O Cultura Pará criou a Agenda da Semana com o objetivo de publicar neste espaço as manifestações artísticas de nossa região seguindo a mesma linha de trabalho proposta pelo site. Festas, eventos em bares e outras locações em que a arte não seja objeto prioritário, não serão contemplados. Os interessados deverão enviar a programação, acompanhada de release e uma imagem representativa, até segunda-feira (às 19h) de cada semana. Esta agenda tem o apoio da Sol Informática.

DESTAQUE •
DESTAQUE DESTAQUE

— XIII FESTIVAL DE ÓPERA DO TEATRO DA PAZ —

Depois do sucesso de público nas óperas "Mesfistofe" e "Blue Monday", e no recital de Atalla Ayan e Marília Caputo, o Festival de Ópera do Theatro da Paz se prepara para as demais atrações da temporada. A venda de ingressos para os próximos espetáculos iniciou na segunda-feira 01 de setembro. Estão disponíveis bilhetes para o recital “Árias e Canções”, com o tenor Atalla Ayan e a pianista Adriana Azulay, e ainda para a montagem de “Otello”, do compositor italiano Giuseppe Verdi, com direção de Mauro Wrona, fechando o ciclo de óperas em 2014.

Programado para o dia 7 de setembro, às 20h, na Igreja de Santo Alexandre, o recital de Atalla Ayan com a pianista Adriana Azulay vai executar peças de compositores como Charles Gounod, Jules Massenet, Giacomo Puccini e Francesco Cilea. Os ensaios já começaram, para que tudo esteja afinado no dia da apresentação.

Paralelamente, a montagem para “Otello” já está a todo vapor. As equipes já começaram a montar os cenários na central técnica localizada no bairro do Jurunas, em Belém, e no próprio palco do Theatro da Paz, dando início às produções da montagem baseada na peça homônima do dramaturgo inglês William Shakespeare. A montagem de “Otello” é mais um desafio dentro do festival.

O desafio em montar ‘Otello’ é diferente do que foi para ‘Mefistofele’”, compara o diretor geral e artístico do festival, Gilberto Chaves. “Para ‘Mefistofele’ não tínhamos muitos parâmetros, já que a ópera não era montada há mais de 50 anos no país. E tivemos um sucesso enorme de público e de crítica, um dos maiores de toda a história do festival. Já ‘Otello’ tem várias montagens, então nosso desafio é maior, já que haverá muitas comparações”, explica o diretor.

A direção cênica de “Otello” para o festival do Theatro da Paz é de Mauro Wrona, também diretor artístico do evento. A regência da Orquestra Sinfônica ficará sob a responsabilidade do maestro Silvio Viegas, e a regência do coral lírico será do maestro Vanildo Monteiro. O Coro Infanto-Juvenil terá regência da maestrina Elizeth Rêgo. A cenografia é assinada por Duda Aruk e a iluminação, por Wagner Antonio. Os figurinos são de Fábio Namatame e o visagismo, de André Ramos.

No elenco estão Walter Fraccaro (tenor), como Otello, Rodrigo Esteves (barítono), como Yago, Gabriella Rossi (soprano), como Desdêmona, Sávio Sperandio (baixo), como Lodovico, Ana Victoria Pitts (mezzo soprano), como Emília, Antônio Wilson Azevedo (tenor), como Cássio, Andrew Lima (tenor), como Roderigo, Andrey Mira (baixo), como Montano, e Jefferson Luz (tenor), como Arauto.

Atrações – Além do recital e da ópera, a programação do festival terá ainda uma homenagem aos 150 anos de nascimento do compositor alemão Richard Strauss. A soprano argentina Rosana Schiavi se apresentará ao lado da pianista Adriana Azulay, no dia 4 de setembro, às 20h, na Igreja de Santo Alexandre, no “Recital de Lieder”, que tem entrada gratuita.

A argentina e a paraense já se conhecem e já tocaram juntas. Elas estudaram no início dos anos 2000, na Universidade de Karlsruhe, na Alemanha, quando cursaram o mestrado em música. Rosana Schiavi interpreta como solista as obras “Paixão segundo São Mateus e Paixão segundo São João”, de Bach; “Stabat Mater”, de Pergolesi; “Gloria”, de Vivaldi; e “Davide Penitente”, de Mozart, entre outros.

Também gratuitamente, o festival termina suas atividades com o tradicional concerto de encerramento ao ar livre, no dia 27 de setembro, também às 20h, em frente ao Theatro da Paz. Será a reunião de músicos e cantores participantes de todo o evento, em uma celebração à música aberta ao público.

Luciana Medeiros

O Ingressos para o recital “Árias e Canções”, dia 07/09
com Atalla Ayan e Adriana Azulay, custam R$ 20.

Bilhetes para a ópera “Otello”, que estreia dia 20/09, com recitas
dias 22 e 24/09, com preços que variam entre R$ 20 e R$ 60.

A bilheteira funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h,
aos sábados, das 9h às 16h e aos domingos, das 9h às 12h.

Theatro da Paz
Rua da Paz, s/n
Dias 20, 22 e 24 de setembro de 2014
Informações: 91 4009 8750 | 4009-8758
www.festivaldeopera.pa.gov.br


— ARTE PARÁ • 2014 —

Artistas de todo o Brasil e estrangeiros, legalmente, residentes no país, já podem inscrever-se para a 33° edição do Arte Pará. Em 2014, a novidade é que os candidatos terão à disposição categorias mais específicas para as obras. O objetivo é facilitar o processo de inscrição, além de promover um julgamento mais exclusivo do conteúdo artístico.

As inscrições são gratuitas e estarão abertas, até o dia 11 de setembro, no site da Fundação Romulo Maiorana (www.frmaiorana.org.br), no domínio (www.artepara.net), por Correio ou pessoalmente, na sede da FRM (Av. Romulo Maiorana, 2473, Marco), das 10 às 18 horas. Aqueles que encaminharem o dossiê por Correio deverão considerar o prazo de entrega dos documentos que precisa chegar até dois dias antes do julgamento.

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O Pará, ao longo dos séculos deteve papel significativo no cenário da cultura na região Norte. Artistas de diversas linguagens vem constituindo um cenário particular na Amazônia, o que contribuiu para que florescesse aqui expressões artísticas especiais, que graças a articuladores político-culturais, passaram a adquirir visibilidade, constituindo conhecimento e ampliando o acesso a experiências estéticas ao público, atravessando o cotidiano e ganhando os mais diversos espaços, dos mais populares aos lugares específicos, como os museus.

O Projeto Arte Pará teve sua origem no início dos anos 1980, motivado por um desejo visionário do jornalista Romulo Maiorana de estimular a produção artística local, desejo esse que irá consolidar um dos projetos mais longevos no cenário nacional, constituindo-se em um dos mais significativos projetos de fomento, acesso e difusão artística no país. O Projeto Arte Pará que começou estimulando a produção artística local, incentivando e viabilizando oportunidades a artistas que hoje detém significativa carreira nacional e internacional, por meio de premiações e do fluxo de críticos e curadores, assa a ser um dos mais importantes projetos educativos pela arte do norte do país, integrando saberes, instituições de ensino, fomentando a participação de estudantes na construção do conhecimento e viabilizando acesso a arte a diversas camadas sociais, realizando ações inclusivas.

Rompendo as barreiras regionais, o Arte Pará se consolidou e como um evento que concentra um expressivo conjunto da produção artística nacional no Norte do Brasil ao longo dos meses em que suas ações ocorrem e passa, nos últimos anos, a apresentar conexões históricas internacionais, ampliando a compreensão da arte em sua dimensão social e política, por meio de convidados especiais. Nesse desenho, o local e o global se colocam em diálogo, revelando no Pará as transformações culturais que se viabilizam por meio da arte, entendendo esta como uma expressão que, por meio do Arte Pará, toma lugar no meio da vida dos indivíduos, na cidade, em seus lugares de valor simbólico, na própria vida.

Fundação Rômulo Maiorana
Av. Romulo Maiorana, 2473 – Marco
www.frmaiorana.org.br | www.artepara.net
Informações: Tel. 55 91 3216 1142


— VI FESTIVAL DE MÚSICA POPULAR PARAENSE —

Os paraenses são conhecidos nacionalmente pelos ritmos e pelo talento musical que têm. Carimbó, guitarrada, samba, brega, tecnobrega, mellody, rock e muitos outros ritmos populares fazem parte do cotidiano da população do Estado.

Essa variedade musical com o jeito paraense é valorizada por seu povo. E, para reforçar esta característica, a RBA realiza o VI Festival de Música Popular Paraense para premiar e incentivar ainda mais esses artistas a preservarem a cultura do Estado.

São dois meses de festival, desde a fase de inscrição até a final, que escolherá os vencedores em várias categorias.

Músicas Classificadas para as Eliminatórias, etapas Belém e Marabá:

BELÉM

  • Rima Rasurada Marcelo Sirotheau
  • Branca no Black Ana Clarice Braga S. Matos
  • Batuque Patrícia Rabelo
  • Do Monte Emerson José L. Coelho
  • Lança no Olhar Milton Rocha
  • Para um Tal Amor Juliana Sinimbú
  • Folia das OndasMárcio Faria
  • Passeio ao MarajóFlávio Cristiano P. Santos
  • Que nem Beija-flôrHérlon Cláudi G. Tavares
  • Águas Turvas Led Gil Oliveira Couto
  • É mais um dia de luz Camila Alves
  • Navegante Aquarela Naianne de Cássia S. dos Reis
  • O samba Diego Xavier
  • Carimbó Jazz Renata Del Pinho
  • Terra Desunida Jorge Antonio G. Alves
  • Chorinho Navegado Ronaldo Silva
  • Vai Allan Carvalho
  • Samba Cadente Marlon D'Oliveira Castro
  • Origem Álvaro Leal Júnior
  • Viramundos Clodoaldo Ferreira
  • Voraz Gileno Foinquinos
  • Tutano Brasileiro José Maria Siqueira
  • Pouca Luz Natália Matos Rodrigues
  • Rios de Anseios Paulo Moura

MARABÁ

  • Será James Costa Vieira
  • Os Dias estão Difíceis Nilva Burjack
  • Tempo de Plantar e de Colher Marcelo Mourão Figueiredo
  • O Sonho de um Louco Andrei Ramos dos Santos
  • Quando o Amor se Vai Helberth Braz
  • Amor em Viagem José Ribamar da Costa
  • O que não Parece Mais Antonio Gonçalves C. Filho
  • A Cura Acalma Carla Daiane R. Pinto
  • Amazônia Arrebol Clube Clauber dos Santos Martins
  • Você é a Felicidade Jucelino Ferreira de Alexandria

Divulgação no Jornal dos 30 Selecionados: 14/09
Reunião na RBA: 15 de setembro

Eliminatórias em Belém: Dias 01 e 02/10, as 20h
(na sede social do Paysandú Esporte Clube)

Eliminatória em Marabá: Dia 26/09, as 20h
(na Praça São Félix de Valois, as 19h)

Publicação dos 12 Finalistas: 5 de outubro
Grande Final: 16 de outubro

Mais sobre o festival:
diarioonline.com.br/hotsite/festivaldemusica

COLÓQUIO E MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS
UMA POÉTICA DO TRANSBORDAMENTO

Marguerite Duras foi uma das mais conhecidas escritoras francesas do pós-guerra, além de importante diretora e roteirista de cinema. Nascida no dia 4 de abril de 1914, em Saigon (hoje Ho Chi Minh), a escritora em 2014 completaria 100 anos. Radicada na França, é autora de diversas peças de teatro, novelas, filmes e romances, tendo publicado os seus primeiros livros em 1943 e 1944, Os Imprudentes e A Vida Tranquila, respectivamente. A partir de 1959 começou também a escrever argumentos para o cinema, dos quais Hiroshima mon amour é sem dúvida o mais conhecido e marcante.  Em 1950 escreveu Un barrage contre le PacifiqueUma barragem contra o Pacífico e em 1980 ganha o Prémio Goncourt com o romance L’amant, O Amante

Com uma obra singular Marguerite Duras contribui para que a experiência literária se torne um acontecimento, capaz de transmitir uma experiência que humaniza e nos constitui.

Nesse sentido, o Colóquio e Mostra de Cinema Marguerite Duras Uma Poética do Transbordamentoobjetiva investigar, no espaço durasiano, a força do que excede, ou seja, o que – nos seus romances, na sua escrita, ou no seu cinema –, escapa e por sua vez faz escapar. O transbordamento de uma escrita que se destina a um mais além do que se pode nomear, e que por isso aponta para o impossível. Fala-se da potência móvel, espécie de força nua diante da qual tudo desliza. Tal como acontece com alguns dos seus personagens (Anne-Marie Stretter, em Índia Song / Lola Valérie Stein, em O Deslumbramento). Trata-se da experiência do transbordamento da escrita, e no curso dessas experiências, uma miríade de pesquisadores e especialistas se lançam neste colóquio – a partir de várias linhas de pensamento – para celebrar os 100 anos da escritora.

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PROGRAMAÇÃO

— • DIA 25 | QUINTA-FEIRA
Local: Cine Olympia

MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS

18h30 – Exibição do documentário: “ÉCRIRE” (1993)
Direção: Benoit Jacquot. Duração: 45 min

19h30ABERTURA DO COLÓQUIO MARGUERITE DURAS

MESA de abertura: “A escrita do transbordamento em Marguerite Duras
Dayse Rabello (PA): A invenção das índias: Criação e experiência em M.D
Elisabeth Bittencourt (RJ): Marguerite Duras habita nas cercanias do umbigo do sonho...
Nilson Oliveira (PA): M.D: escrever ou a escrita como vontade.
Mediadora: Luciana Brandão Carreira (PA)

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

20h30 – Performance: Um chão de palavras – com Juliana Manhães.
21h00 – Noite de autógrafos de livros dos conferencistas

— • DIA 26 | SEXTA-FEIRA
Local: Cine Olympia

MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS

14h – Exibição do Filme: “INDIA SONG” (1975).
Direção: Marguerite Duras. Duração: 115 min
Elenco principal: Delphine Seyrig, Michael Lonsdale, Mathieu Carrière.

CONFERÊNCIAS

16h – Mesa 1
Flávia Trocoli (RJ): Flor de amor que morde o peito: Lol V. Stein e o efeito Duras
Luciana Silviano Brandão Lopes (MG): O ser-a-três e "O deslumbramento de Lol V. Stein".  
Mediador: Manoel Leite (PA).

17h30 – PAUSA PARA O CAFÉ

CONFERÊNCIAS

18h – Mesa 2
Paulo Fonseca Andrade (MG): "Aqui é S. Talah, até o rio" – Marguerite Duras e a experiência da escrita
Luciana Brandão Carreira (PA): - Entre - dois - rios: a escrita de M.D. e ... a experiência da extimidade.
Mediador: Alberto Amaral (PA)

MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS

19h30 – Exibição do documentário: “A MORTE DO AVIADOR INGLÊS” (1993)
Direção: Benoit Jacquot. Duração total: 81 min

— • DIA 27 | SÁBADO
Manhã: Cine Libero Luxardo
Tarde e Noite: Cine Olympia

MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS

11h – Reapresentação do documentário: “A MORTE DO AVIADOR INGLÊS” (1993).
Direção: Benoit Jacquot. Duração total: 81 min.
Local: Cine Libero Luxardo.

CONFERÊNCIAS

16h – Mesa 3
Agostinho Ramalho (MA): Marguerite Duras: variações sobre “um vagabundo não arrependido
Ana Maria Medeiros da Costa (RS): Olhar e errância na poética de Duras.
Mediadora: Vanisa Gama Moret (RJ).
Local: Cine Olympia

17h30 – PAUSA PARA O CAFÉ

CONFERÊNCIAS

18h – Mesa 4
Dominique Fingermann ( Fr/SP ): Amar a dentro
Ruth Silviano Brandão (MG): “La mer écrite: la mer, la mère, l’amer”.
Mediador: Nilson Oliveira (PA)
Local: Cine Olympia

MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS

20h – Exibição do filme: “HIROSHIMA MON AMOUR” 1959. 
Direção: Alain Resnais. Elenco principal: Emmanuelle Riva, Eiji Okada, Stella Dassas, Pierre Barbaud, Bernard Fresson. Duração: 90 min.

 

— • DIA 28 | DOMINGO
Manhã: Cine Libero Luxardo
Tarde e Noite: Cine Olympia

11h – Reapresentação do filme: “HIROSHIMA MON AMOUR” 1959.
Direção: Alain Resnais. Elenco principal: Emmanuelle Riva, Eiji Okada, Stella Dassas, Pierre Barbaud, Bernard Fresson. Duração: 90 min. Local: Cine Libero Luxardo.

16h – Reapresentação do filme: “INDIA SONG” (1975). Direção: Marguerite Duras
Elenco principal: Delphine Seyrig, Michael Lonsdale, Mathieu Carrière. Duração: 115 min.
Local: Cine Olympia.

18h – Reapresentação do documentário:  “A MORTE DO AVIADOR INGLÊS” (1993).
Direção: Benoit Jacquot. Duração total: 81 min. Local : Cine Olympia.

20h - Reapresentação do documentário. “ÉCRIRE” (1993).
Direção: Benoit Jacquot. Duração: 45 min. Local: Cine Olympia.

CURADORIA
Elisabeth Bittencourt
Luciana Brandão Carreira
Nilson Oliveira

Conferências e filmes
CINEMA OLYMPIA
Av. Presidente Vargas | nº 918


CINEMA LIBERO LUXARDO
Av. Gentil Bittencourt, 650 (térreo)
coloquio.marguerite.duras@gmail.com
revista.polichinello@gmail.com
Contato telefônico: 91 3278.4578

ENTRADA FRANCA - INSCRIÇÕES GRATUITAS


— EDITAL CULTURA DE AUDIOVISUAL—

Já estão disponíveis o Edital Cultura de Audiovisual e os formulários de inscrição do projeto. O Edital destinará R$ 3 milhões para a produção independente de obras audiovisuais e prevê a seleção de dois projetos de ficção, que receberão R$ 1 milhão cada; um de documentário e um de animação, que receberão R$ 500 mil cada para exibição inicial na TV Cultura do Pará.

Podem participar como proponentes produtoras paraenses independentes, com registro regular e classificadas na Ancine. Cada empresa poderá concorrer com até três projetos e as obras audiovisuais deverão ser realizadas 80% em solo paraense, com a contratação de artistas e técnicos locais. Os projetos deverão ter por objeto a produção de obras seriadas com no mínimo quatro e no máximo oito episódios. Nos gêneros ficção e documentário, cada episódio deverá ter 26 minutos, enquanto no gênero animação, a duração será de 11 minutos, incluindo créditos iniciais e finais.

Realize o download dos documentos necessários para a sua inscrição:

Edital Cultura de Audiovisual: http://migre.me/l69Px
Formulário - orçamento - Producao TV: http://migre.me/l69TP
Formulário - Proj. Obra Seriada de Ficção: http://migre.me/l69YG
Formulário - Proj.Obra Seriada de Doc.: http://migre.me/l6a4m
Formulário - Proj. Obra Seriada de Animação: http://migre.me/l6aaa


Inscrições: De 18 de agosto a 01 de outubro

Mais informações aqui: 91 4005 7746
editalcultura@funtelpa.com.br


— FESTIVAL AUDIOVISUAL DE BELÉM (FAB 2014) —

Após atencioso e rigoroso processo de curadoria, a Comissão Organizadora do Festival de Audiovisual de Belém (FAB 2014) torna pública a lista de videoclipes selecionados para o evento, que ocorrerá de 17 a 20 de setembro, no Cinema Olympia. Dos treze vídeos inscritos, sete foram selecionados e serão exibidos no FAB 2014.

Confira a lista de selecionados para o festival:

- “Concurso”, Molho Negro, 2014, 2’30’’, Belém, PA
- “Falling”, Hoca, 2014, 04’03’’, São Paulo, SP
- “Muito muito pouco”, Arnaldo Antunes, 2014, 2’34’’, São Paulo, SP
- “Ó lá”, Sérgio Luiz e Felipe, Jundiaí, SP
- “O Som da Amazônia”, Mestre Solano, 2014, 3’16’’, Belém, PA
- “Por ela”, Alex Domingos, 2013, 3’56’’, Salvador, BA
- “To Love”, Vinyl Laranja, 2012, 4’15’’, Belém, PA

CURADORIA

Durante a avaliação, os curadores levaram em conta os aspectos estéticos da obra, seu caráter de inovação, criatividade e produção. Os curadores que participaram da seleção foram:

Henry Burnett: pós-doutor em Filosofia, é professor na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Como músico, possui quatro CDs gravados: “Linhas Urbanas”, 1996 (CD experimental); “Não Para Magoar”, 2006, com uma seleção de canções compostas em 15 anos, reunindo 12 faixas; “Interior”, 2007, gravado em Buenos Aires em parceria com a cantora portenha Florencia Bernales e o livro/CD Retruque/Retoque, 2010, em parceria com o poeta Paulo Vieira. Além disso, Henry também produziu o CD “Depois da revoada”, 2012, junto com o músico e poeta paulistano Julio Luchesi.

Jack Nilson: Formado em Artes Visuais (ESMAC), Mestre em Artes (UFPA) e em Estudos Literários (UFPA), pesquisa Cinema, Vídeo e Literatura em interface com as Artes Visuais e outras linguagens. É professor de Artes pela Secretaria de Estado de Educação e Técnico em Gestão Cultural do Laboratório de Audiovisual da Fundação Curro Velho. Também é compositor, cantor, guitarrista e produtor musical.

Lucas Padilha: músico, trabalha na Rádio Cultura e TV Cultura, em Belém. Atualmente se dedica à gerência de Programação Musical da Cultura FM, produz e apresenta o programa Balanço do Rock. Também é um dos diretores do programa Protótipo, produzido em parceria com a TV Cultura. Além do trabalho em comunicação é responsável pelo Meio Amargo, um projeto musical criado por ele para executar suas composições. Em 2014 lançaram o EP "Canções simples para pessoas complicadas", com 4 faixas. Lucas Padilha é graduado em Música e estudante de mestrado em Artes pela Universidade Federal do Pará.

Marcelo Damaso: jornalista e produtor cultural. Foi editor de cadernos de cultura, polícia e esportes em jornais da cidade, além de assessor de imprensa e redator. Desde 2006 organiza o Festival Se Rasgum, em Belém, por onde já passaram mais de 200 bandas, entre locais, nacionais e internacionais. Pela produtora, além de shows e festivais, realiza projetos de formação e capacitação com workshops, oficinas, palestras etc., fomentando o mercado da música em Belém e no interior do Pará. Também pela Se Rasgum Produções, edita a revista bilíngue “Seleta – A música da Amazônia”. Toca baixo na banda The Baudelaires e violão e guitarra com a cantora Ana Clara. Criou o blog www.cartasuruguaias.com.br em 2008, quando passou alguns meses em Montevidéu escrevendo “Iracundo”, seu primeiro romance, vencedor do Prêmio Iap de Literatura.

Woltaire Masaki: aluno do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Pará, já atuou em diversas produções audiovisuais como, dentre outras funções, fotógrafo e diretor. Atualmente integra, ao lado de outros cinco profissionais da área, a Fóton Filmes.

Victória Costa: Publicitária (UNAMA), granduanda em Cinema e Audiovisual (UFPa), integrante da Fóton Filmes e do CLIC. Já participou de produções de videoclipes em Belém e estudou música paraense em seu trabalho de conclusão de curso em comunicação.


FINALISTAS E PREMIAÇÕES

Serão 4 (quatro) finalistas em cada categoria (Melhor Direção, Melhor Produção, Melhor Edição, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Arte e Melhor Fotografia, cujos vencedores receberão certificados e troféus e a categoria de Melhor Videoclipe, cujo vencedor receberá R$ 1.300 (Um mil e trezentos reais). Os responsáveis por cada vídeo finalista receberão via e-mail nos próximos dias as informações sobre o processo de seleção e premiação.

Lembramos que durante o festival haverá ainda o Prêmio do Júri Popular para o Melhor Videoclipe, em que o público poderá votar em qualquer um dos vídeos selecionados.

Os videoclipes selecionados serão exibidos ao longo da programação do Festival, que será divulgada em breve. O FAB 2014 conta com o patrocínio do Banco da Amazônia.

Mais detalhes sobre o festival: www.portal-fab.com

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Criado em 2013, o Festival de Audiovisual de Belém - FAB conta com o patrocínio do Banco da Amazônia e é uma promoção do CLIC, empreendimento sociocultural especializado na promoção, organização e produção de cursos livres e eventos acadêmicos e culturais em Belém do Pará.

Amplo e diversificado, o FAB 2014 objetiva incentivar a produção técnica e conceitual dos interessados em tal área e visa criar/ se constituir em um ponto de encontro em que público e produtores de audiovisual possam dialogar e trocar experiências. Além disso, o festival pretende colaborar para inserir de vez Belém na geografia nacional da produção audiovisual contemporânea, levando em conta a diversidade de possibilidades de criação e demonstrando isso na capital paraense, o que está sintetizado no slogan do evento: Audiovisual vai além. Audiovisual vem pra Belém.

CINE OLYMPIA
Av. Presidente Vargas, 918
Campina - Belem/PA
Realização: 17 a 20 setembro
Tel Olimpia: 91 3230 5380
cinemaolympia@belem.pa.gov.br
www.cinemaolympia.com.br


— MOSTRA PARÁ 2014 —

Desde o início de 2014, o Instituto de Artes do Pará (IAP) tem levado a Mostra Pará a diversos municípios do Estado. Apenas em julho, mais de seis mil espectadores receberam a programação, em cidades como Primavera e Oriximiná. A expectativa é que a caravana alcance cerca de 15 mil pessoas.

A ideia da Caravana Mostra Pará surgiu exatamente com essa necessidade de se colocar cada vez mais presente no Estado. O projeto vai circular em 14 cidades do sudeste paraense, de forma contínua, durante 37 dias. A bordo da caravana estão uma equipe de cinco técnicos do IAP e seis grades de filmes com diferentes títulos, incluindo animações, documentários e ficção, entre curtas e médias-metragens. Ao todo, são 290 títulos a serem exibidos.

Idealizada para proporcionar o acesso gratuito às produções audiovisuais do Estado, a Caravana Mostra Pará passará por municípios como Conceição do Araguaia, Redenção e Sapucaia, levando uma vasta programação com temáticas variadas sobre a região amazônica, incluindo gêneros como drama e comédia.

Ação direta do Núcleo de Produção Digital do Pará (NDP) do IAP, a mostra nasceu com o objetivo de identificar as produções audiovisuais do Estado e elaborar estratégias de circulação e divulgação desses trabalhos. O objetivo é também de suscitar o resgate de cidadania paraense, para o cidadão se reconhecer na tela, em um processo de diálogo estabelecido entre o realizador e o espectador.

Com quase 300 títulos, a mostra foi construída com a parceria dos realizadores, que forneceram seus trabalhos para a ação. Em Belém, estes títulos são oferecidos ao público como parte da programação do Cineclube Alexandrino Moreira, do IAP, às segundas-feiras, em sessões gratuitas e também em eventos para os quais o NPD é convidado ou em que é apoiador, como feiras, festivais e mostras audiovisuais.

Para a Caravana Mostra Pará, seis grades especiais de títulos foram montadas. A atenção especial se dá em virtude das particularidades de cada município, buscando aproximar-se ao máximo do perfil de atividade cultural e expressão popular por onde passará. Na programação estão filmes como “O Grande Balé de Damiana”, de João Loureiro Junior; “Juliana contra o Jambeiro do Diabo pelo Coração de João Batista”, de Roger Elarrat, e “Sonoro Diamante Negro”, de Suely Nascimento, dentre outros.

A Caravana Mostra Pará recomeça neste domingo (17), com programação na Praça Matriz de Tucuruí. O encerramento será em Dom Eliseu, em 19 de setembro. Toda a programação está disponível na Web TV do NPD do IAP, no endereço npdwebtv.wordpress.com/category/home/programacao.

Datas da Caravana Mostra Pará:

  • Tucuruí – Dia 17/8
  • Breu Branco – Dia 19/8
  • Goianésia do Pará – Dia 21/8
  • Marabá – Dias 23 e 24/8
  • Parauapebas – Dia 26/8
  • Curionópolis – Dia 28/8
  • Sapucaia – Dias 30 e 31/8
  • Xinguara -Dia 2/9
  • Rio Maria – Dia 4/9
  • Redenção – Dias 6 e 7/9
  • Conceição do Araguaia – Dias 9 e 10/9
  • Abel Figueiredo – Dias 13 e 14/9
  • Rondon do Pará – Dia 16/9
  • Dom Eliseu – Dias 18 e 19/09

Serviço: Caravana Mostra Pará nos municípios do sudeste do Estado.
De 17 de agosto a 19 de setembro, sempre às 19h. Aberta ao público.

Danielle Franco
Instituto de Artes do Pará

Horário: 19hEntrada Franca


— FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ —

O I Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA acontecerá no município de Bragança, Pará, entre os dias 12 e 15 de Dezembro de 2014.

O FICCA destaca o papel do cinema, do vídeo e da produção audiovisual em geral na construção de uma sociedade mais justa e solidária, sendo, portanto, uma jornada cultural sem fins lucrativos que tende a inverter a lógica do mercado audiovisual para potencializar a liberdade criativa.

A iniciativa nasce da necessidade de se criar mais uma porta para o intercâmbio entre realizadores e produtores das mais diversas origens e com as suas infinitas propostas de linguagens estéticas e de formas de captação, fora dos mercados tradicionais e mais próximos das comunidades locais.

O espaço é aberto para filmes e/ou vídeos curtas, médias e longas metragens de qualquer gênero ou temática. Cada realizador poderá submeter apenas uma obra ao FICCA.

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Mais Informações e Ficha de Inscrição, aqui:
ficcafestival.blogspot.com.br

Os interessados deverão preencher e assinar a ficha de inscrição
até as 23h59min do dia 17 de setembro de 2014e enviá-la para:

I FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ - FICCA
Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1650 / Centro
Bragança – Pará – CEP: 68600-000
FICCA: ficcacinema@gmail.com
Francisco Weyl (carpinteirodepoesia@gmail.com)
Telefones: 91 9642 2018 / 8821 2419



LITERATURA •
LITERATURA
• LITERATURA

— TUDO O QUE NÃO FOI —

Se beber, não dirija” – quantas vezes essa frase já foi dita? Mesmo assim, seguimos com a estatística de 66.000 mortes (DPVAT) por ano no Brasil, 40% delas ligadas ao consumo de álcool, mais da metade afetando jovens entre 18-35 anos.

Foi pensando na exaustão do discurso institucional acerca do tema dos (não) acidentes de trânsito no Brasil, que esta coletânea foi concebida pela organizadora, o Movimento Não Foi Acidente e Viva Vitão. Nas palavras de Jairo Bouer, que assina a orelha do livro: “... talvez seja na literatura, na ficção, que as pessoas consigam enxergar e perceber o que apenas a razão não tem sido capaz de fazer: o quanto a vida do outro é muito mais importante do que qualquer gole de imprudência e irresponsabilidade.” Segundo Deborah Kietzmann Goldemberg, “a literatura nos traz a possibilidade de ir além do racional e mais próximos da alma humana... há em cada um desses contos o que está por trás desse descaso com a vida.”

Há autores de todas as regiões do país, já que o tema da coletânea é uma preocupação nacional: Ceará, Pará, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, além dos paulistas. Confira a lista:

Ana Miranda
Bernardo Ajzenberg
Bernardo Kucinski
Bobby Baq
Caco Ishak
Carlos Eduardo de Magalhães
Deborah Kietzmann Goldemberg
(org.)
Douglas Diegues
Ignácio de Loyola Brandão
Ítalo Ogliari
Luiz Roberto Guedes
Marcelino Freire
Paula Fábrio
Rubiane Maia
Wellington de Melo


Sobre o movimento “Não Foi Acidente:

Criado por Rafael Baltresca e Nilton Gurman, com o apoio de uma imensa rede de apoio. Rafael perdeu sua mãe e irmã no dia 17 de setembro de 2011 e Nilton deu adeus a seu sobrinho Vitor alguns dias após seu atropelamento em 23 de julho do mesmo ano. A exposição midiática desses casos, somada à tristeza e apelo por justiça de inúmeras famílias, foi um grande impulso à criação do movimento. O movimento vem empreendendo, ao longo dos anos, debates, ações de conscientização e suporte a todos os movimentos de cidadania no trânsito. Seu objetivo é mudar as leis de trânsito brasileiras, as quais têm tantas brechas e são tão permissivas.

O lançamento, em Belém, ocorrerá durante a abertura da Semana Nacional do Trânsito, promovida pela Semob (Prefeitura de Belém), após a palestra de Nilton Gurman sobre os trabalhos desenvolvidos pela ONG Não Foi Acidente, a partir das 11h, no Hangar.

HANGAR – Centro de Convenções da Amazônia
Avenida Dr. Freitas s/n - Marco - Belém/PA
Dia 18 de setembro, das 11h as 14h
Contato: 55 91 3344 0100
eventos@hangarcentrodeconvencoes.com.br



ARTES PLÁSTICAS
• ARTES PLÁSTICAS

— CONDURÚ —

O Centro Cultural do Carmo apresenta “Condurú” - Exposição de fotografias de JM Condrú e desenhos de P.P. Condurú, em homenagem a um dos mais importantes intelectuais paraenses: José Maria Hasketh Condurú.

O novo espaço cultural de Belém, localizado no centro histórico da cidade, abre suas portas na próxima quinta-feira, dia 18 de setembro, para uma demonstração pública de afeto e reconhecimento ao trabalho e obra de José Maria Hesketh Condurú (1900-1974), agrônomo de formação, mestre de gerações de acadêmicos, conhecido internacionalmente pela sua atuação como professor de física, botânica, meteorologia e relevância de suas publicações científicas. A exposição “Condurú” traz obras de dois netos do “velho Condurú”, como era conhecido carinhosamente entre seus alunos, mesmo antes de tornar-se idoso. São 12 desenhos do artista plastico, P.P. Condurú, e 25 fotografias de José Maria Hesketh Condurú Neto.

Condurú” será a primeira exposição de JMCondurú e traz um pouco de tudo o que ele gosta de retratar, especialmente arquitetura e Belém, da qual possui um acervo com mais de 80 fotos antigas – detalhe: há algum tempo ele vem clicando os mesmos locais das fotos de seu acervo histórico da cidade e deve publicar um livro para a celebração dos 400 anos; mas por enquanto, curte o encontro no CCC e aposta na expectativa de que outros gostem de suas imagens e passem a visitar seus blogs (jmconduru.blogspot.com e www.flicker.com/photos/jmconduru), contribuindo com críticas e sugestões. Além da surpresa da primeira exposição acontecer e ser em homenagem ao avô, JMCondurú diz estar muito feliz em “expor ao lado de P.P. Condurú que, embora primo, é um artista consagrado, ou seja, outra ideia genial do Reginaldo Cunha”, conclui.

Com um trabalho mais elaborado e lapidado em transições vivências de 40 anos no universo das artes, P.P. Condurú também ficou surpreso e feliz pelos reencontros e homenagem e decidiu apresentar um pouco de seu novo trabalho. “Na realidade, desde que vi o Centro Cultural do Carmo sendo construído pensei em expor lá, mas achei muito legal o convite e passei a encarar como uma coisa leve, sem a pressão de individuais - é como se fosse um show intimista que vai abrir a festa – nossa família tem esses talentos e vamos abrir o CCC dessa forma, bem família, despretensiosamente, gostei disso, ainda mais por ser em homenagem ao meu avô e também em gratidão ao Reginaldo, que sempre apoiou o meu trabalho, desde o início".

O que P.P. Condurú traz para o Centro Cultural do Carmo, são “desenhos” integrantes de um projeto maior, chamado Pixelpart (multiplicação), que envolve a pesquisa de e outras linguagens, entre as quais painéis gigantes; game e video mapping. Segundo o artista, ele está desenvolvendo uma técnica como se fosse uma fábrica de azulejos em miniatura, onde fabrica cada peça. “Pinto com tinta acrílica e certos vernizes pra dar aparência de azulejos antigos, assino e depois monto como se fossem pixels de uma tela de computador e passo a sugerir montagens de diversas dimensões, em diversos suportes e o design final é a ´'brincadeira' Pixelpart, com a mistura dos meus trabalhos de computação e os azulejos da minha infância na velocidade da internet".

Desde que começou a pesquisa Pixelpart, P.P. Condurú já criou e produziu mais de 3.500 peças de 30 séries, materializadas em suportes distintos para montagens própria e coletiva, em dimensões diferentes, a partir das matrizes iniciais, por enquanto nos formatos de 23,5 x 23,5cm e 3,5 x 3,5 cm. "Cada Pixelpasr é original, por isso a minha pretensão inicial em expor no Centro Cultural do Carmo, religando tudo”, lembra P.P. Ele também possui e alimenta um blog de arte e um sítio, em construção - ppconduru1.wix.com/ppconduru | ppconduru.blogspot.com.br.


Centro Cultural do Carmo
Praça do Carmo, 40 – Cidade Velha
Dia 18 de setembro, 19h30
Visitas até 18 de outubro
Segunda a sexta, das 9h as 12 e das 15 as 18h
Aos sábados vistas de 9h as 13h.
centroculturaldocarmo@gmail.com


— TRIANGULAÇÕES —

A Mostra Triangulações chega este ano a Belém com o objetivo de promover o intercâmbio entre a arte de diversas regiões do Brasil. Para esta edição, foram escolhidas - além da capital paraense - as cidades de Maceió e Salvador. A curadoria da mostra em Belém é de Vânia Leal, que recebeu no mês de julho a curadora geral do projeto, Marília Panicz, e juntas selecionaram os quinze artistas paraenses que irão estar presentes na etapa local da Triangulações. A exposição será aberta no dia 18 de setembro, na Galeria do CCBEU.

A pré-produção da Mostra Triangulações foi iniciada em maio, com o termino do Circuito das Artes 2014, em Salvador. Quinze artistas que tinham trabalhos ali foram escolhidos para compor o projeto itinerante que visitará as cidades de Maceió e Belém até voltar à Bahia. Para a etapa paraense, a escolhida para a curadoria foi Vânia Leal, que explicou um pouco sobre a dinâmica da mostra: “Essa exposição vem de uma na Bahia. E a partir da questão do Circuito das Artes, como estava a arte na cidade. É um diálogo sobre a arte na região e a produção nesse eixo Norte- Nordeste. Essa segunda edição será em Belém, Maceió e Salvador. Em Salvador, os quinze artistas já foram selecionados e a partir de lá o circuito em Belém será definido. Sou a responsável pela curadoria local”, afirma.

Em Belém, Vânia Leal ficou encarregada de selecionar quinze artistas locais para que a curadora geral, Marília Panicz, definisse os escolhidos. De acordo com ela, a seleção foi feita por vários critérios. “São artistas que comungam com a arte contemporânea e a regional. Um trabalho que vai além do lugar. E o elenco tem o trabalho reconhecido no Brasil e fora”, conta.

Após a visita, o grupo seleto ficou composto por: Alberto Bitar, Alexandre Sequeira, Orlando Maneschy, Armando Queiroz, Armando Sobral, Elaine Arruda, Pablo Mufarrej, Melissa Barbery, Danielle Fonseca, Cláudia Leão, Keyla Sobral, Nina Matos, Nailana Thiely, Emanuel Franco e Carla Evanovitch. Eles irão expor suas obras na etapa paraense da Mostra Triangulações.

Esta é a primeira vez da Mostra Triangulações em Belém, anteriormente ela foi realizada em Pernambuco, Distrito Federal e Bahia. A edição paraense começa no dia 18 de setembro e segue até 18 de outubro, na galeria do CCBEU.

No ano passado, a mostra reuniu obras representantes do território artístico contemporâneo brasileiro, nas cidades de Brasília, Recife e Salvador. Com curadoria geral de Alejandra Muñoz e regional de Marília Panitz Silveira, a exposição exibiu peças de 49 artistas de variadas gerações, sendo 20 da Bahia, 20 do Distrito federal e nove de Pernambuco. A mostra ofereceu um circuito de artes visuais que convidou o público a admirar a diversidade e o ecletismo, com acesso a novas obras produzidas fora do eixo Rio-SP.

Galeria do CCBEU
Travessa Padre Eutíquio, 1309
Vernissage: 18 de setembro (quinta), às 19h
Visitação: até 18 de outubro. De terça à sexta
de 9h às 12h e das 13h as 19h30
Aos sábados de 9h às 13h
Informações: 55 91 3221.6100
www.ccbeu.com.br


— SOBREVIDAS | FOTOJORNALISMO PARAENSE —

Com a intenção de divulgar e valorizar a produção dos fotojornalistas do Estado, o Centro Cultural Sesc Boulevard, em Belém, abre nesta terça-feira (16), a partir das 19h, a mostra “Sobrevidas”, que reúne imagens de 27 fotojornalistas paraenses. As fotografias retratam a experiência cotidiana dos profissionais e buscam dividir com o público os diversos olhares que envolvem a compreensão de nosso tempo. A programação de abertura da exposição tem entrada franca.

Sobrevidas” reúne distintos pensamentos visuais: incômodos, belezas, violências, diversões e preocupações, materializados em imagens diárias, recolhidas por fotojornalistas paraenses que contam histórias do mundo e revelam para a sociedade as múltiplas formas de viver e morrer.

Fotojornalistas que fazem parte da exposição: Camila Lima, Antônio Cícero, Akira Onuma, Ary Souza, Bruno Carachesti, Cézar Magalhães, Cláudio Pinheiro, Elielson Modesto, Elivaldo Pamplona, Everaldo Nascimento, Jader Paes, Jaime Souzza, Leila Jinkings, Marcelo Lélis, Marcelo Seabra, Marco Santos, Mauro Ângelo, Ney Marcondes, Oswaldo Forte, Paulo Amorim, Ricardo Lima, Rogério Uchoa, Shirley Penaforte, Tamara Saré, Tarso Sarraf, Wagner Almeida e Wagner Santana. (Portal Cultura)

Promovida pelo Serviço Social do Comércio – Sesc Pará, a exposição faz parte do plano de metas da instituição, que entre outros objetivos, tem a missão de criar oportunidades e atender ao público comerciário, categoria da qual fazem parte os fotojornalistas.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 16 de setembro (terça), às 19h
Visitas até 26/10 | terça a sábado, das 9h as 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— POUCAS TRANCAZ —

O Poukas Trancaz surgiu em abril de 2014, com o intuito de aproximar artistas, que por alguma razão, mesmo morando na mesma pequena cidade, não se conheciam. Foram 5 eventos Poukas Trancaz ao longo de 6 meses, onde abrimos as portas e as paredes da Galeria Gotazkaen para a apresentação e troca de artes entre artistas.

Foram mais de 50 artistas expondo e trocando suas artes durante as 5 edições do Poukas Trancaz, entre músicos, fotógrafos, ilustradores, artistas visuias e todos que vinham passar uma trade agradável de domingo na Galeria Gotazkaen.

A cada nova edição éramos surpreendidos com trabalhos belíssimos que nunca havíamos visto antes, foi então que surgiu a ideia de começarmos a fazer uma pequena curadoria e escolher 12 artistas para uma exposição que ocuparia as paredes da galeria por 40 dias.

A edição (mais do que) especial do Poukas Trancaz, será uma exposição coletiva com 12 artistas que passaram rapidamente por nossas paredes em eventos anteriores e chamaram muito a nossa atenção. Eles São:

Nil Cerqueira, Fábio Vermelho, Clarisse Pintat, Roberta Couto, Tobias da Luz, Diana Figueroa, Jéssica Araújo, Mateus Sil, Daniel Zuil, Théo Lima, Sucks e Layse Almada.

Galeria Gotazkaen
Rua Ó de Almeida, 755
Entre: Piedade e Assis de Vasconcelos
Dia 20 de setembro (sábado), a partir das 16h
Visitas: De segunda a sexta, das 10h às 19h
Informações: +55 91 3347 6632
contato@gotazkaen.com


— PATRIMÔNIO DA DOR | MICHEL PINHO —

Mostra fotográfica retrata dor dos campos de concentração

Um olhar sobre a dor do passado que ainda pode ser percebida nos prédios e caminhos dos campos de concentração do nazismo é a proposta do artista Michel Pinho, na exposição “Patrimônio da dor”, que será aberta na próxima terça-feira 09 DE SETEMBRO, na Galeria Theodoro Braga (subsolo do Centur).

Por meio de 14 fotografias (de um total de mais 1.200 imagens), feitas durante os anos de 2010 a 2013, Michel Pinho mostra registros da herança nazista presente nos prédios e construções de cidades da Alemanha e da Polônia. “Saí de Belém com a ideia de fazer esse caminho da Segunda Guerra Mundial, passando por cidades onde existiram campos de concentração”, conta.

Ao questionar como a construção visual desse regime pode nos ajudar a compreender a dor que emana de prédios, caminhos, banheiros e arames – presentes no mesmo lugar que um dia foi campo de concentração durante a segunda grande guerra – o artista sugere o rompimento de fronteiras.

A exposição foi uma das selecionadas no edital da Galeria Theodoro Braga e, segundo Michel Pinho, serve de gabarito, já que a galeria do Centur é um importante espaço de socialização da produção visual paraense. “O espaço [Galeria Theodoro Braga] faz parte do circuito de artes de Belém e tem um portfólio garantido de frequentadores”, afirma Michel Pinho.

Penso que o meu trabalho não tem um público definido, desde o transeunte que passa ocasionalmente pela frente do espaço, até o fotógrafo que gosta de acompanhar o trabalho dos colegas. Tenho a esperança que alunos de graduação de História possam ter acesso ao material. É uma tentativa de abordar temas históricos de outra forma, sobre um olhar mais poético e menos acadêmico”, explica o artista.

Para o fotógrafo, a expectativa é que as pessoas dialoguem silenciosamente diante de tanta irracionalidade. “Espero que o público possa sair da Galeria pensando na sua condição humana e como a intolerância ainda é vida na contemporaneidade”, conclui.

Michel Pinho começou a fotografar nas oficinas da Fotoativa e, desde então, participou do salão Arte Pará, como convidado, e de coletivas na França e Bélgica. Suas obras estão no acervo da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, em Belém, e na Foto-arte, em Brasília. Atualmente o artista é mestrando em Arte e Cultura. (Agência Pará)

Galeria Theodoro Braga
Av Gentil Bittencourt, 650
Centur (esquina da Rui Barbosa)
Vernissage: 09/09 (terça), as 19h
Em exposição até o dia 30 de setembro
Horários: segunda à sexta de 9h as 18h
Informações: 55 91 3202 4313 
galeriatheodorobraga@gmail.com


— JORGE EIRÓ | LINHA DO HORIZONTE —

Jorge Eiró expõe série de novas pinturas na Elf Galeria.

Neste Setembro teremos novas pinturas de Jorge Eiró na Elf galeria. São trabalho usando papel e tela como superfície, feitos exclusivamente para a mostra que se inicia no dia 13 e segue até 4 de outubro de 2014.

Jorge Eiró nasceu em Belém, em 1960, é artista plástico e arquiteto formado pela Universidade Federal do Pará; professor da Universidade Federal do Pará e da Universidade da Amazônia. É membro do Conselho de Curadores do Museu de Arte do CCBEU, tendo executado diversas ações curatoriais em exposições realizadas nesta cidade.

Jorge Eiró defendeu recentemente a tese intitulada Arquitetura dos Afectos - escrileituras sobre desenhos de artistas-professores, que lhe concedeu a nota máxima no Programa de Pós-graduação em Educação da UFPA e segue avançando em sua vida acadêmica e artística, com a humildade de um sempre dedicado aprendiz.

A exposição Linha do Horizonte resulta um pouco dessa experiência de vida e da pesquisa de linhas e cores que o artista vem desenvolvendo. As obras têm inseridas em seu conceito a visão de um artista disposto a ampliar seu olhar, que usa a estética para compor uma poesia na imagem. Ampliar o olhar até a linha do horizonte quer dizer enxergar aquilo que sempre esteve a sua frente, e que vem sendo percebido com o desejo de quem espera ver algo novo, diferente do que vê; ou mesmo de quem deseja valorizar o belo quase despercebido, nessa inversão completa de valores que nos faz ver as pessoas imergindo, com se afundassem na massa orgânica presente nas águas.

As pinturas do Jorge Eiró, portanto, trazem um convite metafórico ao observador que busca novos horizontes e quer ver além do óbvio, romper os sentimentos prisionais, sair da rotina que embota o olhar para enxergar mais além, percebendo no infinito a grande razão para externar toda potencialidade que aos humanos foi concedida nesse percurso da vida, onde tanto precisamos aprender e praticar renovações e mudanças, para sermos melhores.

Jorge Eiró é um dos principais nomes das artes plásticas do Pará, na atualidade.

ELF GALERIA
Av. Govenador José Malcher
Passagem Bolonha, 60. Nazaré
Abertura: 13 de setembro (sábado), 11h
Visitação, de 15/09 a 04 de outubro
De segunda a sexta, das 10h as 19h
aos sábados, de 10h as 14h
Informações: 91 3224 0854
www.elfgaleria.com.br
www.facebook.com/elfgaleria


— COM LICENÇA POÉTICA —
Danielle Fonseca & Keyla Sobral

Dois jovens talentos das artes paraenses se reúnem numa mesma exposição a partir de hoje. Danielle Fonseca e Keyla Sobral traçam um diálogo delicado em “Com Licença Poética”, que fica em cartaz até 28 de setembro, no Museu de Arte da UFPA, com curadoria de Marisa Mokarzel.

O título da exposição, emprestado da poesia de Adélia Prado, dá o tom dos trabalhos que a dupla apresenta. A poesia, que termina com os versos “Vai ser coxo na vida é maldição pra homem./Mulher é desdobrável. Eu sou.” indica que as imagens e palavras compartilhadas entre as duas artistas avançam para além, “até o indecifrável espaço onde se abrigam sentimentos, afetividades, memórias e indagações constantes.”, como diz a curadora em seu texto de apresentação da mostra.

As obras misturam filosofia e a arte, que entram em sintonia no processo criativo das duas. Nas pinturas, fotografias e objetos criados por Danielle Fonseca, se interligam o surf (que ela pratica e que tem se tornado também inspiração para a obra artística), e os filósofos Gilles Deleuze e Daniel Lins. Nas obras de Keyla Sobral, a filosofia também comparece quando ela “deixa expostas suas ilhas e mapas afetivos”, diz Marisa.

Enquanto a arte surge pautada pelas sensações e sentimentos da vida, as artistas mostram que não é preciso ter medo de ser feminina e desempenhar vários papéis. Assim, analisa Marisa Mokarzel, reinventam o banal e no íntimo cotidiano “permitem que se perceba a repressão que impõe o choro engolido, tatuado na garganta. Ao mesmo tempo propõem o mergulho na água (lágrima ou rio?), para logo se emergir no topo da prancha, deixando o corpo, ao vento, flutuar na instabilidade da onda”.

Diante das fragilidades expostas, descobrem a coragem, se lançam ao salto, desafiadoras, diante do nada. E no meio da delicadeza desse discurso, também se permitem o grito.

Mulher é desdobrável”, diz Adélia Prado. E na exposição que abre esta noite, Danielle e Keyla se desdobram, “elevam-se do chão, e saltam, desprendem-se do palpável para aproximarem-se dos vestígios advindos do passado, do que ali foi vivido e impregnou as palavras, as imagens, os objetos”, pontua Marisa Mokarzel.

A colaboração de Danielle e Keyla vem de outros trabalhos. O filme “A Vaga”, documentário de Danielle sobre a relação do surf com a arte e a filosofia, é co-dirigido e editado por Keyla. (Diário do Pará)

Mais sobre: Danielle Fonseca:
www.culturapara.art.br/artesplasticas/daniellefonseca

Mais sobre: Keyla Sobral:
www.culturapara.art.br/artesplasticas/keylasobral

Museu da Universidade Federal do Pará
Av. Governador José Malcher, 1192, Nazaré
Abertura 21 de agosto, às 19h
Período: 21/08 a 28 de setembro
Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h
Sábados, domingos e feriados: de 10h às 14h
e-mails: museufpa@gmail.com e museu-ufpa@ufpa.br.




TEATRO •
CINEMA
• DANÇA

— BRINQUEDO BRINCADO —

Cia. Teatral Nefesh apresenta "Brinquedo Brincado", no Sesc Boulevard, neste domingo 21 de setembro, as 11h. Este espetáculo é o primeiro da Cia. Nefesh, que surgiu em 2005, a partir do projeto de pesquisa e montagem "Pierrô e Cabeçudo como provocadores do riso", no Instituto de Artes do Pará. Apresentando os personagens infantis Nefeshtiti e Nefeshtófilo como elementos provocadores do riso popular, o espetáculo destaca a importância dos personagens Pierrô e Cabeçudo do Boi de Mascara de São Caetano de Odivelas, pelo seu valor cênico como veículo do riso coletivo.

Em cena, a companhia reúne dois atores e bonequeiros de diferentes nacionalidades: o arte-educador e pedagogo Joelson Lenny (Brasil) e a atriz e professora Virginia Candiotti (Argentina). A direção é do ator e bonequeiro Aníbal Pacha.

A linguagem do boneco e do clown são as principais fontes de pesquisa do grupo, que no seu segundo espetáculo, "Um Quarto de (H)ora" busca refletir através da oração do Pai Nosso sobre aquilo que dizemos todos os dias sem percebermos o verdadeiro sentido e força da expressão da palavra. O espetáculo enquadra-se numa relação simples entre o homem e Deus.


SESC Boulevard

Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dias 21 de setembro (domingo), às 11h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— SÓ DÓI QUANDO EU RIO —

Artistas que fazem rir de si mesmos e, assim, rindo, fazem pensar. “Só Doi Quando Eu Rio” é o espetáculo criado pelo Coletivo TartaRuga para brincar com situações e personalidades paraenses, promovendo, às gargalhadas, um abrir de olhos para questões como saneamento básico, educação, cultura e… por que o Teatro São Cristovão ainda não está reformado? Questões sérias que ganham um tom divertido de crítica.

Cláudio Melo, diretor do espetáculo, afirma que tudo foi pensado com base no gênero “besteirol”, ganhando assim uma estrutura cênica que não é rígida e permite muito mais a interação com o público, informal. Mas, ao mesmo tempo, se contradiz: “é um espetáculo que não tem nada de ‘besteirol’. Mesmo sem apelação, ele é crítico, ácido”, completa.

Há um ano ele e outros artistas do cenário cultural paraense iniciaram o movimento “Chega”, que envolvia não apenas artistas do teatro, mas também da música, da dança, da arte de rua, todos cobrando políticas públicas de cultura. “O espetáculo é fruto dessa nossa aproximação. Percebemos que nossa melhor arma é a nossa arte”, afirma o diretor.

A narrativa tem ainda a influência de Dias Gomes em “O Bem Amado”, com a fictícia cidade de Sucupira como pano de fundo. “Como na cidade fictícia, aqui nada mudou em 40 anos”, conclui o diretor.

O que passou por algumas modificações para receber o espetáculo foi o prédio do teatro Cuíra. Já na chegada, um pequeno palco foi montado perto de poltronas e mesas parecidas com as de um bar. O elenco surgiu na recepção, apresentou personagens, declamou poesia, batizou um avião e brincou com o público que aguardava o início do espetáculo. “Tudo nasce daquilo que a gente vive no dia a dia, do que acontece por aí e a gente acha que dá piada. Como a situação do celular… As pessoas têm disso, de achar que a gente quer saber da vida delas, e falam alto ao celular em qualquer lugar”, explica a atriz Ronalda Salgado, exemplificando uma das brincadeiras abordadas pelo espetáculo.

Ronalda tem 28 anos de teatro e o faz por amor. “É maravilhoso. E é um grande prazer ainda estar em cena. A gente se diverte fazendo, e desde os ensaios foi assim, divertido. E é isso que faz dessa uma boa comédia. Você não pode querer fazer comédia esperando o riso. A comédia se faz quando você mesmo se diverte com aquilo que está apresentando”.

E diversão não faltou, com músicas do cancioneiro paraense que a plateia cantou junto ou achou graça de seus intérpretes caricatos; com versões bem-humoradas das personalidades e artistas paraenses que todos reconhecem facilmente ao primeiro trejeito; enfim, com a atuação de um grande elenco que subiu ao palco como um grupo de amigos querendo apenas se divertir com os visitantes daquele espaço. (Diário do Pará)

FICHA TÉCNICA

Criação Coletiva

Direção – Cláudio Melo
Assistente de Direção – Ronildo Carvalho
Customização de Figurinos e Bonecos – Jefferson Cecim
Iluminação – Ronaldo Rosa | Leandro Lima
Fotografia – Leandro Lima
Operação de Sonoplastia e Teclados – Leoci Medeiros
Produção – Zê Charone
Realização – Grupo Cuíra | Coletivo TartaRuga

Teatro Cuíra
Primeiro de Março, 524
(esquina com a Trav. Riachuelo)
Sextas, sábados e domingos de setembro, 20h
Até o dia 21 de setembro | Ingressos a R$ 20,00
cuiradopara@hotmail.com | Contato: 91 8888 5274


— A LOUCURA DE UMA ATRIZ —

O Espetáculo A loucura de Uma Atriz traz para o palco a experiência e talento de Luiza de Abreu. Por seu reconhecimento como atriz, foi presenteada pelo conceituado escritor e dramaturgo paraense Nazareno Tourinho com o texto, no desafio de montar e representar o referido espetáculo teatral.

A personagem é uma construção de sentidos que transitam no hibridismo entre a racionalidade e a loucura humana; esta última com economia da insensatez extremada dos conhecidos loucos e insanos pensamentos que ligam o homem a outros mundos, como os da incoerência material e dos arquétipos do mundo inteligível. O diálogo entre as consciências vivenciadas é constante, e o que prevalece, somente o[a] espectador[a] pode definir o que é prioridade, após decifrar o perfil social e psicológico desta personalidade.

Texto: Nazareno Tourinho
Atriz: Luiza de Abreu

Direção: Francisco Chagas
Iluminação: Sonia Lopes
Sonoplastia: Ronaldo Bitencourt

Teatro Waldemar Henrique
(Praça da República – Campina - Belém
Dias 10, 11 e 12 de setembro,  às 20 h
Ingressos a R$ 10,00 na bilheteria do Teatro
e estudantes pagam meia
Contato: 91 3224 5656


— O MENINO DE LUGAR NENHUM | BRINCANÇAS —

O Grupo Engrenagem, estará apresentando na Casa dos Palhaços , de 13 a 21 de setembro, dois espetáculos: "O Menino de Lugar Nenhum" e "Brincanças".

O MENINO DE LUGAR NENHUM:

Lugar Nenhum é o mundo dentro de nossas cabeças onde damos asas a imaginação tudo é possível em Lugar Nenhum e existe um menino que começou uma jornada para manter esse mundo sempre vivo! O menino de Lugar Nenhum mostra de forma lúdica e divertida que o mundo que criamos dentro de nós é cheio de tudo o que precisamos para ser felizes. O mundo das brincadeiras com objetos simples que usamos no dia a dia são os instrumentos usados pelo Menino da Nuvem para contar um pouco da sua jornada dentro do mundo de fantasia criado em sua infância. Ele convida cada espectador a voltar à infância para descobrir o que falta suas vidas.

O teatro é o palco que escolhido para dar asas à imaginação usando técnicas de contação de historias reapresentando técnicas de resignificação de objetos e criando imagens em espirais com a dance ribbon chinesa, o Menino de Lugar Nenhum apresenta um novo mundo ao publico nesse espetáculo que é o sexto do Grupo Engrenagem.

BRINCANÇAS:

Brincanças é a relação vivida por dois palhaços de personalidades completamente diferentes.
Dois de paus é um palhaço antipático, nojentinho, mandão, correto. Sempre com seus lenços e sua amada galinha, detesta gente simpática. Quer sempre ser o centro das atenções. E adora brincar com todos.

Lilica Tricia Tri Tri é uma palhaça carinhosa, atrapalhada e muito amorosa que não mede esforços para atrair atenção de todos, uma vez que deseja que todas as pessoas do mundo sejam suas amigas. Pura de coração e com uma ingenuidade que muito não se ver hoje em dia, é louca por doces e adora brincar.

O mundo de diversas atividades cotidianas são brinquedos e brincadeiras para esses palhaços. Ao desdobrar do espetáculo coisas simples como conhecer um amigo novo, o primeiro amor, competição em jogos e cozinhar vão tornando-se grandiosas cenas de palhaço onde até o contra regra “Zecão” quer mostrar que sabe brincar. As brincadeiras divertidas de ver e participar ficam mais inusitadas a cada cena. Nunca antes foi tão divertido brincar com a vida e a única regra é se divertir com tudo e com todos!

O MENINO DE LUGAR NENHUM
Dias: 13, 20, 27 (sábados de setembro).
Hora: 17h

BRINCANÇAS
Dias: 14, 21, 28 (domingos de setembro).
Hora: 11h

Casa dos Palhaços
Trav. Piedade, 533 – Reduto
(esquina com a Tiradentes)
Ingresso: R$ 5,00
Contato: 91 3086 6424



MÚSICA •
MÚSICA
• MÚSICA

— POLÊMICA! | NOEL ROSA vs WILSON BATISTA —
Com: Olivar Barreto e Pedro Vianna

Olivar Barreto e Pedro Vianna homenageiam Noel Rosa e Wilson Batista com o show Polêmica!. O espetáculo começa às 20 horas no Teatro Margarida Schivasappa, e traz no repertório, além dos sambas que imortalizaram a polêmica entre os dois grandes compositores, clássicos da obra de Noel e Wilson.

Ficou conhecida como Polêmica a contenda musical entre Noel Rosa e Wilson Batista na década de 30. Tudo começou quando Noel Rosa resolveu responder um samba de Wilson chamado “Lenço no Pescoço” o samba de Wilson fazia uma apologia à malandragem, e ainda que Noel nada tivesse contra isso, dizem que o Poeta da Vila aproveitou a oportunidade para se vingar de Wilson que havia se engraçado com uma morena de sua afeição. Assim os compositores começaram a devolver sambas um para o outro num verdadeiro duelo musical, que foi transformado em LP na década de 30, e gerou clássicos como Palpite Infeliz e Conversa Fiada.

O show contará com a direção musical de Paulo Moura, que também tocará violão 7 cordas. Participam do show os músicos Cardoso ( violão), Carlos Bochecha (cavaquinho), Thiago Amaral (clarinete), Ricardo Jardim e João Paulo Pires (percussão). Os arranjos originais do disco foram readaptados, porém muita coisa foi preservada para manter o clima e um pouco da energia da época. A idéia é proporcionar ao público uma experiência musical e um pouco cênica, através das músicas, dos arranjos e do figurino de época.

Olivar Barreto já é nome mais do que conhecido, não só dos palcos brasileiros, mas também da França onde passou uma longa temporada se apresentando. Para ele o show é “uma grande oportunidade de levar ao público um dos episódios mais férteis e interessantes da música popular brasileira”. Já Pedro Vianna vem se destacando cada vez mais na cena musical local, com participações importantes em shows e festivais de música dentro e fora do estado. Para Pedroé um privilégio enorme dividir o palco com Olivar, ainda mais cantando o repertório de dois compositores incríveis como Noel e Wilson”.

O show conta com o apoio cultural da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, Rede Cultura de Comunicação, Governo do Estado do Pará, Sol Informática, Abelhuda, Fiancée Aluguel de Trajes e Ná Figueredo. A realização é de A Senda Produções.

Teatro Margarida Schivasappa - CENTUR
Av. Gentil Bittencourt, 650
Dia 16 de setembro (terça-feira), às 20h
Ingressos: R$ 20, 00 (estudantes pagam meia)
Informa ções: 91 8838 3980 | 91 9619 3979


— TOM SALAZAR CANO | DAIANE GASPARETTO —

O show “O Não Lugar”, idealizado pelos compositores Tom Salazar Cano e Daiane Gasparetto, propõe-se a apresentar canções que foram criadas em série, o que resulta em uma interligação entre as mesmas, tanto na atmosfera sonora, quanto nas temáticas abordadas nos versos.

A sonoridade criada a partir dos arpejos sugere uma atmosfera onírica de mistério, característica esta que influenciou na construção das letras das canções, as quais em conjunto fazem referência à busca por algo indizível, sendo este “O não lugar”. Neste movimento de procura são retratadas as partidas, os caminhos e as chegadas relativos a este ambiente indescritível, cujas propriedades fazem parte da subjetividade dos indivíduos, não existindo em matéria.

Desse modo, este show busca resgatar o caráter de contemplação artística que proporciona o trânsito entre vários universos estéticos, ancorando-se em duas linguagens amplamente sugestivas, a música e a poesia, que em simbiose potencializam o estado de suspensão dos ouvintes, estimulando a busca pelos seus próprios lugares imateriais.

A formação instrumental é toda acústica e de caráter camerístico, resultando em um som leve e delicado contraposto a momentos mais densos. No violão, arranjo e direção, Tom Salazar Cano; na viola, Valéria Dias; no violoncello, Moisés Levy; na percussão, João Paulo Cavalcante; nas vozes, Daiane Gasparetto e Cacau Novais.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dias 05 e 19 de setembro (sextas), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca

— REGINA RAMOS —

Regina Ramos é cantora paraense, atuante no circuito de bares e teatros da cidade, apresenta show com o melhor do samba paraense e nacional ao lado de grandes instrumentistas, considerados “bambas” no seguimento do samba na cidade.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dias 20 de setembro (sábado), às 17h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca



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— ATELIÊ DE ARTE CCBEU | CURSOS E OFICINAS —

O Centro Cultural Brasil-Estados Unidos (CCBEU) começa, a partir do dia 19 de setembro, uma série de cursos em seu novo Ateliê de Arte. O espaço tem como objetivo promover ações artísticas e educativas e oferece ao público diversas opções de cursos, como desenho, pintura, arte, fotografia e linguagem cinematográfica.


CURSOS

FOTOGRAFIA DIGITAL BÁSICO I
Instrutor: Valério Silveira
Período: 19/09 a 07/11 às sextas-feiras
Horário: 18h30 às 20h | Carga horária: 30h
Valor: R$ 350,00 ou em 2x de R$ 175,00
Material: Uma Câmera Digital
Objetivo: Conhecer as operações básicas de uma câmera digital; Aprender a composição fotográfica com iluminação natural ou flash interno; Saber ajustar o modo de programação
Público: A partir de 14 anos

LINGUAGEM DA COR NA FOTOGRAFIA
Instrutor: Valério Silveira
Período: 31/10 a 05/12 aos sábados
Horário: 9h às 13h | Carga horária: 30h
Valor: R$ 500,00 ou em 2x de R$ 250,00
Material: Câmera avançadacom modo manual
Público: A partir de 14 anos

DESENHO DE MODA I
Instrutor: Terezinha Cambraia
Período: 13/09 a 13/12 aos sábados
Horário: 9h às 13h | Carga horária: 40h
Valor: R$ 360,00 ou em 2x de R$ 180,00
Objetivo: O curso e voltado para estudantes de moda, artes, figurino e interessados em ampliar seus conhecimentos e aprender a desenhar, vestir croquis e registrar suas idéias
Público: A partir de 16 anos

OFICINA DE TEATRO
Instrutor: Paulo Marat
Período: 10/10 a 12/12 Quartas e sextas
Horário: 14h as 16h | Carga horária: 40h
Valor: R$ 300,00 ou em 2x de R$ 150,00
Objetivo: Desenvolver a expressividade oral e cênica dos participantes bem como atividades que  envolvam a criatividade e o senso de trabalho em grupo.
Público: A partir de 12 anos

DESENHO EM QUADRINHO: MANGA
Instrutor: Michael Rocha
Período: 17/09 a 17/12 às quartas-feiras
Horário: 14h às 16h | Carga horária; 26h
Valor: R$ 345,00 ou em 3x de R$ 115,00
Material: Uma Câmera Digital
Objetivo: Abordar todas as áreas que envolvem a criação de histórias e ilustrações no estilo dos quadrinhos japoneses. No programa, aulas de desenho da figura humana para mangás, desenhos de rostos, mãos e cabelos. Técnicas de luz sombra, perspectiva e composição. Armaduras, roupas e acessórios e MECHAS (Robôs, equipamentos Hi-Tech, como caças, andróides, carros e armas futuristas).
Público: A partir de 12 anos

ILUSTRAÇÃO DE MODA
Instrutor: Aline Folha
Periodo: 16/09 a 18/11 às terças-feiras
Horário: 14h às 17h | Carga horária: 30h
Valor: R$ 500,00 ou em 2x de R$ 250,00
Material: Lápis de cor aquarelável, aquarela pentel, canelas hidrocor, marcadores ou cerdas de nylon, lapiseira 05,03. Borracha branca pentel Borracha Tombow monozero, Bloco de papel para aquarela. Papel Bristol. Pinceis para aquarela.
Objetivo: O curso visa estimular o desenvolvimento de uma linguagem pessoal na ilustração de moda e enriquecer o repertório criativo do aluno com técnicas de coloração, materiais.
Público: A partir de 16 anos

ATELIÊ DE ARTE do CCBEU
Travessa Padre Eutíquio, 1309
Informações: 91 3221 6100.
Informações: Fone: 91 3221 6116
artes@ccbeu.com.br

— OFICINA DE INICIAÇÃO TEATRAL —

A Oficina de Iniciação Teatral, é destinada a qualquer pessoa que queira ter um contato inicial com o teatro.  A oficina proporcionará aos alunos uma experiência teatral através de pequenos experimentos cênicos. Será trabalhada a desinibição, o jogo dramático, a improvisação, a interpretação e a criatividade.

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Krishna Rohini é atriz, dançarina e gestora empresarial. Membro fundador do Dirigível Coletivo de Teatro. Participou dos espetáculos teatrais: O Auto da Compadecida (ETDUFPA-2000), O Inspetor na Geral (ETDUFPA-2010), O Pequeno Grande Aviador e o Planeta do Invisível (Dirigível Coletivo de Teatro - 2011), Notrono (Grupo Varisteiros - 2012), 731 São Doze (Dirigível Coletivo de Teatro-2014), entre outros. Participou ainda como atriz do curta Flores No Outono (2009), O Dia Seguinte (2013) e atriz e produtora no curta Avê. Dançarina no grupo Natyashastra desde 1995.

Ministrou a Oficina de Iniciação Teatral (2014) e foi Assistente de direção no espetáculo Mogli: O Homeninlobo (ETDUFPA-2009). Participou de oficinas Introdução a Odissi (Malocombia-2013), Máscara (Casa do Palhaço-2014), A Linguagem do Palhaço (Las Cabaças-2014). Participou também do Seminário de Dramaturgia, nos anos de 2011 e 2012 e Seminário de Artes Circenses, em 2013.

Casa Dirigível – Espaço Cultural
Trav. Padre Prudêncio, 731 – Campina
(entre Rua Carlos Gomes e Gama Abreu)
Período: 07 de outubro a 06 de novembro
Horário: terças e quintas, das 19h às 21h
Investimento: R$ 60,00 (sessentan reais)
Vagas: 15 vagas | Idade mínima: 14 anos
Contatos: 91 8212 7668 (tim) | 91 3355 3861(fixo)
www.coletivodirigivel.com


— POR DE TRÁS DA MÁSCARA | OFICINA —

A máscara marca o nascimento do teatro, usada inicialmente para representar deuses e forças da natureza, transcende para os palcos e ainda hoje se faz fortemente presente. A oficina A Arte da Máscara, busca ensinar a arte de usar a máscara teatral, preparando o atuante com vivências e experimentações que possibilitam usar a máscara para além de um simples objeto cênico, mas como um elemento que amplia e sintetiza a expressividade do atuante, além de trabalhar o jogo que o trabalho de máscara propõe. A preparação do atuante ocorrerá através de técnicas da mímica corporal dramática, bufão e commedia dell’arte, passando pelas máscaras neutras, larvárias, expressivas e meias-máscaras. O trabalho é direcionado para todos os públicos, atores profissionais e iniciantes, dançarinos, artistas circenses, educadores e curiosos.

A oficina será ministrada por Rafael Couto, arte-educador, diretor, ator e dramaturgo da Trupe Perifeéricos, contemplado pelo prêmio Myriam Muniz 2012 e pela Bolsa de Criação, Experimentação, Pesquisa e Divulgação Artística IAP 2014, ambos trabalhos voltados para a máscara teatral.

Dúvidas sobre a oficina:
Fones: 91 8156 9636 | 8958 5690
E-mail: rafaeljlc@hotmail.com

Casa da Atriz
Rua Oliveira Belo, 95
(entre Generalíssimo Deodoro e Dom Romualdo de Seixas)
Período de 09 a 10 de outubro (terças e quintas, das 19h as 21h
Investimento: R$ 100,00 | Faixa etária: A partir dos 16 anos
Telefones: 91 3349 1003 | 8240 5993 | 8127 6366
E-mail: casadaatriz@gmail.com

— CONTEMPORANEIDADE DA IMAGEM NO AUDIOVISUAL —

A Incubadora Pará Criativo, em parceria com o Núcleo de Formação Artística da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará – UNIFESSPA e o Núcleo de Produção Digital do Pará – NPD do Instituto de Artes do Pará, realiza em Marabá curso sobre a contemporaneidade da imagem no audiovisual.

Ministrado por Evandro Medeiros, professor da UNIFESSPA, o curso tem como proposta disseminar conhecimentos e métodos para a documentação, registro, crítica e criação de produtos audiovisuais, bem como possibilitar que os participantes conheçam a história da linguagem audiovisual, sua linha do tempo e seus aspectos mediante o contexto temporal.

Análise da dimensão técnica da natureza de uma imagem, estudo e experimentação de linguagens midiáticas, elaboração de conceitos pertinentes à produção audiovisual, reflexão sobre as transformações sociais geradas pela intensificação da produção e apropriação das tecnologias audiovisuais, e elaborações técnicas e metodologias de registros de informações em diferentes mídias audiovisuais, serão os temas abordados no curso.

As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas na Faculdade de Artes Visuais da UNIFESSPA. O curso é destinado a professores que ensinam arte nas escolas, produtores e artistas de diversas expressões poéticas, cujos interesses estejam voltados para a produção, ensino e experimentação da linguagem do audiovisual.

A ação é uma continuação do trabalho que o Núcleo de Produção Digital do Pará - NPD vem desenvolvendo na região. Criado com a finalidade de promover a formação e o aprimoramento profissional e artístico de técnicos e realizadores audiovisuais, o NPD Pará já realizou diversas atividades e ações formativas em Marabá.

A Coordenadora Administrativa da Incubadora Pará Criativo, Regiani Cordovil, considera que a parceria com o NPD Pará, uma instituição que desenvolve um trabalho de referência em produções audiovisuais no Norte do país, permite que a Incubadora Pará Criativo expanda o seu escopo de atividades, acrescentando um viés empreendedor ao fazer artístico. “A ação fortalece o realizador e, consequentemente, a economia criativa paraense”, diz.

Sobre o Ministrante

Evandro Medeiros possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Pará (1998) e Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (2002). Atualmente é professor adjunto no Campus de Marabá, da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará - UNIFESSP. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação do Campo, atuando principalmente nos seguintes temas: movimentos sociais e educação, educação do campo e currículo. Atua também como diretor e produtor de filmes documentários, focando questões sociais, manifestações culturais e educação.

Texto: Juliane Frazão - Incubadora Pará Criativo


Faculdade de Artes Visuais da UNIFESSPA
Campus 1, folha 31, Q 7, Lote especial S/N
De 8/9 a 19/9 de 2014, das 18h às 22h
Mais informações: 91 4006 2930

45 vagas – Inscrições Abertas


— OFICINAS | COLETIVO DIRIGÍVEL —

Jogos Dionisíacos | com Enoque Paulino

A oficina de teatro jogos dionisíacos será regada com bastante vinho como forma de celebrar a Dionísio. Rolará muita conversa, passando por questões como o corpo, o nu (não é previsto nudez, mas nunca se sabe!) gênero, a pornografia, a dramaturgia e claro, muito contato físico nos trabalhos corporais, faremos também jogos teatrais (sacanasERRO!) divertidos e jogos de improviso para a cena, além de muita, mais muita poesia.

Venha se embriagar de teatro. Necessário trazer sua própria taça de vinho! Evoé!

O traje necessario para a participaçao na oficina e vestir algo confortavel, ate pijama serve ;)

Período: 02 de setembro a 02 de Outubro de 2014
Horário: terça e quinta, 19h30 às 22h
Investimento: R$ 70,00 | Vagas: 18 | Idade mínima: 18 anos

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Workshop de teatro para desenvolvimento pessoal | com Rodolpho Sanchez

Para alguns profissionais falar em público é situação cotidiana, para outros é um grande desafio. No atual mercado de trabalho não há como escapar! Ainda que muitas pessoas não se sintam à vontade, em algum momento de suas vidas profissionais, elas terão de falar em público. Pode ser em uma reunião, uma convenção, um seminário ou na venda de um produto para o cliente. Dominar a oratória é competência sempre valorizada, seja diante de uma grande platéia ou de um pequeno grupo.

Este workshop, voltado para diversos profissionais, que estejam a fim de ampliar suas habilidades comunicativas por meio das técnicas teatrais.

1ª TURMA: Dias 8, 10 e 12 de setembro, de 8h30 às 11h30

2ª TURMA: Dias 22, 24 e 26 de setembro, de 8h30 às 11h30

Investimento: R$ 40,00 | Vagas: 20 | Idade mínima: 18 anos

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Iniciação Teatral | com Krishna Rohini

A Oficina de Iniciação Teatral, é destinada a qualquer pessoa que queira ter um contato inicial com o teatro. A oficina proporcionará aos alunos uma experiência teatral através de pequenos experimentos cênicos.

Será trabalhada a desinibição, o jogo dramático, a improvisação, a interpretação e a criatividade.

Período: 07 de outubro a 06 de novembro
Horário: terça e quinta, de 19h às 21h
Investimento: R$ 60,00 | Vagas: 15 | Idade mínima: 14 anos

Todas as oficinas acontecem na Casa Dirigível. | Você pode solicitar um certificado de participação após o término da atividades. | As inscrições serão validadas somente após o pagamento referente à oficina escolhida.


Inscreva-se aqui:
coletivodirigivel.com/#!oficinas-set/cbdv

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O Dirigível Coletivo de Teatro é um grupo que produz espetáculos cênicos a partir da pesquisa e experimentação artística entre diferentes linguagens (teatro, literatura, dança, música, vídeo e artes plásticas) em busca de um ponto convergente e harmônico que motive a criação teatral. O grupo dialoga com o teatro de rua e o palco, alia o universal e o regional paraense e brasileiro, a fim de produzir espetáculos para todas as idades.

Este coletivo é dividido em núcleos de trabalho porque acredita que esta seja uma metodologia democrática que possibilita o desenvolvimento de um processo de criação colaborativo, princípio de trabalho do grupo. O Coletivo ainda investiga a estética do teatro de rua como ato de responsabilidade social, de comprometimento político e pedagógico, pois compreende a importância de promover o acesso à cultura, lazer, arte e conhecimento à população.

Casa Dirigível - Espaço Cultural
Tv. Padre Prudêncio, 731 - Campina
Telefones: 91 8212 7668 /tim | 8269 8916 /tim
coletivodirigivel@gmail.com



— EDITAL DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO DIGITAL —

A partir desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014, o Instituto de Artes do Pará abre o novo edital do Núcleo de Produção Digital – NPD. As diferenças em relação ao ano passado estão, principalmente, no tempo de utilização dos equipamentos, incluindo as ilhas de som e imagem.

Produtores de audiovisual já podem contar novamente com a disponibilidade de equipamentos e ilhas de edição do Núcleo de Produção Digital – NPD.

Inaugurado em 2006 no Instituto de Artes do Pará, o NPD é um programa da Rede Olhar Brasil, vinculado ao Ministério da Cultura por meio da Secretaria do Audiovisual, num projeto implantado em diversos estados brasileiros. No Pará, a gestão cabe ao IAP e a co-gestão fica por conta da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Instituto de Ciência da Arte (ICA/UFPA), Associação Fotoativa e Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABDeC/PA).

Em seus 8 anos de criação, o NPD tem sido um dos maiores fomentadores do aperfeiçoamento técnico e artístico dos produtores audiovisuais do estado. Cineastas importantes como Lucas Escócio, Roger Elarrat e Marcelo Rodrigues, entre tantos, participaram de algumas das oficinas oferecidas pelo Núcleo. Outros como Januário Guedes, Luiz Arnaldo Campos e Priscilla Brasil já foram contemplados com o equipamento disponível no edital.

O edital segue aberto até o dia 10 de dezembro e contempla as produções de pessoas físicas, os chamados produtores independentes. Podem se candidatar projetos de ficção, documentário, vídeo-clip, vídeo-arte, experimental e animação. O interessado deve preencher a ficha de inscrição (anexa ao edital), especificar os equipamentos necessários e assinar ao termo de responsabilidade; o prazo de empréstimo de material é de 10 dias.

De acordo com Afonso Gallindo, gerente do NPD, a análise do material enviado é apenas técnica, para garantir a integridade do material. “Não existe uma análise estética. O que precisamos para liberar o equipamento é de um profissional da área, por isso a análise é técnica”, explica.

Afonso ressalta ainda a importância da parceria com o Centro de Audiovisual Norte e Nordeste, o CANNE, pela qual são realizadas as qualificações dentro do Núcleo, com alguns dos maiores profissionais brasileiros. “A parceria feita com o CANNE já existe há 4 anos e é fundamental. Eles nos proporcionam oficinas com pessoas de peso de todo o lugar do Brasil. Já foram ministradas oficinas com o diretor Marcelo Gomes; Alziro Barbosa (diretor de fotografia); diretor Dib Lufti; Virginia Flores; montadora de som e imagem e vários outros”, pontua o gerente.

Ainda neste primeiro semestre novos cursos e oficinas serão oferecidos no Núcleo.


Edital do Núcleo de Produção Digital Belém
Período de utilização: 28 de fevereiro à 10 de dezembro de 2014
Após o preenchimento das fichas contidas no edital, o produtor
pode procurar o NPD, das 9h às 16h, de segunda à sexta-feira.
Para acessar o edital clique aqui.


— BELÉM AOS 80 —
http://youtu.be/7tQAyCFn-Mo

 

No início da década de 1980 havia certa efervescência cultural, fruto de um processo político liberalizante depois dos anos de chumbo que vivemos, e uma grande ansiedade por mudanças. Surgiram iniciativas na área artística que contribuíram para um novo olhar sobre nossas idéias, costumes, valores sociais e morais. Nascia uma grande cumplicidade entre as pessoas e uma participação viva em qualquer evento que trouxesse o adjetivo “arte” em seu script. A inquietação era tanta que movimentou desde grupos alternativos, que romperam paradigmas na forma de apresentar seus trabalhos, até a explosão do talento da criação artística que delineou e legitimou toda a arte contemporânea produzida em nossa cidade posteriormente. Resumidamente, os anos 1980 vão ser lembrados como um marco na vida de todos aqueles que o vivenciaram como criadores ou participantes ativos dessa geração e como herdeiros de uma década que mudou toda uma história de viver e fazer arte em nossa região. "Belém Aos 80" é uma visita a alguns personagens e movimentos que marcaram esses anos na cidade, registrando momentos de exaltação sócio-cultural da época.

• • • FICHA TÉCNICA • • •

  • Direção e Roteiro:
    Alan Kardek Guimaraes

  • Argumento:
    Januario Guedes

    Celso Eluan Lima

  • Fotografia e Câmera:
    Diógenes Carvalho Leal

DOE UM INSTRUMENTO

Cavaquinho, violão, banjo, atabaque, trumpete, todos os instrumentos que produzem sons e estão esquecidos na sua casa podem transformar os sonhos de jovens atendidos pelas oficinas da Fundação Curro Velho. Esse é o objetivo da campanha de doação de instrumentos musicais que a instituição está realizando durante este ano.

Todos os instrumentos musicais serão recuperados em um espaço para reparo e construção de novos instrumentos. Se você tem violão, violino, violoncelo, viola, piano, saxofone, flauta, gaita ou qualquer instrumento, que esteja danificado ou sem utilização, faça sua doação para o Curro Velho.

Todos os instrumentos de corda que forem doados para a instituição serão trabalhados na Lutheria. A intenção da campanha de doação de instrumentos é que todos abracem a causa de doar um instrumento e realizar o sonho dos jovens atendidos pelo Curro Velho.

As doações dos instrumentos podem ser feitas na sede do Curro Velho, localizada na rua Professor Nelson Ribeiro, nº 287, bairro, Telegráfo ou na sede da Casa da Linguagem, na

Fundação Curro Velho
Rua Prof. Nelson Ribeiro, 287 - Telégrafo
Contato: 91 3184-9100
E-mail: fcv@currovelho.pa.gov.br

Casa da Linguagem
Avenida Nazaré, nº 31.
Informações: 91 3241-9786


9 PAULO ANDRADE | PINTURAS