O Cultura Pará criou a Agenda da Semana com o objetivo de publicar neste espaço as manifestações artísticas de nossa região seguindo a mesma linha de trabalho proposta pelo site. Festas, eventos em bares e outras locações em que a arte não seja objeto prioritário, não serão contemplados. Os interessados deverão enviar a programação, acompanhada de release e uma imagem representativa, até segunda-feira (às 19h) de cada semana. Esta agenda tem o apoio da Sol Informática.

DESTAQUE •
DESTAQUE DESTAQUE

— II JACOFEST | FESTIVAL DE JAZZ DA AMAZÔNIA 2014 —

O Jacofest é um festival de Jazz-fuzion que acontece no estado do Pará/Brasil. Em sua primeira edição, em 2012, começou modestamente, mas já contando com a participação e colaboração de grandes nomes da música instrumental, como Bocato (SP) e Omar Sosa (Cuba), que se apresentaram no auditório São Pedro Nolasco, em Belém. Para a sua segunda edição, que acontecerá em dezembro deste ano nas cidades de Belém e Bragança, já tem presenças confirmadas de Egberto Gsmonti (RJ), Isca de Polícia (SP), Djmso Klack-Son (Cayenna) entre outras atrações nacionais e regionais.

rezando sempre pela música de qualidade, o Jacofest quer colocar a cultura Amazônica em foco, para que venha a tona o debate sobre a preservação de sua rica biodiversidade, realçando e enriquecendo a sua produção artística e educacional, quebrando paradigmas sobre o sentido da produção cultural brasileira.

Jacofest, é uma marca que traz em seu nome uma homenagem ao músico Jaco Pastorius, um dos maiores baixistas de todos os tempos. Tocou com grandes músicos como Pat Matheny e Joni Mitchelle fez parte da bande de jazz fusion, nasceu nos Estados Unidos e se tornou uma grande referência na história da música evolutiva.

BELÉM | 05/12 a 10/12

• Sesc Boulevard

Dia 05 de dezembro (sexta) | 16h
Mesa redonda "Música, Cultura e diversidade na Amazônia Contemporânea" com os índios Ka'apor e músicos convidados

• Estação das Docas | Anfiteatro

Dia 06 de dezembro (sábado) | 19h30
Índios Ka'apor (pará/maranhão)
Leleco Jazz Quinteto (pará)
Alcides Neves | Rafael Lima e Walter Freitas (são paulo/pará)
Djmso Ke klack-Son (cayena/fr)

Dia 07 de dezembro (domingo) | 19h30
Bangué Cametaense (pará)
Banda Ultranova (pará)
Cumbuca Jazz (pará)
Banda Isca de Polícia (são paulo)

• Auditório da UFPA

Dia 09 de dezembro (terça) | 16h
Encontro com Egberto Gismonti

Igreja de Santo Alexandre

Dia 10 de dezembro | 20h
Concerto de Egberto Gismonti

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BRAGANÇA | 11/12 a 13/12

• Campus da UFPA

Dia 11 de dezembro (quinta) | 16h
Mesa redonda "Música, Cultura e diversidade na Amazônia Contemporânea" com os índios Ka'apor e músicos convidados

• Largo de São Benedito

Dia 12 de dezembro (sexta) | 20h
Índios Ka'apor (pará/maranhão)
Adelbert Carneiro Sexteto (pará)
Banda Isca de Polícia (são paulo)

Dia 13 de dezembro (sábado) | 20h
Marujada Bragantina (pará)
Alcides Neves | Rafael Lima e Walter Freitas (são paulo/pará)
Mauro Sérgio Trio (maranhão)

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BELÉM | 05/12 a 10/12
BRAGANÇA | 11/12 a 13/12


— [ ENTRE ] UM LAPSO GOSTOSO —

No Centro Cultural do Carmo, haverá um grande evento artístico-cultural envolvendo Artes Visuais, Mapping, Vídeo Art, Cinema, Música, Poesia e Bazar com obras de artistas locais. Acontecerá entre os dias 27 de novembro e 18 de dezembro, sempre as quintas-feiras. Haverá participações no projeto de P.P. Condurú, Kauê Lima, Juliana Notari, Felipe Cordeiro, Adriano Barroso, Arthur Nogueira, Diogo Vianna, Luciana Magno, VJ Bode, Ramiro Quaresma e Arthur Kunz.

Centro Cultural do Carmo
Praça do Carmo, 40 – Cidade Velha
De 27/11 a 18 de dezembro (às quintas)
centroculturaldocarmo@gmail.com


— GALERIA THEODORO BRAGA | EDITAL DE PAUTA 2015 —

Desde segunda-feira, dia 03 de novembro de 2014, foi aberto o edital de pautas para ocupação da Galeria Theodoro Braga em 2015.

Está disponível na página da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves (FCPTN/Centur) o edital completo com ficha de inscrição e planta da galeria. O edital será publicado amanhã no Diário Oficial do Estado.

Em 2014, seis exposições foram contempladas. Para 2015, serão sete pautas a entrar em exposição a partir do mês de março. As inscrições vão até o dia 17 de dezembro de 2014, de segunda a sexta-feira, de 09 às16h, na Galeria Theodoro Braga.

O período de avaliação dos projetos será de 05 a 09 de janeiro de 2015. A divulgação do resultado da seleção é dia 12 de janeiro de 2015.

EDITAL EM PDF: migre.me/mLT6U

— • –

A Galeria Theodoro Braga surgiu na década de setenta, por uma iniciativa do Governo Estadual, e funcionou nas dependências do Teatro da Paz até o ano de 1985. No momento de mudança política — saída do governo militar para o governo eleito por votos diretos — foi inaugurado um novo complexo cultural, que mais tarde se tornaria a Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves. A Galeria Theodoro Braga começou a compor este complexo em 1986, tendo como primeira exposição a mostra “Ouro Preto”, do artista plástico Carlos Scliar. Desde então, a Galeria Theodoro Braga constitui-se num dos mais importantes espaços culturais do cenário artístico de Belém, e nesses 29 anos de existência sua missão consiste em estudar, incentivar, dar visibilidade e difundir a arte paraense e brasileira, tornando-a acessível ao maior número de pessoas possível.

Galeria Theodoro Braga
End: Av Gentil Bittencourt, 650
Centur (esquina da Rui Barbosa)
Inscrições até 17 de dezembro
Horários: segunda à sexta de 9h as 16h
Informações: 91 3202 4313 
galeriatheodorobraga@gmail.com


— ARTESESC CONFLUÊNCIAS —

O Confluências

Em um país de extensão continental, a diversidade artístico-cultural tem proporções equivalentes. Pensando nisso, o ArteSesc Confluências pretende analisar, mapear e difundir a produção artística desconhecida dos grandes circuitos brasileiros.

O Confluências convoca artistas, curadores, críticos e estudantes de artes dos estados do Pará, Paraíba, Piauí, Santa Catarina e Tocantins para trocar experiências por meio de encontros colaborativos com mediadores locais e visitantes – especialistas atuantes no circuito artístico nacional – com duração média de cinco meses (Fevereiro a Julho de 2015).

Serão oferecidas palestras, cursos e oficinas complementares aos estudos. Com este intercâmbio de saberes, será possível produzir uma análise ampla e detalhada do contexto regional, identificar e dialogar sobre agentes culturais, circuitos, tendências, temáticas, espaços, políticas, ideologias, tensões e pontos de confluência.

O Confluências pretende também divulgar novos talentos através de sua circulação nos espaços do Sesc e organizar material sobre a produção de arte brasileira contemporânea, disponibilizando-o para consulta pública através de uma plataforma digital.

Convocatória

Serão oferecidas 20 vagas por estado para pessoas que atuem no campo das artes visuais, tais como artistas, críticos, mediadores, pesquisadores, gestores, entre outros agentes culturais, residentes no Pará, Paraíba, Piauí, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Os candidatos selecionados que residam em localidade distante da cidade onde as ações serão realizadas poderão receber ajuda de custo, o que será analisado caso a caso.

O programa terá 3 (três) semanas de duração com carga horária de 20 horas cada, oferecidas pelos mediadores visitantes e locais, com intervalo médio de um mês entre cada uma delas. No intervalo serão promovidos debates, palestras e encontros para dar continuidade às discussões, com a participação de outros profissionais convidados. Serão conferidos certificados de participação àqueles que tiverem no mínimo setenta e cinco por cento de frequência às atividades propostas.

As inscrições podem ser feitas de 1º de outubro a 30 de novembro de 2014. Os candidatos serão avaliados por uma equipe formada por profissionais das Artes Visuais do Sesc e convidados. A lista de selecionados será divulgada no dia 20 de janeiro de 2015.

Para se inscrever, o candidato deverá enviar currículo e/ou portfólio e carta de motivação com, no máximo, 500 palavras, para confluências@sesc.com.br. A carta deverá conter as expectativas do candidato com relação ao projeto e o portfólio com o tamanho máximo de 4MB, deverá ser enviado por aqueles que produzam obras visuais, exposições etc.

Mediadores visitantes

Alexandre Sequeira
Artista plástico e fotógrafo, é Mestre em Arte e Tecnologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e professor do Instituto de Ciências da Arte da UFPA. Desenvolve trabalhos que estabelecem relações entre fotografia e alteridade social, participou de diversas exposições e festivais no Brasil e exterior. Tem obras no acervo do Museu da UFPA, Espaço Cultural Casa das 11 Janelas/PA; Coleção Pirelli/MASP e Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul.

Fernando Lindote
Artista visual, transita em várias linguagens: pintura, escultura, vídeo, instalação e desenho, realizando mostras individuais e coletivas nas mais diversas instituições do país. Participou da 29ª Bienal Internacional de São Paulo/2010; das exposições: Clube da Gravura do MAM São Paulo/2009; Dez + um. Arte Recente Brasileira, Instituto Tomie Ohtake/2006 e da 5ª Bienal do Mercosul /2005. Recebeu o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça FUNARTE, em 2009 e 2010.

Renata Voss
É fotógrafa. Atualmente cursa doutorado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Desenvolve trabalhos autorais desde 2004 e tem interesse por processos alternativos em fotografia, bem como na investigação dos diversos suportes que a fotografia pode assumir.

Mediadores locais

Daniele Zacarão – SC
Criciúma/SC, 1987. É artista e gestora cultural, bacharel em Artes Visuais (2009) e pós-graduanda em Educação Estética: Arte e as Perspectivas Contemporâneas (2010 - 2012) pela Universidade do Extremo Sul Catarinense Unesc. Coordena a Galeria de Arte Contemporânea da Fundação Cultural de Criciúma / Centro Cultural Jorge Zanatta, é membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Criciúma, da Associação Sul Catarinense de Artes Visuais ASCAV e do Coletivo MURRO.

Emanuel Franco – PA
Arquiteto, artista visual e curador. Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo e coordenador da galeria de arte Graça Landeira da Universidade da Amazônia (Unama). Atualmente seu conteúdo artístico está voltado à visualidade popular do nordeste paraense e suas ações curatoriais no universo de produção dos artistas do interior do Estado do Pará.

Gustavo Carvalho (Guga) – PI
É mestre pelo programa interunidadades em Estética e História da Arte pelo Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC USP), com pesquisa sobre possibilidades da arte contemporânea no Piauí em diálogo com a filosofia de Walter Benjamin (2008-2010). É especialista, também pela USP, em Gestão dos Processos Comunicacionais, com pesquisa sobre crítica de arte e novos meios (2005-2006). Há três anos dedica-se a acompanhar de perto o trabalho dos jovens artistas em Teresina (PI), tendo organizado vários seminários, debates , laboratórios de criação , mostras de vídeo, cursos e exposições

Antônio da Cruz – SE
Pintor, atua como ilustrador, chargista, desenhista publicitário e técnico. Atualmente enfatiza a produção de esculturas em aço; foi presidente da Associação Sergipana dos Artistas Plásticos (Asap) e diretor da galeria de arte Álvaro Santos, do município de Aracaju. É cenógrafo e produtor; colaborador de jornais e revistas locais e ativista do Fórum Permanente de Artes Visuais de Sergipe.

Norma Brügger – TO
Bacharel em Artes Visuais, pós-graduada em Arteterapia em Educação Especial pela Universidade Federal de Goiás. Trabalha como arte educadora ministrando aulas de pintura, desenho e história da arte desde 1988 para os mais variados públicos. Desenvolve trabalhos artísticos com uma linguagem figurativa voltada para a fauna do cerrado e colagens abstratas geométricas.

Robson Xavier – PB
Artista Visual, Curador, Arte/Educador e Arteterapeuta. Coordenador Geral do Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba/Universidade Federal de Pernambuco. Professor Adjunto I e Ex-Chefe do Departamento de Artes Visuais - DAV (2004-2007) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
(em frente à Estação das Docas)
Inscrições: 01/10 a 30/11
e-mail/inscrições: confluências@sesc.com.br
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br



— FECAM – FESTIVAL DA CANÇÃO EM MARABÁ —

Mais uma edição do Festival da Canção em Marabá (Fecam). Esta é a 18ª edição, organizada pela Prefeitura de Marabá, através da Secretaria Municipal de Cultura (Secult).

O festival é um dos mais importantes e concorridos do país, atraindo músicos de diversos estados e este ano virá cheio de novidades com oficinas e palestras, além de apresentações especais de grandes nomes da música brasileira.

Inscrições e Regulamento na Fan Page:
www.culturapara.art.br/images/agenda/FECAM_Regulamento.pdf
facebook.com/FestivalCancaoMaraba




LITERATURA
LITERATURA
• LITERATURA

— WANDA MONTEIRO | MARIA HELENA LATINI —

O romance Duas Mulheres Entardecendo, de autoria das escritoras Wanda Monteiro e Maria Helena Latini, editado e publicado pela Editora Tempo, será lançado no dia 25 de novembro do corrente ano, no espaço cultural do SESC Boulevard, Belém do Pará. O romance é apresentado pelo prestigiado escritor, professor e crítico literário Paulo Nunes, tendo como resenha na quarta-capa o texto do escritor Daniel Da Rocha Leite e encerra com o Posfácio assinado pela escritora e poeta paraense Olga Savary. O livro é ilustrado por Maciste Costa que também assinará a criação e edição de sua capa.

Trata-se de um livro que apresenta dois romances entrelaçados onde as personagens que detêm a narrativa, dialogam em prosa poética sobre temas universais e questões existenciais, cujo eixo principal é o ato da escrita com sua silenciosa e solitária arquitetura. As escritoras fazem de sua lavra uma tessitura de memórias inventadas e dialogam sobre o sentido simbólico e filosófico dessa tessitura que se constrói e reconstrói desafiando as convenções cronológicas de tempo e espaço geográfico.

O lançamento - com sessão de autógrafos - apresentará ao público uma leitura dramatizada dos mais instigantes texto que fazem parte do romance , feita pela escritora Wanda Monteiro e por Alba Maria. No evento de lançamento contará com a participação de renomados artistas e poetas da cidade e será recebido no Bistrô do SESC Boulevard com a poesia e o canto de Alba Maria e Floriano.

O romance já está sendo roteirizado para ser apresentado ao público na cena teatral e têm seu lançamento nacional marcado para março – Agenda Cultural Semana da Mulher - de novembro no salão nobre do Teatro Municipal de Niterói e depois será levado à FLIP / Paraty e à Bienal do Livro do Rio de Janeiro/RJ e de Porto Alegre/RS e ainda nos principais espaços culturais do Estado do Rio de Janeiro como: Teatro Popular Oscar Niemeyer; Museu de Arte Contemporânea - MAC; espaço cultural do Museu Imperial do Catete e Solar do Jambeiro.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 25 de novembro (terça), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


• Entrada Franca •



ARTES PLÁSTICAS
• ARTES PLÁSTICAS

— INSTÂNCIAS DA LUZ —

Os participantes do Lab.Círio – Laboratório de Criação em Narrativas Visuais apresentam exposição coletiva na Galeria Fidanza com seus recortes sobre o Círio de Nazaré.

Na continuidade das comemorações de seus 30 anos, a Fotoativa convida o público para a abertura da exposição Instâncias da Luz que acontece no dia 12 de novembro, na Galeria Fidanza – Museu de Arte Sacra de Belém. A mostra acontece como desdobramento do Lab.Círio – Laboratório de Criação em Narrativas Visuais, que tomou a manifestação cultural e religiosa do Círio de Nazaré como objeto de investigação, no contexto de sua declaração enquanto Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, no final de 2013.

A exposição se constitui de fragmentos visuais das narrativas apresentadas por cada artista durante a realização do Laboratório, que privilegiou a troca de olhares e experiências entre os participantes, mediadores, pesquisadores e fotógrafos. No decorrer da imersão criativa, que vem se desenrolando desde meados de setembro, os participantes conferiram contribuições dos experientes convidados Patrick Pardini, João de Jesus Paes Loureiro, Miguel Santa Brígida e Octávio Cardoso.

Segundo Cinthya Marques, uma das coordenadoras do Laboratório, “a exposição Instâncias da Luz surge simbolicamente do recorte e do entrelaçamento promovido pelos olhares dos participantes”. Já Allan Maués, também da equipe, afirma que “reunir olhares ímpares rumo a uma temática comum é permanecer no clima do Círio, momento no qual pessoas diferentes se juntam e se apertam pelas ruas de Belém, formando uma corrente humana com vida própria”. Rodrigo José, também mediador desta imersão criativa afirma que a exposição “é trazer a metáfora da união desses trabalhos em relação a corda puxada pelos promesseiros, pois ela também surge de um entrelaçamento e é elemento inanimado que esbanja vida pelas procissões”.

Com parceria da Protec e do Sistema Integrado de Museus, a exposição Instâncias da Luz apresenta um recorte de 24 imagens produzidas por 21 fotógrafos que se prepararam juntos para trabalhar artisticamente o Círio de Nazaré. Os artistas se muniram de fontes diferentes e compartilharam suas experiências uns com os outros. Desses múltiplos caminhos e encontros buscaram definir seu trabalho, para novamente compartilhar, renovando o ciclo e provocando novas leituras.

Artistas participantes:

Allan Maués · Arthur Santos · Breno Morais · Cecília L · Cinthya Marques · Franz Pereira · Guy Veloso · Jeff Alves · Karina Martins · Luana Lobato · Marcia Seabra · Natan Garcia · Paula Giordano · Renata Aguiar · Rodrigo José · Ronaldo Andrade · Rosyan Brito · Tarcízio Macedo · Tatiane Ximenes · Valério Silveira · Wal Flexa

Galeria Fidanza
Museu de Arte Sacra/Cidade Velha
Abertura: 12 de novembro (quarta), 19h
Período: de 13 de novembro a 14 de dezembro
Horários de visitação: 10h as 18h de terça a domingo
fotoativa.org.br/?p=4814
Contatos: 91 4009 8805 | 8838


— CASA DE FARINHA | PAULA GIORDANO —

É Tudo Verdade

Quando questionado sobre o que era uma boa foto, Kevin Carter, fotógrafo sulafricano,
vencedor do prêmio Pulitzer de 1994, respondeu que seria aquela que também faz
a pergunta. Assim são as fotos de Paula Giordano, nelas não espere encontrar a crueza do
realismo ou a vazia abstração, só aceita sob o pretexto da contemporaneidade semiótica. O
que se encontra capturada é a poesia emanada da realidade onde mergulhou sua lente e seu
olhar.

Qualquer que seja o tempo do homem na Amazônia é certo que a cultura da mandioca
o acompanha, quase sem alteração na maneira de feitura artesanal, a farinha para aqueles
que a fazem vai além de um mero alimento, pelo simples fato de ter como ingredientes
fundamentais o amor, a dedicação e o orgulho do resultado, fazendo da farinha uma obra.

São esses os ingredientes que compõem as imagens aqui reveladas por Paula Giordano, com sua
maneira particular de explorar ângulos e luz quase podemos sentir os aromas e sons da casa
de farinha.

A velha máxima que a arte imita a vida não faz sentido nas imagens de Paula. Aqui,
arte e vida se fundem na realidade da poesia, fazendo-me concordar com o poeta Ferreira
Gullar
ao dizer que arte existe porque a vida só não basta. Na casa de farinha de Paula
Giordano
é tudo verdade, a luz, os sons, os aromas e a poesia.

Bob Menezes

— • –

Paula Giordano, tem como enfoque do seu trabalho, o homem e suas diversas formas de expressão. Fotografia precisa ter emoção.

Sempre manteve relação com diversas formas de arte como pintura, dança e teatro; contudo, é no estudo da fotografia e no desenvolvimento de suas habilidades nesse universo, há cerca de cinco anos, que vem encontrando espaço para seu desenvolvimento artístico, pessoal, e a expressão de sua sensibilidade.

Sofre certa influência da temática social e cultural das obras de Portinari e Di Cavalcanti, do retratar a emoção. E ainda o cotidiano, a espontaneidade presentes na fotografia de Henri Cartier Bresson.

Procura não se prender a regras ou estéticas simplesmente, busca desafios a cada novo trabalho, o que lhe faz produzir trabalhos diversificados. Investe seu olhar qualificado na procura incansável pelo que há de sentimento na imagem.

Em 2013 teve sua primeira participação em concursos de artes, sendo selecionada para a XXII Mostra de Artes Primeiros Passos CCBEU, com a fotografia entitulada “Sem Farinha não há trabalho”. Atualmente está desenvolvendo projetos fotográficos voltados para a religiosidade, a relação do homem com o divino.

Galeria Theodoro Braga
End: Av Gentil Bittencourt, 650
Centur (esquina da Rui Barbosa)
Vernissage: dia 06/11 (quinta-feira)
Em exposição até 28 de novembro
Horários: segunda à sexta de 9h as 16h
Informações: 91 3202 4313 
galeriatheodorobraga@gmail.com


— PASSAGEM | PABLO MUFARREJ —

Passagem

Partindo da influência dos procedimentos técnicos e conceituais adotados na confecção de gravuras em metal(*) e de sua manipulação através de práticas pertencentes ao universo do desenho, da cor, da fotografia e dos variados recursos digitais disponíveis em alguns aplicativos para dispositivos móveis, a série Passagem aponta para possibilidades de construção da imagem, da gravura eletrônica e do múltiplo na atualidade. Por mais que a natureza desta série indique uma possível complexidade técnica como elemento constitutivo de seu "discurso", suas motivações se originam no desejo da representação da transitoriedade e da transcendência. Surgem da vontade e da necessidade de prosseguir minhas pesquisas com os meios que estão disponíveis, durante a lógica de minha mobilidade e de meu dia-a-dia.

Como ponto inicial destas "matrizes eletrônicas", são utilizados desenhos e fotografias que compõem páginas de antigos cadernos de artista, orações e registros de família, bem como arquivos depositados no computador e imagens apropriadas da nuvem.

São vínculos e veículos poéticos de tudo que está ao meu alcance, do olhar contemplativo, gráfico ou fotográfico, dirigido às plantas cultivadas por minha mãe; à radiografia de uma fratura recém adquirida. São experiências, acúmulos, resíduos do tempo, que tentam se reconfigurar como forma de resistência e busca espiritual. Gravadas como pequenas frestas de tempo, esses índices fantásticos podem revelar novas e múltiplas passagens para o existir.

Pablo Mufarrej

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(*) Durante a construção de uma gravura em metal, é necessário que se retire varias “provas de estado” (prova de estado em que se encontra a matriz naquele exato instante) para que a partir da análise destas provas, se possa prosseguir na construção de uma gravura e chegar ao resultado final.
Um aspecto interessante da gravura em metal é que suas técnicas envolvem processos diretos e indiretos. Sendo diretos aqueles em que se age (grava) diretamente sobre a matriz; e indiretos quando a gravação da matriz é submetida a procedimentos químicos com ácidos (mordente) ou com o auxílio de ferramentas específicas. Na impressão da gravura em metal é obrigatório o uso de uma prensa mecânica para imprimir a gravura, possibilitando assim o resultado final da estampa.

A gravura acontece em etapas, que vão do desenho, passando pela gravação e chegam impressão. A estampa final é resultado da união desses procedimentos. Portanto, concluo que este procedimento de ações por etapa foi introduzido à construção intelectual de “passagem”, como o próprio nome sugere.

Atelier do Porto
Rua Gurupá, 104 – Cidade Velha
(entre Dr. Malcher e Dr. Assis)
Em exposição até 29/11
De terça a sexta, das 10h as 17h
Aos sábados, das 10h às 16h
Informações: 91 3255 8816
atelierdoporto.blogspot.com
facebook.com/atelierdoportobelem


— ARTE PARÁ • 2014 —

A 33ª edição do Arte Pará foi inaugurada na noite de quinta-feira, 09 de outubro, no Museu do Estado do Pará (MEP), em Belém, com a abertura do salão ao público e a premiação das obras vencedoras. Vinte artistas foram selecionados e terão suas obras expostas até o dia 9 de dezembro nos três espaços do salão, que também ocupa o Museu Paraense Emílio Goeldi, no bairro de Nazaré, o Espaço Cultural Casa das Onze Janelas e o próprio Museu do Estado do Pará (MEP), ambos no bairro da Cidade Velha.

Quatro artistas receberam a premiação máxima do salão e dividiram o valor R$ 35 mil reais, sem hierarquia entre as obras vencedoras. A paraense Luciana Magno foi premiada na categoria videoperformance, assim como a pernambucana Juliana Notari, com uma performance realizada em Belém. A dupla paulista Costa e Brito foi premiada na categoria vídeo, e Paul Setúbal, de Goiás, recebeu o prêmio na categoria desenho.

PREMIADOS

  • Luciana Magno (videoperformance)
  • Juliana Notari (performance)
  • Costa e Brito (vídeo)
  • Paul Setúbal (desenho)

Realizado pela Fundação Rômulo Maiorana, o Arte Pará 2014 recebeu cerca de 700 obras inscritas de todas as regiões do país, um aumento de 27% em relação ao número de inscrições de 2013. No entanto, o número de artistas selecionados foi reduzido de 25 para 20 na edição de 2014. "Tivemos uma preocupação muito grande de fazer com que o artista tivesse um espaço maior no salão. A nossa ideia é cada vez mais enxugar para poder proporcionar um prêmio maior para o artista", explica Roberta Maiorana, diretora da Fundação.

LISTA COMPLETA COM
OS 20 SELECIONADOS

  • Andrea Barreiro
  • Costa & Brito
  • Davilyn Dourado
  • Dirnei Freire Prates
  • Eduardo Ekman Simões
  • Elaine Arruda
  • Flora Romanelli Assumpção
  • Henrique Oliveira
  • José de Almeida Viana Júnior
  • Juliana Notari
  • Luciana Magno (Pará)
  • Luisa Nóbrega Silva
  • Mariana Pedrosa Marcassa
  • Melissa Barbery Lima (Pará)
  • Paul Cezanne Souza Cardoso de Moraes
  • Pedro David de Oliveira Castello Branco
  • Raquel Uendi Matusita
  • Ricardo “Villa” Gomes da Silva
  • Rodrigo Arruda Proto Gonzalez
  • Vitor Mizael Rubinatti Dias

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Dos quatro premiados no Arte Pará, apenas a dupla paulista Costa e Brito não esteve presente na noite de abertura do salão. Para o curador artístico do Arte Pará 2014, Paulo Herkenhoff, o trabalho da dupla se destaca pelos diversos resultados que apresentam a partir da interação com objetos e cenários comuns do dia-a-dia, como paredes, tábuas, cadeiras e escadas. "Um dos resultados é constituir um distanciamento do cotidiano com um desafio às leis da gravidade, e a partir desse inesperado, talvez eles estejam tratando de trazer uma leveza para a vida", comenta Herkenhoff.

A exploração dos limites humanos foi ressaltada pelo curador nos desenhos feitos com sangue pelo goiano Paul Setúbal. "Ele lida com o sangue como um tipo de signo material de uma pintura, e ao mesmo tempo como um símbolo da interioridade, do sujeito, mas também pensando nos limites de cada um de nós como corpo e como individualidade", detalha.

Filmada em um mausoléu do Cemitério da Soledade, a premiada videoperformance da pernambucana Juliana Notari também é destaque no salão. "Ela se propõe a fazer uma lavagem desse monumento, no processo ela vai deixar tudo limpo e a sua roupa, que era branca, vai se impregnar desse limo, desses signos da morte. A obra então trata a arte como algo que permeia tanto a nossa existência quanto a morte como dimensão da vida", diz Paulo.

Já a obra da paraense Luciana Magno é capaz de transcender fronteiras, na avaliação do curador. "A Luciana Magno tem feito uma grande viagem pela Amazônia e ao mesmo tempo ela usa seu corpo para fazer uma série de performances em que, sua presença ali como sujeito, traz uma possibilidade de debate sobre momentos culturais e sobretudo políticos da Amazônia. É uma artista que está contribuindo para uma cartografia do Brasil e da própria Amazônia, em termos de fenômeno natural e sociopolítico, que transcende as fronteiras do Brasil", conclui o curador.

Luciana já participou duas vezes do salão, e foi premiada pelo conjunto das duas videoperformances inscritas no Arte Pará. Na obra 'Pedra do Sol', a artista apresenta uma reflexão sobre os ciclos da vida. "São vídeos que foram feitos durante a minha pesquisa sobre a vegetação, do que é o corpo, da partícula de carbono, do ciclo da vida. A gente morre, vai pro chão, aquilo ali de alguma forma entra na terra e volta no formato de planta, os bichos comem e o ciclo do carbono está sempre se renovando, nada se perde, tudo se renova", comenta Luciana.

Na obra Transamazônica, a artista realiza uma performance resultante de viagens pela rodovia BR-230, conhecida popularmente pelo nome que intitula a obra. "Eu vou até a Transamazônica num período em que estão sendo construídas as usinas, onde são levantadas todas essas questões sobre o 'marketing' da Amazônia. O vídeo é um pouco disso, trazer essa Amazônia até um certo momento inebriada pela imagem do que seria a Amazônia e aos poucos ela vai se desvelando ao observador", explica a artista.

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O Projeto Arte Pará teve sua origem no início dos anos 1980, motivado por um desejo visionário do jornalista Romulo Maiorana de estimular a produção artística local, desejo esse que irá consolidar um dos projetos mais longevos no cenário nacional, constituindo-se em um dos mais significativos projetos de fomento, acesso e difusão artística no país. O Projeto Arte Pará que começou estimulando a produção artística local, incentivando e viabilizando oportunidades a artistas que hoje detém significativa carreira nacional e internacional, por meio de premiações e do fluxo de críticos e curadores, assa a ser um dos mais importantes projetos educativos pela arte do norte do país, integrando saberes, instituições de ensino, fomentando a participação de estudantes na construção do conhecimento e viabilizando acesso a arte a diversas camadas sociais, realizando ações inclusivas.

Rompendo as barreiras regionais, o Arte Pará se consolidou e como um evento que concentra um expressivo conjunto da produção artística nacional no Norte do Brasil ao longo dos meses em que suas ações ocorrem e passa, nos últimos anos, a apresentar conexões históricas internacionais, ampliando a compreensão da arte em sua dimensão social e política, por meio de convidados especiais. Nesse desenho, o local e o global se colocam em diálogo, revelando no Pará as transformações culturais que se viabilizam por meio da arte, entendendo esta como uma expressão que, por meio do Arte Pará, toma lugar no meio da vida dos indivíduos, na cidade, em seus lugares de valor simbólico, na própria vida. (via: G1 Globo)

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Obras em exposição:

  • Museu do Estado do Pará - MEP
    Praça Dom Pedro II, s/n. Cidade Velha
    Visitas: terça a sexta, das 10h as 18h
    Finais de semana, das 10h as 14h

  • Casa das Onze Janelas
    Praça Frei Caetano Brandão s/n - Cidade Velha
    Visitas: Terça a sexta, 10h às 18h
    Finais de semana e feriados: 10h às 22h
    Informações: 91 4009 8825 | 4009 8823

  • Museu Paraense Emílio Goeldi
    Av. Magalhães Barata, 376 - São Braz
    Telefone: 55 91 3182 3200 | 3231

Fundação Rômulo Maiorana
Av. Romulo Maiorana, 2473 – Marco
Em exposição até 09 de dezembro
www.frmaiorana.org.br | www.artepara.net
Informações: Tel. 55 91 3216 1142



DANÇA •
TEATRO
• DANÇA

— SESSÃO DAQUI | AUDIOVISUAIS PARAENSES —

A “Sessão Daqui” é um projeto do Sesc Boulevard em parceria com a APJCC (Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema) que tem o intuíto de dar visibilidade aos realizadores do cenário Audiovisual Paraense.

Hue” de Rafaella Cândido | 13 min

Um jovem chega a uma festa e encontra um experiente andarilho das noitadas que o seduz e o insere no mundo junkie ao mesmo tempo em que ambos se envolvem num romance de festa. Enquanto isso, uma viciada, já sem forças para reagir, é brutalmente assediada por um grupo de arruaceiros. Os passos deles parecem ser observados de perto por uma figura sombria e lacônica; um homem que parece saber exatamente onde e como as três histórias vão terminar. “HUE” é o recorte de uma noite, uma festa onde momentos definitivos na vida desses jovens envolvidos pela teia do submundo das drogas acontecem para uni-los sob um mesmo fim ou separá-los de vez de uma possível salvação.

— • –

Eu Do Ato” de Vince Souza | 11 min
Atriz: Rafaella Cândido

Questionamentos de uma jovem sobre a sua existência. De uma identificação, do oposto, nesse ou além de seu mundo. Assim é “
Eu Do Ato”, inspirado no texto de Bianca Marinho. Experimental, segunda produção do Café, Cinema e Quadrinhos em parceria com IFPA/APAB, Visionário Filmes e Quadro a Quadro.

— • –

Alecrim” de Moyses Cavalcante | 09 min
Com
Rosilene Cordeiro e André Ponce de Leão

Alecrim conta a história de uma mulher solitária que sofre um parto natural onde o bebê nasce morto. Ela vive um dilema existencial: criar seu filho natimorto vivendo distante da realidade ou fazer-se consciente e padecer pela perda do filho almejado. Depois de enterrá-lo com as próprias mãos no quintal da casa onde mora, não suporta a dor e morre. Algum tempo depois a casa passa a ser habitada novamente por um único morador que percebe algo de estranho naquele lugar. O homem fica perturbado por estar vivendo no limite entre o mundo real e seus pesadelos. O espírito da mulher o persegue até conseguir seu objetivo, conduzi-lo ao resgate do filho enterrado.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 25 de novembro (terça), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


• Entrada Franca •


— TEMPER4MENTOS, QUAL O SEU? ——

O espetáculo de dança "Temper4mentos. Qual o seu?" terá sua estréia no dia 27 de novembro, no Teatro Universitário Cláudio Barradas. O espetáculo apresentado pelo alunos do Curso de Técnico em Dança 2013 ETDUFPA (Intérprete/Criador) na execução da disciplina Composição Coreográfica de Mariana Marques.

"Todos nós, herdamos um temperamento dos nossos pais. Este temperamento é a combinação de características congênitas que consciente ou inconscientemente, afetam nossos relacionamentos.

E além das características genéticas e hereditárias a ciência já tratou de provar que o ambiente em que vivemos também nos influencia. Estas características de temperamento podem durar algum tempo ou até uma vida inteira. Tudo depende da intensidade e de como lidamos com o nosso temperamento.

Normalmente um ou dois temperamentos são os predominantes e em algumas pessoas é bem fácil identificá-los, bastando estar com essas pessoas por algumas horas, mas será que essa predominância é saudável para nós seres humanos em evolução?"

Sandra Belleza Novelli

Teatro Universitário Cláudio Barradas
Rua Jerônimo Pimentel,  546 - Umarizal
(esquina da D. Romualdo de Seixas,
ao lado Escola de Teatro e Dança da UFPA)
De 27 a 30 de novembro, as 19h30
Ingressos: R$ 10,00 (meia: R$ 5,00)
tel: 55 91 3249 0373


— 731 SÃO DOZE —

Guiados pela acepção de navegar e do conceito filosófico do devir, o Dirigível Coletivo de Teatro percorre a poesia de Fernando Pessoa e seus heterônimos para montar a performance “731 são doz”, dirigida por Luciano Lira.

Envolvendo o teatro, a dança, a fotografia, as artes plásticas, a música e o vídeo, a montagem “731 são doze” convida o espectador a ser atuante das ações orquestradas pelos atores, ser e estar em interação com a obra e a caminhar pelas salas, pelo corredor, pelo quarto, pela cozinha e pelos banheiros, subir e descer a escada da Casa Dirigível. Além de andar por toda a casa, os artistas provocam o espectador a percorrer memórias, histórias e sentimentos. Esta apresentação não é recomendada para menores de 18 anos.

O número doze no título da performance é uma referência aos 12 integrantes do coletivo, que, hoje, edificam a Casa Dirigível, situada na travessa Padre Prudêncio, 731

Texto: Raissa Araújo / Assessoria de Imprensa do evento.

Casa Dirigível – Espaço Cultural
Trav. Padre Prudêncio, 731 – Campina
(entre Rua Carlos Gomes e Gama Abreu)
Ingressos antecipados: 91 98191 9251
facebook.com/coletivodirigivel
www.coletivodirigivel.com


— PÉ DE VENTO | LEONEL FERREIRA —

Leonel Ferreira da Cia de Teatro Madalenas, faz contação de história neste sábado 29 de novembro, as 11h, no Sesc Boulevard. Pé de Vento é a história de um meninio cheio de manias estranhas: conta degraus de escada, carros e motos que passam por ele, inventa canções que só ele sabe cantar, e sonha em ser jogador de futebol do clube de coração. Em meio as suas estranhas manias, Pé de Vento encontra seu primeiro amor. Uma história que marca o fim de uma fase e o início de uma outra na vida desse garoto incomum, onde o amor determina os passos que serão tomados por Pé de Vento.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 29 de novembro (sábado), às 11h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— ENCANTADOS S.A. —

Seres encantados se infiltram novamente nos palcos de Belém.

E se a Chapeuzinho Vermelho frequentasse os mesmos lugares que você, disfarçada de pessoa comum? E se a Bela Adormecida fosse sua vizinha sem que você nunca tenha percebido? E se aquele seu professor estranho fosse ninguém menos que o Capitão Gancho disfarçado? Já imaginou? Em Encantados S.A, espetáculo do Grupo de Teatro Universitário que volta a cena de 29 e 30 de novembro no auditório da Faculdade Fibra, os seres dos contos de fada podem não ser tão irreais assim.

A trama central da dramaturgia, assinada e dirigida pela dupla Bárbara Gibson e Haroldo França, gira em torno de Noque, um garoto de 13 anos que é oprimido pelos colegas por ainda brincar com bonecos. Gigy, seu brinquedo preferido, é também seu único amigo e com ele o garoto compartilha suas descobertas, angústias e vivências. A pacata vida de Noque começa a mudar quando ele se dá conta das coisas estranhas que acontecem ao seu redor: sua professora de biologia tem uma cor esverdeada e estranha, sua vizinha oferece maçãs para as pessoas na rua e uma colega de turma sempre está com doces para levar a sua avó adoentada. Com estas ocorrências, que mais parecem evidências, os dois começam a investigar os fatos até encontrarem a OSSEAPEPROFOSOE - Organização Secreta dos Seres Encantados Aliados Pela Proteção da Fantasia ou Simplesmente Encantados –, que muda suas vidas para sempre.

Haroldo França, dramaturgo e diretor hoje radicado em São Paulo, afirma que o espetáculo é diversão garantida às crianças, mas especialmente aos adultos. "É uma metáfora do crescimento, uma homenagem às crianças que todos já fomos, e que de alguma forma ainda somos. O espetáculo tem um humor incrível e é especial". Já Bárbara Gibson, que assumiu sozinha a direção após a ida de Haroldo, pontua que cada temporada tem novidades, e que o público nunca pode esperar o mesmo espetáculo. "A cada temporada a gente muda bastante coisa, do corpo de atores a cenas inusitadas. É um espetáculo que está atento ao seu tempo e se renova. E não será diferente nesta temporada".
O espetáculo já possui um público cativo nestes quatro anos ininterruptos de atividades, e pensando nisto a produção disponibilizou ingressos mais baratos aos que entrarem em contato antecipadamente, por telefone ou redes sociais. “É uma maneira de fidelizar o nosso público e formar platéia. Já temos amigos que indicam o espetáculos a outros amigos e isso é bem legal. Fazemos um infantil para adultos que diverte todas as idades”, ressalta Bárbara.

Então, humanos, os agentes secretos encantados os aguardam ansiosos para mais esta missão. Mas tomem cuidado! Os segredos que serão revelados devem ser guardados no mais absoluto sigilo. Lembrem-se, eles estão por toda parte.

Direção e Dramaturgia: Bárbara Gibson e Haroldo França

Elenco: Alice Bandeira, Allyster Fagundes, Alvaro de Souza, Camilo Sampaio, Cássio Di Freitas, Diego Benício, Douglas Henrique, Erllon Viegas, Fábio Limah, Judite Torres, Leandro Oliveira, Larissa Abre, Luiza Imbiriba, Nazaré Alcoforado, Nilton Cezar, Rejane Sá, Renato Ferber, Roberta Proença, Sandro Mauro, Selma Salvador, Sofia Lobato, Terezinha Gentil, Valéria Lima, Vanessa Farias.

Produção: Larissa Imbiriba, Sofia Lobato e Alvaro de Souza

Faculdade Integrada Brasil Amazônia – FIBRA
Av. Gentil Bittencourt, 1144 – Nazaré
( entre a Av. Generalíssimo Deodoro e 14 de março)
Dias 29 e 30 de novembro, às 17h e 20h
Ingressos antecipados a R$10
Ingressos na bilheteria: a R$20 (meia R$10)
Informações:  91 98292 8567 | 98861 9101 | 98816 7170. 
facebook.com/espetaculoencantadossa


— TCHÉKHOV VIAJA! —

A Escola de Teatro e Dança da UFPA apresenta o espetáculo de teatro Tchékhov viaja!. Este espetáculo é fruto de um ano de estudos dos alunos do Curso Técnico de Ator de 2014.

A peça é uma afetiva homenagem a profa. Maria Sylvia Nunes que nos anos 60, realizou o projeto Festival Tchékhov, na época apresentado na Assembléia Paraense difundindo a obra do referido autor para a intelectualidade paraense. O projeto tornou-se fundamental para a criação da ETDUFPA, cuja nomenclatura oficial denominava-se Serviço de Teatro contribuindo assim, em plena ditadura militar para o reconhecimento da arte e da cultura no âmbito universitário.

O espetáculo Tchékhov Viaja! rememora esse feito visitando desta vez a obra dramatúrgica do escritor, visto que o Festival Tchékhov dramatizou os contos do referido escritor. Na época a montagem contribuiu também com a tradução dos contos, até então inexistentes na língua portuguesa. Tchékhov Viaja! Constitui-se fragmentos das quatro obras dramatúrgicas sendo elas: As Três Irmãs, O Jardim das Cerejeiras, A Gaivota e Tio Vânia bem como a novela Ivanov. Além deste universo fecundo de criação para que Tchékhov estivesse em cena a direção lançou mão da fecunda correspondência produzida na época por Anton Pavlovich Tchékhov, para a categoria intelectual e artística da Rússia, especialmente ao jornalista Súvorin, dono do jornal NOVO TEMPO (1886-1891) é que hoje encontra-se publicada em língua portuguesa pela editora Edusp.

No âmbito artístico especialmente teatral, a obra de Tchékhov foi instrumento fundamental para que o diretor Konstantin Stanislavski desenvolve-se seu método de interpretação no teatro de arte de Moscou- TAM, fundando assim o movimento Realismo Socialista, produzindo para o período novas formas de expressão que influenciaram não apenas a linguagem do teatro, mas movimentando as novas mídias da época, no caso, o cinema. A linguagem cinematográfica estará presente no espetáculo nos conduzindo para cenas memoráveis do cinema Russo.

O termo "Vaja!" diz respeito ao princípio criativo denominado por Stanislavski como imaginação. Viaja signifique imagine.. tente “enxergar” adiante, preveja, conceba! Portanto os jovens atores recitam viajar como gíria, imagine! Imaginação é um instrumento fundamental tanto para a arte, mas também para a ciência, foco e origem deste trabalho, visto que é oriundo da universidade. Imaginar é ter certeza ou ter esperança, é conseguir visualizar novos horizonte, novas soluções. Imaginar, viajar foi o que esses jovens atores realizaram, imaginaram esses personagens oriundos desta tradição dramática. E você poderá “viajar” junto, a partir de 04 de dezembro de 2014, no teatro Claudio Barradas ás 20h.

Teatro Universitário Cláudio Barradas
Rua Jerônimo Pimentel,  546 - Umarizal
(esquina da D. Romualdo de Seixas,
ao lado Escola de Teatro e Dança da UFPA)
Dias 04, 05, 06 e 07 de dezembro, as 20h
Ingressos: R$ 10,00 (meia: R$ 5,00)
facebook.com/tchekhoviaja?
tel: 55 91 3249 0373



MÚSICA
MÚSICA
• MÚSICA

— RAFAEL AZEVEDO —

Rafael Azevedo é contrabaixista e compositor paraense da nova geração, atuante no circuito de bares, teatros e festivais do Estado ao lado de grandes nomes da música paraense, apresenta show de música instrumental, com composições autorais e em parceria, fazendo uma amostragem de seu primeiro trabalho solo a ser lançado ainda este ano.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 26 de novembro (quarta), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584

sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


• Entrada Franca •



— ROSA CORRÊA —

Cantora paraense apresenta o show “Falando de Amor”. Por meio da música, Rosa Corrêa procura contribuir para o resgate da sutileza, em mensagens contidas nas canções de Tom Jobim, Milton Nascimento, Toninho Horta, Beto Guedes, Lô Borges, Ivan Lins, Joyce e outros cantores que sempre trazem bons sentimentos para nossa vida.

— • –

Rosa Corrêa também nasceu numa família musical. Seu avô materno foi maestro em Mocajuba, no Baixo Tocantins. Mas é no pai, Dorimar Corrêa, cantor amador, que Rosa se inspira.

Dona de uma interpretação particular e de um timbre marcante e potente, voz forte, imponente e vibrante, Rosa Corrêa privilegia a emoção e cativa pela sinceridade de quem tem paixão pela música que faz. Foi vocalista da banda Falsos Profetas, com a qual apresentou-se em Belém, Brasília e em Vitória, e já participou de shows em teatros da capital, entre os quais "Canto pra elas, homenagem às mulheres", com Dayse Addário, Silvia Lobo e Silvinha Tavares, e "Preto no Branco", com Maria Lídia e Olivar Barreto.

Nas apresentações no circuito dos bares da capital que privilegiam a boa música popular, Rosa é sempre atração indispensável em espaços como Café Imaginário, Bodega, Café Tiquin, Municipal e Espaço Cultural Boiúnas (o Bar do Mário). Nos festivais é destaque entre os intérpretes no circuito mais célebre desses eventos – Ourém, Assembleia Paraense, Araguatins/TO e Itacoatiara/AM.

Advogada na área de direitos humanos, Rosa Corrêa manifesta no seu canto a forte crença no poder da música para emancipar a sociedade humana. Este é um forte elo de ligação entre ela e as canções de Gonzaguinha, que no período da ditadura militar foi um grande ativista musical.
(ORM Portal)

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 27 de novembro (quinta), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


• Entrada Franca •


— RENATA DEL PINHO | TRACAJAZZ —

Cantora compositora paraense, Renata Del Pinho é um dos bons nomes da nova geração de artistas da terra, com importantes participações em festivais e discos. Seu show Tracajazz tem a direção do guitarrista Bob Freitas.

Convidados Especiais: Gigi Furtado, Larissa Leite, Marcos Puff, Heraldo Santos, Allan Carvalho.

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Filha de violonista e cantora lírica, Renata Rodrigues de Pinho traz na genética o talento musical. As aulas de balé clássico, ainda na infância, estimularam naturalmente o curso de Canto Lírico no Conservatório Carlos Gomes na adolescência. Ao mesmo tempo, o gosto pelo popular aguçava-se crescentemente, por isso, a partir de 2005, decidiu extrapolar a formalidade dos saraus e concertos de alunos e enveredou pelos espaços culturais populares, cantando suas maiores influências - Samba, Bossa, MPB, Black Music, Blues, Soul e Jazz. (g1.Globo - Pará)

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 28 de novembro (sexta), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca

— CARECA BRAGA —

Careca Braga, violonista, guitarrista e compositor paraense apresenta show reunindo o melhor do jazz local, nacional e internacional em interpretações únicas e marcantes ao lado de seu quarteto, celebrando sua longa trajetória na música instrumental paraense. Careca Braga faz parte do movimento musical em Belém.

— • –

Careca Braga, nos anos 1970, foi um dos fundadores do Madeira Mamoré, grupo que faz parte da história da música de Belém, se transformando em tema de trabalhos e palestras, em festivais, escolas e universidades. O músico já dividiu palco com Toninho Horta e Léo Gandelman, tocou com Paulo André Barata, J.J. Jackson, Galdino Pena, Mini Paulo Medeiros, Kzan Gama entre outros.

Na trajetória é marcante sua participação no inesquecível “Anestesia Geral”, grupo onde o jazz encontrava-se com o erudito, resultando em um som que revolucionava e encatav o público na cena artística da cidade, na década de 1980, formando com Luiz Pardal (violino), Jacinto Kahwage (teclado), Baboo Meireles (baixo), João Bererê e Cowboy (bateria).

A carreira solo de Careca é o movimento que vem em seguida, quando o músico se dedica a trabalhos que focam mais objetivamente a música instrumental, apresentando composições em festivais, mostras e encontros no Estado e pelo Brasil.

Atualmente, como professor do Conservatório Carlos Gomes, ele divide com músicos das novas gerações sua experiência em violão clássico e guitarra jazz.
(Holofote Virtual)

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 29 de novembro (sábado), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca



OUTROS •
EVENTOS
• OUTROS

— OFICINA DE PORTIFÓLIO | CAMILA FIALHO —

Destinado a artistas, fotógrafos, designers e profissionais da criatividade que tenham interesse em pensar e apresentar o seu trabalho durante a montagem de seu próprio portfólio.

A elaboração de um portfólio e sua constante atualização mostra-se hoje uma ferramenta fundamental para garantir a apresentação e circulação de trabalhos desenvolvidos, seja no campo das artes visuais, da fotografia quanto nas esferas da criatividade, tanto para inscrição em editais, participação em salões de arte ou fotografia, mostras coletivas, como para concorrer a bolsas, residências ou prestar qualquer outro processo seletivo nessas áreas.

Tal tarefa, no entanto, se mostra muitas vezes difícil quando estamos muito habituados com nosso próprio fazer, sem termos o distanciamento necessário para examinar, organizar e mesmo hierarquizar a apresentação de nossa própria produção.

Voltado para artistas e profissionais da criatividade que queiram pensar e organizar o seu trabalho em diálogo com outros agentes da área, a oficina propõe um exercício prático para elaboração de portfólios, contemplando desde a seleção dos trabalhos e sua sistematização, quais informações devem acompanhá-los, como exibi-los, até sua apresentação para o grande grupo.

Para além da elaboração do portfólio em si, os encontros mesclam atividades de ordem prática e contemplam apanhados pontuais e críticos sobre o material levado para discussão em grupo. A ideia é que os participantes também possam pensar o seu trabalho em diálogo com os outros, descobrir novas produções e a partir delas pensar a sua prática artística e profissional.

Camila Fialho, Porto Alegre/RS, 1980.

Vive e trabalha em Belém/PA como colaboradora da Associação Fotoativa nas áreas de comunicação e difusão, produção e desenvolvimento de projetos, e atua como pesquisadora independente em artes. Formada em Letras e Mestre em Literatura Francesa pela UFRGS, tem especialização em Práticas Curatoriais e Gestão Cultural pela Faculdade Santa Marcelina. Em 2014, junto com José Viana, organizou a Mostra de Projeções do Largo Cultural das Mercês – Fotoativa 30 anos; participou do júri de seleção do Projeto Vitrine do espaço .Aurora (SP) e foi curadora da exposição Tintas Aurora, de Duane Bahia, dentro do mesmo projeto. Em 2013, trabalhou como assistente de coordenação, produção e curadoria do Ateliê 397; foi co-curadora da exposição “Onde o Rio Acaba”, Ateliê 397/SP, e da mostra de abertura do Aurora. Fez parte da equipe gestora do programa Residência no Condomínio (Condomínio Cultural/SP) e foi curadora do projeto Michê, Ateliê 397.

Oficina de Portfólio com Camila Fialho
Período: 25 de novembro a 11 de dezembro
Encontros: terças e quintas, das 19h às 21h
Carga horária: 12 horas
Investimento: R$ 150,00 (até 3x no cartão)

Fórum Landi
Rua Siqueira Mendes, 60
Praça do Carmo - Cidade Velha
De 25/11 a 11 de dezembro
Encontros: Terças e Quintas, das 19h as 21h
Carga Horária: 12 horas
Investimento: R$ 150,00 (até 3x no cartão)
facebook.com/camila.fialho
Informações: 91 4006 2904


— DO NORTE AO NORTE —

Do Norte ao Norte recebe artistas canadenses em terras paraenses

Do Norte ao Norte é um projeto de arte contemporânea proposto pela artista e curadora canadense Véronique Isabelle que reside no Brasil há cinco anos, cujo objetivo é gerar trocas criativas entre o Quebec e o Pará. Durante o mês de novembro, cinco artistas quebequenses realizam diferentes colaborações com espaços culturais de Belém que se desdobram em duas exposições abertas ao público.

Além de aproximar os Nortes das Américas, a vinda dos artistas quebequenses a Belém quer possibilitar uma cumplicidade criativa com diferentes parceiros locais. Allison Moore realiza uma residência junto a artistas do Coletivo Pirão no Casarão dos Bonecos sobre performance e animação e apresenta seu trabalho em uma exposição na Galeria Gotazkaen que inaugura sua nova sede no próximo dia 15 de novembro. Amélie Laurence Fortin propõe uma produção colaborativa com a equipe do Atelier Arte RP. Hugo Bergeron e Fanny Mesnard desenvolvem trabalhos de pintura no espaço do Fórum Landi, da Universidade Federal do Pará. Véronique Isabelle fará uma palestra sobre a cena artística contemporânea quebequense no Museu de Artes de Belém, dia 20 de novembro, junto da abertura da exposição coletiva que trará ainda obras de Cynthia Dinan-Mitchell e Dan Brault.

Este projeto se inscreve na continuidade do programa de residência elaborado por Jeanne de Chantal Côté e Armando Sobral que desenvolveram, de 2008 a 2010, uma parceria entre o Conseil des Arts et des Lettres du Québec e o Instituto de Artes do Pará, instaurando uma relação privilegiada entre as cidades de Québec e Belém. O projeto Do Norte ao Norte visa reativar e reforçar essa conexão. Para conhecer mais sobre o projeto e os artistas que participam desta edição, acesse o site http://donorteaonorte.com, e acompanhe o dia-a-dia das residências na página do facebook.

Do Norte ao Norte é uma realização do Conseil des arts et lettres du Québec e do programa Première Ovation da cidade do Quebec. E conta com o apoio do programa de incentivo ao desenvolvimento das relações internacionais para jovens profissionais, Les Offices Jeunesses Internationaux du Québec, do Conseil des arts du Canada, da Maison du Québec à São Paulo e do Centre Engramme, da Sol Informática, do Instituto de Artes do Pará (IAP), da Aliança Francesa e do Museu de Arte de Belém (MABE), bem como com os parceiros Galeria Gotazkaen, Inbust – Casarão dos Bonecos, Fórum Landi e Universidade Federal do Pará e Atelier Arte RP.

PROGRAMAÇÃO:

8 a 19/11 - Residências
Allison Moore no Casarão dos Bonecos com o coletivo Pirão - performance e animação
Amélie Laurence Fortin no Atelier Arte RP -  escultura
Hugo Bergeron e Fanny Mesnard no Fórum Landi - pintura

15/11 - Galeria Gotazkaen - Rua Rui Barbosa, 553
17h Vernissage Mundos Encantados, exposição de Allison Moore

20/11 - Museu de Artes de Belém (MABE) - Praça Dom Pedro II
17h30 Palestra sobre a cena artística contemporânea do Quebec
19h Vernissage Do Norte ao Norte - exposição coletiva

A exposição coletiva Do Norte ao Norte abre dia 20 de novembro, às 19h no Museu de Arte de Belém (MABE) e traz o resultado dos processos criativos desenvolvidos em Belém por cinco artistas canadenses: Amélie Fortin, Allison Moore, Fanny Mesnard e Veronique Isabelle. Reúne ainda obras de dois artistas convidados, Cynthia Dinan-Mitchell e Dan Brault que enviaram seus trabalhos desde Quebec.

Exposição Do Norte ao Norte
Museu de Arte de Belém
Praça Dom Pedro II, s/n
De 20/11 a 20 de janeiro
Visitas: De terça a sexta, das 10h às 18h;
sábados, domingos e feriados, das 9h às 13h.

INFORMAÇÕES:

donorteaonorte@gmail.com
Camila Fialho : 91 9213 9991| 98060 1418


— EDITAL DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO DIGITAL —

A partir desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014, o Instituto de Artes do Pará abre o novo edital do Núcleo de Produção Digital – NPD. As diferenças em relação ao ano passado estão, principalmente, no tempo de utilização dos equipamentos, incluindo as ilhas de som e imagem.

Produtores de audiovisual já podem contar novamente com a disponibilidade de equipamentos e ilhas de edição do Núcleo de Produção Digital – NPD.

Inaugurado em 2006 no Instituto de Artes do Pará, o NPD é um programa da Rede Olhar Brasil, vinculado ao Ministério da Cultura por meio da Secretaria do Audiovisual, num projeto implantado em diversos estados brasileiros. No Pará, a gestão cabe ao IAP e a co-gestão fica por conta da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Instituto de Ciência da Arte (ICA/UFPA), Associação Fotoativa e Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABDeC/PA).

Em seus 8 anos de criação, o NPD tem sido um dos maiores fomentadores do aperfeiçoamento técnico e artístico dos produtores audiovisuais do estado. Cineastas importantes como Lucas Escócio, Roger Elarrat e Marcelo Rodrigues, entre tantos, participaram de algumas das oficinas oferecidas pelo Núcleo. Outros como Januário Guedes, Luiz Arnaldo Campos e Priscilla Brasil já foram contemplados com o equipamento disponível no edital.

O edital segue aberto até o dia 10 de dezembro e contempla as produções de pessoas físicas, os chamados produtores independentes. Podem se candidatar projetos de ficção, documentário, vídeo-clip, vídeo-arte, experimental e animação. O interessado deve preencher a ficha de inscrição (anexa ao edital), especificar os equipamentos necessários e assinar ao termo de responsabilidade; o prazo de empréstimo de material é de 10 dias.

De acordo com Afonso Gallindo, gerente do NPD, a análise do material enviado é apenas técnica, para garantir a integridade do material. “Não existe uma análise estética. O que precisamos para liberar o equipamento é de um profissional da área, por isso a análise é técnica”, explica.

Afonso ressalta ainda a importância da parceria com o Centro de Audiovisual Norte e Nordeste, o CANNE, pela qual são realizadas as qualificações dentro do Núcleo, com alguns dos maiores profissionais brasileiros. “A parceria feita com o CANNE já existe há 4 anos e é fundamental. Eles nos proporcionam oficinas com pessoas de peso de todo o lugar do Brasil. Já foram ministradas oficinas com o diretor Marcelo Gomes; Alziro Barbosa (diretor de fotografia); diretor Dib Lufti; Virginia Flores; montadora de som e imagem e vários outros”, pontua o gerente.

Ainda neste primeiro semestre novos cursos e oficinas serão oferecidos no Núcleo.


Edital do Núcleo de Produção Digital Belém
Período de utilização: 28 de fevereiro à 10 de dezembro de 2014
Após o preenchimento das fichas contidas no edital, o produtor
pode procurar o NPD, das 9h às 16h, de segunda à sexta-feira.
Para acessar o edital clique aqui.


— BELÉM AOS 80 —
http://youtu.be/7tQAyCFn-Mo

 

No início da década de 1980 havia certa efervescência cultural, fruto de um processo político liberalizante depois dos anos de chumbo que vivemos, e uma grande ansiedade por mudanças. Surgiram iniciativas na área artística que contribuíram para um novo olhar sobre nossas idéias, costumes, valores sociais e morais. Nascia uma grande cumplicidade entre as pessoas e uma participação viva em qualquer evento que trouxesse o adjetivo “arte” em seu script. A inquietação era tanta que movimentou desde grupos alternativos, que romperam paradigmas na forma de apresentar seus trabalhos, até a explosão do talento da criação artística que delineou e legitimou toda a arte contemporânea produzida em nossa cidade posteriormente. Resumidamente, os anos 1980 vão ser lembrados como um marco na vida de todos aqueles que o vivenciaram como criadores ou participantes ativos dessa geração e como herdeiros de uma década que mudou toda uma história de viver e fazer arte em nossa região. "Belém Aos 80" é uma visita a alguns personagens e movimentos que marcaram esses anos na cidade, registrando momentos de exaltação sócio-cultural da época.

• • • FICHA TÉCNICA • • •

  • Direção e Roteiro:
    Alan Kardek Guimaraes

  • Argumento:
    Januario Guedes

    Celso Eluan Lima

  • Fotografia e Câmera:
    Diógenes Carvalho Leal

DOE UM INSTRUMENTO

Cavaquinho, violão, banjo, atabaque, trumpete, todos os instrumentos que produzem sons e estão esquecidos na sua casa podem transformar os sonhos de jovens atendidos pelas oficinas da Fundação Curro Velho. Esse é o objetivo da campanha de doação de instrumentos musicais que a instituição está realizando durante este ano.

Todos os instrumentos musicais serão recuperados em um espaço para reparo e construção de novos instrumentos. Se você tem violão, violino, violoncelo, viola, piano, saxofone, flauta, gaita ou qualquer instrumento, que esteja danificado ou sem utilização, faça sua doação para o Curro Velho.

Todos os instrumentos de corda que forem doados para a instituição serão trabalhados na Lutheria. A intenção da campanha de doação de instrumentos é que todos abracem a causa de doar um instrumento e realizar o sonho dos jovens atendidos pelo Curro Velho.

As doações dos instrumentos podem ser feitas na sede do Curro Velho, localizada na rua Professor Nelson Ribeiro, nº 287, bairro, Telegráfo ou na sede da Casa da Linguagem, na

Fundação Curro Velho
Rua Prof. Nelson Ribeiro, 287 - Telégrafo
Contato: 91 3184-9100
E-mail: fcv@currovelho.pa.gov.br

Casa da Linguagem
Avenida Nazaré, nº 31.
Informações: 91 3241-9786



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