo será desafiado a projetar experiências fotográficas que poderão assumir vários formatos como imagens, textos, multimídias, plataformas de visualização, entre outros. O encontro final reunirá todas as experiências projetadas, numa espécie de coleção, para avaliar em grupo os resultados obtidos.

A Fotografia no Limite do Tempo é um curso que visa à pesquisa e a prática experimental da fotografia com o objetivo de explorar suas relações com o tempo. Ele compõe a programação da 5ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. . Para se inscrever o interessado deve se cadastrar no www.diariocontemporaneo.com.br. Os candidatos precisam ter conhecimento de fotografia, enviar currículo resumido e pequeno portfólio com no máximo cinco imagens em baixa resolução.

— • –

Fernando Schmitt é fotógrafo, graduado em Jornalismo e mestre em Comunicação Social, atua como professor de fotografia desde 1995. Coordena atividades de pesquisa no Grupo de Estudos e Criação em Fotografia do Ateliê Fotô. Participa como oficineiro do projeto Pontos MIS do Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Possui trabalhos em acervos de instituições e coleções particulares.

IAP - Instituto de Artes do Pará          
Praça Justo Chermont, nº 236 - Nazaré (ao lado da Basílica)
OFICINA: De 22 a 24/04, das 9h às 13h e 25 de abril, das 9h às 12h.
Inscrições gratuitas entre os dias 8 e 15 de abril
pelo site www.diariocontemporaneo.com.br.

Informações - 4006-2900.

• Vagas limitadas •


— CURSOS e OFICINAS no SESC BOULEVARD —

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br



— EDITAL DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO DIGITAL —

A partir desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014, o Instituto de Artes do Pará abre o novo edital do Núcleo de Produção Digital – NPD. As diferenças em relação ao ano passado estão, principalmente, no tempo de utilização dos equipamentos, incluindo as ilhas de som e imagem.

Produtores de audiovisual já podem contar novamente com a disponibilidade de equipamentos e ilhas de edição do Núcleo de Produção Digital – NPD.

Inaugurado em 2006 no Instituto de Artes do Pará, o NPD é um programa da Rede Olhar Brasil, vinculado ao Ministério da Cultura por meio da Secretaria do Audiovisual, num projeto implantado em diversos estados brasileiros. No Pará, a gestão cabe ao IAP e a co-gestão fica por conta da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Instituto de Ciência da Arte (ICA/UFPA), Associação Fotoativa e Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABDeC/PA).

Em seus 8 anos de criação, o NPD tem sido um dos maiores fomentadores do aperfeiçoamento técnico e artístico dos produtores audiovisuais do estado. Cineastas importantes como Lucas Escócio, Roger Elarrat e Marcelo Rodrigues, entre tantos, participaram de algumas das oficinas oferecidas pelo Núcleo. Outros como Januário Guedes, Luiz Arnaldo Campos e Priscilla Brasil já foram contemplados com o equipamento disponível no edital.

O edital segue aberto até o dia 10 de dezembro e contempla as produções de pessoas físicas, os chamados produtores independentes. Podem se candidatar projetos de ficção, documentário, vídeo-clip, vídeo-arte, experimental e animação. O interessado deve preencher a ficha de inscrição (anexa ao edital), especificar os equipamentos necessários e assinar ao termo de responsabilidade; o prazo de empréstimo de material é de 10 dias.

De acordo com Afonso Gallindo, gerente do NPD, a análise do material enviado é apenas técnica, para garantir a integridade do material. “Não existe uma análise estética. O que precisamos para liberar o equipamento é de um profissional da área, por isso a análise é técnica”, explica.

Afonso ressalta ainda a importância da parceria com o Centro de Audiovisual Norte e Nordeste, o CANNE, pela qual são realizadas as qualificações dentro do Núcleo, com alguns dos maiores profissionais brasileiros. “A parceria feita com o CANNE já existe há 4 anos e é fundamental. Eles nos proporcionam oficinas com pessoas de peso de todo o lugar do Brasil. Já foram ministradas oficinas com o diretor Marcelo Gomes; Alziro Barbosa (diretor de fotografia); diretor Dib Lufti; Virginia Flores; montadora de som e imagem e vários outros”, pontua o gerente.

Ainda neste primeiro semestre novos cursos e oficinas serão oferecidos no Núcleo.


Edital do Núcleo de Produção Digital Belém
Período de utilização: 28 de fevereiro à 10 de dezembro de 2014
Após o preenchimento das fichas contidas no edital, o produtor
pode procurar o NPD, das 9h às 16h, de segunda à sexta-feira.
Para acessar o edital clique aqui.


— BELÉM AOS 80 —
http://youtu.be/7tQAyCFn-Mo

 

No início da década de 1980 havia certa efervescência cultural, fruto de um processo político liberalizante depois dos anos de chumbo que vivemos, e uma grande ansiedade por mudanças. Surgiram iniciativas na área artística que contribuíram para um novo olhar sobre nossas idéias, costumes, valores sociais e morais. Nascia uma grande cumplicidade entre as pessoas e uma participação viva em qualquer evento que trouxesse o adjetivo “arte” em seu script. A inquietação era tanta que movimentou desde grupos alternativos, que romperam paradigmas na forma de apresentar seus trabalhos, até a explosão do talento da criação artística que delineou e legitimou toda a arte contemporânea produzida em nossa cidade posteriormente. Resumidamente, os anos 1980 vão ser lembrados como um marco na vida de todos aqueles que o vivenciaram como criadores ou participantes ativos dessa geração e como herdeiros de uma década que mudou toda uma história de viver e fazer arte em nossa região. "Belém Aos 80" é uma visita a alguns personagens e movimentos que marcaram esses anos na cidade, registrando momentos de exaltação sócio-cultural da época.

• • • FICHA TÉCNICA • • •

  • Direção e Roteiro:
    Alan Kardek Guimaraes

  • Argumento:
    Januario Guedes

    Celso Eluan Lima

  • Fotografia e Câmera:
    Diógenes Carvalho Leal

DOE UM INSTRUMENTO

Cavaquinho, violão, banjo, atabaque, trumpete, todos os instrumentos que produzem sons e estão esquecidos na sua casa podem transformar os sonhos de jovens atendidos pelas oficinas da Fundação Curro Velho. Esse é o objetivo da campanha de doação de instrumentos musicais que a instituição está realizando durante este ano.

Todos os instrumentos musicais serão recuperados em um espaço para reparo e construção de novos instrumentos. Se você tem violão, violino, violoncelo, viola, piano, saxofone, flauta, gaita ou qualquer instrumento, que esteja danificado ou sem utilização, faça sua doação para o Curro Velho.

Todos os instrumentos de corda que forem doados para a instituição serão trabalhados na Lutheria. A intenção da campanha de doação de instrumentos é que todos abracem a causa de doar um instrumento e realizar o sonho dos jovens atendidos pelo Curro Velho.

As doações dos instrumentos podem ser feitas na sede do Curro Velho, localizada na rua Professor Nelson Ribeiro, nº 287, bairro, Telegráfo ou na sede da Casa da Linguagem, na

Fundação Curro Velho
Rua Prof. Nelson Ribeiro, 287 - Telégrafo
Contato: 91 3184-9100
E-mail: fcv@currovelho.pa.gov.br

Casa da Linguagem
Avenida Nazaré, nº 31.
Informações: 91 3241-9786



9 PAULO ANDRADE | PINTURAS