O Cultura Pará criou a Agenda da Semana com o objetivo de publicar neste espaço as manifestações artísticas de nossa região seguindo a mesma linha de trabalho proposta pelo site. Festas, eventos em bares e outras locações em que a arte não seja objeto prioritário, não serão contemplados. Os interessados deverão enviar a programação, acompanhada de release e uma imagem representativa, até segunda-feira (às 19h) de cada semana. Esta agenda tem o apoio da Sol Informática.

DESTAQUE •
DESTAQUE DESTAQUE

— FOTOATIVA • 30 ANOS —
• Chamada para Projeções •

Do aniversário

A Associação Fotoativa completa seu 30º aniversário no dia 14 de agosto de 2014. Para celebrá-lo, irá ocupar o Largo das Mercês (centro histórico de Belém) no sábado, dia 16 de agosto, à tarde, estendendo-se pela noite, por entre encontros e ações em diversas linguagens, incluindo fotovarais, apresentações musicais, performances e projeções.

A presente chamada convida artistas de toda parte para ampliar, compor e enriquecer a noite, com uma mostra de projeções fotográficas e vídeos.

Como participar

A participação é gratuita e sem limitação de idade. A proposta de trabalho e a ficha de inscrição deverão ser enviadas até o dia 03 de agosto de 2014 para o e-mail nucleocomunicativa@gmail.com contendo no título da mensagem PROJEÇÕES – FOTOATIVA 30 ANOS.

O ato da inscrição implica na automática e plena concordância em participar na Mostra de Projeções – Largo Cultural das Mercês Fotoativa 30 anos, que ocorre dia 16 de agosto. Estando o(s) artista(s) ciente(s) de que seu nome e trabalho serão divulgados junto das festividades.

Esta chamada é destinada a artistas de toda parte que queiram compartilhar com o público seus trabalhos em Fotografia ou Vídeo, durante as festividades do aniversário de 30 anos da Fotoativa.

Os trabalhos fotográficos deverão ser encaminhados em formato de vídeo (.mpeg) e devem ser sequenciados com projeção própria, preferencialmente até 2 minutos. Vídeos devem ser encaminhados em formato .mpeg, preferencialmente com até 5 minutos de duração. Se maior de 25 MB, favor encaminhar via http://wetransfer.com e comunicar o envio na ficha de inscrição.

OBS.: Haverá na programação um momento específico para a Mostra de Projeções, com áudio e vídeo. Em seguida, a mostra segue simultânea às outras ações. Portanto, os trabalhos enviados devem funcionar também sem áudio.

Da confirmação da participação

Todo o material enviado para projeção até a data limite e que estiver dentro do formato e tempo sugeridos será automaticamente selecionado desde que em sintonia com o espírito da Fotoativa. Os trabalhos que excederem o tempo indicado serão avaliados pela equipe organizadora.

Ficha de Inscrição

Deverá ser enviada, junto com o arquivo para projeção,
até o dia 03/08, para o e-mail nucleocomunicativa@gmail.com

Mostra de Projeções
Largo Cultural das Mercês
FOTOATIVA 30 ANOS

Nome do trabalho:
Ano/Local de realização:
Autor ou Coletivo:
Duração:
Nome completo do responsável:
Nacionalidade:
Cidade/Estado/País:
CPF:
Email:
Website (se houver):

FOTOATIVA
Largo das Mercês, 19
Bairro da Campinas

Associação Fotoativa
Trav. Frutuoso Guimarães, 615
a.fotoativa@gmail.com | 91 3225 2754


— NATÁLIA MATOS —


Natália Matos lança seu primeiro CD dia 14 de agosto no Teatro Margarida Schivasappa, em Belém.

O álbum, homônimo, tem como referência o seu próprio universo: Belém, cidade onde nasceu, com suas peculiaridades musicais e cotidianas, sua morenice, e São Paulo, onde Natália viveu e estudou por oito anos, que traz um traço inquieto e urbano ao seu olhar.

O Show tem direção musical de Guilherme Kastrup, produtor do disco, que também assina bateria, percussões e mpc. Os músicos Caê Rolfsen (Viola, Guitarra 12, Violão), Danilo Penteado (Cavaco e Guitarra), Zé Nigro (Baixo e Teclados) e Marcio Jardim (Percussão), vêm trazer a sonoridade particular do cd, que aposta na mistura de dois mundos e no contraste entre a densidade das bases e o cantar doce e ao mesmo tempo intenso de Natália Matos.

No repertório as músicas do disco, como a inédita canção de Dona Onete, “Coração Sangrando”, que no CD Natália canta ao lado de Zeca Baleiro, “Cio”, " Beber Você”, “Maria do Pará” e ainda novidades que Natália preparou para o show de estreia.

Sem duvida esse disco exala um perfume doce, forte e intenso, típico das regiões equatoriais que o inspiraram, mas vai além, flertando com a modernidade das novas tendências da nova música popular brasileira” - (Mauro Lussi - Coordenador de programação musical e DJ da Rádio UFSCar)

Teatro Margarida Schivasappa - CENTUR
Av. Gentil Bittencourt, 650
Dia 14 de agosto, (quinta-feira), às 20h30
Ingressos: R$ 10, 00 (dez reais)
Informações: 91 8119 4760
www.nataliamusica.com
www.fb.com/nataliamatosoficial


MANEIRAS DA ESCRITA CONTEMPORÂNEA

Trata-se de uma movimentação na direção das escritas em efetuação. Um encontro entre escritas para tornar perceptível o que acontece no âmbito das experiências do escrever. Não se trata, portanto, de uma composição geracional, do tipo “a escrita da geração tal”, tão pouco de um mapeamento literário. De outra maneira, a aposta consiste em perceber, mais que os pontos ou a identidade de um fazer literário, as fissuras, os deslocamentos ou os fluxos das grafias contemporâneas, lançando a vista para o que se dobra e se redobra desde o presente, ao que acontece no mais diverso das linhas, inclusive as imperceptíveis, cujos laços são articulados de modo singular: (sempre) outro. MANEIRAS DA ESCRITA CONTEMPORÂNEA é uma aposta (uma experiência) que objetiva perceber as errancias e derivações das escritas que se movem pela superfície do presente, combatendo o seu combate. Acontece a partir de conversações, leituras, recitais, envolvendo escritores, poetas, pensadores, escrevedores, artistas, os quais, através das suas escritas expressam (maneiras de resistência) estratégias de vida. É organizado pela Revista Polichinello e acontecerá mensalmente.


AGOSTO |
PROGRAMAÇÃO


Quarta-feira | Dia 14 de Agosto, as 19h | CONVERSAÇÃO
Impoder & Escrita: Maneiras de Resistência na Contemporaneidade
Edson Passetti & Eduardo Pellejero



Sexta-feira | Dia 22 de Agosto, as 19h | CONVERSAÇÃO
Berna Reale | Ninguém se Cala Diante de Quando Todos Calam
Com Elisabeth Bittencourt


IPHAN – Instituto de Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional
Av. Gov. José Malcher, Nº 474
(esquina com Benjamin Constant)
Telefone: 91 3278 4578


— IV ENCONTRO CONTEMPORÂNEO DE DANÇA —

A Cia Experimental de Dança Waldete Brito, com o apoio do Instituto de Artes do Pará, promove entre os dias 07 e 10 de agosto de 2014, o IV Encontro Contemporâneo de Dança, com o tema "Por Onde Se vê a Dança".

O encontro tem por objetivo contribuir para o contínuo aperfeiçoamento dos intérpretes-criadores da dança paraense, que buscam novas oportunidades de experimentação e vivências no campo contemporâneo das artes cênicas.

O encontro promove o intercâmbio com artistas-pesquisadores de destaque no cenário regional e nacional. Este ano, o IV Encontro Contemporâneo de Dança contará com a participação da bailarina Luciana Caetano (GO, ex-grupo Quasar) e da Pulsar Cia de Dança (MA), além dos grupos locais como Cia Moderno de Dança, Cia Mirai de Dança, Ribalta Cia de Dança, Grupo Coreográfico da UFPa, entre outros.

A programação do encontro é constituída de palestras, oficina, workshop, mostra de dança e apresentação de espetáculos. As inscrições continuam abertas até o dia 06 de agosto, e podem ser realizadas de segunda a sexta, no Espaço Experimental de Dança (entre Travessa 14 de Abril e Travessa Castelo Branco, no bairro de Fátima)

Texto: Anna Raquel Castro e Waldete Brito - CEDW

Teatro Universitário Cláudio Barradas
Rua Jerônimo Pimentel,  546 - Umarizal
(esquina da D. Romualdo de Seixas,
ao lado Escola de Teatro e Dança da UFPA)
Inscrições até 06 de agosto (quarta-feira)
no Espaço Experimental de Dança
Rua Domingos Marreiros, 1775 - Fátima
Encontro: 07 a 10 de agosto das 16h as 20h
Investimento: R$ 20,00 (vinte reais)
tel: 55 91 3249-0373


— FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ —

O I Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA acontecerá no município de Bragança, Pará, entre os dias 12 e 15 de Dezembro de 2014.

O FICCA destaca o papel do cinema, do vídeo e da produção audiovisual em geral na construção de uma sociedade mais justa e solidária, sendo, portanto, uma jornada cultural sem fins lucrativos que tende a inverter a lógica do mercado audiovisual para potencializar a liberdade criativa.

A iniciativa nasce da necessidade de se criar mais uma porta para o intercâmbio entre realizadores e produtores das mais diversas origens e com as suas infinitas propostas de linguagens estéticas e de formas de captação, fora dos mercados tradicionais e mais próximos das comunidades locais.

O espaço é aberto para filmes e/ou vídeos curtas, médias e longas metragens de qualquer gênero ou temática. Cada realizador poderá submeter apenas uma obra ao FICCA.

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Mais Informações e Ficha de Inscrição, aqui:
ficcafestival.blogspot.com.br

Os interessados deverão preencher e assinar a ficha de inscrição
até as 23h59min do dia 17 de setembro de 2014e enviá-la para:

I FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ - FICCA
Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1650 / Centro
Bragança – Pará – CEP: 68600-000
FICCA: ficcacinema@gmail.com
Francisco Weyl (carpinteirodepoesia@gmail.com)
Telefones: 91 9642 2018 / 8821 2419


CARIMBÓ, PATRIMÔNIO CULTURAL BRASILEIRO
Todos votando, pela conclusão do processo de registro

Próximo de alcançar 100 mil pessoas somente no facebook!!! Já são quase 2 mil compartilhamentos das fotos de mestras e mestres exigindo que o IPHAN conclua o processo de reconhecimento do Carimbó como Patrimônio Cultural Nacional... "Vamos em frente, continuar compartilhando e espalhando essa campanha. Só vamos parar quando o IPHAN atender a reivindicação! VIVA O CARIMBÓ VIVO!"

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O Carimbó é considerado um gênero musical de origem indígena, porém, como diversas outras manifestações culturais brasileiras, miscigenou recebendo outras influências, principalmente negra. Seu nome, em língua tupi, refere-se ao tambor com o qual se marca o ritmo, feito de tronco de madeira e pele de animais.

Sendo a música preferida pelos pescadores marajoaras, embora não conhecida como carimbó até então, o ritmo atravessou a baía de Guajará com esses pescadores e veio dar em praias do Salgado paraense. Em algumas regiões próximas às cidades de Marapanim e Curuçá, o gênero se solidificou, ganhando o nome que tem hoje. Em Marapanim, na região do Salgado, nordeste paraense, o gênero é bastante cultivado, acontecendo anualmente o "Festival de Carimbó de Marapanim — O Canto Mágico da Amazônia", no mês de novembro.

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PELA IMEDIATA CONCLUSÃO DO PROCESSO DE REGISTRO DO CARIMBÓ COMO PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DO BRASIL!

PELA INCLUSÃO DO CARIMBÓ NA PAUTA DA REUNIÃO DE AGOSTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO PATRIMÔNIO PELO IPHAN! PELA REALIZAÇÃO DESSA REUNIÃO AQUI NO PARÁ, NÃO EM BRASÍLIA!

Campanha Carimbó Patrimônio Cultural Brasileiro - 8 anos de luta e organização em prol do Carimbó"

Fotos por Isaac Loureiro. Todos os direitos reservados.

www.facebook.com/campanhadocarimbo
campanhacarimbo.blogspot.com.br


— FESTIVAL DA CANÇÃO BRAGANTINA —

AS INSCRIÇÕES FORAM PRORROGADAS PARA ATÉ O DIA 15 DE AGOSTO

Pensando numa programação gratuita e de qualidade, o Festival da Canção Bragantina reunirá durante 3 noites um grupo seleto de músicos e intérpretes que apresentarão composições inéditas de tema livre ou sobre Bragança. O evento contará com shows de grandes nomes da música, dentre os quais Salomão Habib, Lia Sofia, Nilson Chaves, Lucinha Bastos e Marco Monteiro, no encerramento. Confira a programação do evento.

Site do Festival:
festivaldacancaobragantina.com

— INSCRITOS ATÉ O MOMENTO —

CHORONA
Compositor: Alfred Morais
Intérprete: Renata Cristina
Belém-PA

CORTICÓIDE
Compositor: Allan Carvalho
Intérprete: Allan Carvalho
Belém-PA

SINA DOS ESQUECIDOS
Compositor: Robson Luiz
Intérprete: Danniel Lima
Ananindeua-PA

ENLACE
Compositor: Angélica Costa
Intérprete: Angélica Costa
Belém-PA

A LUZ DO ALEF
Compositor: Ademir Pedrosa
Intérprete: Augusto Hijo
Macapá-AP

O TERÇO
Compositor: Sérgio Sales
Intérprete: Sérgio Sales
Macapá-AP

BOSSA DO AMOR
Compositor: Rogério Brito
Intérprete: Rogério Brito
Belém-PA

CANÇÃO DE MUITO AMOR
Compositor: Lucas Albuquerque
Intérprete: Lucas Albuquerque
BELÉM-PA

EXCELENTÍSSIMO SENHOR ESPELHO
Compositor: Delcley Machado
Intérprete: Delcley Machado
BELÉM-PA

PÉROLA DO CAETÉ
Compositor: Joel Cantão
Intérprete: Angélica Costa
Belém-PA

BRAGANÇA
Compositor: Joel Cantão
Intérprete: Angélica Costa
BELÉM-PA

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Os antigos festivais da Pérola do Caeté

Por Fabrício Blanco Castanho

Bragança sediou uma série de eventos competitivos de músicas entre as décadas de 70 até fim dos anos 2000. Esses festivais promoveram as composições de autores bragantinos na música popular brasileira, além de revelar e consolidar grandes autores e interpretes da nossa música, tais como Emílio (Píúca), Edú Filho, Jorge Damous (Macaréu), Evandro Mesquita, entre outros.

Nessa época (década 1970), Bragança vivia seu primeiro festival, realizado na quadra dos acólitos, atrás da igreja matriz, e vivenciávamos o regime político militar. Em dezembro de 1987, no ginásio de esportes do Instituto Santa Terezinha (hoje Corolão), ocorriam as aberturas das exposições de artes plásticas, de fotografia e varal de poesias. Nesta época ouvimos canções de autores e intérpretes como Cabinho (Abaetetuba), Macaréu (Bragança), Saint Clair (Belém), Alfredo Reis (Belém), Fernando Gogó de Ouro (Belém), Aritanã (Belém), Zé Arcângelo (Belém), Antônio Juraci Siqueira (Belém). A canção “Eneida” do poeta abaetetubense João de Jesus Paes Loureiro e o então governador Simão Jatene, chamavam grande atenção pela qualidade musical e enriquecimento literário.

Uma plateia de grande público torcia de forma apaixonada e eufórica por suas canções e intérpretes favoritos. Esses festivais, assim como os compositores e intérpretes que deles participavam, passaram a ter grande conotação e fizeram Bragança despontar no cenário estadual como grande produtora de talentos e belíssimas canções.

No início dos anos noventa, por iniciativa do gerente da agência local do Banco do Brasil, Sr. Oswaldo Pinto, e direção musical do musicista Alfredo Reis, os espetáculos e suspiros do público foram vivenciados novamente no Ginásio de Esportes do IST. Neste festival o 1º lugar foi da canção “Vela de Canoa”, de Piúca, lembrando a poesia de Dorival Caymmi sobre o mar.

No ano seguinte, na praça das bandeiras, “Tempo de Pescar” do poeta e letrista bragantino Antônio Castro, em parceria com Antônio Maria, levou o primeiro lugar, a música embalava os presentes ao som do Retumbão. Vários artistas destacaram-se ainda nestes festivais, dentre eles: Índio; Edú Filho, com “Chororoca, Choca Shana”; “Minha Terra” de Antônio Azevedo e Estevam Nascimento; “Lua Jardineira” de Ronaldo Silva, do Arraial do Pavulagem. “Bom dia Ajuruteua” é um dos hinos mais puros de amor à Bragança; o “Doce Ajirú” de Antônio Castro, Edú Filho, Índio e Alfredo Reis;

No ano de 2005, com a busca de resgate da cultura bragantina, intérpretes e músicos de Bragança, como Olivar Quemel, Tatú, Evandro Mesquita, além de autores da capital e músicos de várias partes do Brasil, participaram de outro festival. Deu-se uma representatividade maior ao evento com: Príncipe e a vencedora Andréa Pinheiro, e, a participação no auto da festa do violonista Salomão Habib.

O resgate de novos compositores, letristas e músicos bragantinos vivenciaram o últimos grande espetáculo de amostra de música popular em Bragança. Tendo como ápice novos intérpretes, Felipe Rosa, Vinícius Oliveira, Bibio, recebendo como jurado, o músico Pedrinho Cavalero. O ponto auto do espetáculo como grande vencedor, canção de autoria, música e interpretação do bragantino Evandro Mesquita com: “Santo hospede promesseiro”.

 

Maiores informações disponíveis através dos telefones:
91 8098 6171 - tim / 9632 5406 - oi.
ama.instituto@gmail.com.

— XXX FESTIVAL DA CANÇÃO OUREMENSE —

PREFEITURA MUNICIPAL DE OURÉM
XXX FESTIVAL DA CANÇÃO OUREMENSE

• — RESULTADO FINAL — •

1º Lugar:
Cantiga de Lelé
Marcos Marcos Campelo e Milton Rocha

2º Lugar:
Rios de Anseios
Paulinho Moura e Marcela Moura

2º Lugar:
Vestida como a flor

Lula Barbosa e Clodoaldo Ferreira

Melhor Intérprete:
Andréa Pinheiro
Música: Rios de Anseios

Melhor Arranjo:
Marcos Campelo
Cantiga de Lelé

ps. Não houve 3º lugar, as duas músicas que
ficaram em 2º lugar tiveram as mesmas pontuações

Este ano os prêmios para os vencedores do festival envolvendo os três primeiros lugares e mais os premios de melhor intérprete, melhor arranjo e melhor letra, soma a quantia de R$ 10.500, 00 (quinze mil e quinhentos reais), distribuídos da seguinte maneira.

1º LUGAR: R$ 7.000,00 (SETE MIL REAIS)
2º LUGAR: R$ 3.500,00 (TRÊS MIL E QUINHENTOS REAIS)
3º LUGAR: R$ 2.000,00 (DOIS MIL REAIS)
MELHOR LETRA: R$ 1.000,00 (UM MIL REAIS)
MELHOR ARRANJO: R$ 1.000,00 (UM MIL REAIS)
MELHOR INTERPRETE: R$ 1.000,00 (UM MIL REAIS)

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Músicas que participaram do Festival este ano

1ª ELIMINATÓRIA

• Edu Dias - Na solidão do cais
• Marcos Campelo e Milton Rocha- Cantiga de Lele
• Patrícia Rabelo – Porões
• Alan Carvalho e Ronaldo Silva - Valsa das Candeias
• Alfredo Reis - Prelúdio da Manhã
• Robson Luiz e Rildo Medeiros - A cada estação
• Fabrício Dos Anjos - Coração Embolado
• Raimundo Pimentel - Vai Pingando
• Alfred Moraes - Saudade de sentir Medo
• Fabrício dos Anjos - Cantiga De Sonhar
• Luiz Girard - Canção de Um Adeus
• Adriano Cardoso - Morena
• Cesar Padilha e Sandra Padilha - Lundu Da Praia De Ajuruteua
• Lula Barbosa e Clodoaldo Ferreira - Vestida como a flor
• Adriana Oliveira - Pra ser Feliz, A Canção
• Donato Sarmento/Rildo Medeiros - Boi Trigueiro

2ª ELIMINATÓRIA

• Márcio Farias e Marcelo Sirotheau - Uns e Tantos
• Allan Carvalho e Cincinato Jr. - Senhora Das Ervas
• Tommil Paixão - Versos do Violão
• Ivan Cardoso e Alfred Moraes - Bandolim de Luz
• Márcio Farias - Grande Luar Veredas
• Paulo Uchoa - Buriti de Bem Querer
• Mestre Faustino - Seus Valores
• Pedro Vianna - Verdade encantada
• Marcus Vinícius Cantúria - Alo Jesus
• Raule Assunção e Rui do Carmo - Abissal Dos Sentimentos
• Cabinho Lacerda - Porantim, O Remo Mágico
• Júnior Almeida - Lembrança da Minha Terra
• Ziza Padilha e Leandro Dias - Vitrines da Ilusão
• Floriano e Zé Maria - Jardim de Miró
• Cléverson Baía - Ademir Pedrosa - Um beijo
• Paulo Moura e Marcela Moura - Rios De Anseios

— • –

A Prefeitura Municipal de Ourém realizou o XXX FESTIVAL DA CANÇÃO OUREMENSE, respeitando a legislação municipal e criando alternativas para incentivar a produção artística na área literária e musical de artistas ouremenses e de outras unidades da federação. O festival foi realizado em quatro etapas no período de 16 de junho a 26 de julho de 2014. As apresentações oficiais ocorreram no Palco Permanente Tomaz Ruffeil, instalada no Complexo Cultural e Turístico do Município de Ourém, localizado na orla do Rio Guamá, em Ourém, Estado do Pará.

Criado em 1983, integrando a programação de veraneio: “OURÉM, UM VERÃO QUENTE DE AMOR”, composta de uma série de atividades esportivas e culturais que culminaram com a realização do Festival, realizado sempre no mês de julho. O prefeito municipal da época, professor José Raul de Souza Santos, preocupado com a falta de opção de entretenimento no município, junto com grande volume de pessoas que se deslocavam do município, para municípios visinhos, solicitou a um grupo de jovens que assumiam a liderança cultural e esportiva na época, e se comprometeu em custear as despesas necessárias para a realização de todos os eventos programados.


— MOSTRA PARÁ —

A partir deste mês de julho a Mostra Pará, organizada pelo Núcleo de Produção Digital – NPD, do Instituto de Artes do Pará – IAP, chega aos municípios de Primavera, Oriximiná e Moju. A programação especial é realizada gratuitamente em espaços ao ar livre. Tudo a partir do dia 9 deste mês, até 10 de agosto.

A Mostra Pará reúne diversos títulos entre animações, curtas e documentários, que são exibidos de forma gratuita e ao ar livre em diversas cidades paraenses, por meio da parceria realizada com as prefeituras dos municípios.

Localizado na região bragantina - nordeste do Pará - o município de Primavera recebe a mostra a partir do dia 9 de julho, dentro da programação do festival de verão da cidade. Em Oriximiná, a mostra será exibida entre os dias 31 de julho e 1 de agosto. Na programação estão, o documentário “Terra de Negro 3”, de Luiz Arnaldo Campos, e a ficção “Açaí com Jabá” de Allan Rodrigues, Marcos Daibes e Walério Duarte.

Já no município de Moju, a mostra será exibida entre os dias 7 a 10 de agosto. Na programação estão títulos importantes do cinema produzido no Pará, como os premiados “Mãos de Outubro” de Vitor Sousa Lima e “Matinta” de Fernando Segtowick.

Além destes municípios, a Mostra Pará também integra o Festival Cultura de Verão, realizado pela Rede Cultura de Comunicação em Belém e no interior do estado e que segue até o dia 23 de julho na Estação das Docas, com exibição de filmes no Cine Estação (Teatro Maria Sylvia Nunes), sempre a partir de 19h.

Veja aqui a programação completa
iap.pa.gov.br/noticias/83-destaques/1182-municipios-paraenses-recebem-mostra-para

Mostra Pará nos municípios paraenses

Em Primavera: 9, 10, 14 a 18 e 21 a 24 de julho, na Praça de Eventos.
Em Oriximiná: 31 de julho e 1 de agosto, na Praça Santo Antônio.
Em Moju: 7 a 10 de agosto, no Ginásio Iverson Pereira.

Horário: 19hEntrada Franca


— II CONGRESSO BRASILEIRO DE TEATRO 2014 —

As inscrições para participação no II Congresso Brasileiro de Teatro 2014 estão lançadas! Em anexo segue o Boletim Informativo 01. Nele constam todas as informações necessárias, como datas e prazos, taxas e categorias de inscrição.

Mais informações:
cbt2014.files.wordpress.com/2014/07/boletim_011.pdf

Programação:
cbt2014.files.wordpress.com/2014/07/programacaoiicbt_fecate.pdf


Hotel SESC Cacupé

Florianópolis/SC
Inscrições até dia 05/08, 23h50min
Realização: dias 29, 30 e 31 de agosto



ARTES PLÁSTICAS
• ARTES PLÁSTICAS

— ATELIER DA MICHELLE CUNHA | PROJETO CIRCULAR —

A abertura do ATELIER da Michelle Cunha, acontecerá dentro da programação do Projeto Circular que é da Kamera Kó Galeria, da Makikó Akao, uma iniciativa que pretende revitalzar o bairro da campina, onde 16 casas que funcionam com propostas culturais no bairro se unem para uma programação de um dia, cada casa propõe algo para receber o publico.

Histórico e Apresentação:

No porão de um enorme casarão vermelho, localizado na esquina da Campos Sales com a passagem Fiuza instala-se recententemente o atelier da artista visual Michelle Cunha. O mesmo lugar já foi palco de muitas histórias, ali em 2004 a artista inaugurou o Atelier Café Almazen, onde além dos serviços de café e bar aconteciam exposições, apresentações musicais e performances, brechós e outros eventos. Após essa fase, o mesmo porão cedeu espaço para o Café Galeria Caleidoscópio, em seguida para atelier de Elaine Arruda e Armando Sobral e por fim ao restaurante vegetariano Oasis.

Com vocação para espaço de arte, o porão reabre as portas como atelier, e será lá que a produção e exposição dos trabalhos de Michelle Cunha, assim como de outros artistas parceiros, poderá ser vista pelo publico. Isso acontecerá em eventos específicos como exposições, mostra de vídeos, performances, brechós e nas oficinas que serão permanentes. No local estará sempre mostra de produtos com estampas assinadas por artistas (camisetas, posters, imãs, canecas, etc) disponíveis para venda e uma exposição permanente dos trabalhos da artista. A ideia é que o atelier possa ser visitado através de agendamento prévio e o publico tenha contato direto com a obra, com o processo de criação e com quem cria.

O atelier terá sua pré-estreia dia 03 de agosto, na ocasião do projeto Circular:

  • Abra-te, Sezamo! ex-posição de desenhos, pinturas e gravuras de Michelle Cunha -
    Horário: 10h às 20h.

  • Paredes pra que te quero - Mostra de Graffiti
    (artistas convidados: Marcelo Bocão, Nega Suh, Eric David)
    Horário: 10h as 20h.

  • Chá das 5h - quitutes e guloseimas da Tia Naza
    (chefe de cozinha do antigo café Almazen), à partir das 17h.

  • No olho da rua: um convite a deriva, um rolê com 04 artistas que usam a rua como suporte, um passeio pelo bairro para espiar, sentir e bater-papo sobre intervenção urbana, arte, cidade e política a partir da vivência e interação destes artistas nos muros da Campina e pela cidade. Artistas convidados: Marcelo Bocão, Nega Suh, Eric David e Michelle Cunha.

Atelier Michelle Cunha
Trav. Campos Sales c/ Passagem Fiuza
Bairro da Campina | Contato: 91 8272 1350
Dia 03 de agosto (domingo), a partir das 10h
avidaesonho@gmail.com | michelle-cunha.blogspot.com


— UM MUNDO ONDE FOUCAULT POSSA RECLINAR A CABEÇA —

MERCADO DAS IMAGENS FLAGRADAS EM DELITO

As imagens que chegam até nós na exposição Um mundo onde Foucault possa reclinar a cabeça desvelam um mundo cujo reflexo incide numa superfície falseada, devidamente planejada por uma poética do falso. O que não se reduz a uma contraposição ao verdadeiro. O falso nas teias de Foucault se desdobra como máquina produtora de um experiência que se duplica na direção de uma outra maneira de pensar – na outra margem do jogo binário: verdadeiro-falso – que visa constituir-se como potência plástica em sintonia com a vida, numa composição cujo signo é uma vontade de ilusão, ou seja, potência do falso: vontade artística.        

É nessa dimensão que, pelos experimentos que propõe Ney Ferraz Paiva, acontece o encontro entre Francesca Woodman e Michel Foucault. Atravessamento exterior às articulações identitárias – para além do binômio: imagem-representação – no qual o falso enuncia, como um jogo de simulacros, um plano ilimitado de possibilidades. Agenciamento que vem pela força dos simulacros, constituindo linhas diversas, verdadeira heterogeneidade, a partir do qual o pensamento alcança sua duplicidade, ecoando numa atmosfera cuja imagem (a imagem do pensamento) só é possível numa conformação plural. Constelação imagética em ininterrupta variação, sinuosa afirmação da diferença, ou melhor, experiência desempregada tanto da contradição lógica, quanto da síntese dialética. Trata-se de um agenciamento que não fixa ou representa, mas que opera por deslizamentos, transformações e metamorfoses. (...)

Texto: Nilson Oliveira

"Uma imagem, mesmo a mais simples, pode carregar em si um fundo de inquietação a partir do qual nos tornamos vítimas de uma despossessão do olhar. A transversalidade que caracteriza a proposta de Ney Ferraz Paiva põe em jogo imagens que revisitam as fotografias de Francesca Woodman numa interseção com o pensamento de Foucault, criando uma superfície de inscrição em que a vida poderia enfim se tornar estilo, obra de arte. Trata-se da produção de cenas que evocam um mundo fragmentado, repleto de dejetos, rastros e destroços, assombrado pela perda, marcado pela morte, onde as forças da permanência e da transitoriedade disputam objetos que não cabem em seu próprio tempo; mundo também da escrita, da arte, do pensamento, do ir e vir incessante que é a imagem em sua oscilação, com irrupções e mergulhos, linhas retas, desvios."

Texto: Izabela Leal

O Catálogo da exposição está disponível durante o período de visitação na Galeria Theodoro Braga. Quem quiser poderá conferir este catálogo no link abaixo:

 

http://issuu.com/nilsonoliveira9/docs/ney_ferraz_paiva__foucault_francesc

Galeria Theodoro Braga
End: Av Gentil Bittencourt, 650
Centur (esquina da Rui Barbosa)
Dia 03 de julho (quinta), às 19h
Em exposição até 31 de julho
Visitas: segunda à sexta de 9h as 19h
Informações: 55 91 3202.4313 
galeriatheodorobraga@gmail.com



— SONORO DIAMANTE NEGRO —

A instalação “Sonoro Diamante Negro” de Suely Nascimento, será lançada dia 18 de junho, no Centro Cultural Sesc Boulevard. Composta por fotografias em preto e branco, audiovisual e performance de dança, a instalação vai ser embalada por músicas de época, executadas em Bailes da Saudade. Dançarinos do Grupo Coreográfico ExperimentalThiganá Studio Dança”, dirigidos pelo professor Marcelo Thiganá, vão se apresentar e, também, interagir com o público. A entrada é gratuita.

Sonoro Diamante Negro” é um projeto de documentação fotográfica, iniciado em 1997, que preserva a história de uma das mais antigas aparelhagens de som do Pará, fundada em 1950, por Sebastião Nascimento, no bairro Marambaia, em Belém. Este trabalho reúne fotografias produzidas por sete anos, audiovisual e livro.

Para essa noite, o prédio histórico que abriga o Sesc Boulevard será sonorizado, desde a galeria Mercúrio, no térreo, passando pelo primeiro andar, onde funciona o Bar Café, e seguindo para o segundo andar. No repertório, músicas de Baile da Saudade. E integrantes do Thiganá Studio Dança vão se movimentar por todos esses ambientes e convidar visitantes a dançar.

Fotografias em diversos tamanhos serão exibidas ao público no segundo andar da instituição. O audiovisual “Sonoro Diamante Negro” poderá ser apreciado em uma sala ambientada especialmente para sua exibição em looping.

O audiovisual “Sonoro Diamante Negro”, foi criado durante a concessão da Bolsa para Pesquisa em Arte, do Instituto de Artes do Pará, de agosto a novembro de 2003. E o livro de fotografias “Sonoro Diamante Negro”, pelo programa Conexão Artes Visuais 2010, realizado pela Fundação Nacional de Artes (Funarte) e pelo Ministério da Cultura, com o patrocínio da Petrobras. “Para mim, esta primeira ação Percurso, do Centro Cultural Sesc Boulevard, vai divulgar uma parte da memória de Belém, da história do Sonoro Diamante Negro e das pessoas que frequentavam essas noites meio de sonho”, finaliza Suely Nascimento.

Sesc Boulevard
Av. Boulevard Castilhos França, 522/523 - Campina
Lançamento: 18 de junho (quarta-feira), 20h
Visitas até 10 de agosto de 2014,
De terça a sábado, das 10h as 21h
Aos domingos: 9h as 13h e 15h as 19h
Informação: 91 3224 5305 | 3224 5654

• Entrada Franca •



MÚSICA •
MÚSICA
• MÚSICA

— ALFREDO REIS —

Cantor e compositor que já venceu mais de 30 festivais de música em todo o País, Alfredo Reis é dono de uma das vozes mais marcantes do Estado do Pará. Neste show, fará um apanhado geral de tudo que já produziu em uma longa e bem sucedida carreira.

Ao longo dos seus 33 anos de carreira , Alfredo Reis contou com parceiros como Rui Barata, Benedito Monteiro, Paes Loureiro, José Maria Vilar e Edu Filho, entre outros. Teve suas obras gravadas por, Walter Bandeira, Lucinha Bastos, Marcos Monteiro e vários grupos folclóricos.

Nascido em Belém, Alfredo Reis começou sua atividade artística em 1974, estudando violão, violoncelo e flauta transversal no Serviço de Atividade Musicais da UFPA, e é autor de vários sambas de carnaval nas agremiações “Piratas da Batucada”, “Quem são eles” e “Acadêmicos da Pedreira”.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 30 de julho (quarta), às 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— CARLOS HENRY e NEGO NELSON —

Parceiros há mais de trinta anos, Carlos Henry e Nego Nelson apresentam o show Meio a Meio, baseado no disco “Gerações” que Henry lançou em 1981. O álbum acaba de ser relançado em CD e Carlos Henry veio de São Paulo para apresentá-lo em Belém.

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Carlos Henry músico e compositor amazonense, é médico, mas sempre dividiu-se atuando também na área literária e musical. Na primeira, foi colaborador do jornal “O Pasquim” e da revista “Novos Estudos”. Publicou um livro de contos “Até a Primeira Estrela” e um livro de textos curtos “Comprimidos Sem Contra Indicações – Apenas leves efeitos colaterais". Como compositor é autor de músicas com parceiros do porte de Elton Medeiros, Eduardo Gudin, Vicente Barreto, Celso Viáfora, Jean Garfunkel e de músicas em que atua sozinho, com algumas gravadas pelo MPB4, por Maria Martha e Vicente Barreto. Possui gravados o CD “Anjo Torto” de 2001 e o LP “Gerações” de 1981. Participou do Festival da MPB da TV Globo em 2000, do projeto “RUMOS” Música – Itaú Cultural” em 2004 e do Festival da Nova MPB da TV Cultura em 2005. Seu livro “A Palavra Acesa”, foi publicado pela editora Europa através da Apple Store.

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Nelson Batista Ferreira, “Nego Nelson”, nasceu em Belém do Pará, iniciando seus estudos com Tó Teixeira, e logo depois com Everaldo Uchôa Pinheiro. Músico, violonista, compositor com mais de 90 músicas, de repertório eclético, que passa por eruditos, valsas, choros, carimbós, sambas, funks, boleros, blues, bossas, latinos etc. Dentre suas músicas mais conhecidas podemos citar “Belém”, de parceria com Sebastião Tapajós, gravado no disco Violões e Amigos de Sebastião Tapajós; “Barcarena”, que durante alguns anos foi Tema de Abertura da Radio Cultura do Pará; “Pouso do Pombo”, “Mimo”, músicas que foram gravadas pelo Grupo Gema no Especial “Som no Tucupi”, apresentado pela TV Educativa, em circuito nacional no ano de 1987 e “Sapato do Velhinho”, incluída no repertório do violonista mineiro Marcus Vinicius.

Começou a compor na década de 70. Em 1976 iniciou sua carreira na Noite Paraense, tocando juntamente com Walter Bandeira (cantor), Everaldo Pinheiro (violonista e seu professor), Dadadá (percussionista). Durante muitos anos formou junto com os músicos Dadadá, Sagica, Kizam Gama e Bob Freitas, o Grupo Gema, fazendo trabalhos de música instrumental, com várias apresentações em teatros, praças, clubes em Belém, Macapá, Santarém etc.

Participou dos shows em Belém do Pará, de cantores de renome tais como Carmem Costa, Erasmo Carlos, Martinho da Vila, Sérgio Ricardo, Noite Ilustrada, Billy Blanco, Maurício Tapajós, Valeska, Leila Pinheiro, João Donato, Nazaré Pereira, Johnny Alf e a francesa Zizi Burnier.


SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 01 de agosto (sexta), às 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


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OUTROS •
EVENTOS
• OUTROS

— CAFÉ FOTOGRÁFICO | SILVIA HELENA CARDOSO —

O Café Fotográfico, evento mensal realizado pela Associação Fotoativa, retoma as atividades na próxima terça-feira, dia 29 de julho, em parceria com o Centro Cultural Sesc Boulevard, para receber a convidada Silvia Helena Cardoso, de Campinas, São Paulo, que vem apresentar um relato da sua pesquisa de doutorado – Estrada, Paisagem e Capim: Relato de Processo de Criação.

O trabalho é parte da sua pesquisa de doutorado desenvolvida e defendida no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (2011) e vem se desdobrando até o presente momento. “É certo que um trabalho de fôlego leva algum tempo para ser assimilado e desta forma continua apresentando espaços para a reflexão a partir de todas as ações empreendidas quando da pesquisa, sejam os materiais coletados no Cerrado Brasileiro, especificamente, no interior do Jalapão, ou os diálogos estabelecidos com os diferentes autores e artistas consultados a partir da literatura e portfólios”, comenta Silvia Helena.

O relato que será apresentado neste café é um desdobramento reflexivo acerca do trabalho fotográfico que pretende compartilhar desde as primeiras ações, os registros imagéticos, as histórias coletadas, as trocas estabelecidas, os pensamentos partilhados, as formas de organizar os materiais e classificá-los para uma possível compreensão.

Pedaço do Universo - Silvia Helena Cardoso

Entre os anos de 2006 e 2011, Silvia Helena realizou viagens que foram denominadas: Viagem do Encantamento, Viagem do Desenvolvimento, Viagem do Aprofundamento e Viagem do Refinamento. Para a artista, “a viagem em sentido metafórico é tratada como um processo de descoberta e conhecimento daquilo que está ali, não só objetivamente, mas também subjetivamente, aquilo que está escondido na memória, nos arquivos do inconsciente”. Quanto ao artista, comenta que o artista pesquisador é aquele que “mergulha profundamente em suas próprias histórias a partir do momento que encontra a paisagem e a atmosfera jalapoeira, por exemplo, como estímulo para começar a sua navegação mental”.

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Silvia Helena Cardoso é artista, fotógrafa, antropóloga e professora universitária. Doutora em Artes/Poética Visual (2011) e Mestre em Multimeios/Antropologia Visual (2000) no Instituto de Artes/UNICAMP; é Bacharel em Ciências Sociais/Antropologia Cultural (1990)/FFLCH/USP; Professora Doutora no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo/Bacharelado em Artes Visuais, onde ministra a disciplina de Linguagem Fotográfica, orienta Iniciação Científica e Trabalhos de Conclusão de Curso. É representada pela Verve Galeria em São Paulo.

O Café Fotográfico retoma suas atividades no final de julho, e já deixa o convite para o próximo encontro, com o artista Danilo Brachhi, que apresenta parte de sua pesquisa com fotografia e dança, na terça-feira 19 de agosto, dia mundial da fotografia, na sequências dos festejos do 30º aniversário da Fotoativa, que acontece no sábado dia 16, aguarde!

*Texto escrito pela Assessoria de Comunicação da Associação Fotoativa

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 29 de julho (terça), às 19h
Sala de Oficinas
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— CACAU NAVAIS | AULA E OFICINA DE CANTO —

A cantora Cacau Novais ministrará em agosto, aulas de Canto para Crianças de 05 a 10 anos, e também inicia uma nova turma para uma Oficina de Canto, para jovens e adultos. As aulas serão sempre aos sábados e as turmas já estão sendo iniciadas.

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Sempre preocupada com a técnica, Cacau Novais em seu canto chama atenção em suas apresentações. Ela trabalha bem a respiração, obtendo maior prolongamento da nota, afinação e leitura musical. A artista já tocou com vários grupos de jazz da bossa nova em festivais diferentes como Baiacool Jazz Festival, o Festival Internacional de Música do Pará e também participou de óperas de Verdi, como “La Traviata”. Entre suas performances, destacam-se o musical Ópera Profano (2010), Sophisticated Lady (2005), além de apresentações na Dinamarca em 2012, enquanto esteve em temporada no país.


Prática do Canto para crianças
(5 a 10 anos de idade)

  • Início: 16 de agosto
  • Horário: Sábados às 10h
  • Mensalidade: R$100,00

Oficina de Canto para Jovens e Adultos

  • Início: 16 de agosto
  • Horário: Sábados às 15h
  • Módulo I (12h/a): R$200

Informações: moldurabranca@gmail.com/8151-5910

Moldura Branca
Rua Veiga Cabral, 1178
(entre Trav. Pe. Eutíquio e Trav. São Pedro)
e-mail:moldurabranca@gmail.com



— RICARDO MACÊDO | CONVÍVIOS —

As inscrições para o workshop “Convívios: Processos colaborativos como espaços de aceitação do outro”, que será ministrado por Ricardo Macêdo no período de 4 a 8 de agosto, no atelier do Instituto de Artes do Pará, continuam abertas e seguem até o dia 25 de julho. Aos interessados em participar da atividade vale lembrar que é necessário levar uma câmera fotográfica digital e um álbum de família.
O workshop tem carga horária total de 20 horas. Foram disponibilizadas 20 vagas destinadas a estudantes e profissionais de todas as áreas da arte. A ideia é levantar questões importantes no processo de agenciamento de propostas artísticas e gestão de espaços realizados de forma colaborativa.

Como viver junto? A temática explora um contexto ligado à colaboração, ao convívio, à coautoria e à parceria. As formas de lidar com as diferenças culturais, sociais e econômicas provindas do "outro" dentro dessas situações ainda se mostram como um problema a ser levado em conta. A partir desses questionamentos, o workshop pretende auxiliar no diálogo da apropriação de espaços como ateliês, galerias de arte e demais locais de exposição e experimentação artística.

Para Ricardo Macêdo, perguntas como: “Quais os meios de intermediar processos colaborativos e conviviais?” e “Qual a importância do lúdico, da proximidade e da temporalidade nesses agenciamentos?” estão no centro das construções que pretendem ser desenvolvidas. Segundo Ricado, “a finalidade de buscar alternativas estratégicas e táticas para uma melhor mediação se faz necessário, quando paramos para pensar em quais referências estão sendo utilizadas e como as adequamos à realidade da comunidade, do bairro e do proponente”.

Ricardo Macêdo é Mestre em Artes Visuais e Tecnologia da Imagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e tem formação em Artes Visuais pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e em Design de Interiores pelo antigo Cefet, atual Instituto Federal do Pará (IFPA). Já ministrou diversas oficinas sobre percepção visual, teoria da informação e fotografia e tem trabalhos realizados em salões e exposições como Arte Pará e Arte Performance Brasil, no Museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro.


IAP - Instituto de Artes do Pará  (Atelier do IAP)         
Praça Justo Chermont, nº 236 - Nazaré (ao lado da Basílica)
Inscrições gratuitas até 31 de julho (quinta-feira)
Realização: De 04 a 08 de agosto, das 8h as 12h
às sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Pré-requisitos: É necessário ter uma câmera
fotográfica digital e um álbum de família.
Informações: 91 4006 2918
iapcomunicacao@gmail.com
Site: www.iap.pa.gov.br


— CURSO FOTOGRAFIA DE RUA —


Roberto Menezes nasceu em Belém do Pará. Aos 15 anos teve o primeiro grande contato com fotografia, em um laboratório montado em casa de seu pai por um tio e amigos. Com a primeira câmera herdada do pai começa a fotografar em 1974 e por razões pessoais, dois anos mais tarde deixa de fotografar rotineiramente o fazendo apenas em ocasiões programadas (aniversários, viagens, etc...). Em 1999 volta a fazer fotografia como opção de qualidade de vida, nesse mesmo ano participa de seu primeiro salão (Primeiros Passos, CCBEU), em 2001 ganha seu primeiro prêmio (Arte Pará), em 2002 faz sua primeira exposição individual (A ilha e a luz), participa então de várias exposições coletivas em Belém, em Macaé (RJ), Bologna (Itália), e outros salões e mostras.

Mais sobre Bob Menezes:
bobmenezes.blogspot.com.br

culturapara.art.br/fotografia/robertomenezes

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
(em frente à Estação das Docas).
De 29/07 a 01 de agosto, das 15h às 19h
e dia 02 de agosto (sábado), das 10h às 13h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Inscrições Gratuitas


— MARCELO CAETANO | CURSO ASSISTENTE DE DIREÇÃO —

O Instituto de Artes do Pará (IAP), em Belém, em parceria com o Canne, estão com as inscrições abertas para um curso de assistente e direção com Marcelo Caetano. Voltada para profissionais que já atuam na área de direção, assistência de direção e produção em cinema e audiovisual, o curso terá 40 horas-aula e vai trazer para discussão e estudo a atuação do profissional. As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de julho pelo Edital do Centro Audiovisual Norte Nordeste – Canne, disponível no site do IAP.

O assistente de produção explica que a oficina em Belém é um aprimoramento da oficina ministrada por ele no festival Olhar de Cinema, em Curitiba, em maio de 2013. Desde então, Marcelo Caetano vem aprimorando e pesquisando novos conteúdos que resultaram em um método didático bastante diversificado e completo.

Mesmo sendo uma das atuações primordiais num set de filmagem, a função do assistente de direção não é ensinada facilmente nos cursos de cinema e não costuma ser tema recorrente de oficinas. De acordo com Marcelo, o fato de difícil encontrar profissionais da área, especialmente fora dos polos de produção do eixo Rio – São Paulo, torna maior ainda a importância do curso.

Aliado ao método, Marcelo leva ainda a experiência de ter trabalhando em importantes filmes do recente cinema brasileiro, como Tatuagem (de Hilton Lacerda), Fllmefobia (de Kiko Goifman) e Depois da Chuva (Claudio Marques e Marilia Hughes), além dos novos filmes dos diretores Gabriel Mascaro e Daniel Aragão.

"Creio que Belém pode receber grandes projetos e é preciso que existam técnicos capacitados para apoiar os diretores e produtores. Espero encontrar na oficina, futuros assistentes de direção e diretores interessados em trocar experiências”, afirma Marcelo Caetano.

Curso de Assistente de Direção com Marcelo Caetano, de 28 de julho a 1º de agosto, das 14h às 22h. Inscrições até o dia 13 de julho através do Edital do Centro Audiovisual Norte Nordeste – Canne.


— DEVOLUÇÃO PROJETOS BOLSAS IAP —

IAP - INSTITUTO DE ARTE DO PARÁ
Varanda do Instituto de Artes do Pará
Praça Justo Chermont, 236 - Nazaré
(ao lado da Basílica de Nazaré)
Até 30 de agosto das 08h as 16h
Informações: 91 4006 2918


— EDITAL DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO DIGITAL —

A partir desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014, o Instituto de Artes do Pará abre o novo edital do Núcleo de Produção Digital – NPD. As diferenças em relação ao ano passado estão, principalmente, no tempo de utilização dos equipamentos, incluindo as ilhas de som e imagem.

Produtores de audiovisual já podem contar novamente com a disponibilidade de equipamentos e ilhas de edição do Núcleo de Produção Digital – NPD.

Inaugurado em 2006 no Instituto de Artes do Pará, o NPD é um programa da Rede Olhar Brasil, vinculado ao Ministério da Cultura por meio da Secretaria do Audiovisual, num projeto implantado em diversos estados brasileiros. No Pará, a gestão cabe ao IAP e a co-gestão fica por conta da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Instituto de Ciência da Arte (ICA/UFPA), Associação Fotoativa e Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABDeC/PA).

Em seus 8 anos de criação, o NPD tem sido um dos maiores fomentadores do aperfeiçoamento técnico e artístico dos produtores audiovisuais do estado. Cineastas importantes como Lucas Escócio, Roger Elarrat e Marcelo Rodrigues, entre tantos, participaram de algumas das oficinas oferecidas pelo Núcleo. Outros como Januário Guedes, Luiz Arnaldo Campos e Priscilla Brasil já foram contemplados com o equipamento disponível no edital.

O edital segue aberto até o dia 10 de dezembro e contempla as produções de pessoas físicas, os chamados produtores independentes. Podem se candidatar projetos de ficção, documentário, vídeo-clip, vídeo-arte, experimental e animação. O interessado deve preencher a ficha de inscrição (anexa ao edital), especificar os equipamentos necessários e assinar ao termo de responsabilidade; o prazo de empréstimo de material é de 10 dias.

De acordo com Afonso Gallindo, gerente do NPD, a análise do material enviado é apenas técnica, para garantir a integridade do material. “Não existe uma análise estética. O que precisamos para liberar o equipamento é de um profissional da área, por isso a análise é técnica”, explica.

Afonso ressalta ainda a importância da parceria com o Centro de Audiovisual Norte e Nordeste, o CANNE, pela qual são realizadas as qualificações dentro do Núcleo, com alguns dos maiores profissionais brasileiros. “A parceria feita com o CANNE já existe há 4 anos e é fundamental. Eles nos proporcionam oficinas com pessoas de peso de todo o lugar do Brasil. Já foram ministradas oficinas com o diretor Marcelo Gomes; Alziro Barbosa (diretor de fotografia); diretor Dib Lufti; Virginia Flores; montadora de som e imagem e vários outros”, pontua o gerente.

Ainda neste primeiro semestre novos cursos e oficinas serão oferecidos no Núcleo.


Edital do Núcleo de Produção Digital Belém
Período de utilização: 28 de fevereiro à 10 de dezembro de 2014
Após o preenchimento das fichas contidas no edital, o produtor
pode procurar o NPD, das 9h às 16h, de segunda à sexta-feira.
Para acessar o edital clique aqui.


— BELÉM AOS 80 —
http://youtu.be/7tQAyCFn-Mo

 

No início da década de 1980 havia certa efervescência cultural, fruto de um processo político liberalizante depois dos anos de chumbo que vivemos, e uma grande ansiedade por mudanças. Surgiram iniciativas na área artística que contribuíram para um novo olhar sobre nossas idéias, costumes, valores sociais e morais. Nascia uma grande cumplicidade entre as pessoas e uma participação viva em qualquer evento que trouxesse o adjetivo “arte” em seu script. A inquietação era tanta que movimentou desde grupos alternativos, que romperam paradigmas na forma de apresentar seus trabalhos, até a explosão do talento da criação artística que delineou e legitimou toda a arte contemporânea produzida em nossa cidade posteriormente. Resumidamente, os anos 1980 vão ser lembrados como um marco na vida de todos aqueles que o vivenciaram como criadores ou participantes ativos dessa geração e como herdeiros de uma década que mudou toda uma história de viver e fazer arte em nossa região. "Belém Aos 80" é uma visita a alguns personagens e movimentos que marcaram esses anos na cidade, registrando momentos de exaltação sócio-cultural da época.

• • • FICHA TÉCNICA • • •

  • Direção e Roteiro:
    Alan Kardek Guimaraes

  • Argumento:
    Januario Guedes

    Celso Eluan Lima

  • Fotografia e Câmera:
    Diógenes Carvalho Leal

DOE UM INSTRUMENTO

Cavaquinho, violão, banjo, atabaque, trumpete, todos os instrumentos que produzem sons e estão esquecidos na sua casa podem transformar os sonhos de jovens atendidos pelas oficinas da Fundação Curro Velho. Esse é o objetivo da campanha de doação de instrumentos musicais que a instituição está realizando durante este ano.

Todos os instrumentos musicais serão recuperados em um espaço para reparo e construção de novos instrumentos. Se você tem violão, violino, violoncelo, viola, piano, saxofone, flauta, gaita ou qualquer instrumento, que esteja danificado ou sem utilização, faça sua doação para o Curro Velho.

Todos os instrumentos de corda que forem doados para a instituição serão trabalhados na Lutheria. A intenção da campanha de doação de instrumentos é que todos abracem a causa de doar um instrumento e realizar o sonho dos jovens atendidos pelo Curro Velho.

As doações dos instrumentos podem ser feitas na sede do Curro Velho, localizada na rua Professor Nelson Ribeiro, nº 287, bairro, Telegráfo ou na sede da Casa da Linguagem, na

Fundação Curro Velho
Rua Prof. Nelson Ribeiro, 287 - Telégrafo
Contato: 91 3184-9100
E-mail: fcv@currovelho.pa.gov.br

Casa da Linguagem
Avenida Nazaré, nº 31.
Informações: 91 3241-9786



9 PAULO ANDRADE | PINTURAS