O Cultura Pará criou a Agenda da Semana com o objetivo de publicar neste espaço as manifestações artísticas de nossa região seguindo a mesma linha de trabalho proposta pelo site. Festas, eventos em bares e outras locações em que a arte não seja objeto prioritário, não serão contemplados. Os interessados deverão enviar a programação, acompanhada de release e uma imagem representativa, até segunda-feira (às 19h) de cada semana. Esta agenda tem o apoio da Sol Informática.

DESTAQUE •
DESTAQUE DESTAQUE

— REVISTA POLICHINELLO • Nº 16 —

O Lançamento da Revista Literária Polichinello, Nº 16 "Amor Fati", ocorrerá no dia 24 de outubro, as 19h, no IPHAN, em Belém do Pará. Haverá nesse dia em que se comemora 10 anos do lançamento do primeiro número da revista, sarau poético e show com a banda Itinerário Boomerang.

Segue a relação de todos os autores em ordem alfabética, que estarão participando dessa Edição de Aniversário da Polichinello.

Alberto Lins Caldas | Alexandra Pizarnik | Alfred Jarry | Alfredo Fressia
Ana Amália | Andréa Catrópa | Bianca Coutinho Dias | Cecília Cavalieri
Célia Musilli | Chiu Yi Chih | Claudio Willer | Clément Rosset
Contador Borges | Daniel Lopes | Diogo Cardoso |
Éclair Antonio Almeida Filho
Eduardo Pellejero |
Eduardo Sterzi | Élida Lima | Evandro Nascimento
Fabiano Calixto | Flávio Castro | Giselda Leirner | Giorgio Agamben
Israel Luziano |
John Berger | Keyla Sobral | Leonardo Gandolfi
Luciana Brandão Carreira |
Luiz Guilherme Barbosa | Marcelo Ariel
Marcelo Jaques de Moraes | Márcia Barbieri | Márcia Tiburi | Marcio André
Marília Garcia
| Martín Gambarotta | Maura Lopes Cançado
Mauricio Chamarelli Gutierrez |
Max Martins | Milton Meira | Ney Ferraz Paiva
Paulo Sposati Ortiz |
Philipe Lacoue-Labarthe | Ramon Cardeal | Sandra Mara Corazza
Silvana Tótora |
Solange Rebuzzi | Suelen Carvalho | Vasco Cavalcante
Victor Sosa |
Vinícius Nicastro Honesko | Wilson Coutinho.

Revista Polichinello
Núcleo Editorial

  • Nilson Oliveira
  • Ney Ferraz Paiva
  • Izabela Leal
  • Ramon Cardeal
  • Evandro Nascimento
  • Alberto Pucheu
  • Ricardo Pinto Souza
  • João camillo Penna

Editora de Arte
Eliane Moura

Revisão
Dayse rabelo

— • –

IPHAN - Belém
Instituto de Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional
Av. Governador José Malcher, 474
(esquina com Benjamin Constant)
Dia 24 de outubro (sexta), as 19h
Telefone: 91 3278 4578


— CURTA CARAJÁS —

O CurtaCarajás é um festival de cinema brasileiro, que promove mostras competitivas de filmes de realizadores brasileiros, este ano teremos além da mostra competitiva de curtas, uma nova Mostra Competitiva de Documentários Amazônicos destinada aos realizadores da Amazônia Legal, e outras atividades, como oficinas, palestras, mostras paralelas, debates, shows e etc. O festival que está na 6º edição, acontece desde 2009, e visa fomentar, promover e divulgar a produção dos filmes brasileiros no âmbito local, regional e nacional.

Outra novidade desta edição é o Prêmio CurtaCarajás de Incentivo a Produção Audiovisual no Estado do Pará, além de um Seminário Audiovisual Paraense que irá promover uma grande debate sobre o cinema no Estado do Pará e seus desafios.

O festival acontece na cidade de Parauapebas, sudeste do Pará, aos pés da Floresta Nacional de Carajás, em uma região rica em biodiversidade amazônica e conhecida por suas riquezas minerais. Em 2014, o CurtaCarajás, realiza 6 edições continuas e se estabelece como importante festival da região norte e se firma no circuito nacional de festivais do cinema brasileiro.

PREMIAÇÕES

Mostra Competitiva de Curtametragens

  • I. Prêmio Ipê | Melhor Curtametragem
    R$ 5.000,00 (Cinco mil reais)

  • II. Prêmio Gavião Real | Melhor Curta Documentário
    R$ 4.000,00 (Quatro mil reais)

  • III. Prêmio Xicrin | Melhor Curta Ficção
    R$ 4.000,00 (Quatro mil reais)

  • IV. Prêmio Amazônia Anime | Melhor Curta de Animação
    R$ 4.000,00 (Quatro mil reais)

  • V. Prêmio Parauapebas | Melhor Curtametragem (Júri Popular)
    R$ 3.000,00 (Três mil reais)

Mostra Competitiva de Documentários Amazônicos

  • I. Prêmio Karajás | Melhor Documentário
    R$ 10.000,00 ( Dez mil reais)

Serão admitidos outros prêmios e menções honrosas, que podem ser oferecidos por instituições públicas ou privadas nacionais ou internacionais, desde que previamente aprovados pela organização do festival. A escolha e a entrega dos prêmios serão de inteira responsabilidade das instituições que os propuserem.

Informações | Inscrições | Edital
www.curtacarajas.com


Parauapebas | Pará
Inscrições até 24 de outubro
Realização: 28 de novembro a 06 de dezembro

Curta Carajás 2014
6º Festival De Cinema De Parauapebas
Labirinto Cinema Clube
Rua Ulisses Guimarães, 774 – Bairro Maranhão.
Parauapebas – Pará
CEP: 68515-000



— TOCAIÚNAS —

O Projeto TOCAIÚNAS, idealizado pelos poetas Airton Souza e Eliane Soares, tem como objetivo promover o livro, priorizando o acesso e o incentivo a leitura, além de divulgar o trabalho literário de diversos escritores do Pará. O nome TOCAIÚNAS é uma homenagem aos dois rios que passam em Marabá, o rio Itacaúnas e o Tocantins.

Em sua primeira etapa o projeto vai realizar o lançamento de mais de 3 mil livros, que estão sendo publicados pela Editora LiteraCidade, de Belém do Pará, que tem o lançamento previsto para a noite do dia 29 de outubro, em Marabá, no Centro Cultural Toca do Manduquinha.

Entre os escritores participantes neste primeiro volume constam nomes como o do poeta Paulo M. Nunes, Abilio Pacheco, Adão Almeida, Kaitucia Oliveira, Glécia Sousa, Luzinete Ferreira, Evilangela Lima, Creusa Salame, e os organizadores Airton Souza e Eliane Soares.


— 23º SALÃO DE ARTES PRIMEIROS PASSOS | CCBEU • BELÉM —

O Centro Cultural Brasil - Estados Unidos realiza pela 22ª vez a Mostra de Arte denominada PRIMEIROS PASSOS, destinada a artistas iniciantes e tendo como finalidade o estímulo à produção artística emergente.

O Salão serve como elemento de primeira divulgação, levando ao conhecimento do público, novos valores no campo das artes nas mais variadas formas de expressão, uma vez que a condição para inscrição é a de nunca ter participado de uma exposição individual, ser maior de 16 anos e nunca ter sido premiado em versões anteriores do salão com o primeiro lugar.

As categorias aceitas são: pintura, desenho, gravura, escultura, fotografia, objeto, instalação e vídeo.

Este ano as inscrições irão de 07 de outubro a 17 de novembro. A abertura da Mostra e Premiação serão no dia 02 de dezembro às 19h, na Galeria de Artes do MABEU ficando em exposição até 09 de janeiro de 2014.

Os Prêmios são:

  • 1° LUGAR: R$ 3.500,00

  • 2° LUGAR: R$ 2.500,00

  • 3° LUGAR: R$ 1.500,00

Ficha de Inscrição:
ccbeu.com.br/view/ficha%20pp2014.pdf

Galeria do CCBEU
Travessa Padre Eutíquio, 1309
Inscrições: de 07/10 à 17 de novembro
Mostra e Premiação: 02 de dezembro, às 19h
Visitação: 03/12 a 09 de janeiro de 2014
Segunda à sexta de 13h30 às 19h30
sábado de 9h às 13h
Informações: 55 91 3221.6100
www.ccbeu.com.br

Maiores informações no telefone 91 3221.6116 | 6143 | 6144
danielle.nascimento@ccbeu.com.br | artes@ccbeu.com.br 
erinaldo.cirino@ccbeu.com.br



— ARTESESC CONFLUÊNCIAS —

O Confluências

Em um país de extensão continental, a diversidade artístico-cultural tem proporções equivalentes. Pensando nisso, o ArteSesc Confluências pretende analisar, mapear e difundir a produção artística desconhecida dos grandes circuitos brasileiros.

O Confluências convoca artistas, curadores, críticos e estudantes de artes dos estados do Pará, Paraíba, Piauí, Santa Catarina e Tocantins para trocar experiências por meio de encontros colaborativos com mediadores locais e visitantes – especialistas atuantes no circuito artístico nacional – com duração média de cinco meses (Fevereiro a Julho de 2015).

Serão oferecidas palestras, cursos e oficinas complementares aos estudos. Com este intercâmbio de saberes, será possível produzir uma análise ampla e detalhada do contexto regional, identificar e dialogar sobre agentes culturais, circuitos, tendências, temáticas, espaços, políticas, ideologias, tensões e pontos de confluência.

O Confluências pretende também divulgar novos talentos através de sua circulação nos espaços do Sesc e organizar material sobre a produção de arte brasileira contemporânea, disponibilizando-o para consulta pública através de uma plataforma digital.

Convocatória

Serão oferecidas 20 vagas por estado para pessoas que atuem no campo das artes visuais, tais como artistas, críticos, mediadores, pesquisadores, gestores, entre outros agentes culturais, residentes no Pará, Paraíba, Piauí, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Os candidatos selecionados que residam em localidade distante da cidade onde as ações serão realizadas poderão receber ajuda de custo, o que será analisado caso a caso.

O programa terá 3 (três) semanas de duração com carga horária de 20 horas cada, oferecidas pelos mediadores visitantes e locais, com intervalo médio de um mês entre cada uma delas. No intervalo serão promovidos debates, palestras e encontros para dar continuidade às discussões, com a participação de outros profissionais convidados. Serão conferidos certificados de participação àqueles que tiverem no mínimo setenta e cinco por cento de frequência às atividades propostas.

As inscrições podem ser feitas de 1º de outubro a 30 de novembro de 2014. Os candidatos serão avaliados por uma equipe formada por profissionais das Artes Visuais do Sesc e convidados. A lista de selecionados será divulgada no dia 20 de janeiro de 2015.

Para se inscrever, o candidato deverá enviar currículo e/ou portfólio e carta de motivação com, no máximo, 500 palavras, para confluências@sesc.com.br. A carta deverá conter as expectativas do candidato com relação ao projeto e o portfólio com o tamanho máximo de 4MB, deverá ser enviado por aqueles que produzam obras visuais, exposições etc.

Mediadores visitantes

Alexandre Sequeira
Artista plástico e fotógrafo, é Mestre em Arte e Tecnologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e professor do Instituto de Ciências da Arte da UFPA. Desenvolve trabalhos que estabelecem relações entre fotografia e alteridade social, participou de diversas exposições e festivais no Brasil e exterior. Tem obras no acervo do Museu da UFPA, Espaço Cultural Casa das 11 Janelas/PA; Coleção Pirelli/MASP e Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul.

Fernando Lindote
Artista visual, transita em várias linguagens: pintura, escultura, vídeo, instalação e desenho, realizando mostras individuais e coletivas nas mais diversas instituições do país. Participou da 29ª Bienal Internacional de São Paulo/2010; das exposições: Clube da Gravura do MAM São Paulo/2009; Dez + um. Arte Recente Brasileira, Instituto Tomie Ohtake/2006 e da 5ª Bienal do Mercosul /2005. Recebeu o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça FUNARTE, em 2009 e 2010.

Renata Voss
É fotógrafa. Atualmente cursa doutorado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Desenvolve trabalhos autorais desde 2004 e tem interesse por processos alternativos em fotografia, bem como na investigação dos diversos suportes que a fotografia pode assumir.

Mediadores locais

Daniele Zacarão – SC
Criciúma/SC, 1987. É artista e gestora cultural, bacharel em Artes Visuais (2009) e pós-graduanda em Educação Estética: Arte e as Perspectivas Contemporâneas (2010 - 2012) pela Universidade do Extremo Sul Catarinense Unesc. Coordena a Galeria de Arte Contemporânea da Fundação Cultural de Criciúma / Centro Cultural Jorge Zanatta, é membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Criciúma, da Associação Sul Catarinense de Artes Visuais ASCAV e do Coletivo MURRO.

Emanuel Franco – PA
Arquiteto, artista visual e curador. Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo e coordenador da galeria de arte Graça Landeira da Universidade da Amazônia (Unama). Atualmente seu conteúdo artístico está voltado à visualidade popular do nordeste paraense e suas ações curatoriais no universo de produção dos artistas do interior do Estado do Pará.

Gustavo Carvalho (Guga) – PI
É mestre pelo programa interunidadades em Estética e História da Arte pelo Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC USP), com pesquisa sobre possibilidades da arte contemporânea no Piauí em diálogo com a filosofia de Walter Benjamin (2008-2010). É especialista, também pela USP, em Gestão dos Processos Comunicacionais, com pesquisa sobre crítica de arte e novos meios (2005-2006). Há três anos dedica-se a acompanhar de perto o trabalho dos jovens artistas em Teresina (PI), tendo organizado vários seminários, debates , laboratórios de criação , mostras de vídeo, cursos e exposições

Antônio da Cruz – SE
Pintor, atua como ilustrador, chargista, desenhista publicitário e técnico. Atualmente enfatiza a produção de esculturas em aço; foi presidente da Associação Sergipana dos Artistas Plásticos (Asap) e diretor da galeria de arte Álvaro Santos, do município de Aracaju. É cenógrafo e produtor; colaborador de jornais e revistas locais e ativista do Fórum Permanente de Artes Visuais de Sergipe.

Norma Brügger – TO
Bacharel em Artes Visuais, pós-graduada em Arteterapia em Educação Especial pela Universidade Federal de Goiás. Trabalha como arte educadora ministrando aulas de pintura, desenho e história da arte desde 1988 para os mais variados públicos. Desenvolve trabalhos artísticos com uma linguagem figurativa voltada para a fauna do cerrado e colagens abstratas geométricas.

Robson Xavier – PB
Artista Visual, Curador, Arte/Educador e Arteterapeuta. Coordenador Geral do Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba/Universidade Federal de Pernambuco. Professor Adjunto I e Ex-Chefe do Departamento de Artes Visuais - DAV (2004-2007) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
(em frente à Estação das Docas)
Inscrições: 01/10 a 30/11
e-mail/inscrições: confluências@sesc.com.br
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br



— ARTE PARÁ • 2014 —

A 33ª edição do Arte Pará foi inaugurada na noite de quinta-feira, 09 de outubro, no Museu do Estado do Pará (MEP), em Belém, com a abertura do salão ao público e a premiação das obras vencedoras. Vinte artistas foram selecionados e terão suas obras expostas até o dia 9 de dezembro nos três espaços do salão, que também ocupa o Museu Paraense Emílio Goeldi, no bairro de Nazaré, o Espaço Cultural Casa das Onze Janelas e o próprio Museu do Estado do Pará (MEP), ambos no bairro da Cidade Velha.

Quatro artistas receberam a premiação máxima do salão e dividiram o valor R$ 35 mil reais, sem hierarquia entre as obras vencedoras. A paraense Luciana Magno foi premiada na categoria videoperformance, assim como a pernambucana Juliana Notari, com uma performance realizada em Belém. A dupla paulista Costa e Brito foi premiada na categoria vídeo, e Paul Setúbal, de Goiás, recebeu o prêmio na categoria desenho.

PREMIADOS

  • Luciana Magno (videoperformance)
  • Juliana Notari (performance)
  • Costa e Brito (vídeo)
  • Paul Setúbal (desenho)

Realizado pela Fundação Rômulo Maiorana, o Arte Pará 2014 recebeu cerca de 700 obras inscritas de todas as regiões do país, um aumento de 27% em relação ao número de inscrições de 2013. No entanto, o número de artistas selecionados foi reduzido de 25 para 20 na edição de 2014. "Tivemos uma preocupação muito grande de fazer com que o artista tivesse um espaço maior no salão. A nossa ideia é cada vez mais enxugar para poder proporcionar um prêmio maior para o artista", explica Roberta Maiorana, diretora da Fundação.

LISTA COMPLETA COM
OS 20 SELECIONADOS

  • Andrea Barreiro
  • Costa & Brito
  • Davilyn Dourado
  • Dirnei Freire Prates
  • Eduardo Ekman Simões
  • Elaine Arruda
  • Flora Romanelli Assumpção
  • Henrique Oliveira
  • José de Almeida Viana Júnior
  • Juliana Notari
  • Luciana Magno (Pará)
  • Luisa Nóbrega Silva
  • Mariana Pedrosa Marcassa
  • Melissa Barbery Lima (Pará)
  • Paul Cezanne Souza Cardoso de Moraes
  • Pedro David de Oliveira Castello Branco
  • Raquel Uendi Matusita
  • Ricardo “Villa” Gomes da Silva
  • Rodrigo Arruda Proto Gonzalez
  • Vitor Mizael Rubinatti Dias

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Dos quatro premiados no Arte Pará, apenas a dupla paulista Costa e Brito não esteve presente na noite de abertura do salão. Para o curador artístico do Arte Pará 2014, Paulo Herkenhoff, o trabalho da dupla se destaca pelos diversos resultados que apresentam a partir da interação com objetos e cenários comuns do dia-a-dia, como paredes, tábuas, cadeiras e escadas. "Um dos resultados é constituir um distanciamento do cotidiano com um desafio às leis da gravidade, e a partir desse inesperado, talvez eles estejam tratando de trazer uma leveza para a vida", comenta Herkenhoff.

A exploração dos limites humanos foi ressaltada pelo curador nos desenhos feitos com sangue pelo goiano Paul Setúbal. "Ele lida com o sangue como um tipo de signo material de uma pintura, e ao mesmo tempo como um símbolo da interioridade, do sujeito, mas também pensando nos limites de cada um de nós como corpo e como individualidade", detalha.

Filmada em um mausoléu do Cemitério da Soledade, a premiada videoperformance da pernambucana Juliana Notari também é destaque no salão. "Ela se propõe a fazer uma lavagem desse monumento, no processo ela vai deixar tudo limpo e a sua roupa, que era branca, vai se impregnar desse limo, desses signos da morte. A obra então trata a arte como algo que permeia tanto a nossa existência quanto a morte como dimensão da vida", diz Paulo.

Já a obra da paraense Luciana Magno é capaz de transcender fronteiras, na avaliação do curador. "A Luciana Magno tem feito uma grande viagem pela Amazônia e ao mesmo tempo ela usa seu corpo para fazer uma série de performances em que, sua presença ali como sujeito, traz uma possibilidade de debate sobre momentos culturais e sobretudo políticos da Amazônia. É uma artista que está contribuindo para uma cartografia do Brasil e da própria Amazônia, em termos de fenômeno natural e sociopolítico, que transcende as fronteiras do Brasil", conclui o curador.

Luciana já participou duas vezes do salão, e foi premiada pelo conjunto das duas videoperformances inscritas no Arte Pará. Na obra 'Pedra do Sol', a artista apresenta uma reflexão sobre os ciclos da vida. "São vídeos que foram feitos durante a minha pesquisa sobre a vegetação, do que é o corpo, da partícula de carbono, do ciclo da vida. A gente morre, vai pro chão, aquilo ali de alguma forma entra na terra e volta no formato de planta, os bichos comem e o ciclo do carbono está sempre se renovando, nada se perde, tudo se renova", comenta Luciana.

Na obra Transamazônica, a artista realiza uma performance resultante de viagens pela rodovia BR-230, conhecida popularmente pelo nome que intitula a obra. "Eu vou até a Transamazônica num período em que estão sendo construídas as usinas, onde são levantadas todas essas questões sobre o 'marketing' da Amazônia. O vídeo é um pouco disso, trazer essa Amazônia até um certo momento inebriada pela imagem do que seria a Amazônia e aos poucos ela vai se desvelando ao observador", explica a artista.

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O Projeto Arte Pará teve sua origem no início dos anos 1980, motivado por um desejo visionário do jornalista Romulo Maiorana de estimular a produção artística local, desejo esse que irá consolidar um dos projetos mais longevos no cenário nacional, constituindo-se em um dos mais significativos projetos de fomento, acesso e difusão artística no país. O Projeto Arte Pará que começou estimulando a produção artística local, incentivando e viabilizando oportunidades a artistas que hoje detém significativa carreira nacional e internacional, por meio de premiações e do fluxo de críticos e curadores, assa a ser um dos mais importantes projetos educativos pela arte do norte do país, integrando saberes, instituições de ensino, fomentando a participação de estudantes na construção do conhecimento e viabilizando acesso a arte a diversas camadas sociais, realizando ações inclusivas.

Rompendo as barreiras regionais, o Arte Pará se consolidou e como um evento que concentra um expressivo conjunto da produção artística nacional no Norte do Brasil ao longo dos meses em que suas ações ocorrem e passa, nos últimos anos, a apresentar conexões históricas internacionais, ampliando a compreensão da arte em sua dimensão social e política, por meio de convidados especiais. Nesse desenho, o local e o global se colocam em diálogo, revelando no Pará as transformações culturais que se viabilizam por meio da arte, entendendo esta como uma expressão que, por meio do Arte Pará, toma lugar no meio da vida dos indivíduos, na cidade, em seus lugares de valor simbólico, na própria vida. (via: G1 Globo)

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Obras em exposição:

  • Museu do Estado do Pará - MEP
    Praça Dom Pedro II, s/n. Cidade Velha
    Visitas: terça a sexta, das 10h as 18h
    Finais de semana, das 10h as 14h

  • Casa das Onze Janelas
    Praça Frei Caetano Brandão s/n - Cidade Velha
    Visitas: Terça a sexta, 10h às 18h
    Finais de semana e feriados: 10h às 22h
    Informações: 91 4009 8825 | 4009 8823

  • Museu Paraense Emílio Goeldi
    Av. Magalhães Barata, 376 - São Braz
    Telefone: 55 91 3182 3200 | 3231

Fundação Rômulo Maiorana
Av. Romulo Maiorana, 2473 – Marco
www.frmaiorana.org.br | www.artepara.net
Informações: Tel. 55 91 3216 1142


— VI FESTIVAL DE MÚSICA POPULAR PARAENSE —

Os paraenses são conhecidos nacionalmente pelos ritmos e pelo talento musical que têm. Carimbó, guitarrada, samba, brega, tecnobrega, mellody, rock e muitos outros ritmos populares fazem parte do cotidiano da população do Estado.

Essa variedade musical com o jeito paraense é valorizada por seu povo. E, para reforçar esta característica, a RBA realiza o VI Festival de Música Popular Paraense para premiar e incentivar ainda mais esses artistas a preservarem a cultura do Estado.

São dois meses de festival, desde a fase de inscrição até a final, que escolherá os vencedores em várias categorias.


VI FESTIVAL DE MÚSICA • RBA | PREMIADOS

1º LUGAR: Do Monte ( Ziza Padilha e Dudu Neves )
2º LUGAR:
Rima Rasurada (Marcelo Sirotheau )
3º LUGAR: Tutano Brasileiro (
Zé Maria Siqueira)

MELHOR INTÉRPRETE: Juliana Franco
MELHOR ARRANJO:
Rios de Anseios
(
Paulinho Moura e Marcela Moura )

PREMIAÇÃO

O VI Festival de Musica Popular Paraense distribuirá os seguintes
prêmios na final, no dia 16/10/2014, na Assembleia Paraense.

1° lugar: R$ 15.000,00
2° lugar: R$ 9.000,00
3° lugar: R$ 6.000,00

Melhor arranjo: R$ 2.500,00
Melhor intérprete: R$ 2.500,00

Mais sobre o festival:
diarioonline.com.br/hotsite/festivaldemusica


— FECAM – FESTIVAL DA CANÇÃO EM MARABÁ —

Mais uma edição do Festival da Canção em Marabá (Fecam). Esta é a 18ª edição, organizada pela Prefeitura de Marabá, através da Secretaria Municipal de Cultura (Secult).

O festival é um dos mais importantes e concorridos do país, atraindo músicos de diversos estados e este ano virá cheio de novidades com oficinas e palestras, além de apresentações especais de grandes nomes da música brasileira.

Inscrições e Regulamento na Fan Page:
www.culturapara.art.br/images/agenda/FECAM_Regulamento.pdf
facebook.com/FestivalCancaoMaraba




ARTES PLÁSTICAS
• ARTES PLÁSTICAS

— PASSAGEM | PABLO MUFARREJ —

Passagem

Partindo da influência dos procedimentos técnicos e conceituais adotados na confecção de gravuras em metal(*) e de sua manipulação através de práticas pertencentes ao universo do desenho, da cor, da fotografia e dos variados recursos digitais disponíveis em alguns aplicativos para dispositivos móveis, a série Passagem aponta para possibilidades de construção da imagem, da gravura eletrônica e do múltiplo na atualidade. Por mais que a natureza desta série indique uma possível complexidade técnica como elemento constitutivo de seu "discurso", suas motivações se originam no desejo da representação da transitoriedade e da transcendência. Surgem da vontade e da necessidade de prosseguir minhas pesquisas com os meios que estão disponíveis, durante a lógica de minha mobilidade e de meu dia-a-dia.

Como ponto inicial destas "matrizes eletrônicas", são utilizados desenhos e fotografias que compõem páginas de antigos cadernos de artista, orações e registros de família, bem como arquivos depositados no computador e imagens apropriadas da nuvem.

São vínculos e veículos poéticos de tudo que está ao meu alcance, do olhar contemplativo, gráfico ou fotográfico, dirigido às plantas cultivadas por minha mãe; à radiografia de uma fratura recém adquirida. São experiências, acúmulos, resíduos do tempo, que tentam se reconfigurar como forma de resistência e busca espiritual. Gravadas como pequenas frestas de tempo, esses índices fantásticos podem revelar novas e múltiplas passagens para o existir.

Pablo Mufarrej

— • –

(*) Durante a construção de uma gravura em metal, é necessário que se retire varias “provas de estado” (prova de estado em que se encontra a matriz naquele exato instante) para que a partir da análise destas provas, se possa prosseguir na construção de uma gravura e chegar ao resultado final.
Um aspecto interessante da gravura em metal é que suas técnicas envolvem processos diretos e indiretos. Sendo diretos aqueles em que se age (grava) diretamente sobre a matriz; e indiretos quando a gravação da matriz é submetida a procedimentos químicos com ácidos (mordente) ou com o auxílio de ferramentas específicas. Na impressão da gravura em metal é obrigatório o uso de uma prensa mecânica para imprimir a gravura, possibilitando assim o resultado final da estampa.

A gravura acontece em etapas, que vão do desenho, passando pela gravação e chegam impressão. A estampa final é resultado da união desses procedimentos. Portanto, concluo que este procedimento de ações por etapa foi introduzido à construção intelectual de “passagem”, como o próprio nome sugere.

Atelier do Porto
Rua Gurupá, 104 – Cidade Velha
(entre Dr. Malcher e Dr. Assis)
De terça a sexta, das 10h as 17h
Aos sábados, das 10h às 16h
Informações: 91 3255 8816
atelierdoporto.blogspot.com
facebook.com/atelierdoportobelem


— DEVOÇÃO E DOAÇÃO | BRANCO DE MELO —

O artista Branco de Melo lançou a exposição “Devoção e Doação” na Galeria Theodoro Braga, em Belém. A mostra chega à galeria com 34 pinturas, usando técnicas como o óleo sobre tela, acrílico sobre tela e algumas aquarelas. A vernissagem terá entrada gratuita.

Todas as obras expostas estarão à venda e dinheiro arrecadado será integralmente doado para a construção da Igreja de Santa Bernadeth. A exposição permanece aberta para visitação até o próximo dia 31 de outubro, de 9h às 16h, de segunda a sexta-feira, com agendamento para grupos escolares.

Contemporâneo de Paolo Ricci e Valdir Sarubi, Branco de Melo faz parte de um período de inquietações estéticas da capital paraense. Ele tem entre as suas influências o neo-impressionismo muito presente nas composições pictóricas de muitos artistas paraenses dos anos 50.

Passados mais de quarenta anos do início de seu primeiro trabalho nas artes, Branco de Melo retoma a prática da pintura refugiando-se nas imagens de sua memória: a atmosfera do Círio, da noite dos fogos, dos barcos no Ver-o-Peso, das árvores da cidade, das águas do rio, das noites de verão.

Galeria Theodoro Braga
End: Av Gentil Bittencourt, 650
Centur (esquina da Rui Barbosa)
Em exposição até 31 de outubro
Horários: segunda à sexta de 9h as 16h
Informações: 91 3202 4313 
galeriatheodorobraga@gmail.com


— JAPANAMAZÔNIA – CONFLUÊNCIAS CULTURAIS —

Maniçoba, udon, frango no tucupi: o cardápio de um pequeno restaurante localizado em Tomé-Açú, no nordeste do estado do Pará, reúne a essência do livro “Japanamazônia – Confluências Culturais”, que apresenta fotografias e textos sobre o cruzamento entre os hábitos e práticas orientais e ocidentais na região amazônica. A publicação, já lançada em 2010, será agora relançada em coedição com a Pro Reitoria de Relações Internacionais da Universidade Federal do Pará (UFPA), em quatro municípios do estado onde estão as principais colônias de japoneses. A itinerância do Projeto “Confluências Culturais: Imigração Japonesa na Amazônia” foi contemplada com o Edital do Fundo Nacional de Cultura 2013.

Uma exposição com fotografias de Paula Sampaio, Miguel Chikaoka e Alberto Bitar – que retrataram os moradores paraenses com descendência japonesa – também integra o novo lançamento. As atividades iniciam no próximo final de semana, com lançamento no sábado (20), partir das 18h, no Hall da sede da ACTA-Associação Cultural e Fomento Agrícola de Tomé-Açú. Depois, o projeto segue para Santarém (30,31/10 e 1º/11), Monte Alegre (06, 07,08/11) e Santa Izabel do Pará (28/11). A data é emblemática: comemora-se no estado todo dia 20 de setembro o “Dia da Imigração Japonesa no Pará”, estabelecido pela Lei 7.319, de 15 de outubro de 2009.

A publicação foi idealizada por Makiko Akao e tem o selo da Kamara Kó Fotografias. A ideia de produzir o livro surgiu quando das comemorações pelos 80 anos da imigração japonesa para o Brasil, celebrada em 2009. “Provocar um novo olhar, capaz de identificar, no cotidiano, nas situações simples do dia-a-dia, a interligação entre as culturas japonesa e amazônida foi o desafio principal deste projeto.Coube aos fotógrafos registrar através de imagens a sutileza e a poesia dessa coexistência em diversos municípios do Pará, onde foi detectado que é possível ser brasileiro e ser japonês, reunindo, em um todo, as duas partes”, explica Makiko.

Ela diz ainda que as imagens revelam cenas comuns, hábitos que já possuem certa invisibilidade diante do forte entrelaçamento das culturas, tão distintas. Além disso, ela destaca que mesmo diante de um novo território com realidade diferenciada, foi possível deixar que as raízes do Japão não fossem perdidas.  A idealizadora acredita que o projeto dá continuidade à vocação da Kamara Kó, para preservar a memória cultural e contribuir para que haja uma compreensão cada vez mais aprofundada dessas confluências culturais.

O Japão na Amazônia

Para refletir sobre a produção de imagens de Paula Sampaio, Miguel Chikaoka e Alberto Bitar, o professor e também fotógrafo Mariano Klautau Filho descreveu que “encontrar o Japão em terras amazônicas no início do século XXI” é um trabalho delicado, exatamente por exigir nova compreensão do papel documental da fotografia e, além disso, por requerer sensibilidade para perceber histórias outras das pessoas e locais que foram retratados.

Tudo isso revela uma cultura que foi se estabelecendo, mudando, adaptando-se a um novo lugar e ao mesmo tempo perdendo e ganhando novas e antigas raízes, tanto amazônicas e paraenses como japonesas e orientais. As imagens falam mais de encontros, momentos, histórias particulares, casas, quintais, e especialmente de pessoas. Em cada série de imagens reencontramos um certo Pará oriental ou um certo Japão paraense”, explica Mariano Klautau.

Ele descreve também outras cenas apresentadas nas imagens: a Sra. Emi Oyama retratada na sala de sua casa, que inclui a figura de um Samurai e a imagem de Nossa Sra. de Nazaré, na cidade de Castanhal; a plantação de hortaliças em Santa Isabel, forte atividade econômica mantida pelos descendentes orientais até hoje na região; e ainda uma simpática vendedora de bentô, uma tradicional marmita japonesa, em sua bicicleta pelas ruas de Quatro Bocas, localidade de Tomé-Açú.


— SOBREVIDAS | FOTOJORNALISMO PARAENSE —

Com a intenção de divulgar e valorizar a produção dos fotojornalistas do Estado, o Centro Cultural Sesc Boulevard, em Belém, abre nesta terça-feira (16), a partir das 19h, a mostra “Sobrevidas”, que reúne imagens de 27 fotojornalistas paraenses. As fotografias retratam a experiência cotidiana dos profissionais e buscam dividir com o público os diversos olhares que envolvem a compreensão de nosso tempo. A programação de abertura da exposição tem entrada franca.

Sobrevidas” reúne distintos pensamentos visuais: incômodos, belezas, violências, diversões e preocupações, materializados em imagens diárias, recolhidas por fotojornalistas paraenses que contam histórias do mundo e revelam para a sociedade as múltiplas formas de viver e morrer.

Fotojornalistas que fazem parte da exposição: Camila Lima, Antônio Cícero, Akira Onuma, Ary Souza, Bruno Carachesti, Cézar Magalhães, Cláudio Pinheiro, Elielson Modesto, Elivaldo Pamplona, Everaldo Nascimento, Jader Paes, Jaime Souzza, Leila Jinkings, Marcelo Lélis, Marcelo Seabra, Marco Santos, Mauro Ângelo, Ney Marcondes, Oswaldo Forte, Paulo Amorim, Ricardo Lima, Rogério Uchoa, Shirley Penaforte, Tamara Saré, Tarso Sarraf, Wagner Almeida e Wagner Santana. (Portal Cultura)

Promovida pelo Serviço Social do Comércio – Sesc Pará, a exposição faz parte do plano de metas da instituição, que entre outros objetivos, tem a missão de criar oportunidades e atender ao público comerciário, categoria da qual fazem parte os fotojornalistas.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 16 de setembro (terça), às 19h
Visitas até 26/10 | terça a sábado, das 9h as 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— POUCAS TRANCAZ —

O Poukas Trancaz surgiu em abril de 2014, com o intuito de aproximar artistas, que por alguma razão, mesmo morando na mesma pequena cidade, não se conheciam. Foram 5 eventos Poukas Trancaz ao longo de 6 meses, onde abrimos as portas e as paredes da Galeria Gotazkaen para a apresentação e troca de artes entre artistas.

Foram mais de 50 artistas expondo e trocando suas artes durante as 5 edições do Poukas Trancaz, entre músicos, fotógrafos, ilustradores, artistas visuias e todos que vinham passar uma trade agradável de domingo na Galeria Gotazkaen.

A cada nova edição éramos surpreendidos com trabalhos belíssimos que nunca havíamos visto antes, foi então que surgiu a ideia de começarmos a fazer uma pequena curadoria e escolher 12 artistas para uma exposição que ocuparia as paredes da galeria por 40 dias.

A edição (mais do que) especial do Poukas Trancaz, será uma exposição coletiva com 12 artistas que passaram rapidamente por nossas paredes em eventos anteriores e chamaram muito a nossa atenção. Eles São:

Nil Cerqueira, Fábio Vermelho, Clarisse Pintat, Roberta Couto, Tobias da Luz, Diana Figueroa, Jéssica Araújo, Mateus Sil, Daniel Zuil, Théo Lima, Sucks e Layse Almada.

Galeria Gotazkaen
Rua Ó de Almeida, 755
Entre: Piedade e Assis de Vasconcelos
Dia 20 de setembro (sábado), a partir das 16h
Visitas até 31/10, de segunda a sexta, das 10h às 19h
Informações: +55 91 3347 6632
contato@gotazkaen.com



TEATRO •
CINEMA
• DANÇA

— FESTA NA CIDADE —

O espetáculo de dança contemporânea "Festa na Cidade", que tem como temática o Brega, assunto de destaque no cenário artístico musical da atualidade. O desafio do espetáculo é fazer releituras em movimentos de dança contemporânea de grande parte da informações que envolvem o "universo brega", quer seja pela muiscalidade consagrada pelo público até o fervor atual das Festas de Aparelhagens que pressupõem vários sentidos e interpretações que o termo possibilita. Assim, o cotidiano das festas e alguns passos e conduções da dança de salão ganham outras formas estéticas na poética concebida pela Companhia de Dança Waldete Brito. O espetáculo "Festa na Cidade" foi contemplado com o prêmio de dança "Klauss Vianna" Funarte 2013.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 23 de outubro (quinta), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


• Entrada Franca •




MÚSICA •
MÚSICA
• MÚSICA

— S T R O B O —

A dupla formada por Léo Chermont e Arthur Kunz tem o objetivo de aliar à música instrumental uma roupagem pop, utilizando da tecnologia para misturar timbres sintéticos e acústicos sem restrição.

A banda já tem dois discos lançados "Strobo", de 2011 e "Delírio Cromático", de 2012 e finalizou o seu terceiro disco intitulado, "Mamãe quero ser Pop", que será lançado neste show. A banda foi finalista do Primeiro Movimento Hostpot, e indicada como banda revelação de 20º Prêmio Multishow.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 22 de outubro (quarta), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— ORQUESTRA DE VIOLONCELISTAS DA AMAZÔNIA —

A Orquestra de Violoncelistas da Amazônia (OVA), fará duas apresentações em Salvador (BA), em novembro, com o show "Cello Extravaganza Acústica". Mas antes fará uma prévia aqui em Belém, na Escola de Música da UFPA, dia 22 de outubro (quarta-feira), as 19h, com entrada franca

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A Orquestra de Violoncelistas da Amazônia (OVA) da Escola de Música da UFPA foi criada em 1998 pelo Prof. Dr. Áureo DeFreitas. Sendo a única orquestra profissional de Violoncelistas com músicos na categoria juvenil em todo o Brasil, vêm fazendo parte da agenda cultural e causando um impacto no cenário educacional. Ao longo desses treze anos de atividades, tem sido a preocupação constante de seu coordenador, a valorização das crianças e adolescentes, fazendo com que os integrantes da orquestra sejam reconhecidos pelos melhores violoncelistas do cenário musical nacional e internacional.

Em 2010, foi o ano de reconhecimento dos Violoncelistas da Amazônia, em que as participações nacionais e internacionais tornaram-se evidentes: FEST MUSIC – Pará 2010; Conexão VIVO 2010; e 29ª Conferencia Mundial de Educadores Musicais – ISME – Beijing 2010. Entretanto, foi em 2011 e 2012 que a OVA, de fato, fixou-se no cenário musical nacional como uma orquestra/banda ao participar dos shows itinerantes TERRUÁ PARÁ (São Paulo, Belém, Santarém, e Marabá) e CELLO EXTRAVAGANZA (Belém, Castanhal, Salinópolis, Ceilândia - DF, e São Paulo).

O trabalho musical desenvolvido com a OVA tem permitido participações em programas de radio e televisão tais como BBC TV 24 – UK, BBC RADIO 4 – UK, BBC World Service – UK, National Public Radio –USA, TV. Educativa - BR, Globo Repórter (TV Globo), Programa Ação (TV Globo), Gente Inocente (TV Globo), Jô Onze e Meia (SBT), Sem Censura (TV Cultura), e Programa Timbres (Rádio Cultura). O performance musical da OVA também foi abordada por intermédio de uma revista nacional (Roadie Crew, 2012) e cinco internacionais (Patek Philippe International Magazine, 2003; Classic FM, abril 2004; Entertainment Portfolio, 2005; Strad Magazine, 2006; Lê Violoncelle, 2007).

Os integrantes da OVA vem representando o Estado do Pará em turnês realizadas no exterior: Turnê China 2011; Turnê Holanda 2004; Turnê Estados Unidos 2002. As turnês nacionais também tem sido constante no curriculum da OVA: Turnês Estado de São Paulo 2012 e 2011; Turnê Ceilândia – DF 2011; Turnês Estado do Pará 2010 e 2011; Turnês Estado do Rio de Janeiro 2004, 2001, e 2000; e Turnê Estado Curitiba 1999.

Prévia da Turnê Salvador! VIOLONCELISTAS DA AMAZÔNIA. Dia 22/10, às 19:00, na EMUFPA (Av. Conselheiro Furtado, 2007, Belem-Pará) Entrada Franca!

EMUFPA - Escola de Música da UFPA
Av. Conselheiro Furtado, 2007
Entre Av. Generalíssimo Deodoro e Trav. 14 de Março
Dia 22 de outubro (quarta-feira), as 19h
emufpacomunicacao@gmail.com
http://emufpa.wordpress.com

• Entrada Franca •


— SOUL SISTER —

Realizado pelas cantoras Aliane Sousa, Cacau Novais e Luana Almeida, o show "Soul Sister" é a nova atração do projeto 1/4 de Arte, da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves (FCPTN). O evento será realizado nesta quarta-feira (22), às 20h, no Teatro Margarida Schivasappa, em Belém.

Formadas em canto lírico e com um gosto em comum pelo jazz e outros ritmos americanos, as cantora Aliane Sousa, Cacau Novais e Luana Almeida se reúnem pela primeira vez para mostrar talento e gingado, interpretando sons que embalaram épocas nos anos 1940,1950 e 1960. "Fazer um espetáculo em parceria com as cantoras Luana Almeida e Aliane Sousa partiu de uma experiência única e esperamos corresponder aos pedidos dos amantes do Jazz, Blues e Doo-wop, uma mescla de sons consagrados para ninguém ficar parado", declara Cacau Novais.

As três estarão acompanhadas no palco pelos músicos Robenare Marques (piano), Baboo Meireles (contrabaixo) e Sagica (bateria).

Teatro Margarida Schivasappa - CENTUR
Av. Gentil Bittencourt, 650
Dia 22 de outubro (quarta-feira) às 20h
Ingressos: R$ 10, 00 (estudantes pagam meia)
Informações: 91 3202 4315


— CORAL VOZES DA AMAZÔNIA —

Recital Comemorativo aos 12 anos de atuação valorizando a cultura com destaque para a música vocal do Coral Vozes da Amazônia, será realizado no dia 22 de outubro (quarta-feira), as 19h, no Teatro Waldemar Henrique. Teremos a participação da maestrina Maria Antônia Jimenez como regente. O repertório eclético apresenta músicas sacras e populares. Entre os compositores teremos Mozart, Gounod, Gabriel Faurè, Vinícius de Moraes, Baden Powell, Waldemar Henrique, John Lennon, Paul McCartney, entre outros.

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O Coral Vozes da Amazônia nasceu em 06 de agosto de 2002, por iniciativa dos empregados do Banco da Amazônia, com o propósito de reunir entusiastas e pessoas interessadas em cultivar e difundir internamente a arte do canto coral, descobrir talentos e aperfeiçoá-los como forma de humanizar o ambiente de trabalho, promover a autoestima e a melhoria da qualidade de vida dos amantes da música, não só da empresa quanto da comunidade regional, sobretudo a belenense. Sua primeira denominação foi "Coral Banco da Amazônia", em homenagem ao seu principal patrocinador, o Banco daAmazônia S.A. A partir de 2008, passou a denominar-se "Coral Vozes da Amazônia", desta feita, sob a administração da Associação Vozes da Amazônia, entidade criada com essa finalidade primordial.

O Coral conta hoje com 30 integrantes distribuidos em quatro naipes (vozes), sob a regência da maestrina cubana Maria Antônia Jimenez Rodrigues.

Sua formação abriga pessoas da comunidade de diversas idades, credos e tendências. Do mesmo modo, detém um repertório bastante eclético com músicas sacras, eruditas e populares, nestas incluídas as do cancioneiro regional, nacional e internacional.

Como parte das comemorações dos seus 10 anos de trajetória, o coral participou de 4 a 6 de maio de 2012 do "Festival Internacional de Corais 3 Fronteiras" realizado na cidade de Foz do Iguaçu (PR) com extenção nas cidades de Puerto Iguazu na Argentina e Ciudad del Este no Paraguai. Os concertos contemplaram peças tradicionais de alguns dos mais respeitados compositores paraenses assim como autores clássicos e populares da música nacional e internacional, deixando o público impressionado com o trabalho desenvolvido na modalidade canto coral no norte do Brasil.

Teatro Waldemar Henrique
(Pça da República, Belém-PA)
Dia 22 de outubro (quarta),  às 19h
Telefones: 91 3222 4762
E-mail: twh@fcptn.pa.gov.br

• Entrada Franca •



OUTROS •
EVENTOS
• OUTROS

— VI SEMINÁRIO DE PESQUISA EM TEATRO —

A coordenação do VI Seminário de Pesquisa em Teatro, promovido pela Universidade Federal do Pará, por meio do Instituto de Ciências da Arte (ICA) e Escola de Teatro e Dança (ETDUFPA), que será realizado no período de 21 a 24 de outubro de 2014, no Teatro Universitário Cláudio Barradas e ETDUFPA, em Belém, informa que estão abertas as inscrições e processo de seleção para as comunicações orais de pesquisa.

Os interessados podem se inscrever até o dia 14 de outubro, às 18h, enviando, em fonte Times New Roman, os seguintes itens: Título da comunicação (corpo 14, em negrito); Nome completo, e-mail e vínculo institucional do pesquisador (corpo 12); Resumo da comunicação com, no máximo, 250 palavras (corpo 12); Até três palavras-chaves (corpo 12).

As propostas devem ser enviadas por e-mail para seminarioteatro2014@gmail.com. Elas serão analisadas por uma curadoria formada por membros do corpo docente da ETDUFPA. O resultado com os selecionados será divulgado até o dia 18 de outubro.


— OFICINA DE INICIAÇÃO TEATRAL —

A Oficina de Iniciação Teatral, é destinada a qualquer pessoa que queira ter um contato inicial com o teatro.  A oficina proporcionará aos alunos uma experiência teatral através de pequenos experimentos cênicos. Será trabalhada a desinibição, o jogo dramático, a improvisação, a interpretação e a criatividade.

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Krishna Rohini é atriz, dançarina e gestora empresarial. Membro fundador do Dirigível Coletivo de Teatro. Participou dos espetáculos teatrais: O Auto da Compadecida (ETDUFPA-2000), O Inspetor na Geral (ETDUFPA-2010), O Pequeno Grande Aviador e o Planeta do Invisível (Dirigível Coletivo de Teatro - 2011), Notrono (Grupo Varisteiros - 2012), 731 São Doze (Dirigível Coletivo de Teatro-2014), entre outros. Participou ainda como atriz do curta Flores No Outono (2009), O Dia Seguinte (2013) e atriz e produtora no curta Avê. Dançarina no grupo Natyashastra desde 1995.

Ministrou a Oficina de Iniciação Teatral (2014) e foi Assistente de direção no espetáculo Mogli: O Homeninlobo (ETDUFPA-2009). Participou de oficinas Introdução a Odissi (Malocombia-2013), Máscara (Casa do Palhaço-2014), A Linguagem do Palhaço (Las Cabaças-2014). Participou também do Seminário de Dramaturgia, nos anos de 2011 e 2012 e Seminário de Artes Circenses, em 2013.

Casa Dirigível – Espaço Cultural
Trav. Padre Prudêncio, 731 – Campina
(entre Rua Carlos Gomes e Gama Abreu)
Período: 07 de outubro a 06 de novembro
Horário: terças e quintas, das 19h às 21h
Investimento: R$ 60,00 (sessentan reais)
Vagas: 15 vagas | Idade mínima: 14 anos
Contatos: 91 8212 7668 (tim) | 91 3355 3861(fixo)
www.coletivodirigivel.com


— EDITAL DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO DIGITAL —

A partir desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014, o Instituto de Artes do Pará abre o novo edital do Núcleo de Produção Digital – NPD. As diferenças em relação ao ano passado estão, principalmente, no tempo de utilização dos equipamentos, incluindo as ilhas de som e imagem.

Produtores de audiovisual já podem contar novamente com a disponibilidade de equipamentos e ilhas de edição do Núcleo de Produção Digital – NPD.

Inaugurado em 2006 no Instituto de Artes do Pará, o NPD é um programa da Rede Olhar Brasil, vinculado ao Ministério da Cultura por meio da Secretaria do Audiovisual, num projeto implantado em diversos estados brasileiros. No Pará, a gestão cabe ao IAP e a co-gestão fica por conta da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Instituto de Ciência da Arte (ICA/UFPA), Associação Fotoativa e Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABDeC/PA).

Em seus 8 anos de criação, o NPD tem sido um dos maiores fomentadores do aperfeiçoamento técnico e artístico dos produtores audiovisuais do estado. Cineastas importantes como Lucas Escócio, Roger Elarrat e Marcelo Rodrigues, entre tantos, participaram de algumas das oficinas oferecidas pelo Núcleo. Outros como Januário Guedes, Luiz Arnaldo Campos e Priscilla Brasil já foram contemplados com o equipamento disponível no edital.

O edital segue aberto até o dia 10 de dezembro e contempla as produções de pessoas físicas, os chamados produtores independentes. Podem se candidatar projetos de ficção, documentário, vídeo-clip, vídeo-arte, experimental e animação. O interessado deve preencher a ficha de inscrição (anexa ao edital), especificar os equipamentos necessários e assinar ao termo de responsabilidade; o prazo de empréstimo de material é de 10 dias.

De acordo com Afonso Gallindo, gerente do NPD, a análise do material enviado é apenas técnica, para garantir a integridade do material. “Não existe uma análise estética. O que precisamos para liberar o equipamento é de um profissional da área, por isso a análise é técnica”, explica.

Afonso ressalta ainda a importância da parceria com o Centro de Audiovisual Norte e Nordeste, o CANNE, pela qual são realizadas as qualificações dentro do Núcleo, com alguns dos maiores profissionais brasileiros. “A parceria feita com o CANNE já existe há 4 anos e é fundamental. Eles nos proporcionam oficinas com pessoas de peso de todo o lugar do Brasil. Já foram ministradas oficinas com o diretor Marcelo Gomes; Alziro Barbosa (diretor de fotografia); diretor Dib Lufti; Virginia Flores; montadora de som e imagem e vários outros”, pontua o gerente.

Ainda neste primeiro semestre novos cursos e oficinas serão oferecidos no Núcleo.


Edital do Núcleo de Produção Digital Belém
Período de utilização: 28 de fevereiro à 10 de dezembro de 2014
Após o preenchimento das fichas contidas no edital, o produtor
pode procurar o NPD, das 9h às 16h, de segunda à sexta-feira.
Para acessar o edital clique aqui.


— BELÉM AOS 80 —
http://youtu.be/7tQAyCFn-Mo

 

No início da década de 1980 havia certa efervescência cultural, fruto de um processo político liberalizante depois dos anos de chumbo que vivemos, e uma grande ansiedade por mudanças. Surgiram iniciativas na área artística que contribuíram para um novo olhar sobre nossas idéias, costumes, valores sociais e morais. Nascia uma grande cumplicidade entre as pessoas e uma participação viva em qualquer evento que trouxesse o adjetivo “arte” em seu script. A inquietação era tanta que movimentou desde grupos alternativos, que romperam paradigmas na forma de apresentar seus trabalhos, até a explosão do talento da criação artística que delineou e legitimou toda a arte contemporânea produzida em nossa cidade posteriormente. Resumidamente, os anos 1980 vão ser lembrados como um marco na vida de todos aqueles que o vivenciaram como criadores ou participantes ativos dessa geração e como herdeiros de uma década que mudou toda uma história de viver e fazer arte em nossa região. "Belém Aos 80" é uma visita a alguns personagens e movimentos que marcaram esses anos na cidade, registrando momentos de exaltação sócio-cultural da época.

• • • FICHA TÉCNICA • • •

  • Direção e Roteiro:
    Alan Kardek Guimaraes

  • Argumento:
    Januario Guedes

    Celso Eluan Lima

  • Fotografia e Câmera:
    Diógenes Carvalho Leal

DOE UM INSTRUMENTO

Cavaquinho, violão, banjo, atabaque, trumpete, todos os instrumentos que produzem sons e estão esquecidos na sua casa podem transformar os sonhos de jovens atendidos pelas oficinas da Fundação Curro Velho. Esse é o objetivo da campanha de doação de instrumentos musicais que a instituição está realizando durante este ano.

Todos os instrumentos musicais serão recuperados em um espaço para reparo e construção de novos instrumentos. Se você tem violão, violino, violoncelo, viola, piano, saxofone, flauta, gaita ou qualquer instrumento, que esteja danificado ou sem utilização, faça sua doação para o Curro Velho.

Todos os instrumentos de corda que forem doados para a instituição serão trabalhados na Lutheria. A intenção da campanha de doação de instrumentos é que todos abracem a causa de doar um instrumento e realizar o sonho dos jovens atendidos pelo Curro Velho.

As doações dos instrumentos podem ser feitas na sede do Curro Velho, localizada na rua Professor Nelson Ribeiro, nº 287, bairro, Telegráfo ou na sede da Casa da Linguagem, na

Fundação Curro Velho
Rua Prof. Nelson Ribeiro, 287 - Telégrafo
Contato: 91 3184-9100
E-mail: fcv@currovelho.pa.gov.br

Casa da Linguagem
Avenida Nazaré, nº 31.
Informações: 91 3241-9786



9 PAULO ANDRADE | PINTURAS