O Cultura Pará criou a Agenda da Semana com o objetivo de publicar neste espaço as manifestações artísticas de nossa região seguindo a mesma linha de trabalho proposta pelo site. Festas, eventos em bares e outras locações em que a arte não seja objeto prioritário, não serão contemplados. Os interessados deverão enviar a programação, acompanhada de release e uma imagem representativa, até segunda-feira (às 19h) de cada semana. Esta agenda tem o apoio da Sol Informática.

DESTAQUE •
DESTAQUE DESTAQUE

— PRÊMIO FOX LITERATURA –

O PRÊMIO FOX DE LITERATURA 2015 é promovido pela LIVRARIA da FOX e pela EDITORA EMPÍREO. Vinculado aos eventos da FliPA (Feira Literária do Pará), o prêmio será concedido ao escritor paraense ou que exerça essa atividade no Pará, que nunca tenha tido seus trabalhos editados e publicados em qualquer suporte, plataforma, mídia ou meio. Fica estabelecido a categoria ROMANCE como gênero a ser trabalhado.

Ficha de inscrições no site do Prêmio FOX: flipara.com.br/premio-fox

Livraria da Fox
Trav. Dr. Moraes, 584
(entre Conselheiro e Mundurucus)


— FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ —

O FICCA – Festival Internacional de Cinema do Caeté, que tem como premissa valorizar a arte, a poesia e o cinema na construção de uma sociedade justa e solidária. Abrir portas para o intercâmbio entre realizadores e produtores, fora dos mercados tradicionais e mais próximos das comunidades locais, respeitando-se as diferenças de suas estéticas e linguagens. Divulga o resultado dos premiados nesse seu primeiro ano de projeto.

Resultado do Primeiro Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA:

Melhor filme de Longa Metragem:
Prólogo, de Gabriel Marinho (DF)

Melhor filme de Média Metragem:
Gotas de Fumaça, de Ane Siderman (RS)

Melhor filme de Curta Metragem:
Conflitos e Abismos, de Everlane Morais (SE)

Melhor Documentário:
Dia de Mangal, de Evandro Medeiros (PA)

Melhor Direção: Juliette Yu-Ming
(Filme: Rito de Passagem – RJ)

Melhor Roteiro: Inês Oliveira
(Longa: Bôbo – Portugal, Guiné, Brasil)

Melhor Montagem: Marcley de Aquino
(Filme: Desencontro Marcado, de Alice Bessa, Duarte Dias e Marcley de Aquino – CE)

Melhor Fotografia: Lucian Rosa, Bem Hur Real, Kenny Mendes, Nadia Biondo
(Filme: Louises - Solrealismo Maranhense, de Keyciane de Sousa Martins – MA)

Melhor Trilha Sonora: Cláudio Lavôr
(Filme: Filhos da Hutukara, de Ana Lúcia Mendina – RR)

Melhor Filme Júri Popular:
Sophia, de Kennel Rógis


— [ ENTRE ] UM LAPSO GOSTOSO —

No Centro Cultural do Carmo, haverá um grande evento artístico-cultural envolvendo Artes Visuais, Mapping, Vídeo Art, Cinema, Música, Poesia e Bazar com obras de artistas locais. Acontecerá entre os dias 27 de novembro e 18 de dezembro, sempre as quintas-feiras. Haverá participações no projeto de P.P. Condurú, Kauê Lima, Juliana Notari, Felipe Cordeiro, Adriano Barroso, Arthur Nogueira, Diogo Vianna, Luciana Magno, VJ Bode, Ramiro Quaresma e Arthur Kunz.

Centro Cultural do Carmo
Praça do Carmo, 40 – Cidade Velha
De 27/11 a 18 de dezembro (às quintas)
centroculturaldocarmo@gmail.com


— GALERIA THEODORO BRAGA | EDITAL DE PAUTA 2015 —

Desde segunda-feira, dia 03 de novembro de 2014, foi aberto o edital de pautas para ocupação da Galeria Theodoro Braga em 2015.

Está disponível na página da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves (FCPTN/Centur) o edital completo com ficha de inscrição e planta da galeria. O edital será publicado amanhã no Diário Oficial do Estado.

Em 2014, seis exposições foram contempladas. Para 2015, serão sete pautas a entrar em exposição a partir do mês de março. As inscrições vão até o dia 17 de dezembro de 2014, de segunda a sexta-feira, de 09 às16h, na Galeria Theodoro Braga.

O período de avaliação dos projetos será de 05 a 09 de janeiro de 2015. A divulgação do resultado da seleção é dia 12 de janeiro de 2015.

EDITAL EM PDF: migre.me/mLT6U

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A Galeria Theodoro Braga surgiu na década de setenta, por uma iniciativa do Governo Estadual, e funcionou nas dependências do Teatro da Paz até o ano de 1985. No momento de mudança política — saída do governo militar para o governo eleito por votos diretos — foi inaugurado um novo complexo cultural, que mais tarde se tornaria a Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves. A Galeria Theodoro Braga começou a compor este complexo em 1986, tendo como primeira exposição a mostra “Ouro Preto”, do artista plástico Carlos Scliar. Desde então, a Galeria Theodoro Braga constitui-se num dos mais importantes espaços culturais do cenário artístico de Belém, e nesses 29 anos de existência sua missão consiste em estudar, incentivar, dar visibilidade e difundir a arte paraense e brasileira, tornando-a acessível ao maior número de pessoas possível.

Galeria Theodoro Braga
End: Av Gentil Bittencourt, 650
Centur (esquina da Rui Barbosa)
Inscrições até 17 de dezembro
Horários: segunda à sexta de 9h as 16h
Informações: 91 3202 4313 
galeriatheodorobraga@gmail.com



LITERATURA
LITERATURA
• LITERATURA

— A MENINA ÁRVORE | DANIEL LEITE —

Daniel da Rocha Leite estará lançando mais um livro infanto-juvenil premiado, na Livraria da Fox, no dia 23 de dezembro, as 10h. O livro intitulado "A Menina Árvore", contém desenhos produzidos pelo ilustrador que já o acompanhou anteriormente, Maciste Costa, com o projeto gráfico de Flor di Maria Fontelles. Daniel comenta quando indagado sobre seu interesse por literatura Infanto-Juvenil que "o interesse vem do lugar de alguma infância que ainda permanece em mim. Algo que preciso me visitar, beber de uma água, alimentar-me de um outro mundo. Nesse lugar, parece-me que estão todas as palavras que eu preciso aprender a escrever, reaprender a sonhar, reescrever-me."

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Daniel da Rocha Leite é advogado e licenciado pleno em Letras, com habilitação em Língua Alemã. Acredita que "a palavra viva escreve imagens. Lança pedras ao rio. E alguém sempre espera as marcas da água. Uma história contada. Um contador de histórias. Contos-poemas que transpirem a natureza da condição humana: sua ternura e contradições".

Daniel foi várias vezes premiado e tem em sua produção os livros "Águas Imaginárias" (2004); "Casa de Farinha e outros Mundos" (2007); "Invisibilidades" (2007); "Girândolas" (2008); "Ave Eva" (2008), entre tantos outros que contando com "A Menina Árvore" completa 14 livros publicados atualmente. E no próximo ano estará lançando o livro "Vindo do Mar", sua 4ª premiação pelo Instituto de Artes do Pará – IAP.

IAP - Instituto de Artes do Pará          
Praça Justo Chermont, 236
(ao lado da Basílica de Nazaré)
Dia 23 de dezembro (terça), as 10h
Informações: 91 4006 2900



ARTES PLÁSTICAS
• ARTES PLÁSTICAS

— IMÊMORES VOOS | ALBERTO BITAR —

O paraense Alberto Bitar abre na próxima quarta-feira, dia 17, às 19 horas, na Galeria Gratuliano Bibas, na Casa das Onze Janelas, a exposição Imêmores Voos. A mostra de fotografia revela o olhar do artista sobre aviões esquecidos e deixados à sorte da ação do tempo. A série de imagens explora o universo de aeronaves abandonadas às margens da pista do aeroporto Brigadeiro Protásio de Oliveira, na capital paraense, e duas pistas no município de Santarém.

Na exposição, resultado da bolsa de criação artística do Instituto de Artes do Pará (IAP) 2014, o fotógrafo registra o estado de decomposição de cascas e até o interior de modelos que fizeram e ainda fazem história na aviação da Amazônia, especialmente entre as décadas de 1960 e 80. Alguns exemplos, como o Bandeirante, Brasilia, Cessna 401 e 402, Sertanejo, Skylane, dentre outros que cruzavam os céus sob a mata verdejante da região e hoje estão tomados pela trama do matagal onde foram deixados, integram a mostra que traz Alberto Bitar de volta à Galeria Gratuliano Bibas pouco mais de um ano depois da exposição “Corte Seco”.

O registro ora com caráter mais documental, ora com o movimento e delírio que marcam a obra do fotógrafo, continua tratando de temas latentes em seu trabalho, como a memória. “Quando bem criança, me perguntavam o que iria ser, sempre respondia que seria aviador, mas a vida acabou me afastando desse objetivo e a fotografia ocupou esse espaço, esse desejo”, conta Alberto Bitar.

Filho do comandante Brahim Bitar, Alberto também retorna aos voos que fazia na companhia do pai, além de prestar uma homenagem a tantos outros aviadores que voaram no espaço aéreo amazônico, por muitas vezes a serviço do Estado, da comunidade e sociedade. “Me utilizar dessas memórias na produção dos meus trabalhos autorais em fotografia e vídeo tem sido bastante recorrente e prazeroso. Em Imêmores Voos, além de uma homenagem aos aviadores que cruzaram a Amazônia, também traz pra mim o sentir saudade, pois era frequente, enquanto fotografava, lembrar das viagens que fiz com meu pai nos bimotores que ele pilotava”, recorda.

Com apoio da Infraero, a produção do trabalho contou com investidas no interior de Santarém, e diversas visitas ao aeroporto Brigadeiro Protásio Oliveira, no bairro do Marco. A captura das imagens, em diferentes turnos do dia, contou com o uso da baixa velocidade da câmera, também muito recorrente na obra do fotógrafo.

Inicialmente, as imagens seriam produzidas somente ao anoitecer, à noite e ao amanhecer, mas acabei modificando a abrangência espacial, pois além de fotografar em Belém, comecei a fotografar em Santarém e lá, pela distância de onde estava até a pista, e pelo tempo que dispunha, acabei tendo que fotografar de dia e gostei do resultado”, descreve. (Jornal O Liberal)

Espaço Cultural Casa das Onze Janelas
Galeria Gratuliano Bibas
Praça Frei Caetano Brandão, s/n - Cidade Velha
De 17 de dezembro a 18 de janeiro de 2015
Visitas: De terça a sexta, das 10h às 18h.
Sábado, domingo e feriados, das 10h às 14h.


— SILÊNCIO DOS OLHOS | TIKKA SOBRAL —

O que é a instalação Silêncio dos Olhos, de Tikka Sobral?

Um Círculo em torno do qual a artista convida o espectador a girar, em silêncio, por ela concebido como um profundo apelo ao mergulho de cada um - se recolhendo das visibilidades do mundo - no obscuro
Mistério de sua subjetividade. Uma viagem ao interior de si mesmo.

Esse Círculo também é uma viagem ao exterior de si mesmo, em seu irresistível apelo a que cada um, durante seu giro, faça, simultaneamente, outra imersão: esta, ultrapassando a visibilidade do mundo e buscando, além do humano, o invisível Silêncio cósmico - esse Silêncio Superior que a todos nós, homens, nos circula e nos contém.

Entre essas duas dimensões extremas postas face a face – que vão do micro ao macro, se situa o diálogo entre Homem e Natureza, que consiste na intervenção da artista, através de pincelas e arranhões, sobre imagens do mundo vegetal - mostrado em fotos realizadas e cedidas pelo cineasta Jorge Bodansky.

Resumindo: o Círculo de Tikka Sobral é um sedutor centro de múltiplas dimensões a serem vivenciadas, objetiva e subjetivamente, através de mais uma manifestação da riqueza inventiva que resulta da intervenção da mão humana sobre a matéria prima que o mundo natural lhe oferece. Parceria criativa de Homem e Natureza que, ao mesmo tempo, faz a intermediação entre nosso mundo interior e nosso mundo exterior – reduzindo as distâncias, ampliando nosso Conhecimento da vida e nosso Autoconhecimento.

Impossível fazer com palavras mais do que um tosco esboço da instalação Silêncio dos Olhos, de Tikka Sobral, cuja exigência básica não se permite apenas ser dita ou vista, e sim: ser vivenciada.
Faça essa experiência, através do silêncio dos seus olhos.
Gire.

Aceite o convite do Círculo de Tikka Sobral

Pedra lançada no Lago da Existência, que ativa outros círculos - excêntricos, a partir do humano em demanda do mundo – concêntricos, partir do mundo vindo a nós.

Vicente Franz Cecim
Escritor, autor de
Viagem a Andara oO livro invisível



* Projeto contemplado pela 13a edição da
Bolsa de Criação, Experimentação,
Pesquisa e Divulgação Artística do Instituto de Artes do Pará
– 2014.


Espaço Cultural Casa das Onze Janelas
Laboratório das Artes
Praça Frei Caetano Brandão, s/n - Cidade Velha
De 17 de dezembro a 18 de janeiro de 2015
Visitas: De terça a sexta, das 10h às 18h.
Sábado, domingo e feriados, das 10h às 14h


— ANIVERSÁRIO DE DOIS | NINA MATOS —

Abre no próximo dia 06/12 (sábado), a exposição “Aniversário de Dois” da artista visual Nina Matos.

Em Aniversário de Dois, poderá ser visto um conjunto de obras que gravitam em torno de um mesmo território, de sentimentos relacionados à distintas formas de amor, sendo uma proposição de ensaios pictóricos que carregam em si, subjetividades que permeiam várias situações de relacionamentos afetivos, falando de histórias comuns que pertencem à cada um. Ensaios sobre relações afetivas, que remetem à situações onde o amor pode estar presente, com estados d’alma carregados de ambivalências, desejos, carências, plenitude e demais aspectos subjetivos presentes em distintas relações de afeto que possuem como característica determinante , uma considerável condição de tempo e familiaridade.

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Eu jamais soubera de um amor que tivesse começado com telegramas

Você desceu a pequena ladeira que traz até este lugar silencioso: a pintura de Nina Matos. O silêncio sempre está aqui. Telegráfico. Telepático. Online. Você podia não saber, supor pelo título da exposição que agora o tema fosse quem sabe a alegria, não que aqui e ali a alegria não entre nos quadros, mas não exatamente a alegria dos aniversários – este aniversário aqui fala ainda de silêncio. Fosse outro o endereço, nesta que é uma das cidades mais barulhentas do mundo, o silêncio também seria intenso, como em uma vitrine. Ainda assim, não contraditoriamente, mas atraídos pelo que viremos a conhecer, e se anuncia, o que se vê detalhadamente nesta exposição, é que tudo que não pode haver entre as pessoas é o silêncio. O silêncio próximo, em colapso com o humano. O silêncio que se concentra em cada indivíduo, e em tudo mais ao redor, tornando perceptível que não haverá mudança na atmosfera, nem desequilíbrio no espaço aberto pela cor.

Elias Canetti assustou-se com a rapidez das frases da namorada endereçadas até ele. “Eu jamais soubera de um amor que tivesse começado com telegramas”. Canetti se apaixonara por Anna Mahler, filha de Ghustav Mahler. E mesmo para romances célebres, uma história de amor pode terminar mal. Depois das incessantes cartas e brevíssimas respostas telegráficas, ele dirá simplesmente: “Ela me deu o fora”. Nina Matos parece conceber esta exposição justamente disto: das coisas que se desligam em nós, e de nós. Das coisas que se extraviam. Que não podem ter uso ornamental. E que não podemos comprar para ter. Descemos a pequena ladeira, ultrapassamos a grande porta, entramos nos cenários que a artista apresenta, como parte desse nosso insensato caminhar pelo mundo. Nós quase sempre deslocados, sem ser vistos e esperados – nem mesmo mais tarde. Nina Matos nos conduz ao irredutível silêncio.    

Ney Ferraz Paiva

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Nina Matos, nasceu em Abaetetuba-Pa, formada em artes plásticas pela Universidade Federal do Pará, iniciou carreira artística em 1990, já tendo participado de diversas coletivas em cidades como Belém, São Paulo, Rio de Janeiro e Almada (Portugal).

Realizou as individuais: “Pinturas” (1991), ”Imagens Insólitas” (1994), ”Banquete Sincrético” (2001) e “Inéditos e Dispersos” (2002), em "Circuito das Artes/ Triangulações" (2014). Tem participação em diversos Salões Nacionais de Arte incluindo premiações no Arte Pará, Salão Unama de Pequenos Formatos e Salão da Paraíba. Em 2005 recebeu bolsa de estudo do Ministério da Cultura da Espanha para cursar arte em Madri, em 2006 foi selecionada no Projeto Rumos Visuais do Itaú Cultural.

Coordenou a Galeria Municipal de Arte, dirigiu o Museu de Arte de Belém (2002/2004) e o Museu Casa das Onze Janelas (2007/2010) onde instituiu o Prêmio SIM de Artes Visuais . Atuou no Conselho Nacional de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura – Cnic/Minc, como Conselheira Titular de Artes Visuais nos biênios 2011/2012 e 2013/2014. Atualmente desenvolve ações de curadoria no Museu de Arte de Belém.

Mais sobre seu trabalho:
www.culturapara.art.br/artesplasticas/ninamatos

Galeria ELF
Av. Gov. José Malcher – Nazaré
Passagem Bolonha, 60 - Belém/PA
Vernissagem: Dia 06/12 (sábado), as 10h
Visitas até dia 06 de janeiro, nos horários:
De segunda a sexta, das 10h as 19h
Aos sábados, de 10h as 14h
Telefone: + 55 91 3224 0854


— 23º SALÃO DE ARTES PRIMEIROS PASSOS | CCBEU • BELÉM —

O Centro Cultural Brasil - Estados Unidos realiza pela 22ª vez a Mostra de Arte denominada PRIMEIROS PASSOS, destinada a artistas iniciantes e tendo como finalidade o estímulo à produção artística emergente.

O Salão serve como elemento de primeira divulgação, levando ao conhecimento do público, novos valores no campo das artes nas mais variadas formas de expressão, uma vez que a condição para inscrição é a de nunca ter participado de uma exposição individual, ser maior de 16 anos e nunca ter sido premiado em versões anteriores do salão com o primeiro lugar.

As categorias aceitas são: pintura, desenho, gravura, escultura, fotografia, objeto, instalação e vídeo.

A abertura da Mostra e Premiação serão no dia 02 de dezembro às 19h, na Galeria de Artes do MABEU ficando em exposição até 09 de janeiro de 2014.

Os Prêmios são:

  • 1° LUGAR: R$ 3.500,00
  • 2° LUGAR: R$ 2.500,00
  • 3° LUGAR: R$ 1.500,00

 

Relação dos Premiados e Selecionado.

Premiados:

1º Lugar: Cinthya Marques do Nascimento

2º Lugar: Igor Felipe Santos de Oliveira

3º Lugar: Leonardo Vieira Venturieri


Menção Honrosa:

1. Elisa Arruda Kunz
2. Alexandre Lima de Moura


Selecionados:

01. Adan Bruno Costa da Silva
02. Ana Paula Rodrigues da Silva
03. Breno Luz Morais
04. Cláudio Fernandes Guimarães
05. George Marinho Marques
06. Hugo Foro Trindade
07. Izabela Guimarães Guerra Leal
08. Jefferson da Silva Ferreira
09. John Fletcher Couston Junior
10. Karina da Silva Martins
11. Keoma Calandrini de Azevedo Matheus
12. Maria do Socorro Chuva Simonetti
13. Matheus Muniz Lourenço de Souza
14. Pedro Oliveira e Silva Sampaio
15. Rutiel José da Trindade Felipe
16. Sarah Raquel Russel de Oliveira Miranda
17. Sérgio Pereira Cardoso
18. Silvio Williams do Carmo de Queiroz
19. Tarcísio Gabriel da Conceição Santos
20. Tatiane Batista Costa Ximenes
21. Verônica do Carmo Lima

Galeria do CCBEU
Travessa Padre Eutíquio, 1309
Inscrições: de 07/10 à 17 de novembro
Mostra e Premiação: 02 de dezembro, às 19h
Visitação: 03/12 a 09 de janeiro de 2014
Segunda à sexta de 13h30 às 19h30
sábado de 9h às 13h
Informações: 55 91 3221 6100 | 3221.6116
artes@ccbeu.com.br 


— ARTE PARÁ • 2014 —

A 33ª edição do Arte Pará foi inaugurada na noite de quinta-feira, 09 de outubro, no Museu do Estado do Pará (MEP), em Belém, com a abertura do salão ao público e a premiação das obras vencedoras. Vinte artistas foram selecionados e terão suas obras expostas até o dia 9 de dezembro nos três espaços do salão, que também ocupa o Museu Paraense Emílio Goeldi, no bairro de Nazaré, o Espaço Cultural Casa das Onze Janelas e o próprio Museu do Estado do Pará (MEP), ambos no bairro da Cidade Velha.

Quatro artistas receberam a premiação máxima do salão e dividiram o valor R$ 35 mil reais, sem hierarquia entre as obras vencedoras. A paraense Luciana Magno foi premiada na categoria videoperformance, assim como a pernambucana Juliana Notari, com uma performance realizada em Belém. A dupla paulista Costa e Brito foi premiada na categoria vídeo, e Paul Setúbal, de Goiás, recebeu o prêmio na categoria desenho.

PREMIADOS

  • Luciana Magno (videoperformance)
  • Juliana Notari (performance)
  • Costa e Brito (vídeo)
  • Paul Setúbal (desenho)

Realizado pela Fundação Rômulo Maiorana, o Arte Pará 2014 recebeu cerca de 700 obras inscritas de todas as regiões do país, um aumento de 27% em relação ao número de inscrições de 2013. No entanto, o número de artistas selecionados foi reduzido de 25 para 20 na edição de 2014. "Tivemos uma preocupação muito grande de fazer com que o artista tivesse um espaço maior no salão. A nossa ideia é cada vez mais enxugar para poder proporcionar um prêmio maior para o artista", explica Roberta Maiorana, diretora da Fundação.

LISTA COMPLETA COM
OS 20 SELECIONADOS

  • Andrea Barreiro
  • Costa & Brito
  • Davilyn Dourado
  • Dirnei Freire Prates
  • Eduardo Ekman Simões
  • Elaine Arruda
  • Flora Romanelli Assumpção
  • Henrique Oliveira
  • José de Almeida Viana Júnior
  • Juliana Notari
  • Luciana Magno (Pará)
  • Luisa Nóbrega Silva
  • Mariana Pedrosa Marcassa
  • Melissa Barbery Lima (Pará)
  • Paul Cezanne Souza Cardoso de Moraes
  • Pedro David de Oliveira Castello Branco
  • Raquel Uendi Matusita
  • Ricardo “Villa” Gomes da Silva
  • Rodrigo Arruda Proto Gonzalez
  • Vitor Mizael Rubinatti Dias

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Dos quatro premiados no Arte Pará, apenas a dupla paulista Costa e Brito não esteve presente na noite de abertura do salão. Para o curador artístico do Arte Pará 2014, Paulo Herkenhoff, o trabalho da dupla se destaca pelos diversos resultados que apresentam a partir da interação com objetos e cenários comuns do dia-a-dia, como paredes, tábuas, cadeiras e escadas. "Um dos resultados é constituir um distanciamento do cotidiano com um desafio às leis da gravidade, e a partir desse inesperado, talvez eles estejam tratando de trazer uma leveza para a vida", comenta Herkenhoff.

A exploração dos limites humanos foi ressaltada pelo curador nos desenhos feitos com sangue pelo goiano Paul Setúbal. "Ele lida com o sangue como um tipo de signo material de uma pintura, e ao mesmo tempo como um símbolo da interioridade, do sujeito, mas também pensando nos limites de cada um de nós como corpo e como individualidade", detalha.

Filmada em um mausoléu do Cemitério da Soledade, a premiada videoperformance da pernambucana Juliana Notari também é destaque no salão. "Ela se propõe a fazer uma lavagem desse monumento, no processo ela vai deixar tudo limpo e a sua roupa, que era branca, vai se impregnar desse limo, desses signos da morte. A obra então trata a arte como algo que permeia tanto a nossa existência quanto a morte como dimensão da vida", diz Paulo.

Já a obra da paraense Luciana Magno é capaz de transcender fronteiras, na avaliação do curador. "A Luciana Magno tem feito uma grande viagem pela Amazônia e ao mesmo tempo ela usa seu corpo para fazer uma série de performances em que, sua presença ali como sujeito, traz uma possibilidade de debate sobre momentos culturais e sobretudo políticos da Amazônia. É uma artista que está contribuindo para uma cartografia do Brasil e da própria Amazônia, em termos de fenômeno natural e sociopolítico, que transcende as fronteiras do Brasil", conclui o curador.

Luciana já participou duas vezes do salão, e foi premiada pelo conjunto das duas videoperformances inscritas no Arte Pará. Na obra 'Pedra do Sol', a artista apresenta uma reflexão sobre os ciclos da vida. "São vídeos que foram feitos durante a minha pesquisa sobre a vegetação, do que é o corpo, da partícula de carbono, do ciclo da vida. A gente morre, vai pro chão, aquilo ali de alguma forma entra na terra e volta no formato de planta, os bichos comem e o ciclo do carbono está sempre se renovando, nada se perde, tudo se renova", comenta Luciana.

Na obra Transamazônica, a artista realiza uma performance resultante de viagens pela rodovia BR-230, conhecida popularmente pelo nome que intitula a obra. "Eu vou até a Transamazônica num período em que estão sendo construídas as usinas, onde são levantadas todas essas questões sobre o 'marketing' da Amazônia. O vídeo é um pouco disso, trazer essa Amazônia até um certo momento inebriada pela imagem do que seria a Amazônia e aos poucos ela vai se desvelando ao observador", explica a artista.

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O Projeto Arte Pará teve sua origem no início dos anos 1980, motivado por um desejo visionário do jornalista Romulo Maiorana de estimular a produção artística local, desejo esse que irá consolidar um dos projetos mais longevos no cenário nacional, constituindo-se em um dos mais significativos projetos de fomento, acesso e difusão artística no país. O Projeto Arte Pará que começou estimulando a produção artística local, incentivando e viabilizando oportunidades a artistas que hoje detém significativa carreira nacional e internacional, por meio de premiações e do fluxo de críticos e curadores, assa a ser um dos mais importantes projetos educativos pela arte do norte do país, integrando saberes, instituições de ensino, fomentando a participação de estudantes na construção do conhecimento e viabilizando acesso a arte a diversas camadas sociais, realizando ações inclusivas.

Rompendo as barreiras regionais, o Arte Pará se consolidou e como um evento que concentra um expressivo conjunto da produção artística nacional no Norte do Brasil ao longo dos meses em que suas ações ocorrem e passa, nos últimos anos, a apresentar conexões históricas internacionais, ampliando a compreensão da arte em sua dimensão social e política, por meio de convidados especiais. Nesse desenho, o local e o global se colocam em diálogo, revelando no Pará as transformações culturais que se viabilizam por meio da arte, entendendo esta como uma expressão que, por meio do Arte Pará, toma lugar no meio da vida dos indivíduos, na cidade, em seus lugares de valor simbólico, na própria vida. (via: G1 Globo)

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Obras em exposição:

  • Museu do Estado do Pará - MEP
    Praça Dom Pedro II, s/n. Cidade Velha
    Visitas: terça a sexta, das 10h as 18h
    Finais de semana, das 10h as 14h

  • Casa das Onze Janelas
    Praça Frei Caetano Brandão s/n - Cidade Velha
    Visitas: Terça a sexta, 10h às 18h
    Finais de semana e feriados: 10h às 22h
    Informações: 91 4009 8825 | 4009 8823

  • Museu Paraense Emílio Goeldi
    Av. Magalhães Barata, 376 - São Braz
    Telefone: 55 91 3182 3200 | 3231

Fundação Rômulo Maiorana
Av. Romulo Maiorana, 2473 – Marco
Em exposição até 09 de dezembro
www.frmaiorana.org.br | www.artepara.net
Informações: Tel. 55 91 3216 1142



DANÇA •
TEATRO
• CINEMA

— ORAÇÃO AO TEMPO —

"Penso que os velhos são seres invisíveis. Estão sempre ali, nos seus cantinhos, mas não os vemos. Mesmo os nossos velhos, aqueles que estão mais próximos de nós. Não temos tempo para suas histórias, não temos tempo a perder.  E perdemos muito com isso

Oração ao Tempo é um trabalho feito por cada um dos envolvidos, com pedaços das histórias de seus velhos, de velhos que visitaram, de velhos que inventaram, que resolveram olhar e ver. Queremos tornar visível o invisível. 

Em forma de instalação cênica, onde o público circula e escolhe o que quer ver/conviver, apresentamos recortes da vida de velhos; velhos em seus cantos, querendo contar/cantar suas histórias, amores e dores.  Como uma oração, oração ao tempo." - A direção

Direção: Marton Maués e Jorge Torres

Turma do 2º Ano do Curso Técnico em Ator - ETDUFPA

Teatro Universitário Cláudio Barradas
Rua Jerônimo Pimentel, esq. c/ Dom Romualdo de Seixas
Dias: 18, 19, 20 e 21 de Dezembro de 2014, as 20h
Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia entrada)
teatrobarradas.blogspot.com.br


— ENCANTADOS S.A —

Espetáculo Encantados S.A e o conto O Despertar de Aurora estão em cartaz na Faculdade Fibra, em versão especial para o período natalino.

O final de ano é realmente uma época encantadora. Natal, preparação para um novo ano, festas em família e um clima de celebração que invade todos os lugares. Para deixar o natal da cidade mais animado ainda, os seres Encantados S.A vem com tudo para experimentar também desse clima, digamos, mágico no mundo dos humanos e aproveitar para também fazer sua "confra" de fim de ano. E eles vem com uma surpresa especial: um conto que retrata a vida da dorminhoca do setor das princesas, a Bela Adormecida; que será apresentado de cada sessão do espetáculo. Tudo isso mais uma vez no auditório da Faculdade Fibra, nos dias 20 e 21 de dezembro, em duas sessões, 16h30 e 20h.

A trama central da dramaturgia, assinada e dirigida pela dupla Bárbara Gibson e Haroldo França, gira em torno de Noque, um garoto de 13 anos que é oprimido pelos colegas por ainda brincar com bonecos. Gigy, seu brinquedo preferido, é também seu único amigo e com ele o garoto compartilha suas descobertas, angústias e vivências. A pacata vida de Noque começa a mudar quando ele se dá conta das coisas estranhas que acontecem ao seu redor: sua professora de biologia tem uma cor esverdeada e estranha, sua vizinha oferece maçãs para as pessoas na rua e uma colega de turma sempre está com doces para levar a sua avó adoentada. Com estas ocorrências, que mais parecem evidências, os dois começam a investigar os fatos até encontrarem a OSSEAPEPROFOSOE - Organização Secreta dos Seres Encantados Aliados Pela Proteção da Fantasia ou Simplesmente Encantados –, que muda suas vidas para sempre.

O Despertar de Aurora é uma bem humorada versão do conto sobre a vida de uma certa princesa que popularmente conhecemos como Bela Adormecida, que foi amaldiçoada na infância por Malévola, uma bruxa má que transforma sua vida para sempre. O conto mostra como ela foi parar no meio da floresta e, criada por três fadas bem atrapalhadas, nunca soube que era uma princesa até acordar e entender que tudo em seu caminho estava predestinado a acontecer.

Sobre o conto, Bárbara Gibson, diretora e dramaturga, ressalta que é um presente para o público. "A ideia de fazer um conto surgiu há um tempo, quando percebemos que essas personagens no nosso contexto eram muito divertidas. Esse primeiro conto é o nosso 'muito obrigado' de natal a esse público que sempre nos prestigia".

Além dos dois espetáculos, haverão outras surpresas que os seres encantados estão preparando aos presentes, mas isto vai depender da madrasta, caso ela não apronte nenhuma vilania ou mesmo do Grinch, que gosta de aparecer para estragar o natal e neste pode não ser diferente.

Então, humanos, os agentes secretos encantados os aguardam ansiosos para mais esta missão. Mas tomem cuidado! Os segredos que serão revelados devem ser guardados no mais absoluto sigilo. Lembrem-se, eles estão por toda parte. Inclusive no natal.


Direção e Dramaturgia:
Bárbara Gibson e Haroldo França

Elenco: Alice Bandeira, Allyster Fagundes, Alvaro de Souza, Camilo Sampaio, Cássio Di Freitas, Diego Benício, Douglas Henrique, Erllon Viegas, Fábio Limah, Junior Sá, Leandro Oliveira, Larissa Abreu, Luiza Imbiriba, Nazaré Alcoforado, Nilton Cezar, Rejane Sá, Renato Ferber, Roberta Proença, Sandro Mauro, Selma Salvador, Sofia Lobato, Terezinha Gentil, Valéria Lima, Vanessa Farias.

Produção: Larissa Imbiriba, Sofia Lobato e Alvaro de Souza

Visualidade e Cenografia: Breno Monteiro e Lauro Sousa
Figurinos: Kevin Braga, Breno Monteiro e Lauro Sousa

Direção Coreográfica: Larissa Imbiriba e Renato Ferber
Iluminação: Sol Henriques
Sonoplastia: Haroldo França
Operação de Sonoplastia: Leonardo Corrêa
Assessoria de Imprensa: Leandro Oliveira
Social Media: Leandro Oliveira, Valéria Lima, Cássio Di Freitas e Sol Henriques
Design Gráfico e Produção de Vídeos: Sol Henriques
Fotos: Thamires Costa

Auditório da Faculdade Fibra
Av. Gentil Bittencourt, 1144 – Nazaré
( entre a Generalíssimo Deodoro e Trav. 14 de Março)
Dias 20 e 21 de dezembro, às 16h30 e 20h
Ingressos antecipados a R$ 10 (dez reais)
Ingressos na bilheteria do teatro a R$ 20 (meia R$ 10).
Informações: 98292 8567 | 98861 9101 | 98816 7170
Facebook: /EspetaculoEncantadosSA.



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— CAFÉ FOTOGRÁFICO| JORANE CASTRO —

O Café Fotográfico deste mês será em torno da ideia de concepção  audiovisual, onde a criação fotográfica acompanha a criação narrativa do próprio filme. A discussão será em torno da forma de pensar e utilizar a fotografia como elemento narrativo principal e não apenas como uma imagem bem elaborada.

Serão exibidos trechos dos seguintes filmes, escritos e dirigidos por Jorane Castro: Invisíveis Prazeres Cotidianos (documentário, 2004, 26 minutos), Ribeirinhos do Asfalto (ficção, 2011, 26 minutos), Lugares do Afeto – A fotografia de Luiz Braga ( documentário, 2008, 72 minutos).

Fotografia e Cinema serão tema do Café Fotográfico de dezembro, com Jorane Castro

A fotografia, um simples registro do processo ou a base para produção de narrativas na concepção audiovisual? Com o tema ‘Diálogos Narrativos entre Fotografia e Cinema’ o Café Fotográfico de dezembro recebe a cineasta Jorane Castro para uma conversa entorno de sua produção, onde a criação fotográfica acompanha a criação narrativa de seus próprios filmes. O encontro acontece na próxima terça, dia 16 de dezembro, às 18h, no Cine Teatro do Sesc Boulevard, com entrada franca.

A discussão deve permear a forma de pensar e utilizar a fotografia como elemento narrativo principal e não apenas como uma imagem bem elaborada. Nas palavras de Jorane Castro, “além de uma concepção estética, trata-se também de uma elaboração visual que acrescenta significado e informação ao filme”. A cineasta afirma ainda que a ideia é trazer o questionamento de como conteúdo e forma se transformam em um mesmo e único elemento significante.

Durante o encontro, serão exibidos trechos de filmes escritos e dirigidos por Jorane Castro, com a descrição da elaboração visual de cada um deles, em função de seu tema: Invisíveis Prazeres Cotidianos (documentário, 2004, 26 minutos), Ribeirinhos do Asfalto (ficção, 2011, 26 minutos), Lugares do Afeto – A fotografia de Luiz Braga ( documentário, 2008, 72 minutos).

O Café Fotográfico é um evento mensalmente realizado pela Associação Fotoativa e que em 2014 contou com a parceria do Centro Cultural Sesc Boulevard. Sua proposta é tornar acessível ao grande público pesquisas acadêmicas, experiências e projetos de arte e de educação ligados à linguagem fotográfica e audiovisual.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 16 de dezembro (terça), às 18h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


• Entrada Franca •



— WORKSHOP MOV_OLA | ALEX SOARES —

A técnica Mov-ola reúne desafios em multi-camadas de tarefas. Em uma mistura que reúne improvisação guiada, reconhecimento corporal/instintivo e fundamentos das técnicas clássica e moderna, nos colocamos mais cientes da ligação entre esforço e prazer, da distância entre as partes do nosso corpo, do atrito entre músculos e ossos. Sentimos o peso das partes do nosso corpo e, ainda, como a nossa forma não é moldda pela gravidade.

Nascido em 1981, Alex Soares dançou em companhias de dança contemporânea como Balé da Cidade de São Paulo, Balé Teatro Guíra e Cisne Negro Cia. de Dança.


SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dias 18 e 19 de dezembro (quinta/sexta), às 10h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005 9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


• Entrada Franca •


— DO NORTE AO NORTE —

Do Norte ao Norte recebe artistas canadenses em terras paraenses

Do Norte ao Norte é um projeto de arte contemporânea proposto pela artista e curadora canadense Véronique Isabelle que reside no Brasil há cinco anos, cujo objetivo é gerar trocas criativas entre o Quebec e o Pará. Durante o mês de novembro, cinco artistas quebequenses realizam diferentes colaborações com espaços culturais de Belém que se desdobram em duas exposições abertas ao público.

Além de aproximar os Nortes das Américas, a vinda dos artistas quebequenses a Belém quer possibilitar uma cumplicidade criativa com diferentes parceiros locais. Allison Moore realiza uma residência junto a artistas do Coletivo Pirão no Casarão dos Bonecos sobre performance e animação e apresenta seu trabalho em uma exposição na Galeria Gotazkaen que inaugura sua nova sede no próximo dia 15 de novembro. Amélie Laurence Fortin propõe uma produção colaborativa com a equipe do Atelier Arte RP. Hugo Bergeron e Fanny Mesnard desenvolvem trabalhos de pintura no espaço do Fórum Landi, da Universidade Federal do Pará. Véronique Isabelle fará uma palestra sobre a cena artística contemporânea quebequense no Museu de Artes de Belém, dia 20 de novembro, junto da abertura da exposição coletiva que trará ainda obras de Cynthia Dinan-Mitchell e Dan Brault.

Este projeto se inscreve na continuidade do programa de residência elaborado por Jeanne de Chantal Côté e Armando Sobral que desenvolveram, de 2008 a 2010, uma parceria entre o Conseil des Arts et des Lettres du Québec e o Instituto de Artes do Pará, instaurando uma relação privilegiada entre as cidades de Québec e Belém. O projeto Do Norte ao Norte visa reativar e reforçar essa conexão. Para conhecer mais sobre o projeto e os artistas que participam desta edição, acesse o site http://donorteaonorte.com, e acompanhe o dia-a-dia das residências na página do facebook.

Do Norte ao Norte é uma realização do Conseil des arts et lettres du Québec e do programa Première Ovation da cidade do Quebec. E conta com o apoio do programa de incentivo ao desenvolvimento das relações internacionais para jovens profissionais, Les Offices Jeunesses Internationaux du Québec, do Conseil des arts du Canada, da Maison du Québec à São Paulo e do Centre Engramme, da Sol Informática, do Instituto de Artes do Pará (IAP), da Aliança Francesa e do Museu de Arte de Belém (MABE), bem como com os parceiros Galeria Gotazkaen, Inbust – Casarão dos Bonecos, Fórum Landi e Universidade Federal do Pará e Atelier Arte RP.

PROGRAMAÇÃO:

8 a 19/11 - Residências
Allison Moore no Casarão dos Bonecos com o coletivo Pirão - performance e animação
Amélie Laurence Fortin no Atelier Arte RP -  escultura
Hugo Bergeron e Fanny Mesnard no Fórum Landi - pintura

15/11 - Galeria Gotazkaen - Rua Rui Barbosa, 553
17h Vernissage Mundos Encantados, exposição de Allison Moore

20/11 - Museu de Artes de Belém (MABE) - Praça Dom Pedro II
17h30 Palestra sobre a cena artística contemporânea do Quebec
19h Vernissage Do Norte ao Norte - exposição coletiva

A exposição coletiva Do Norte ao Norte abre dia 20 de novembro, às 19h no Museu de Arte de Belém (MABE) e traz o resultado dos processos criativos desenvolvidos em Belém por cinco artistas canadenses: Amélie Fortin, Allison Moore, Fanny Mesnard e Veronique Isabelle. Reúne ainda obras de dois artistas convidados, Cynthia Dinan-Mitchell e Dan Brault que enviaram seus trabalhos desde Quebec.

Exposição Do Norte ao Norte
Museu de Arte de Belém
Praça Dom Pedro II, s/n
De 20/11 a 20 de janeiro
Visitas: De terça a sexta, das 10h às 18h;
sábados, domingos e feriados, das 9h às 13h.

INFORMAÇÕES:

donorteaonorte@gmail.com
Camila Fialho : 91 9213 9991| 98060 1418


— EDITAL DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO DIGITAL —

A partir desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014, o Instituto de Artes do Pará abre o novo edital do Núcleo de Produção Digital – NPD. As diferenças em relação ao ano passado estão, principalmente, no tempo de utilização dos equipamentos, incluindo as ilhas de som e imagem.

Produtores de audiovisual já podem contar novamente com a disponibilidade de equipamentos e ilhas de edição do Núcleo de Produção Digital – NPD.

Inaugurado em 2006 no Instituto de Artes do Pará, o NPD é um programa da Rede Olhar Brasil, vinculado ao Ministério da Cultura por meio da Secretaria do Audiovisual, num projeto implantado em diversos estados brasileiros. No Pará, a gestão cabe ao IAP e a co-gestão fica por conta da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Instituto de Ciência da Arte (ICA/UFPA), Associação Fotoativa e Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABDeC/PA).

Em seus 8 anos de criação, o NPD tem sido um dos maiores fomentadores do aperfeiçoamento técnico e artístico dos produtores audiovisuais do estado. Cineastas importantes como Lucas Escócio, Roger Elarrat e Marcelo Rodrigues, entre tantos, participaram de algumas das oficinas oferecidas pelo Núcleo. Outros como Januário Guedes, Luiz Arnaldo Campos e Priscilla Brasil já foram contemplados com o equipamento disponível no edital.

O edital segue aberto até o dia 10 de dezembro e contempla as produções de pessoas físicas, os chamados produtores independentes. Podem se candidatar projetos de ficção, documentário, vídeo-clip, vídeo-arte, experimental e animação. O interessado deve preencher a ficha de inscrição (anexa ao edital), especificar os equipamentos necessários e assinar ao termo de responsabilidade; o prazo de empréstimo de material é de 10 dias.

De acordo com Afonso Gallindo, gerente do NPD, a análise do material enviado é apenas técnica, para garantir a integridade do material. “Não existe uma análise estética. O que precisamos para liberar o equipamento é de um profissional da área, por isso a análise é técnica”, explica.

Afonso ressalta ainda a importância da parceria com o Centro de Audiovisual Norte e Nordeste, o CANNE, pela qual são realizadas as qualificações dentro do Núcleo, com alguns dos maiores profissionais brasileiros. “A parceria feita com o CANNE já existe há 4 anos e é fundamental. Eles nos proporcionam oficinas com pessoas de peso de todo o lugar do Brasil. Já foram ministradas oficinas com o diretor Marcelo Gomes; Alziro Barbosa (diretor de fotografia); diretor Dib Lufti; Virginia Flores; montadora de som e imagem e vários outros”, pontua o gerente.

Ainda neste primeiro semestre novos cursos e oficinas serão oferecidos no Núcleo.


Edital do Núcleo de Produção Digital Belém
Período de utilização: 28 de fevereiro à 10 de dezembro de 2014
Após o preenchimento das fichas contidas no edital, o produtor
pode procurar o NPD, das 9h às 16h, de segunda à sexta-feira.
Para acessar o edital clique aqui.


— BELÉM AOS 80 —
http://youtu.be/7tQAyCFn-Mo

 

No início da década de 1980 havia certa efervescência cultural, fruto de um processo político liberalizante depois dos anos de chumbo que vivemos, e uma grande ansiedade por mudanças. Surgiram iniciativas na área artística que contribuíram para um novo olhar sobre nossas idéias, costumes, valores sociais e morais. Nascia uma grande cumplicidade entre as pessoas e uma participação viva em qualquer evento que trouxesse o adjetivo “arte” em seu script. A inquietação era tanta que movimentou desde grupos alternativos, que romperam paradigmas na forma de apresentar seus trabalhos, até a explosão do talento da criação artística que delineou e legitimou toda a arte contemporânea produzida em nossa cidade posteriormente. Resumidamente, os anos 1980 vão ser lembrados como um marco na vida de todos aqueles que o vivenciaram como criadores ou participantes ativos dessa geração e como herdeiros de uma década que mudou toda uma história de viver e fazer arte em nossa região. "Belém Aos 80" é uma visita a alguns personagens e movimentos que marcaram esses anos na cidade, registrando momentos de exaltação sócio-cultural da época.

• • • FICHA TÉCNICA • • •

  • Direção e Roteiro:
    Alan Kardek Guimaraes

  • Argumento:
    Januario Guedes

    Celso Eluan Lima

  • Fotografia e Câmera:
    Diógenes Carvalho Leal

DOE UM INSTRUMENTO

Cavaquinho, violão, banjo, atabaque, trumpete, todos os instrumentos que produzem sons e estão esquecidos na sua casa podem transformar os sonhos de jovens atendidos pelas oficinas da Fundação Curro Velho. Esse é o objetivo da campanha de doação de instrumentos musicais que a instituição está realizando durante este ano.

Todos os instrumentos musicais serão recuperados em um espaço para reparo e construção de novos instrumentos. Se você tem violão, violino, violoncelo, viola, piano, saxofone, flauta, gaita ou qualquer instrumento, que esteja danificado ou sem utilização, faça sua doação para o Curro Velho.

Todos os instrumentos de corda que forem doados para a instituição serão trabalhados na Lutheria. A intenção da campanha de doação de instrumentos é que todos abracem a causa de doar um instrumento e realizar o sonho dos jovens atendidos pelo Curro Velho.

As doações dos instrumentos podem ser feitas na sede do Curro Velho, localizada na rua Professor Nelson Ribeiro, nº 287, bairro, Telegráfo ou na sede da Casa da Linguagem, na

Fundação Curro Velho
Rua Prof. Nelson Ribeiro, 287 - Telégrafo
Contato: 91 3184-9100
E-mail: fcv@currovelho.pa.gov.br

Casa da Linguagem
Avenida Nazaré, nº 31.
Informações: 91 3241-9786



9 PAULO ANDRADE | PINTURAS