O Cultura Pará criou a Agenda da Semana com o objetivo de publicar neste espaço as manifestações artísticas de nossa região seguindo a mesma linha de trabalho proposta pelo site. Festas, eventos em bares e outras locações em que a arte não seja objeto prioritário, não serão contemplados. Os interessados deverão enviar a programação, acompanhada de release e uma imagem representativa, até segunda-feira (às 19h) de cada semana. Esta agenda tem o apoio da Sol Informática.

DESTAQUE •
DESTAQUE DESTAQUE

— XIII FESTIVAL DE ÓPERA DO TEATRO DA PAZ —

Depois do sucesso de público nas óperas "Mesfistofe" e "Blue Monday", e no recital de Atalla Ayan e Marília Caputo, o Festival de Ópera do Theatro da Paz se prepara para as demais atrações da temporada. A venda de ingressos para os próximos espetáculos iniciou na segunda-feira 01 de setembro. Estão disponíveis bilhetes para o recital “Árias e Canções”, com o tenor Atalla Ayan e a pianista Adriana Azulay, e ainda para a montagem de “Otello”, do compositor italiano Giuseppe Verdi, com direção de Mauro Wrona, fechando o ciclo de óperas em 2014.

Programado para o dia 7 de setembro, às 20h, na Igreja de Santo Alexandre, o recital de Atalla Ayan com a pianista Adriana Azulay vai executar peças de compositores como Charles Gounod, Jules Massenet, Giacomo Puccini e Francesco Cilea. Os ensaios já começaram, para que tudo esteja afinado no dia da apresentação.

Paralelamente, a montagem para “Otello” já está a todo vapor. As equipes já começaram a montar os cenários na central técnica localizada no bairro do Jurunas, em Belém, e no próprio palco do Theatro da Paz, dando início às produções da montagem baseada na peça homônima do dramaturgo inglês William Shakespeare. A montagem de “Otello” é mais um desafio dentro do festival.

O desafio em montar ‘Otello’ é diferente do que foi para ‘Mefistofele’”, compara o diretor geral e artístico do festival, Gilberto Chaves. “Para ‘Mefistofele’ não tínhamos muitos parâmetros, já que a ópera não era montada há mais de 50 anos no país. E tivemos um sucesso enorme de público e de crítica, um dos maiores de toda a história do festival. Já ‘Otello’ tem várias montagens, então nosso desafio é maior, já que haverá muitas comparações”, explica o diretor.

A direção cênica de “Otello” para o festival do Theatro da Paz é de Mauro Wrona, também diretor artístico do evento. A regência da Orquestra Sinfônica ficará sob a responsabilidade do maestro Silvio Viegas, e a regência do coral lírico será do maestro Vanildo Monteiro. O Coro Infanto-Juvenil terá regência da maestrina Elizeth Rêgo. A cenografia é assinada por Duda Aruk e a iluminação, por Wagner Antonio. Os figurinos são de Fábio Namatame e o visagismo, de André Ramos.

No elenco estão Walter Fraccaro (tenor), como Otello, Rodrigo Esteves (barítono), como Yago, Gabriella Rossi (soprano), como Desdêmona, Sávio Sperandio (baixo), como Lodovico, Ana Victoria Pitts (mezzo soprano), como Emília, Antônio Wilson Azevedo (tenor), como Cássio, Andrew Lima (tenor), como Roderigo, Andrey Mira (baixo), como Montano, e Jefferson Luz (tenor), como Arauto.

Atrações – Além do recital e da ópera, a programação do festival terá ainda uma homenagem aos 150 anos de nascimento do compositor alemão Richard Strauss. A soprano argentina Rosana Schiavi se apresentará ao lado da pianista Adriana Azulay, no dia 4 de setembro, às 20h, na Igreja de Santo Alexandre, no “Recital de Lieder”, que tem entrada gratuita.

A argentina e a paraense já se conhecem e já tocaram juntas. Elas estudaram no início dos anos 2000, na Universidade de Karlsruhe, na Alemanha, quando cursaram o mestrado em música. Rosana Schiavi interpreta como solista as obras “Paixão segundo São Mateus e Paixão segundo São João”, de Bach; “Stabat Mater”, de Pergolesi; “Gloria”, de Vivaldi; e “Davide Penitente”, de Mozart, entre outros.

Também gratuitamente, o festival termina suas atividades com o tradicional concerto de encerramento ao ar livre, no dia 27 de setembro, também às 20h, em frente ao Theatro da Paz. Será a reunião de músicos e cantores participantes de todo o evento, em uma celebração à música aberta ao público.

Luciana Medeiros

O Ingressos para o recital “Árias e Canções”, dia 07/09
com Atalla Ayan e Adriana Azulay, custam R$ 20.

Bilhetes para a ópera “Otello”, que estreia dia 20/09, com recitas
dias 22 e 24/09, com preços que variam entre R$ 20 e R$ 60.

A bilheteira funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h,
aos sábados, das 9h às 16h e aos domingos, das 9h às 12h.

Theatro da Paz
Rua da Paz, s/n
Dias 20, 22 e 24 de setembro de 2014
Informações: 91 4009 8750 | 4009-8758
www.festivaldeopera.pa.gov.br


— FESTIVAL DA CANÇÃO BRAGANTINA | SEMIFINALISTAS —

O escritor Alfredo Garcia já predisse, que "este ano, em julho todos os caminhos vão dar em Bragança". A Pérola do Caeté, depois de longos anos, revive a era dos seus grandes festivais, e estamos convidando todos os nossos amigos, talentosos autores e compositores a inscreverem suas canções. O Instituto de Artes Aurimar Monteiro de Araújo, Instituto AMA / Amazonart Internacional, instituição que há mais de uma década trabalha na promoção e difusão da música, promovendo a formação cidadã de crianças, adolescentes e jovens através da música está promovendo e realizando este grande evento. A idéia segundo os oraganizadores é que seja um festival baseado na ideologia de que a música seja a grande ganhadora, desta forma, tentarão fazer um evento sério, imparcial e que dê oportunidade para que todos os artistas e interpretes do país possam participar em condições de igualdade.

CANÇÕES SEMIFINALISTAS
(em ordem alfabética)

A CANÇÃO MAIS SINCERA
Compositor: Floriano Santos
Intérprete: Floriano Santos
Belém-PA

A LUZ DO ALEF
Compositor: Ademir Pedrosa
Intérprete: Augusto Hijo
Macapá-AP

ÁGUA VIVA
Compositor: Marinho San
Intérprete: Monique Vasconcelos
Belo Horizonte-MG

BANZEIRO
Compositores: Pedrinho Cavalléro e Leandro Dias
Intérprete: Pedrinho Cavalléro
Ananindeua-PA

CANÇÃO DA ESPERA
Compositores: Ziza Padilha e Gilvandro Filho
Intérprete: Ziza Padilha
Belém-PA

CHORONA
Compositor: Alfred Morais
Intérprete: Renata Cristina
Belém-PA

DENTRO DO MEU VIOLÃO
Compositor: Paulinho Moura
Intérprete: Paulinho Moura
Belém-PA

EFÊMERO
Compositor: Uber Vox
Intérprete: Uber Vox
Ananindeua-PA

ENLACE
Compositora: Angélica Costa
Intérprete: Angélica Costa
Belém-PA

ENTREVERO
Compositor: Jorge Andrade
Intérprete: Jorge Andrade
Belém-PA

MANÍ, A LENDA DA MANDIOCA
Compositora: Círia Santos
Intérprete: Monique Vasconcelos
Ourém-PA

MORENA
Compositores: Dilean Momper, A. Pedrosa e A. Cardoso
Intérprete: Adriano Cardoso
Belém-PA

MOVIMENTO DAS MARÉS
Compositora: Márcia Tauil
Intérprete: Alba Maria
Belém-PA

OS GOVERNANTES
Compositores: Moacir Cardoso
Intérprete: Moacir Cardoso
Augusto Corrêa-PA

PRA SER FELIZ, A CANÇÃO
Compositora: Adriana Oliveira
Intérprete: Adriana Oliveira
Belém-PA

UNS E TANTOS
Compositor: Márcio Farias
Intérprete: Márcio Farias
Ananindeua-PA

UNS VERSOS
Compositor: Marcelo Sirotheau
Intérprete: Patrícia Rabelo
Belém-PA

VENTO DE IANSÃ
Compositor: Marlon D'Oliveira
Intérprete: Juliana Franco
Ananindeua-PA

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CANÇÕES COM TEMÁTICA BRAGANÇA
(em ordem alfabética)

BRAGANÇA
Compositor: Joel Cantão
Intérprete: Angélica Costa
Belém-PA

BRAGANÇA FELIZ
Compositor: Ronaldo Rodrigues
Intérprete: Adriano Cardoso
Belém-PA

CADERNOS E CANETAS
Compositor: Evandro Mesquita
Intérprete: Evandro Mesquita
Bragança-PA

PÉROLA
Compositor: Robson Melo
Intérprete: Moacir Júnior
Bragança-PA

SOU SAMBA DO CAETÉ
Compositor: Geraldo Nogueira
Intérprete: Geraldo Nogueira
Bragança-PA

VERSOS DE AREIA
Compositor: Alfredo Reis
Intérprete: Alfredo Reis
Belém-PA

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SUPLENTES
(em ordem de suplência)

1ª COmposição: ACENDER A VELA
Compositor: Moacir Cardoso
Intérprete: Moacir Cardoso
Augusto Corrêa-PA

2ª Composição: PRELÚDIO DA MANHÃ
Compositor: Alfredo Reis
Intérprete: Alfredo Reis
Belém-PA

3ª Composição: COMPONDO A MANHÃ
Compositora: Aline Matos
Intérprete: Aline Matos
Belém-PA

4ª Composição: CINZAS
Compositores: Sérgio Leite e Nei Oliveira
Intérprete: Sérgio Leite
Belém-PA

5ª Composição: AMOR DE TODO DIA
Compositor: Pedrinho Callado
Intérprete: Pedrinho Callado
Belém-PA

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Gratuitamente, todas as canções finalistas estarão no CD/ALBUM do evento, que será distribuído gratuitamente para artistas, fonotecas, escolas, etc, como forma de divulgação e promoção dos artistas.

Maiores informações disponíveis através dos telefones:
91 8098 6171 - tim / 9632 5406 - oi.
ama.instituto@gmail.com.

Inscrições e mais detalhes sobre o festival:
festivaldacancaobragantina.com.br


— ARTE PARÁ • 2014 —

Artistas de todo o Brasil e estrangeiros, legalmente, residentes no país, já podem inscrever-se para a 33° edição do Arte Pará. Em 2014, a novidade é que os candidatos terão à disposição categorias mais específicas para as obras. O objetivo é facilitar o processo de inscrição, além de promover um julgamento mais exclusivo do conteúdo artístico.

As inscrições são gratuitas e estarão abertas, até o dia 11 de setembro, no site da Fundação Romulo Maiorana (www.frmaiorana.org.br), no domínio (www.artepara.net), por Correio ou pessoalmente, na sede da FRM (Av. Romulo Maiorana, 2473, Marco), das 10 às 18 horas. Aqueles que encaminharem o dossiê por Correio deverão considerar o prazo de entrega dos documentos que precisa chegar até dois dias antes do julgamento.

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O Pará, ao longo dos séculos deteve papel significativo no cenário da cultura na região Norte. Artistas de diversas linguagens vem constituindo um cenário particular na Amazônia, o que contribuiu para que florescesse aqui expressões artísticas especiais, que graças a articuladores político-culturais, passaram a adquirir visibilidade, constituindo conhecimento e ampliando o acesso a experiências estéticas ao público, atravessando o cotidiano e ganhando os mais diversos espaços, dos mais populares aos lugares específicos, como os museus.

O Projeto Arte Pará teve sua origem no início dos anos 1980, motivado por um desejo visionário do jornalista Romulo Maiorana de estimular a produção artística local, desejo esse que irá consolidar um dos projetos mais longevos no cenário nacional, constituindo-se em um dos mais significativos projetos de fomento, acesso e difusão artística no país. O Projeto Arte Pará que começou estimulando a produção artística local, incentivando e viabilizando oportunidades a artistas que hoje detém significativa carreira nacional e internacional, por meio de premiações e do fluxo de críticos e curadores, assa a ser um dos mais importantes projetos educativos pela arte do norte do país, integrando saberes, instituições de ensino, fomentando a participação de estudantes na construção do conhecimento e viabilizando acesso a arte a diversas camadas sociais, realizando ações inclusivas.

Rompendo as barreiras regionais, o Arte Pará se consolidou e como um evento que concentra um expressivo conjunto da produção artística nacional no Norte do Brasil ao longo dos meses em que suas ações ocorrem e passa, nos últimos anos, a apresentar conexões históricas internacionais, ampliando a compreensão da arte em sua dimensão social e política, por meio de convidados especiais. Nesse desenho, o local e o global se colocam em diálogo, revelando no Pará as transformações culturais que se viabilizam por meio da arte, entendendo esta como uma expressão que, por meio do Arte Pará, toma lugar no meio da vida dos indivíduos, na cidade, em seus lugares de valor simbólico, na própria vida.

Fundação Rômulo Maiorana
Av. Romulo Maiorana, 2473 – Marco
Inscrições até o dia 11 de setembro
www.frmaiorana.org.br | www.artepara.net
Informações: Tel. 55 91 3216 1142


— VI FESTIVAL DE MÚSICA POPULAR PARAENSE —

Os paraenses são conhecidos nacionalmente pelos ritmos e pelo talento musical que têm. Carimbó, guitarrada, samba, brega, tecnobrega, mellody, rock e muitos outros ritmos populares fazem parte do cotidiano da população do Estado.

Essa variedade musical com o jeito paraense é valorizada por seu povo. E, para reforçar esta característica, a RBA realiza o VI Festival de Música Popular Paraense para premiar e incentivar ainda mais esses artistas a preservarem a cultura do Estado.

Serão dois meses de festival, desde a fase de inscrição até a final, que escolherá os vencedores em várias categorias.

  • Inscrições Belém e Marabá: 12/8 até 10 de Setembro
  • Seleção das músicas: 11 e 12 de Setembro
  • Divulgação no Jornal dos 30 Selecionados (Bel + Mar): 14 de setembro
  • Reunião na RBA: 15 de setembro
  • Eliminatória Marabá: 23, 24 e 25 de setembro
  • Eliminatória Belém: 1 e 2 de outubro
  • Publicação dos 12 Finalistas: 5 de outubro
  • Toca as Músicas: 6 até 16 de outubro
  • Grande Final: 16 de outubro

Mais sobre o festival:
diarioonline.com.br/hotsite/festivaldemusica

— CADERNO DE PENSAMENTOS —


Caderno de Pensamentos
Publicação estimula o pensamento crítico sobre arte e cultura

Com a intenção de reunir pensadores em um livre diálogo sobre assuntos do campo artístico e cultural, o Sesc Boulevard, em Belém, lança nesta terça-feira (2), a partir das 19 horas, a segunda edição da série Caderno de pensamentos: ensaios e críticas, que reúne reflexões de Marisa Mokarzel, Luizan Pinheiro, Pablo Mufarrej, Lucas Paraizo, Maria Christina e Ary Souza. A programação de lançamento da publicação se estende até o dia 5 de setembro. A entrada é gratuita.

Na quarta-feira (3), a série de eventos continua às 18 horas, com exibição do documentário Retrato pintado de Joel Santos. A produção nacional é centrada na vida e na obra do Mestre Júlio Santos, um dos mais importantes fotopintores brasileiros que aprendeu com o pai a técnica de pintura à mão de fotografias. Para a exibição do filme, serão distribuídos ingressos com uma hora de antecedência, respeitando a lotação máxima do espaço.

A programação de lançamento da série Caderno de pensamentos segue na quinta-feira (4) com um bate-papo que conta com a participação dos fotógrafos Ary Souza e Maria Christina. No evento, os profissionais revelam detalhes dos seus ensaios publicados na coletânea e dividem com o público os seus processos de criação. O encontro será realizado a partir das 19 horas.

O encerramento da programação, na noite de sexta-feira (5), fica por conta do monólogo Carne é sangue: imagens para uma consciência humana do escritor e curador Diógenes Moura. Construída a partir de fotografias, a leitura dramática possui trabalhos de diversos profissionais da área, como Wagner Almeida, Cesário Triste, Elliot Erwuitt, Antoine D’Agata e Dóris Haron Kasco.

A última noite de eventos ainda tem o lançamento do livro Fulana despedaçou o verso. Escrito ao longo dos três últimos anos, a obra de Diógenes Moura é composta por textos que podem ser lidos como uma única narrativa ou individualmente. As histórias têm como ponto de partida os gestos mais simples do dia-a-dia, como algo que cai da janela de um edifício ou um grito na esquina do outro lado da rua. A obra dramática de momentos íntimos e silenciosos será lançada a partir das 19 horas.

Sobre o Caderno de Pensamentos

O Caderno de pensamentos: ensaios e críticas é uma série de publicações que valoriza e estimula o pensamento crítico sobre arte e cultura. Realizado pelo Serviço Social do Comércio – Sesc Pará, por meio do Centro Cultural Sesc Boulevard, a publicação faz parte do plano de metas da instituição, que entre outros objetivos, tem a missão de promover ações que levem os cidadãos a um processo de maior reflexão sobre o mundo em que vivem.

O grupo de autores convidados para a segunda edição do projeto reflete a busca do Sesc Boulevard em construir um circuito entre a Amazônia e outros núcleos brasileiros voltado para as mais diversas formas de linguagem e expressões da arte e da cultura na contemporaneidade. A professora Marisa Mokarzel abre as reflexões presentes na edição com o ensaio Desapegos, que aborda a morte da arte a partir das obras Apenas uma questão de tempo, de Alexandre Sequeira, e Mirante, de Armando Queiroz.

Na abordagem seguinte, o professor Luizan Pinheiro relaciona arte e violência no ensaio Pulsão da arte e da violência. Brasil. 2013. Inspirado pelos protestos de junho do ano passado no país, o autor aproxima as reações da população à violência do Estado com a criação artística como forma de resistência, defendendo a arte como uma arma contra a opressão.

O roteirista e professor Lucas Paraizo traz para a série uma reflexão sobre a narrativa audiovisual no texto O roteiro e seus processos criativos,onde retoma a discussão sobre o limite entre realidade e ficção, evidenciando que o processo criativo em meio audiovisual está submetido à técnica e ao formato da linguagem e, ainda, à engrenagem cinematográfica.

A publicação segue com o ensaio da fotógrafa e pesquisadora Maria Christina, que aborda a trajetória do fotógrafo lisboeta Felipe Augusto Fidanza pelo Pará, a partir de 1860, e mostra em Felipe Augusto: a tradição começa com Fidanza, como ele se tornou o retratista de Belém na passagem para o século XX.

O livro conta ainda com dois ensaios visuais: Passagem, de Pablo Mufarrej, e Compasso, de Ary Souza. Pablo Mufarrej, em um pequeno texto de apresentação do trabalho, vê a arte além de categorias, concebendo-a como uma pergunta, uma escolha de procedimentos. No ensaio, por meio de infogravuras, desenhos e fotografias, Mufarrej cria imagens sintéticas ou evanescentes, que dialogam com a reflexão de Marisa Mokarzel presente na publicação.

Já o repórter-fotográfico Ary Souza, em Compasso, apresenta um ensaio realizado em Ponta de Pedras, na Ilha do Marajó, em 2013, no qual há uma sequência de imagens feitas da passagem de pessoas por um trapiche pelo mesmo ângulo. A área do caderno destinada aos ensaios visuais tem o intuito de divulgar o artista e a sua produção. Com a publicação anual e de distribuição gratuita, o Sesc Boulevard promove mais uma ação de acesso à informação e debate sobre temas que permeiam os processos criativos nas mais variadas formas de expressão.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
De 02 a 05 de setembro, as 19h
(somente no dia 03, será as 18h)
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


COLÓQUIO E MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS
UMA POÉTICA DO TRANSBORDAMENTO

Marguerite Duras foi uma das mais conhecidas escritoras francesas do pós-guerra, além de importante diretora e roteirista de cinema. Nascida no dia 4 de abril de 1914, em Saigon (hoje Ho Chi Minh), a escritora em 2014 completaria 100 anos. Radicada na França, é autora de diversas peças de teatro, novelas, filmes e romances, tendo publicado os seus primeiros livros em 1943 e 1944, Os Imprudentes e A Vida Tranquila, respectivamente. A partir de 1959 começou também a escrever argumentos para o cinema, dos quais Hiroshima mon amour é sem dúvida o mais conhecido e marcante.  Em 1950 escreveu Un barrage contre le PacifiqueUma barragem contra o Pacífico e em 1980 ganha o Prémio Goncourt com o romance L’amant, O Amante

Com uma obra singular Marguerite Duras contribui para que a experiência literária se torne um acontecimento, capaz de transmitir uma experiência que humaniza e nos constitui.

Nesse sentido, o Colóquio e Mostra de Cinema Marguerite Duras Uma Poética do Transbordamentoobjetiva investigar, no espaço durasiano, a força do que excede, ou seja, o que – nos seus romances, na sua escrita, ou no seu cinema –, escapa e por sua vez faz escapar. O transbordamento de uma escrita que se destina a um mais além do que se pode nomear, e que por isso aponta para o impossível. Fala-se da potência móvel, espécie de força nua diante da qual tudo desliza. Tal como acontece com alguns dos seus personagens (Anne-Marie Stretter, em Índia Song / Lola Valérie Stein, em O Deslumbramento). Trata-se da experiência do transbordamento da escrita, e no curso dessas experiências, uma miríade de pesquisadores e especialistas se lançam neste colóquio – a partir de várias linhas de pensamento – para celebrar os 100 anos da escritora.

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PROGRAMAÇÃO

— • DIA 25 | QUINTA-FEIRA
Local: Cine Olympia

MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS

18h30 – Exibição do documentário: “ÉCRIRE” (1993)
Direção: Benoit Jacquot. Duração: 45 min

19h30ABERTURA DO COLÓQUIO MARGUERITE DURAS

MESA de abertura: “A escrita do transbordamento em Marguerite Duras
Dayse Rabello (PA): A invenção das índias: Criação e experiência em M.D
Elisabeth Bittencourt (RJ): Marguerite Duras habita nas cercanias do umbigo do sonho...
Nilson Oliveira (PA): M.D: escrever ou a escrita como vontade.
Mediadora: Luciana Brandão Carreira (PA)

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

20h30 – Performance: Um chão de palavras – com Juliana Manhães.
21h00 – Noite de autógrafos de livros dos conferencistas

— • DIA 26 | SEXTA-FEIRA
Local: Cine Olympia

MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS

14h – Exibição do Filme: “INDIA SONG” (1975).
Direção: Marguerite Duras. Duração: 115 min
Elenco principal: Delphine Seyrig, Michael Lonsdale, Mathieu Carrière.

CONFERÊNCIAS

16h – Mesa 1
Flávia Trocoli (RJ): Flor de amor que morde o peito: Lol V. Stein e o efeito Duras
Luciana Silviano Brandão Lopes (MG): O ser-a-três e "O deslumbramento de Lol V. Stein".  
Mediador: Manoel Leite (PA).

17h30 – PAUSA PARA O CAFÉ

CONFERÊNCIAS

18h – Mesa 2
Paulo Fonseca Andrade (MG): "Aqui é S. Talah, até o rio" – Marguerite Duras e a experiência da escrita
Luciana Brandão Carreira (PA): - Entre - dois - rios: a escrita de M.D. e ... a experiência da extimidade.
Mediador: Alberto Amaral (PA)

MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS

19h30 – Exibição do documentário: “A MORTE DO AVIADOR INGLÊS” (1993)
Direção: Benoit Jacquot. Duração total: 81 min

— • DIA 27 | SÁBADO
Manhã: Cine Libero Luxardo
Tarde e Noite: Cine Olympia

MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS

11h – Reapresentação do documentário: “A MORTE DO AVIADOR INGLÊS” (1993).
Direção: Benoit Jacquot. Duração total: 81 min.
Local: Cine Libero Luxardo.

CONFERÊNCIAS

16h – Mesa 3
Agostinho Ramalho (MA): Marguerite Duras: variações sobre “um vagabundo não arrependido
Ana Maria Medeiros da Costa (RS): Olhar e errância na poética de Duras.
Mediadora: Vanisa Gama Moret (RJ).
Local: Cine Olympia

17h30 – PAUSA PARA O CAFÉ

CONFERÊNCIAS

18h – Mesa 4
Dominique Fingermann ( Fr/SP ): Amar a dentro
Ruth Silviano Brandão (MG): “La mer écrite: la mer, la mère, l’amer”.
Mediador: Nilson Oliveira (PA)
Local: Cine Olympia

MOSTRA DE CINEMA MARGUERITE DURAS

20h – Exibição do filme: “HIROSHIMA MON AMOUR” 1959. 
Direção: Alain Resnais. Elenco principal: Emmanuelle Riva, Eiji Okada, Stella Dassas, Pierre Barbaud, Bernard Fresson. Duração: 90 min.

 

— • DIA 28 | DOMINGO
Manhã: Cine Libero Luxardo
Tarde e Noite: Cine Olympia

11h – Reapresentação do filme: “HIROSHIMA MON AMOUR” 1959.
Direção: Alain Resnais. Elenco principal: Emmanuelle Riva, Eiji Okada, Stella Dassas, Pierre Barbaud, Bernard Fresson. Duração: 90 min. Local: Cine Libero Luxardo.

16h – Reapresentação do filme: “INDIA SONG” (1975). Direção: Marguerite Duras
Elenco principal: Delphine Seyrig, Michael Lonsdale, Mathieu Carrière. Duração: 115 min.
Local: Cine Olympia.

18h – Reapresentação do documentário:  “A MORTE DO AVIADOR INGLÊS” (1993).
Direção: Benoit Jacquot. Duração total: 81 min. Local : Cine Olympia.

20h - Reapresentação do documentário. “ÉCRIRE” (1993).
Direção: Benoit Jacquot. Duração: 45 min. Local: Cine Olympia.

CURADORIA
Elisabeth Bittencourt
Luciana Brandão Carreira
Nilson Oliveira

Conferências e filmes
CINEMA OLYMPIA
Av. Presidente Vargas | nº 918


CINEMA LIBERO LUXARDO
Av. Gentil Bittencourt, 650 (térreo)
coloquio.marguerite.duras@gmail.com
revista.polichinello@gmail.com
Contato telefônico: 91 3278.4578

ENTRADA FRANCA - INSCRIÇÕES GRATUITAS


— EDITAL CULTURA DE AUDIOVISUAL—

Já estão disponíveis o Edital Cultura de Audiovisual e os formulários de inscrição do projeto. O Edital destinará R$ 3 milhões para a produção independente de obras audiovisuais e prevê a seleção de dois projetos de ficção, que receberão R$ 1 milhão cada; um de documentário e um de animação, que receberão R$ 500 mil cada para exibição inicial na TV Cultura do Pará.

Podem participar como proponentes produtoras paraenses independentes, com registro regular e classificadas na Ancine. Cada empresa poderá concorrer com até três projetos e as obras audiovisuais deverão ser realizadas 80% em solo paraense, com a contratação de artistas e técnicos locais. Os projetos deverão ter por objeto a produção de obras seriadas com no mínimo quatro e no máximo oito episódios. Nos gêneros ficção e documentário, cada episódio deverá ter 26 minutos, enquanto no gênero animação, a duração será de 11 minutos, incluindo créditos iniciais e finais.

Realize o download dos documentos necessários para a sua inscrição:

Edital Cultura de Audiovisual: http://migre.me/l69Px
Formulário - orçamento - Producao TV: http://migre.me/l69TP
Formulário - Proj. Obra Seriada de Ficção: http://migre.me/l69YG
Formulário - Proj.Obra Seriada de Doc.: http://migre.me/l6a4m
Formulário - Proj. Obra Seriada de Animação: http://migre.me/l6aaa


Inscrições: De 18 de agosto a 01 de outubro

Mais informações aqui: 91 4005 7746
editalcultura@funtelpa.com.br


— FESTIVAL AUDIOVISUAL DE BELÉM (FAB 2014) —

Após atencioso e rigoroso processo de curadoria, a Comissão Organizadora do Festival de Audiovisual de Belém (FAB 2014) torna pública a lista de videoclipes selecionados para o evento, que ocorrerá de 17 a 20 de setembro, no Cinema Olympia. Dos treze vídeos inscritos, sete foram selecionados e serão exibidos no FAB 2014.

Confira a lista de selecionados para o festival:

- “Concurso”, Molho Negro, 2014, 2’30’’, Belém, PA
- “Falling”, Hoca, 2014, 04’03’’, São Paulo, SP
- “Muito muito pouco”, Arnaldo Antunes, 2014, 2’34’’, São Paulo, SP
- “Ó lá”, Sérgio Luiz e Felipe, Jundiaí, SP
- “O Som da Amazônia”, Mestre Solano, 2014, 3’16’’, Belém, PA
- “Por ela”, Alex Domingos, 2013, 3’56’’, Salvador, BA
- “To Love”, Vinyl Laranja, 2012, 4’15’’, Belém, PA

CURADORIA

Durante a avaliação, os curadores levaram em conta os aspectos estéticos da obra, seu caráter de inovação, criatividade e produção. Os curadores que participaram da seleção foram:

Henry Burnett: pós-doutor em Filosofia, é professor na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Como músico, possui quatro CDs gravados: “Linhas Urbanas”, 1996 (CD experimental); “Não Para Magoar”, 2006, com uma seleção de canções compostas em 15 anos, reunindo 12 faixas; “Interior”, 2007, gravado em Buenos Aires em parceria com a cantora portenha Florencia Bernales e o livro/CD Retruque/Retoque, 2010, em parceria com o poeta Paulo Vieira. Além disso, Henry também produziu o CD “Depois da revoada”, 2012, junto com o músico e poeta paulistano Julio Luchesi.

Jack Nilson: Formado em Artes Visuais (ESMAC), Mestre em Artes (UFPA) e em Estudos Literários (UFPA), pesquisa Cinema, Vídeo e Literatura em interface com as Artes Visuais e outras linguagens. É professor de Artes pela Secretaria de Estado de Educação e Técnico em Gestão Cultural do Laboratório de Audiovisual da Fundação Curro Velho. Também é compositor, cantor, guitarrista e produtor musical.

Lucas Padilha: músico, trabalha na Rádio Cultura e TV Cultura, em Belém. Atualmente se dedica à gerência de Programação Musical da Cultura FM, produz e apresenta o programa Balanço do Rock. Também é um dos diretores do programa Protótipo, produzido em parceria com a TV Cultura. Além do trabalho em comunicação é responsável pelo Meio Amargo, um projeto musical criado por ele para executar suas composições. Em 2014 lançaram o EP "Canções simples para pessoas complicadas", com 4 faixas. Lucas Padilha é graduado em Música e estudante de mestrado em Artes pela Universidade Federal do Pará.

Marcelo Damaso: jornalista e produtor cultural. Foi editor de cadernos de cultura, polícia e esportes em jornais da cidade, além de assessor de imprensa e redator. Desde 2006 organiza o Festival Se Rasgum, em Belém, por onde já passaram mais de 200 bandas, entre locais, nacionais e internacionais. Pela produtora, além de shows e festivais, realiza projetos de formação e capacitação com workshops, oficinas, palestras etc., fomentando o mercado da música em Belém e no interior do Pará. Também pela Se Rasgum Produções, edita a revista bilíngue “Seleta – A música da Amazônia”. Toca baixo na banda The Baudelaires e violão e guitarra com a cantora Ana Clara. Criou o blog www.cartasuruguaias.com.br em 2008, quando passou alguns meses em Montevidéu escrevendo “Iracundo”, seu primeiro romance, vencedor do Prêmio Iap de Literatura.

Woltaire Masaki: aluno do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Pará, já atuou em diversas produções audiovisuais como, dentre outras funções, fotógrafo e diretor. Atualmente integra, ao lado de outros cinco profissionais da área, a Fóton Filmes.

Victória Costa: Publicitária (UNAMA), granduanda em Cinema e Audiovisual (UFPa), integrante da Fóton Filmes e do CLIC. Já participou de produções de videoclipes em Belém e estudou música paraense em seu trabalho de conclusão de curso em comunicação.


FINALISTAS E PREMIAÇÕES

Serão 4 (quatro) finalistas em cada categoria (Melhor Direção, Melhor Produção, Melhor Edição, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Arte e Melhor Fotografia, cujos vencedores receberão certificados e troféus e a categoria de Melhor Videoclipe, cujo vencedor receberá R$ 1.300 (Um mil e trezentos reais). Os responsáveis por cada vídeo finalista receberão via e-mail nos próximos dias as informações sobre o processo de seleção e premiação.

Lembramos que durante o festival haverá ainda o Prêmio do Júri Popular para o Melhor Videoclipe, em que o público poderá votar em qualquer um dos vídeos selecionados.

Os videoclipes selecionados serão exibidos ao longo da programação do Festival, que será divulgada em breve. O FAB 2014 conta com o patrocínio do Banco da Amazônia.

Mais detalhes sobre o festival: www.portal-fab.com

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Criado em 2013, o Festival de Audiovisual de Belém - FAB conta com o patrocínio do Banco da Amazônia e é uma promoção do CLIC, empreendimento sociocultural especializado na promoção, organização e produção de cursos livres e eventos acadêmicos e culturais em Belém do Pará.

Amplo e diversificado, o FAB 2014 objetiva incentivar a produção técnica e conceitual dos interessados em tal área e visa criar/ se constituir em um ponto de encontro em que público e produtores de audiovisual possam dialogar e trocar experiências. Além disso, o festival pretende colaborar para inserir de vez Belém na geografia nacional da produção audiovisual contemporânea, levando em conta a diversidade de possibilidades de criação e demonstrando isso na capital paraense, o que está sintetizado no slogan do evento: Audiovisual vai além. Audiovisual vem pra Belém.

CINE OLYMPIA
Av. Presidente Vargas, 918
Campina - Belem/PA
Realização: 17 a 20 setembro
Tel Olimpia: 91 3230 5380
cinemaolympia@belem.pa.gov.br
www.cinemaolympia.com.br


— MOSTRA PARÁ 2014 —

Desde o início de 2014, o Instituto de Artes do Pará (IAP) tem levado a Mostra Pará a diversos municípios do Estado. Apenas em julho, mais de seis mil espectadores receberam a programação, em cidades como Primavera e Oriximiná. A expectativa é que a caravana alcance cerca de 15 mil pessoas.

A ideia da Caravana Mostra Pará surgiu exatamente com essa necessidade de se colocar cada vez mais presente no Estado. O projeto vai circular em 14 cidades do sudeste paraense, de forma contínua, durante 37 dias. A bordo da caravana estão uma equipe de cinco técnicos do IAP e seis grades de filmes com diferentes títulos, incluindo animações, documentários e ficção, entre curtas e médias-metragens. Ao todo, são 290 títulos a serem exibidos.

Idealizada para proporcionar o acesso gratuito às produções audiovisuais do Estado, a Caravana Mostra Pará passará por municípios como Conceição do Araguaia, Redenção e Sapucaia, levando uma vasta programação com temáticas variadas sobre a região amazônica, incluindo gêneros como drama e comédia.

Ação direta do Núcleo de Produção Digital do Pará (NDP) do IAP, a mostra nasceu com o objetivo de identificar as produções audiovisuais do Estado e elaborar estratégias de circulação e divulgação desses trabalhos. O objetivo é também de suscitar o resgate de cidadania paraense, para o cidadão se reconhecer na tela, em um processo de diálogo estabelecido entre o realizador e o espectador.

Com quase 300 títulos, a mostra foi construída com a parceria dos realizadores, que forneceram seus trabalhos para a ação. Em Belém, estes títulos são oferecidos ao público como parte da programação do Cineclube Alexandrino Moreira, do IAP, às segundas-feiras, em sessões gratuitas e também em eventos para os quais o NPD é convidado ou em que é apoiador, como feiras, festivais e mostras audiovisuais.

Para a Caravana Mostra Pará, seis grades especiais de títulos foram montadas. A atenção especial se dá em virtude das particularidades de cada município, buscando aproximar-se ao máximo do perfil de atividade cultural e expressão popular por onde passará. Na programação estão filmes como “O Grande Balé de Damiana”, de João Loureiro Junior; “Juliana contra o Jambeiro do Diabo pelo Coração de João Batista”, de Roger Elarrat, e “Sonoro Diamante Negro”, de Suely Nascimento, dentre outros.

A Caravana Mostra Pará recomeça neste domingo (17), com programação na Praça Matriz de Tucuruí. O encerramento será em Dom Eliseu, em 19 de setembro. Toda a programação está disponível na Web TV do NPD do IAP, no endereço npdwebtv.wordpress.com/category/home/programacao.

Datas da Caravana Mostra Pará:

  • Tucuruí – Dia 17/8
  • Breu Branco – Dia 19/8
  • Goianésia do Pará – Dia 21/8
  • Marabá – Dias 23 e 24/8
  • Parauapebas – Dia 26/8
  • Curionópolis – Dia 28/8
  • Sapucaia – Dias 30 e 31/8
  • Xinguara -Dia 2/9
  • Rio Maria – Dia 4/9
  • Redenção – Dias 6 e 7/9
  • Conceição do Araguaia – Dias 9 e 10/9
  • Abel Figueiredo – Dias 13 e 14/9
  • Rondon do Pará – Dia 16/9
  • Dom Eliseu – Dias 18 e 19

Serviço: Caravana Mostra Pará nos municípios do sudeste do Estado.
De 17 de agosto a 19 de setembro, sempre às 19h. Aberta ao público.

Danielle Franco
Instituto de Artes do Pará

Horário: 19hEntrada Franca


— FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ —

O I Festival Internacional de Cinema do Caeté – FICCA acontecerá no município de Bragança, Pará, entre os dias 12 e 15 de Dezembro de 2014.

O FICCA destaca o papel do cinema, do vídeo e da produção audiovisual em geral na construção de uma sociedade mais justa e solidária, sendo, portanto, uma jornada cultural sem fins lucrativos que tende a inverter a lógica do mercado audiovisual para potencializar a liberdade criativa.

A iniciativa nasce da necessidade de se criar mais uma porta para o intercâmbio entre realizadores e produtores das mais diversas origens e com as suas infinitas propostas de linguagens estéticas e de formas de captação, fora dos mercados tradicionais e mais próximos das comunidades locais.

O espaço é aberto para filmes e/ou vídeos curtas, médias e longas metragens de qualquer gênero ou temática. Cada realizador poderá submeter apenas uma obra ao FICCA.

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Mais Informações e Ficha de Inscrição, aqui:
ficcafestival.blogspot.com.br

Os interessados deverão preencher e assinar a ficha de inscrição
até as 23h59min do dia 17 de setembro de 2014e enviá-la para:

I FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ - FICCA
Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1650 / Centro
Bragança – Pará – CEP: 68600-000
FICCA: ficcacinema@gmail.com
Francisco Weyl (carpinteirodepoesia@gmail.com)
Telefones: 91 9642 2018 / 8821 2419


CARIMBÓ, PATRIMÔNIO CULTURAL BRASILEIRO
Todos votando, pela conclusão do processo de registro

Próximo de alcançar 100 mil pessoas somente no facebook!!! Já são quase 2 mil compartilhamentos das fotos de mestras e mestres exigindo que o IPHAN conclua o processo de reconhecimento do Carimbó como Patrimônio Cultural Nacional... "Vamos em frente, continuar compartilhando e espalhando essa campanha. Só vamos parar quando o IPHAN atender a reivindicação! VIVA O CARIMBÓ VIVO!"

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MESTRES DO CARIMBÓ AGUARDAM REGISTRO COMO
PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL PARA SETEMBRO

Vejam a matéria publicada no Jornal Diário do Pará no dia 08 de agosto passado, com informações sobre a luta dos mestres e grupos vinculados à Campanha do Carimbó para garantir a finalização do processo de registro como patrimônio cultural nacional.

A matéria mostra a importância da mobilização feita pelo movimento nas redes sociais e nas comunidades carimbozeiras cobrando do Iphan agilidade nesse processo, resultando na inclusão do carimbó na pauta da reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio no dia 11 de setembro.

A Campanha do Carimbó continua reivindicando a realização dessa reunião em Belém, para oportunizar aos mestres e comunidades o acesso presencial à reunião, momento culminante de uma luta iniciada ainda em 2005 a partir de Santarém Novo. O Iphan pretende fazer a reunião em Brasília, o que excluirá a participação efetiva de nossos mestres e grupos.

E para celebrar essa conquista histórica, o movimento já organiza para o dia 11 um grande ato público em Belém com a participação de dezenas de grupos vindos de várias regiões do Pará. A intenção é comemorar publicamente o título de patrimônio cultural brasileiro, resultado direto da luta e organização do movimento carimbozeiro através da Campanha do Carimbó.

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O Carimbó é considerado um gênero musical de origem indígena, porém, como diversas outras manifestações culturais brasileiras, miscigenou recebendo outras influências, principalmente negra. Seu nome, em língua tupi, refere-se ao tambor com o qual se marca o ritmo, feito de tronco de madeira e pele de animais.

Sendo a música preferida pelos pescadores marajoaras, embora não conhecida como carimbó até então, o ritmo atravessou a baía de Guajará com esses pescadores e veio dar em praias do Salgado paraense. Em algumas regiões próximas às cidades de Marapanim e Curuçá, o gênero se solidificou, ganhando o nome que tem hoje. Em Marapanim, na região do Salgado, nordeste paraense, o gênero é bastante cultivado, acontecendo anualmente o "Festival de Carimbó de Marapanim — O Canto Mágico da Amazônia", no mês de novembro.

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PELA IMEDIATA CONCLUSÃO DO PROCESSO DE REGISTRO DO CARIMBÓ
COMO PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DO BRASIL!

PELA INCLUSÃO DO CARIMBÓ NA PAUTA DA REUNIÃO DE AGOSTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO PATRIMÔNIO PELO IPHAN! PELA REALIZAÇÃO DESSA REUNIÃO AQUI NO PARÁ, NÃO EM BRASÍLIA!

Campanha Carimbó Patrimônio Cultural Brasileiro
8 anos de luta e organização em prol do Carimbó

www.facebook.com/campanhadocarimbo
campanhacarimbo.blogspot.com.br



LITERATURA
LITERATURA

— GISELLE RIBEIRO • 69 —

A poeta Giselle Ribeiro, estará fazendo o lançamento, da 2ª edição revisitada de seu livro "69 Poemas de Amor Erótico", no Centur dia 06 de setembro, as 19h.

"Em setembro o Sol cruza o Equador celeste rumo ao sul. Desta vez, no nono mês do ano, o Amor vai cruzar o Sexo e não teremos mais que fechar as cortinas, apagar as luzes ou fechar os olhos, porque o Amor parecerá coisa muito Natural. E será assim em 6/9: o amor há de florescer na sua forma mais plural. E incidirá na superfície desejada: corpo, palavras, gemidos, silêncios pedindo para serem preenchidos. Venha ver de perto o Amor cruzar o Sexo." (Giselle Ribeiro)

O livro de poemas 69 é polêmico porque se destina “aos que se libertam do pudor, porque deles é o reino do amor” - diz a autora. Em princípio, é um livro no qual ela faz incursões pela literatura erótica, desde o layout do título, embora antes tenha, paradoxalmente, adentrado pela poesia sagrada para, segundo refere, “brincar com as palavras, poetizando o erotismo e questões bíblicas”. Sessenta e nove poemas compõem o livro. (em entrevista para Eunice Ferreira dos Santos, Jornal Iaras, junho 2013)

Giselle Ribeiro nasceu no Norte do Brasil, em Capanema/PA, no dia 25 de outubro de 1967. Na infância, mudou-se para Belém onde reside atualmente. É poeta e professora de Teoria Literária na Universidade Federal do Pará. Publicou "Objeto Perdido" (2004); "69" (2009); "Pequeno livro de poemas para vestir bem" (2011); "Isso não é um livro. Isso é um caracol" (2013).

CENTUR
Av. Gentil Bittencourt, 650
Hall Ernesto Cruz | 1º Andar
Dia 06 de setembro, 19h
Telefone: 91 3202 4399


— ALFREDO GARCIA | Histórias Fortuitas: Contos Machadianos —

Escritor homenageia Machado de Assis
e vende livro pelas mídias sociais

Quase trinta anos de Literatura e trinta e um livros editados. Este é o balanço que o escritor paraense Alfredo Garcia-Bragança faz ao lançar seu mais recente trabalho, intitulado “Histórias fortuitas: contos machadianos” (Populivros, 2014). Tendo iniciado em 1986, ao publicar um poema no extinto suplemento cultural da Imprensa Oficial do Pará, que à época era dirigido pelo poeta José Ildone, Alfredo Garcia-Bragança volta ao gênero que o consagrou na literatura regional com diversas premiações. “Neste novo livro eu fui recuperar dois contos de temáticas afins com clássicos da contística machadiana (“Olhar de peixe morto” e “Tergiversações de um pássaro”) e depois criar um novo texto (“História singular”) para poder homenagear o bruxo das emoções traduzidas em palavras nos 175 anos de seu nascimento”, conta o escritor.

O livro traz os três contos mencionados de Alfredo Garcia e mais outro trio de narrativas de Machado de Assis: “A cartomante”, “Ideias de canário” e “Singular ocorrência”. O diferencial deste novo título da bibliografia de Garcia-Bragança é que a venda inicial está sendo feita exclusivamente pelo Facebook: “Criei um evento para o livro e estou esperando os interessados na aquisição da publicação. Qualquer pessoa pode comprar seu exemplar, que irá autografado para a casa do comprador; é só acessar: https://www.facebook.com/events/876158805747199/?fref=ts”.

Cada exemplar custa R$ 15,00 (quinze reais) mais a taxa dos Correios.
Os pedidos também podem ser feitos para populivros@hmail.com
CONTATOS: Alfredo Garcia – 91 8874 8444 / 9112 1112.


— LUCIANA BRANDÃO | LANÇAMENTO • LIVROS —

Luciana Brandão estará na Fox Video, na quarta-feira, dia 10 de setembro as 19h para o lançamento de seu livro: "Os tempos da escrita na obra de Clarice Lispector – no litoral entre a literatura e a psicanálise", editado pela Cia de Freud. Nessa mesma ocasião estará autografando o Entre, seu livro de poemas lançado pela Verve Editora, em abril.

Diante dessa escrita da antiliteratura da coisa, Luciana Brandão Carreira parece querer nos despertar, como o relógio Sveglia, para a “eternidade do agora, suspensão temporal que abole o passado e também o futuro”. “Acorda!” – ela parece nos querer dizer. “Para o quê?” – perguntamos, perplexos, como o narrador de Clarice. “Para a hora. Para o tempo. Para o instante.” – ela responde. “Para o inconsciente estruturado como uma escrita poética” – lemos, nestas páginas. “Para a poesia” – leremos, só depois, nas entrelinhas deste livro”.

Lucia Castello Branco
Professora Titular em Estudos Literários da UFMG – Faculdade de Letras.

Encontramos, nesse livro, o engajamento de Luciana Brandão Carreira numa busca insistente, situando como a escrita de Lispector permite a experiência de um tempo de inscrição primeira no campo da linguagem. Acompanhar Luciana nessa busca traz o prazer da leitura e o interesse em renovar uma incursão na obra dessa autora marcante e única de nossa literatura. Desta incursão ganha o leitor, sendo carregado por este ensaio de Luciana, que porta o traço de um estilo próprio, bebendo da fonte literária para melhor transmitir psicanálise”.

Ana Maria Medeiros da Costa
Professora colaboradora do Programa de Pós-graduação em Psicanálise da UERJ,
Pesquisadora do CNPq, Coordenadora da Rede de Pesquisa Escritas da Experiência.

FOX VÍDEO
Travessa Dr. Moraes, 584
Dia 10 de setembro (quarta), 19h
Contatos: 91 4008 0007
contato@foxvideo.com.br
www.livrariafox.com.br



ARTES PLÁSTICAS
• ARTES PLÁSTICAS

— COM LICENÇA POÉTICA —
Danielle Fonseca & Keyla Sobral

Dois jovens talentos das artes paraenses se reúnem numa mesma exposição a partir de hoje. Danielle Fonseca e Keyla Sobral traçam um diálogo delicado em “Com Licença Poética”, que fica em cartaz até 28 de setembro, no Museu de Arte da UFPA, com curadoria de Marisa Mokarzel.

O título da exposição, emprestado da poesia de Adélia Prado, dá o tom dos trabalhos que a dupla apresenta. A poesia, que termina com os versos “Vai ser coxo na vida é maldição pra homem./Mulher é desdobrável. Eu sou.” indica que as imagens e palavras compartilhadas entre as duas artistas avançam para além, “até o indecifrável espaço onde se abrigam sentimentos, afetividades, memórias e indagações constantes.”, como diz a curadora em seu texto de apresentação da mostra.

As obras misturam filosofia e a arte, que entram em sintonia no processo criativo das duas. Nas pinturas, fotografias e objetos criados por Danielle Fonseca, se interligam o surf (que ela pratica e que tem se tornado também inspiração para a obra artística), e os filósofos Gilles Deleuze e Daniel Lins. Nas obras de Keyla Sobral, a filosofia também comparece quando ela “deixa expostas suas ilhas e mapas afetivos”, diz Marisa.

Enquanto a arte surge pautada pelas sensações e sentimentos da vida, as artistas mostram que não é preciso ter medo de ser feminina e desempenhar vários papéis. Assim, analisa Marisa Mokarzel, reinventam o banal e no íntimo cotidiano “permitem que se perceba a repressão que impõe o choro engolido, tatuado na garganta. Ao mesmo tempo propõem o mergulho na água (lágrima ou rio?), para logo se emergir no topo da prancha, deixando o corpo, ao vento, flutuar na instabilidade da onda”.

Diante das fragilidades expostas, descobrem a coragem, se lançam ao salto, desafiadoras, diante do nada. E no meio da delicadeza desse discurso, também se permitem o grito.

Mulher é desdobrável”, diz Adélia Prado. E na exposição que abre esta noite, Danielle e Keyla se desdobram, “elevam-se do chão, e saltam, desprendem-se do palpável para aproximarem-se dos vestígios advindos do passado, do que ali foi vivido e impregnou as palavras, as imagens, os objetos”, pontua Marisa Mokarzel.

A colaboração de Danielle e Keyla vem de outros trabalhos. O filme “A Vaga”, documentário de Danielle sobre a relação do surf com a arte e a filosofia, é co-dirigido e editado por Keyla. (Diário do Pará)

Mais sobre: Danielle Fonseca:
www.culturapara.art.br/artesplasticas/daniellefonseca

Mais sobre: Keyla Sobral:
www.culturapara.art.br/artesplasticas/keylasobral

 

Museu da Universidade Federal do Pará
Av. Governador José Malcher, 1192, Nazaré
Abertura 21 de agosto, às 19h
Período: 21/08 a 28 de setembro
Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h
Sábados, domingos e feriados: de 10h às 14h
e-mails: museufpa@gmail.com e museu-ufpa@ufpa.br.



— SILÊNCIOS E VAZIOS —
Ana Mokarzel e Pedro Cunha

Uma câmera digital como aliada e nada mais. Essa é a única semelhança entre os fotógrafos Ana Mokarzel e Pedro Cunha. Ainda que os olhares de ambos sobre o mundo se esbarrem, as fotos de cada um possuem identidade própria. As imagens serão apresentadas juntas na exposição “Silêncios e Vazios”, na Galeria de Arte Edgar Contente, do CCBEU.

O encontro entre os dois fotógrafos acontece a partir de diferentes caminhos e técnicas. Prevalece a estética adotada por cada um, o tom da luz e a cor que se abriga no enquadramento, no corte desejado antes ou depois da cena captada. “A seleção das imagens foi realizada em conjunto. A partir do material que eles me deram, fui desenhando o que poderia ser a exposição. Nos reunimos várias vezes. O olhar urbano é uma espécie de ligação entre eles. As fotos apresentam silêncio e, ao mesmo tempo, uma conversa entre os dois. O que talvez estabeleça essa conversa é exatamente o silêncio. E o vazio está inserido nesse silêncio. Daí o nome ‘Silêncios e Vazios’”, destaca a curadora da exposição, Marisa Mokarzel.

A sensação indômita de vazio e perda fincam os olhares de quem passeia pelas fotografias. Ana Mokarzel navega pelo incessante movimento, com a solidão úmida, com a tempestade prestes a cair. O urbano e o não urbano se entrelaçam. A fotógrafa pontua a realidade pelas frestas e na sua estética o que se distingue são a velocidade, a luz e a cor que atravessam a imagem e a aproximam do cinema, da pintura. Os registros foram feitos no Pará, em Portugal e outros pontos espalhados pelo mundo.

Para Pedro Cunha, a questão geográfica não é o mais importante. Com sutileza, ele delineia a complexa cidade que se encontra diante dos olhos. “As minhas fotos são urbanas, algumas têm personagens. É um trabalho bem tranquilo, sem muita cor e muito contraste. Um olhar de quem está andando pela rua. A série ‘No fundo’ explora os dias de chuva. As pessoas vão se ver na cidade que se mostra de forma sutil”, espera o fotógrafo.

A exposição promete fotografias que se alojam no indefinível tempo, e se deixam encobrir por brancas camadas, que não ocultam, mas apenas recobrem o espaço para que surjam novas imagens e o espectador vague o olhar sem pressa no ritmo da imagem. (Diário do Pará)

Galeria do CCBEU
Travessa Padre Eutíquio, 1309
Vernissage: 12 de agosto, às 19h
Visitação: até 12 de setembro
De terça à sexta de 9h às 12h e das 13h as 19h30
Aos sábados de 9h às 13h
Informações: 55 91 3221.6100
www.ccbeu.com.br


— RAÍZES E FRAGMENTOS | SEBÁ TAPAJÓS —

Depois de cruzar sua arte com tecnologia, de espalhar seus índios, índias, florestas e mulheres pelas ruas de Salvador, São Paulo, Espirito Santo, Belo Horizonte, Buenos Aires, Madri, Lisboa e Rio de Janeiro, onde os muros de suas cidades natais Belém do Pará e a Zona Sul carioca estão repletos de suas marcas, o grafiteiro e artista plástico Sebastião Tapajós Jr. , Sebá Tapajós, como é conhecido, retoma suas raízes nortistas para, finalmente, celebrá-las em seu mais pleno estado.

De forma orgânica, vibrante e visceral, o artista, que faz mágica entre pincéis, latas de spray e materiais inusitados, como madeiras que encontra pelas ruas de Belém, onde mora atualmente, armará suas telas e instalações emblemáticas, uma síntese de sua arte e de seu país. Delas brotarão representações impactantes, ora literais, ora conceituais, do que viu, sentiu e viveu em suas incursões a destinos como Ilha do Marajó, Santarém e Alenquer, além da própria Belém. Para suas figuras marajoaras, tapajônicas, indígenas e xamânicas, ele empresta todas as estéticas com que já teve contato durante sua vivência artística: desde os primórdios do graffiti, com letras, stencils e bombers, até técnicas dos cartoons e das artes plásticas. Obras que, em seus fragmentos poéticos e concretos, completam-se em si e entre si, constroem sentido a uma Amazônia real, e não imaginada. Mas com estética jamais antes vista.

Dessa veia criativa exuberante de Sebastião, urbana e jovem, apesar de extremamente madura, o mundo ganha mais uma linhagem da mais sincera, plural, colorida e pulsante produção artística. Sincera, plural, colorida e pulsante, assim como o Brasil.

* Texto de Mateus Habib, Jornalista e Redator - artístico na Conspiração Filmes (RJ).

Atrações musicais: Léo Chermont, Sebastião Tapajós; DJ Gio, AloAle, VJ Lobo e VJ Luan.

IAP - Instituto de Artes do Pará          
Praça Justo Chermont, nº 236
(ao lado da Basílica)
Vernissagem: 07/08, das 18h as 22h
Visitas: 08 a 29 de agosto de 2014



MÚSICA •
MÚSICA
• MÚSICA

— TIAGO BELÉM | INFLUÊNCIAS —

Baterista e compositor da nova geração de músicos paraenses, atuante no circuito de shows em teatros, bares e festivais no interior do Estado, resto do Brasil e até no exterior, Tiago Belém lança o seu primeiro CD "Influências", totalmente autoral ao lado de grandes expoentes da música instrumental.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 03 de setembro (quarta), às 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— GLÁFIRA —

cantora e compositora paraense, Gláfira apresenta show reunindo repertório do seu primeiro disco solo "Jardim Secreto", que conta com suas composições, além de obras de outros compositores paraenses como Daniel Bastos, Ziza Padilha, Henry Burnet, Marcelo Sirotheau e outros. Será acompánhada no show pela banda formada por Renato Torres, Arthur Kunz e Maurício Panzera.

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Gláfira nasceu no Marajó em 1980. Filha de um programador de rádio, cresceu em Belém ouvindo todo tipo de música. Aos 17 anos teve sua primeira experiência profissional como cantora. A sua interpretação de “Cantiga”, de Zeca Baleiro, ficou por seis semanas como a mais pedida da Rádio Cultura FM.

Gláfira fez os shows “Minha identidade” em 2003; “Entrelinhas”, em 2005 e “Jardim Secreto”, 2008, todos no Margarida Schivasappa com grande repercussão de público e crítica. Foi vocalista do Álibi de Orfeu com quem gravou o disco Só Veneno, lançado em 2010 e produzido por Edgar Scandurra.

Gravou seu primeiro disco, "Jardim das Flores" de forma independente, lançado em outubro de 2012 pelo selo NA MUSIC. Ainda montou a produtora "Reator Cultural", que trabalha na elaboração de projetos culturais ligados a responsabilidade social.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dias 04 e 11 de setembro (quintas), às 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— TOM SALAZAR CANO | DAIANE GASPARETTO —

O show “O Não Lugar”, idealizado pelos compositores Tom Salazar Cano e Daiane Gasparetto, propõe-se a apresentar canções que foram criadas em série, o que resulta em uma interligação entre as mesmas, tanto na atmosfera sonora, quanto nas temáticas abordadas nos versos.

A sonoridade criada a partir dos arpejos sugere uma atmosfera onírica de mistério, característica esta que influenciou na construção das letras das canções, as quais em conjunto fazem referência à busca por algo indizível, sendo este “O não lugar”. Neste movimento de procura são retratadas as partidas, os caminhos e as chegadas relativos a este ambiente indescritível, cujas propriedades fazem parte da subjetividade dos indivíduos, não existindo em matéria.

Desse modo, este show busca resgatar o caráter de contemplação artística que proporciona o trânsito entre vários universos estéticos, ancorando-se em duas linguagens amplamente sugestivas, a música e a poesia, que em simbiose potencializam o estado de suspensão dos ouvintes, estimulando a busca pelos seus próprios lugares imateriais.

A formação instrumental é toda acústica e de caráter camerístico, resultando em um som leve e delicado contraposto a momentos mais densos. No violão, arranjo e direção, Tom Salazar Cano; na viola, Valéria Dias; no violoncello, Moisés Levy; na percussão, João Paulo Cavalcante; nas vozes, Daiane Gasparetto e Cacau Novais.

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dias 05 e 19 de setembro (sextas), às 19h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca


— NAZARÉ PEREIRA —

Renomada intérprete e atriz paraense, Nazaré Pereira atualmente residindo em Paris, apresenta seu novo show, reunindo composições autorais e em parceria, além de composições do cancioneiro paraense. O show tem a direção musical de Mário Mouzinho.

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Nazaré Pereira é acreana de Xapuri, filha de seringueiro e de índia, e criada em Icoaraci - distrito litorâneo de Belém do Pará bastante citado em suas músicas.

Sua carreira começou antes de 1975, guiada por outras luzes da ribalta, já que, no final dos anos 60, formada em arte dramática pela Uni-Rio, foi colega de elenco de Leila Diniz no teatro e na tevê, até se destacar, em 1971, no programa "A Grande Chance", de Flávio Cavalcanti, e ganhar, como prêmio, uma viagem a Portugal, de onde partiu para Nancy, cidade francesa em que se aprimorou no teatro, e depois Paris.

Em Paris, a também dançarina Nazaré Pereira – que atuou em grupos como o Les Étoiles e Os Maracatus –- levou adiante uma carreira musical de certa despretensão inicial, que, no entanto, com a crescente aceitação da plateia francesa, tornou-a conhecida como a mais brasileira dos nossos "canários" lá radicados.

Dona de ampla discografia, Nazaré quase não canta em francês, fazendo sucesso no exterior, cantando em português, com um repertório alinhavado por ritmos do Norte e do Nordeste, como o carimbó, o boi-bumbá, o xote, o baião e a ciranda, e interpretando canções próprias.

Fonte: Homenagem do Gerdal
liberatnews.blogspot.com

SESC Boulevard
Castilho França, 522/523 - Campina
( em frente à Estação das Docas).
Dia 06 de setembro (sábado), às 17h
Informações: 91 3224 5305 / 5654 | 4005-9584
sescboulevard.blogspot.com
sescboulevard@gmail.com.br


Entrada Franca



OUTROS •
EVENTOS
• OUTROS

— CONTEMPORANEIDADE DA IMAGEM NO AUDIOVISUAL —

A Incubadora Pará Criativo, em parceria com o Núcleo de Formação Artística da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará – UNIFESSPA e o Núcleo de Produção Digital do Pará – NPD do Instituto de Artes do Pará, realiza em Marabá curso sobre a contemporaneidade da imagem no audiovisual.

Ministrado por Evandro Medeiros, professor da UNIFESSPA, o curso tem como proposta disseminar conhecimentos e métodos para a documentação, registro, crítica e criação de produtos audiovisuais, bem como possibilitar que os participantes conheçam a história da linguagem audiovisual, sua linha do tempo e seus aspectos mediante o contexto temporal.

Análise da dimensão técnica da natureza de uma imagem, estudo e experimentação de linguagens midiáticas, elaboração de conceitos pertinentes à produção audiovisual, reflexão sobre as transformações sociais geradas pela intensificação da produção e apropriação das tecnologias audiovisuais, e elaborações técnicas e metodologias de registros de informações em diferentes mídias audiovisuais, serão os temas abordados no curso.

As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas na Faculdade de Artes Visuais da UNIFESSPA. O curso é destinado a professores que ensinam arte nas escolas, produtores e artistas de diversas expressões poéticas, cujos interesses estejam voltados para a produção, ensino e experimentação da linguagem do audiovisual.

A ação é uma continuação do trabalho que o Núcleo de Produção Digital do Pará - NPD vem desenvolvendo na região. Criado com a finalidade de promover a formação e o aprimoramento profissional e artístico de técnicos e realizadores audiovisuais, o NPD Pará já realizou diversas atividades e ações formativas em Marabá.

A Coordenadora Administrativa da Incubadora Pará Criativo, Regiani Cordovil, considera que a parceria com o NPD Pará, uma instituição que desenvolve um trabalho de referência em produções audiovisuais no Norte do país, permite que a Incubadora Pará Criativo expanda o seu escopo de atividades, acrescentando um viés empreendedor ao fazer artístico. “A ação fortalece o realizador e, consequentemente, a economia criativa paraense”, diz.

Sobre o Ministrante

Evandro Medeiros possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Pará (1998) e Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (2002). Atualmente é professor adjunto no Campus de Marabá, da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará - UNIFESSP. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação do Campo, atuando principalmente nos seguintes temas: movimentos sociais e educação, educação do campo e currículo. Atua também como diretor e produtor de filmes documentários, focando questões sociais, manifestações culturais e educação.

Texto: Juliane Frazão - Incubadora Pará Criativo


Faculdade de Artes Visuais da UNIFESSPA
Campus 1, folha 31, Q 7, Lote especial S/N
De 8/9 a 19/9 de 2014, das 18h às 22h
Mais informações: 91 4006 2930

45 vagas – Inscrições Abertas


— COMO LER UM FILME: INTRODUÇÃO TEÓRICA DO AUDIOVISUAL —

Ministrante: Lorenna Montenegro
(jornalista e crítica de cinema filiada à ACCPA)

História da arte: os principais movimentos. Um pouco da história da fotografia. Estabelecendo algumas regras nos primórdios do cinema. Produção e consumo de obras cinematográficas. O desenvolvimento de uma lógica normativa nas narrativas audiovisuais. A linguagem do cinema definindo a técnica. Planificação e movimentos de câmera. Recursos de edição – a criação de sentidos na montagem. A estética do filme: alguns exemplos. O espaço-tempo na tela grande; Como a arte contemporânea subverte a construção narrativa no cinema.

Dia 01 – As sete artes e suas semelhanças

  • História da arte;
  • A fotografia em movimento: o cinema;
  • Estabelecendo as regras do jogo ou elaborando a gramática da estética narrativa
  • Exemplificações e exibição de trechos de filmes da década de 10, 20 e 30.

Dia 02 – Cinema como produto industrial: a técnica é o fundamento

  • O desenvolvimento de lógicas na narrativa audiovisual;
  • Os movimentos e estilos que nascem no cinema
    ou se retro-alimentam de outras expressões artísticas;
  • Diferenciando forma e conteúdo.
  • Exemplificações

Dia 03 – Estética e linguagem

  • Leitura de trechos de “A estética do filme”, de Jacques Aumont
    e a “linguagem cinematográfica” de Marcel Martin;
  • Cinema documentário e sua utilização em filmes de ficção;
  • Exemplificações: trechos de cenas analisadas pelos teóricos em seus livros.

Dia 04 – Planificação, movimentos de câmera e a montagem – nasce o filme

  • O ‘be a bá’ do cineasta: planos, movimentos, truques de câmera e de edição;
  • Exemplificações: Decupando cenas de filmes – a definir
  • Montagem cinematográfica: os fundamentos segundo Karel Reisz.

Dia 05 – Filmes e a persistência da imagem na temporalidade

  • Como a memória é alimentada pelo conteúdo imagético;
  • Variáveis que influem diretamente no fluxo narrativo: espaço e tempo.
  • Desconstrução: a arte contemporânea subverte as normas do cinema clássico;
  • Experimentalismo e criatividade;
  • Comentários finais e encerramento do curso.

Carga horária: 15 horas/aula
Os certificados serão enviados até 48h após a realização do curso.
Em caso de dúvidas, envie e-mail para falecomfab@gmail.com.

O curso é atividade prévia ao Festival de Audiovisual de Belém (FAB 2014), que conta com o patrocínio do Banco da Amazônia e será realizado de 17 a 20 de setembro, no Cinema Olympia

Quando? De 01 a 05 de setembro, de 18h às 21h.

CLIC
Prédio Associação Comercial do Pará (ACP)
Av. Pte. Vargas, 158, entre Santo Antônio e Gaspar Viana.
No 6º andar, na sala 602 (Escola On)
De 01 a 05 de setembro, das 18h as 21h
Inscrições até:


— OFICINA | A ARTE DA MÁSCARA —

A máscara marca o nascimento do teatro, usada inicialmente para representar deuses e forças da natureza, transcende para os palcos e ainda hoje se faz fortemente presente. A oficina A Arte da Máscara, busca ensinar a arte de usar a máscara teatral, preparando o atuante com vivências e experimentações que possibilitam usar a máscara para além de um simples objeto cênico, mas como um elemento que amplia e sintetiza a expressividade do atuante, além de trabalhar o jogo que o trabalho de máscara propõe. A preparação do atuante ocorrerá através de técnicas da mímica corporal dramática, bufão e commedia dell’arte, passando pelas máscaras neutras, larvárias, expressivas e meias-máscaras. O trabalho é direcionado para todos os públicos, atores profissionais e iniciantes, dançarinos, artistas circenses, educadores e curiosos.

A oficina será ministrada por Rafael Couto, arteeducador, diretor, ator e dramaturgo da Trupe Perifeéricos, contemplado pelo prêmio Myriam Muniz 2012 e pela Bolsa de Criação, Experimentação, Pesquisa e Divulgação Artística IAP 2014, ambos trabalhos voltados para a máscara teatral.

Dúvidas sobre a oficina:
Fones: 91 8156 9636 | 8958 5690
E-mail: rafaeljlc@hotmail.com

Casa da Atriz
Rua Oliveira Belo, 95
(entre Generalíssimo Deodoro e Dom Romualdo de Seixas)
Período de 09 a 10/09 (terças e quintas, das 19h as 21h
Investimento: R$ 100,00 (para inscrições até 02/09: R$ 80,00)
Faixa etária: A partir dos 16 anos
Telefones: 91 3349 1003 | 8240 5993 | 8127 6366
E-mail: casadaatriz@gmail.com


— OFICINAS | COLETIVO DIRIGÍVEL —

Jogos Dionisíacos | com Enoque Paulino

A oficina de teatro jogos dionisíacos será regada com bastante vinho como forma de celebrar a Dionísio. Rolará muita conversa, passando por questões como o corpo, o nu (não é previsto nudez, mas nunca se sabe!) gênero, a pornografia, a dramaturgia e claro, muito contato físico nos trabalhos corporais, faremos também jogos teatrais (sacanasERRO!) divertidos e jogos de improviso para a cena, além de muita, mais muita poesia.

Venha se embriagar de teatro. Necessário trazer sua própria taça de vinho! Evoé!

O traje necessario para a participaçao na oficina e vestir algo confortavel, ate pijama serve ;)

Período: 02 de setembro a 02 de Outubro de 2014
Horário: terça e quinta, 19h30 às 22h
Investimento: R$ 70,00 | Vagas: 18 | Idade mínima: 18 anos

— • –

Workshop de teatro para desenvolvimento pessoal | com Rodolpho Sanchez

Para alguns profissionais falar em público é situação cotidiana, para outros é um grande desafio. No atual mercado de trabalho não há como escapar! Ainda que muitas pessoas não se sintam à vontade, em algum momento de suas vidas profissionais, elas terão de falar em público. Pode ser em uma reunião, uma convenção, um seminário ou na venda de um produto para o cliente. Dominar a oratória é competência sempre valorizada, seja diante de uma grande platéia ou de um pequeno grupo.

Este workshop, voltado para diversos profissionais, que estejam a fim de ampliar suas habilidades comunicativas por meio das técnicas teatrais.

1ª TURMA: Dias 8, 10 e 12 de setembro, de 8h30 às 11h30

2ª TURMA: Dias 22, 24 e 26 de setembro, de 8h30 às 11h30

Investimento: R$ 40,00 | Vagas: 20 | Idade mínima: 18 anos

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Iniciação Teatral | com Krishna Rohini

A Oficina de Iniciação Teatral, é destinada a qualquer pessoa que queira ter um contato inicial com o teatro. A oficina proporcionará aos alunos uma experiência teatral através de pequenos experimentos cênicos.

Será trabalhada a desinibição, o jogo dramático, a improvisação, a interpretação e a criatividade.

Período: 07 de outubro a 06 de novembro
Horário: terça e quinta, de 19h às 21h
Investimento: R$ 60,00 | Vagas: 15 | Idade mínima: 14 anos

Todas as oficinas acontecem na Casa Dirigível. | Você pode solicitar um certificado de participação após o término da atividades. | As inscrições serão validadas somente após o pagamento referente à oficina escolhida.


Inscreva-se aqui:
coletivodirigivel.com/#!oficinas-set/cbdv

— • –

O Dirigível Coletivo de Teatro é um grupo que produz espetáculos cênicos a partir da pesquisa e experimentação artística entre diferentes linguagens (teatro, literatura, dança, música, vídeo e artes plásticas) em busca de um ponto convergente e harmônico que motive a criação teatral. O grupo dialoga com o teatro de rua e o palco, alia o universal e o regional paraense e brasileiro, a fim de produzir espetáculos para todas as idades.

Este coletivo é dividido em núcleos de trabalho porque acredita que esta seja uma metodologia democrática que possibilita o desenvolvimento de um processo de criação colaborativo, princípio de trabalho do grupo. O Coletivo ainda investiga a estética do teatro de rua como ato de responsabilidade social, de comprometimento político e pedagógico, pois compreende a importância de promover o acesso à cultura, lazer, arte e conhecimento à população.

Casa Dirigível - Espaço Cultural
Tv. Padre Prudêncio, 731 - Campina
Telefones: 91 8212 7668 /tim | 8269 8916 /tim
coletivodirigivel@gmail.com



— DE OLHOS VENDADOS | MIGUEL CHIKAOKA e VALÉRIO SILVEIRA —

A proposta desta oficina é propiciar aos participantes um mergulho na essência do fazer fotografico a partir dos sentidos da luz.

Transitando entre as dimensões física e simbólica da luz, a oficina é pautada em atividades que combinam jogos e fazeres lúdicos com o estudo de dispositivos que permitem perceber e operar com os fenomenos luminosos.

Além de facilitar o entendimento do processo, a abordagem metodológica busca pensar a prática fotográfica como um fazer mobilizador do nosso ser sensível, portanto, para além do mundo visível.


Resumo do programa:

  • Sentidos da percepção humana
  • A luz: Características, propriedades.
  • Luz incidente e refletida
  • O olho, a câmera obscura e o principio da formação da imagem.
  • Fotosensiibilidade: elementos e meios. Sensibilidade ISO.
  • Registro da luz-imagens: Fotogramas e Pinhole analógica e digital
  • Filmes e sensores.
  • Grãos e píxeis I: Unidades de informação e uma análise comparativa da captura e armazenamento da informação.
  • Fotometria
  • Controle de exposição: manual, automática e programada.
  • Relações entre abertura (diafrágma) e profundidade de campo/foco. Tempo de exposição (velocidade) e movimento relativo.
  • Sensibilidade e resolução
  • Fontes de luz natural, artificial e mista.Temperatura de cor.
  • Cores primarias e secundárias. Filtros e Equilibrio de brancos/wihite balance
  • Fontes de luz continua, instantânea, estroboscópica, controlada.
  • Histograma. Contraste e ajustes.
  • Imagem e informação I: elementos de construção e composição da imagem.
  • Imagem e informação II: Biblioteca, Arquivo ou Banco de Imagens: identificação e organização. Meios e mídias. Memória
  • Busca e recuperação – Memória.
  • Grãos e Pixeis II. Unidades e conjuntos. Sintaxe. Séries, ensaios e projetos

Público-Alvo:

Todos interessados em experimentar o processo fotográfico,
a partir de 12 anos. É necessário ter câmera fotográfica.

De Olhos Vendados (turma I)
período 01 setembro a 22 outubro 2014
horário 19h30 às 21h30
encontros segunda e quarta + fins de semana e feriados
práticas com agendamento em horários complementares
carga horária 48h (28h encontros + 20h práticas)

De Olhos Vendados(turma II)
período 06 de setembro a 25 de outubro 2014
horário 14h às 18h
encontros sábado encontros regulares + durante a semana de noite, fins de semana e feriados
práticas com agendamento em horários complementares
carga horária 48h (28h encontros + 20h práticas)

 

Inscrições:

Associação Fotoativa
Travessa Frutuoso Guimarães, 615 (sede provisória)
a.fotoativa@gmail.com | fotoativa.org.br | 91 3225 2754
segunda à sexta 14h às 20h | sábado 09h às 13h

Local da Oficina:

Fórum Landi
Rua Siqueira Mendes, 60
Praça do Carmo - Cidade Velha
Período: 26, 28 e 30 de agosto
Horário: terça a quinta, das 19h às 21h
Sábado, das 9h as 12h | 12 vagas por turma
Carga Horária: 07 horas | Investimento: R$ 720,00


— EDITAL DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO DIGITAL —

A partir desta sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014, o Instituto de Artes do Pará abre o novo edital do Núcleo de Produção Digital – NPD. As diferenças em relação ao ano passado estão, principalmente, no tempo de utilização dos equipamentos, incluindo as ilhas de som e imagem.

Produtores de audiovisual já podem contar novamente com a disponibilidade de equipamentos e ilhas de edição do Núcleo de Produção Digital – NPD.

Inaugurado em 2006 no Instituto de Artes do Pará, o NPD é um programa da Rede Olhar Brasil, vinculado ao Ministério da Cultura por meio da Secretaria do Audiovisual, num projeto implantado em diversos estados brasileiros. No Pará, a gestão cabe ao IAP e a co-gestão fica por conta da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), Instituto de Ciência da Arte (ICA/UFPA), Associação Fotoativa e Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABDeC/PA).

Em seus 8 anos de criação, o NPD tem sido um dos maiores fomentadores do aperfeiçoamento técnico e artístico dos produtores audiovisuais do estado. Cineastas importantes como Lucas Escócio, Roger Elarrat e Marcelo Rodrigues, entre tantos, participaram de algumas das oficinas oferecidas pelo Núcleo. Outros como Januário Guedes, Luiz Arnaldo Campos e Priscilla Brasil já foram contemplados com o equipamento disponível no edital.

O edital segue aberto até o dia 10 de dezembro e contempla as produções de pessoas físicas, os chamados produtores independentes. Podem se candidatar projetos de ficção, documentário, vídeo-clip, vídeo-arte, experimental e animação. O interessado deve preencher a ficha de inscrição (anexa ao edital), especificar os equipamentos necessários e assinar ao termo de responsabilidade; o prazo de empréstimo de material é de 10 dias.

De acordo com Afonso Gallindo, gerente do NPD, a análise do material enviado é apenas técnica, para garantir a integridade do material. “Não existe uma análise estética. O que precisamos para liberar o equipamento é de um profissional da área, por isso a análise é técnica”, explica.

Afonso ressalta ainda a importância da parceria com o Centro de Audiovisual Norte e Nordeste, o CANNE, pela qual são realizadas as qualificações dentro do Núcleo, com alguns dos maiores profissionais brasileiros. “A parceria feita com o CANNE já existe há 4 anos e é fundamental. Eles nos proporcionam oficinas com pessoas de peso de todo o lugar do Brasil. Já foram ministradas oficinas com o diretor Marcelo Gomes; Alziro Barbosa (diretor de fotografia); diretor Dib Lufti; Virginia Flores; montadora de som e imagem e vários outros”, pontua o gerente.

Ainda neste primeiro semestre novos cursos e oficinas serão oferecidos no Núcleo.


Edital do Núcleo de Produção Digital Belém
Período de utilização: 28 de fevereiro à 10 de dezembro de 2014
Após o preenchimento das fichas contidas no edital, o produtor
pode procurar o NPD, das 9h às 16h, de segunda à sexta-feira.
Para acessar o edital clique aqui.


— BELÉM AOS 80 —
http://youtu.be/7tQAyCFn-Mo

 

No início da década de 1980 havia certa efervescência cultural, fruto de um processo político liberalizante depois dos anos de chumbo que vivemos, e uma grande ansiedade por mudanças. Surgiram iniciativas na área artística que contribuíram para um novo olhar sobre nossas idéias, costumes, valores sociais e morais. Nascia uma grande cumplicidade entre as pessoas e uma participação viva em qualquer evento que trouxesse o adjetivo “arte” em seu script. A inquietação era tanta que movimentou desde grupos alternativos, que romperam paradigmas na forma de apresentar seus trabalhos, até a explosão do talento da criação artística que delineou e legitimou toda a arte contemporânea produzida em nossa cidade posteriormente. Resumidamente, os anos 1980 vão ser lembrados como um marco na vida de todos aqueles que o vivenciaram como criadores ou participantes ativos dessa geração e como herdeiros de uma década que mudou toda uma história de viver e fazer arte em nossa região. "Belém Aos 80" é uma visita a alguns personagens e movimentos que marcaram esses anos na cidade, registrando momentos de exaltação sócio-cultural da época.

• • • FICHA TÉCNICA • • •

  • Direção e Roteiro:
    Alan Kardek Guimaraes

  • Argumento:
    Januario Guedes

    Celso Eluan Lima

  • Fotografia e Câmera:
    Diógenes Carvalho Leal

DOE UM INSTRUMENTO

Cavaquinho, violão, banjo, atabaque, trumpete, todos os instrumentos que produzem sons e estão esquecidos na sua casa podem transformar os sonhos de jovens atendidos pelas oficinas da Fundação Curro Velho. Esse é o objetivo da campanha de doação de instrumentos musicais que a instituição está realizando durante este ano.

Todos os instrumentos musicais serão recuperados em um espaço para reparo e construção de novos instrumentos. Se você tem violão, violino, violoncelo, viola, piano, saxofone, flauta, gaita ou qualquer instrumento, que esteja danificado ou sem utilização, faça sua doação para o Curro Velho.

Todos os instrumentos de corda que forem doados para a instituição serão trabalhados na Lutheria. A intenção da campanha de doação de instrumentos é que todos abracem a causa de doar um instrumento e realizar o sonho dos jovens atendidos pelo Curro Velho.

As doações dos instrumentos podem ser feitas na sede do Curro Velho, localizada na rua Professor Nelson Ribeiro, nº 287, bairro, Telegráfo ou na sede da Casa da Linguagem, na

Fundação Curro Velho
Rua Prof. Nelson Ribeiro, 287 - Telégrafo
Contato: 91 3184-9100
E-mail: fcv@currovelho.pa.gov.br

Casa da Linguagem
Avenida Nazaré, nº 31.
Informações: 91 3241-9786


9 PAULO ANDRADE | PINTURAS