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Jalva
Já
na aljava almejava
alvejá-la, Jalva, (noiva
de Gilvá, alva, rubra,
enrubescida loba
com felpos de alvorada)
e
mandá-la a Caronte
em mandala de estrelas,
– e tê-la na barca –
constelação de mulher molhada,
toura em sacrifício ao poeta
destacado de Ítaca,
com uma estaca no peito.
Já
na aljava almejava
alvejá-la, Jalva, e já enojava
o escudo em teu peito,
a armadura de ouro,
as prendas de Hefesto.
E
manifestava-me
por isto, e me infestava
de tal gesto, gestando o previsto
no abismo da aljava.
A
mosca, o alvo, a vulva
almejada à mira
de Moscalvo, o Arqueiro.
E eu o arco retesado
retinha o zinabre do teu ubre,
antes mesmo de alvejá-la
e alojar-me em teu seio,
e ser salubre feito o homem
que a cobre, ou o cobre que
enfeita o teu deslumbre.
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